Subsecretária de Saúde garante reabertura do Hospital Nossa Senhora da Penha

Vereadora Eidimar Gomes (PSDB) em audiência com a Subsecretária de Estado da Saúde, Rosângela Curado
Vereadora Eidimar Gomes (PSDB) em audiência com a Subsecretária de Estado da Saúde, Rosângela Curado

Depois de um ano fechado, o Hospital Comunitário Nossa Senhora da Penha, maternidade gerenciada pelo Centro Comunitário Católico do Anjo da Guarda, voltará a abrir suas portas para a população da área Itaqui-Bacanga, em São Luís. A garantia foi feita pela secretária-adjunta de Estado da Saúde (SES), Rosângela Curado (PDT), à vereadora Eidimar Gomes (PSDB), durante audiência realizada na sede da SES.

A maternidade mantida em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi reinaugurada, em 23 de dezembro de 2014, mas desde então se encontra fechada. A reabertura é uma luta da vereadora tucana junto ao governo do Estado.

Durante a audiência, foi discutido ainda um dos principais problemas e fator determinante para o fechamento da Unidade há mais de um ano: o custeio mensal do serviço. Segundo Rosangela Curado, os valores de custeio serão financiados pelo Ministério da Saúde, através do programa Rede Cegonha, em parceria com a secretaria de Estado da Saúde. A gestora afirmou que a unidade de saúde será reaberta até o mês de maio.

“A reabertura do Hospital Comunitário Nossa Senhora da Penha é meta do governador Flávio Dino para ampliar o atendimento em saúde na capital, tanto que a unidade será reaberta em meados de maio em parceria com a Rede Cegonha, programa do Ministério da Saúde que acompanha a mulher em todas as etapas do processo: confirmação da gravidez, pré-natal, parto e 28 dias após o parto”, disse a secretária-adjunta.

A vereadora Eidimar Gomes considerou a reabertura da unidade como um avanço significativo para a área Itaqui-Bacanga. “O problema está definitivamente resolvido. A reabertura do Hospital Nossa Senhora da Penha era o principal clamor da população e uma grande necessidade. Com a parceria do Ministério da Saúde e do Governo do Estado, vamos conseguir reativar a unidade e prestar este serviço para as gestantes desta região que não irão precisar mais se deslocar para outras áreas”, afirmou.

Do Blog do Ricardo Santos

‘No Brasil, não leram e não gostaram dos meus livros’, diz Sarney

Folha de São Paulo

José Sarney, 85, ex-presidente do Brasil, ex-governador do Maranhão e senador cinco vezes por dois Estados (a terra natal e o Amapá), não quer que a literatura seja uma letra morta em sua trajetória.

Atualmente, trabalha em duas obras: suas memórias e seu quarto romance, “O Solar dos Tarquínios”, que acabará “se Deus me der alguns anos de vida”. A ficção fala sobre uma família incapaz de morrer. Em 2014, a filha, Roseana Sarney, renunciou ao governo maranhense, pondo fim a um ciclo de quase 50 anos do clã no poder local.

Sarney é imortal. Ocupa a cadeira 38 —que já pertenceu a Santos Dumont e Graça Aranha— na Academia Brasileira de Letras desde 1980. Ao ganhá-la, discursou sobre “um sonho que se realizou e, como diz Jorge Luis Borges, quem realiza um sonho, constrói uma parcela de sua própria eternidade”.

O ex-presidente José Sarney fala sobre sua obra literária, em seu escritório em, Brasília

O ex-presidente José Sarney fala sobre sua obra literária, em seu escritório em, Brasília

 

Sarney quer ser eterno. Não pela política, que praticou ao longo de 60 anos e sete partidos (é do PMDB desde 1984), mas por obras com pitadas de realismo fantástico como “Saraminda” –a mulata dos “bicos dos seios amarelos como ouro bruto”, de pontas “altas, duras, roliças, que faiscavam como tição”.

Em 25 de outubro de 1996, o amigo Claude Lévi-Strauss (1908-2009) enviou uma carta manuscrita com elogios ao então presidente do Senado. Era “monumental” a edição francesa de “O Dono do Mar”, livro povoado por seres como Querente, que flutua pelo mar há 400 anos, e Zé do Casco, o violador de pescadores distraídos.

Já Millôr Fernandes (1923-2012) definia “Sir Ney” como autor de obras que seriam “motivos para impeachment”.

Sarney diz que “há mais de 30 anos não nasce um grande romancista”. Quanto a ele, paciência. “Quando o tempo afastar o político, o trabalhador das letras vai aparecer.”

MÁ VONTADE

Na quarta-feira (22), a dois dias de completar 85 anos, recebeu a Folha em seu escritório em Brasília, decorado com um crucifixo na parede e uma Bíblia na mesa.

“O presidente não está querendo dar entrevistas por esses dias, mas talvez abra uma exceção para falar de literatura”, explicou o assessor antes de combinar a entrevista.

Exceção aberta. Por uma hora, o ex-presidente e fã de “Dom Quixote” falou sobre sua saga literária, pouco conhecida no país que presidiu. “Havia má vontade. Não viam o escritor, viam o político.”

Sarney tomou gosto por biografias políticas –recentemente leu as de Getúlio Vargas, Josef Stálin e Tancredo Neves, fora “O Capital no Século 21″, de Thomas Piketty.

Sua própria passagem pelo cargo mais alto no país foi conturbada, diz. “Ninguém sabia, mas atravessava um período de grande depressão quando assumi a Presidência. Não passei pela crise dos 50 anos. Mas de repente, com 52, me surgiu. Era uma cobrança que fazia a mim mesmo do que tinha feito da minha vida.”

A cura veio pelas letras. Emposta a voz para recitar o poema “Garça Negra”: “Garça negra/ asas de fogo e silêncio/ noites de tédio e de calmantes/ não me busques”. “O Carl Jung dizia que todos morremos frustrados por não termos tido a vida que queríamos.”

Folha – Jorge Amado disse certa vez que “José Sarney é um escritor a quem o político José Sarney tem causado graves prejuízos”. Concorda?

José Sarney – O Napoleão dizia que política é destino, literatura, vocação. Eu me lembro da definição do Ernesto Sabato sobre literatura como antagonista da realidade. Mas a política tem dos dois. Teve a morte do Tancredo Neves [em 1985, antes de assumir a Presidência, abrindo espaço para ele, vice], em que a realidade imitou a ficção.

Folha – Arrepende-se de ter privilegiado destino e não vocação?

José Sarney – Olhe, se Deus tivesse me perguntado se eu queria ficar com a literatura ou a política, teria escolhido a literatura. Não passou um dia sem que eu não tivesse um convite de noivado para a literatura. Calculo que passei 25% da vida lendo ou escrevendo. Não tenho nenhum outro hábito: não cultivo esporte, não costumo ir a cinema, teatro, não frequento restaurantes, não sou de dar recepções em casa.

Folha – Terminou sua autobiografia?

José Sarney – Estou na fase de revisão, pois ela foi escrita durante muitos anos [desde 2003]. Sendo um intelectual, com o privilégio de participar da história do Brasil como assistente e até mesmo protagonista, não compreenderia se não deixasse um depoimento da minha visão do poder.

Pensei [no título] “Boa Noite, Presidente”. Adotei uma técnica para escrever. O primeiro capítulo sobre a noite da doença do Tancredo. O segundo, meu nascimento. O terceiro, meu governo… No fim, as partes se encontram.

Folha – O senhor escreveu obras de realismo fantástico, como “Saraminda”. Encontrou na vida alguém tão mágico?

José Sarney – É fácil criar um drama que seja uma cópia da realidade. Difícil é criar um personagem. Eu consegui. De tal maneira me liguei a Saraminda que a minha mulher [dona Marly] dizia que já estava com ciúmes dela. “Você não larga essa mulata de jeito nenhum.”

Folha – E como achou sua musa?

José Sarney – Fui até Caiena [capital da Guiana Francesa] pesquisar para o livro. Passa uma mulata muito bonita, e eu me senti seduzido. Ela, Saraminda, passou a existir. Arrematada no leilão de prostitutas onde o Cleito Bonfim pagou dez quilos de ouro por ela [no enredo do romance]. Seus seios tinham os bicos de ouro.

Folha – Seus críticos sempre citam esse “erotismo light” na obra.

José Sarney – Descartes foi o grande filósofo que estabeleceu essa separação da alma e do corpo, embora eu seja católico e acredite que nunca podemos separar os dois. O próprio São Paulo disse: se não tivesse amor, de nada valia a vida.

Folha – Desde “A Duquesa Vale uma Missa”, de 2007, o senhor não escreve ficção. Algo à vista?

José Sarney – Comecei “O Solar dos Tarquínios”, história de um sobradão construído junto com essa família que passa a viver muito e não morrer. Queriam, mas não morriam. Era a grande angústia deles.

Folha – Tem livro seu até em romeno.

José Sarney – Fui traduzido em 13 línguas e tenho a grande satisfação de ser um dos poucos autores incluídos na Folio [coleção da editora francesa Gallimard, uma das mais importantes na Europa]. Inclusive tive críticas do Lévi-Strauss –tive a felicidade de ter sua amizade.

Folha – Já no Brasil seus livros receberam críticas bem duras.

José Sarney – É aquela história: não leram e não gostaram. Não conheço um grande crítico brasileiro que tenha feito críticas contrárias aos meus livros. Apenas deixei de cultivar a divulgação no Brasil porque havia má vontade. Não viam o escritor, viam o político.

Folha – O Millôr Fernandes escreveu que, quando se larga um livro seu, não se consegue mais pegar. Era seu melhor inimigo?

José Sarney – Ele não era crítico literário, ele era humorista.

Folha – O senhor acompanha algo da nova literatura brasileira?

José Sarney – Confesso que estou na fase da releitura. Acho que passamos por um período de declínio. Há mais de 30 anos não nasce um grande romancista, poeta, pintor, músico.

Folha – E o senhor, onde está?

José Sarney – Acho que quando o tempo afastar o político um pouco, a figura do trabalhador das letras vai aparecer.

Folha – O que acha de biografias não autorizadas? Tem a de Palmério Dória sobre os Sarney (“Honoráveis Bandidos”).

José Sarney – Sou a favor da publicação de biografias, quaisquer que sejam. [A do Dória] não é biografia. É sobre políticos interessados em destruir imagens das pessoas.

Folha – Comemora os 85 anos?

José Sarney – Agora não comemoro mais nem o mês nem o ano, e sim os dias. Minha mãe, quando morreu, deixou uma carta. A primeira coisa que disse: “Tive até um filho que foi da Academia Brasileira de Letras”. No Maranhão, quando se nasce, ninguém pensa em ser presidente, mas todos pensam em ir à Academia.

As parteiras já conhecem o choro dos meninos: “Academiiiiiiia”. Ninguém sabe, mas quando assumi a Presidência, atravessava um período de grande depressão.

Não passei pela crise dos 50 anos. Mas de repente, com 52, me surgiu essa depressão. Era uma cobrança que fazia a mim mesmo do que tinha feito da minha vida.

O Carl Jung, ao contrário do Freud, dizia que todos morremos frustrados por não termos tido a vida que queríamos.

SARNEY É POUCO ESTUDADO

Sarney virou imortal antes de publicar qualquer livro e de ingressar na política.

Tinha só 22 anos quando foi eleito para a Academia Maranhense de Letras, em 1953, em reconhecimento pelo ativismo cultural em São Luís, com a criação da revista “A Ilha” e do suplemento literário do jornal “O Imparcial”.

Embora o escritor seja anterior ao político –o livro de poemas “A Canção Inicial” é de 1954, um ano antes da estreia na vida pública–, a atuação no poder foi mais prolífica que a literária.

Tirando textos políticos e crônicas, foram três romances, três volumes de contos e três de poesia em seis décadas.

Publicada em boa parte pela antiga editora Siciliano, essa produção ficou anos fora de catálogo. Em 2014, a Leya, que já publicava parte de suas crônicas e seus ensaios, reeditou os romances “Saraminda” e “O Dono do Mar”.

Não é fácil encontrar quem tenha se dedicado a estudar esses livros. Dos quase 300 currículos da plataforma Lattes que têm alguma citação ao ex-presidente, menos de dez são de estudiosos da área de letras interessados em sua prosa –no geral, estudantes de graduação no Maranhão.

Em 1988, ao destrinchar os contos de “O Brejal dos Guajas”, Millôr Fernandes resumiu assim: “É uma anedotinha ‘socialzinha’ tolinha (já contada mais de um milhão de vezes) da briguinha de dois coroneizinhos de uma cidadezinha perdidinha no interiorzinho do Maranhão”.

Magno Bacelar: primeiras histórias…

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Coelho Neto no passado: palco da infância do menino Magno Bacelar

Décimo primeiro, dentre os dezoito  filhos,  de Maria e Duque Bacelar, nasci no ITAPIREMA ano, da Graça de Deus, de 1938. Meus pais e irmãos me esperavam ansiosos como o sertanejo aguarda a chuva e eu cheguei, no meio dela, no mês de fevereiro.

Tive uma primeira infância muito rica de amor e carinho, fui amamentado até aos dois anos de idade. Ao tempo em que a natureza era pródiga em compensar, com fartura e abundancia, o trabalho de homens e mulheres.

Os  mais velhos já estudavam fora enquanto os menores permaneciam na casa grande recebendo os primeiros ensinamentos através das professoras leigas ali residentes e remuneradas para isso. Por estar situada distante da cidade no   ITAPIREMA  seguia-se  uma regra: – o que hoje representa a pré-escola era feita em casa; o ensino fundamental no grupo escolar de Coelho Neto, o  ensino médio em São Luís e Faculdade no Rio. Os meus pais, que não tiveram a oportunidade de frequentar escolas, elegeram como meta principal a educação dos filhos. Vitoriosos transforam o sonho em realidade.

Os primeiros anos vividos um tanto isolado, no ambiente da fazenda, mais próximo dos pais e irmãos alicerçaram, em bases muito sólidas, o espírito de família.  Envolto na pureza amena de Dona Maria e amparado pelo pulso forte do  Duque,  cheguei ao fim da primeira etapa. Foi muito importante a convivência com todos aqueles que laboravam   e faziam parte daquele mundo de sonhos e felicidades. DEUS me concedeu a dádiva de absorver os ensinamentos de cada um.

Completada a primeira etapa, 9 anos de vida, tomado de um misto de ansiedade e medo, supunha eu estar preparado para empreender novos vos. Outros irmãos haviam iniciado por Teresina, mas a mim havia sido destinado o Maranhão.  É isso mesmo, o transporte difícil, as   distancias tão grandes e as dificuldades nas comunicações, levavam os  antigos a ver a nossa capital de maneira remota e a ela se referiam  como “Maranhão”.  Portanto lá vou eu “rumo ao Maranhão”.

A viagem, em si, já se constituiria uma extraordinária aventura. Iniciava com a composição de uma caravana. Com de um pajem,  homem vigoroso e de extrema confiança,  responsável por todos, inclusive os animais de montaria e carga.  Os viajantes, devidamente munidos de lanterna, chapéu e demais acessórios inerentes  à  grande empreitada. Saia-se do ITAPIREMA às quatro horas da manhã com destino à Caxias onde deveríamos chegar no dia seguinte por volta das quatro da tarde. A primeira parada, em condições normais, deveria ser feita às onze horas da manhã, quase sempre às margens de um riacho ou à sombra de uma arvore. Aí comia-se o frito carinhosamente preparado, bebia-se água, e descansava-se enquanto o IZIDORO (o pajem) dava água e lavava os animais. Parada técnica de duas horas aproximadamente.

Animais arreados todos montados iniciava-se a segunda etapa, um pouco mais difícil pelo calor do início de tarde e pelo cansaço.  Cavalgava-se até às  dezoito horas parando apenas onde deveríamos pernoitar. Habitualmente   na casa de amigos ou conhecidos dos meus pais.

No segundo dia repetia-se o mesmo ritual sendo que as crianças estavam mais animadas para enfrentar as duas etapas finais. Chegava-se a Caxias ao entardecer direto para o Hotel da Benedita, às margens da estrada de ferro. Hospedados, banhados e alimentados esperávamos o trem do dia seguinte.

O terceiro dia iniciava-se cedo na estação ferroviária onde embarcava-se para São Luís. Esta viagem, do dia todo, merece um capítulo à parte uma vez que já foi até tema de música de João do Vale interpretada por Luís Gonzaga. Agora tenho que chagar ao Maranhão pela primeira vez e o IZIDORO tem que voltar a Coelho Neto prestar contas da sua missão que findava ali.

Pois bem, lá estava eu no trem, aos nove anos, embevecido com tudo, admirando tanta gente junto a um só tempo. Em Codó e Coroatá entraram meninos e mulheres com seus matulões de onde retiram pratos de alumínio e uma colher ao tempo que apregoavam: almoço, almoço e diziam o preço. Só muito depois entendi que as vasilhas eram de alumínio para não quebrarem. Tudo tinha que ser muito rápido pois a demora do trem era mínima. O pagamento tinha de ser adiantado. Recolhido o prato, forneciam um copo d’água que nunca ninguém conseguia beber pois o trem já estava em movimento.

Fui alvo de gozações por ser marinheiro de primeira viagem. Quando chegamos a Rosário novos gritos e invasões de vendedores que ofereciam frutas e “bilha d`água”. Paguei mico por não saber o que era bilha d’água. Já na ilha começaram a dizer que, para conhecer o mar, eu teria que salivar uma pedra de sal.

Finalmente, por volta das vinte e uma horas, cheguei à bela São Luís, conheci, ao mesmo tempo o mar e o fogo.  Pois, tempos depois, carregado de tonéis de combustível, o navio cargueiro Maria Celeste seria consumido pelas chamas.  Ainda não tínhamos porto e os navios ficam ao largo em frente ao Palácio e à estação da Estrada de Ferro.

Era o início do ano de 1947, o fim de minha primeira viagem e início de um grande amor pela ilha que seria palco da história de minha vida. Vamos contar tudo que você gostaria de saber.

COM CERTEZA.

*Magno Bacelar é ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-vice-prefeito de São Luís, ex-senador e ex-prefeito de Coelho Neto.

Vereador Presente…

O vereador de Coelho Neto Rafael Cruz (PP) tem aproveitado os finais de semana para está cada vez mais presente de suas bases eleitorais tanto na zona urbana quanto na zona rural.

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No último final de semana o parlamentar esteve nos povoados deserto, brejinho, Olho d´Água Grande, Pindaré, Cafundó Baixa Fria e Santa Maria.De acordo com o parlamentar as visitas são motivadas para acompanhar a vivência da comunidade e identificar suas demandas.

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“Essas visitas além de proporcionar uma proximidade com a população nos oportuniza ouvir demandas e encaminhar soluções de diversos problemas. Não podemos fugir desse nosso papel de ser o elo entre a população e o Executivo. Da nossa parte temos tido atenção do Prefeito Soliney Silva sempre que buscamos melhorias para resolver problemas de nossos munícipes”, disse ele.

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Rafael Cruz esteve nas visitas acompanhado de correligionários e do pai o ex-prefeito Antonio Cruz.

Stênio Rezende convida deputados para reunião com Helena Duailibe

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O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Stênio Rezende (PRTB), foi à tribuna nesta segunda-feira (27), para convidar os colegas deputados a participar,  amanhã (28), às 15h, na Sala das Comissões da Casa, de reunião com a secretária Municipal de Saúde de São Luís, Helena Duailibe.

O parlamentar destacou que a secretária Helena Duailibe prontamente atendeu o convite da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, para discutir com os deputados a realidade, planos e metas da importante secretaria do governo municipal, em benefício da saúde da população da cidade de São Luís.

Na ocasião, o deputado observou que os deputados sempre trouxeram questionamentos a tribuna da Assembleia acerca de problemas nos Socorrões I e II, no Hospital da Criança, unidades mistas, postos de saúde, maternidades, Clínica da Mulher e outras Casas de Saúde administradas pela Prefeitura de São Luís.

SOCORRÕES I e II

Para Stênio Rezende, a reunião é uma excelente oportunidade para os deputados conhecerem, com muita profundidade, a realidade da saúde de São Luís, assim como ouvir da secretária Helena Duailibe os esclarecimentos e sugestões para resolver os problemas enfrentados pela população, principalmente nos Socorrões I e II.

Na avaliação de Stênio, o grande foco da reunião será os Socorrões I e II, os grandes responsáveis pela maioria de atendimento à população da Ilha de São Luís, e da maior parte do interior do Estado do Maranhão, pois ficam de portas abertas, dia e noite, para atender qualquer situação emergencial.

Como presidente da Comissão de Saúde, Stênio admitiu que os Socorrões I e II atendem grande parte da população do Maranhão, que sempre corre para São Luís em busca de um atendimento mais eficaz, principalmente de traumatismo, acidentes, vítimas de arma de fogo, de arma branca e até doenças crônicas.

64 concursados da saúde tomaram posse em Timon

Na noite desta sexta-feira (24), uma cerimônia promovida pela Prefeitura de Municipal de Timon empossou 64 novos funcionários públicos, que participaram de concurso para rede municipal de saúde de Timon objetivando o provimento de vagas para cargos efetivos do quadro permanente de pessoal da Secretaria Municipal de Saúde (SEMS).

Durante a cerimônia, o prefeito Luciano Leitoa saudou os novos funcionários e falou sobre a legitimidade do concurso. “Nós tivemos a preocupação de realizar o concurso através de uma instituição que desse a garantia de que este não era um concurso de cartas marcadas e até agora não há nada que pudesse sujar a imagem do concurso feito no município de Timon”, afirmou.

Ainda em discurso, o prefeito falou sobre os avanços e desafios da área de saúde do município. “Eu quero dizer para os novos profissionais que na saúde o desafio é grande. O fato de sermos do Maranhão e estarmos ao lado de Teresina, que é referência na área da saúde, nos traz uma responsabilidade maior ainda perante a população. Por isso reforço que a responsabilidade dos nossos profissionais deve ser a mesma como é na cidade vizinha, pois Timon não é diferente de Teresina. Por isso pedimos que cada um dos novos profissionais trabalhe com compromisso e dedicação”, disse o gestor municipal.

O secretário de saúde, Márcio Sá, falou sobre como a saúde foi encontrada e os diversos avanços ao longo da administração do prefeito Luciano Leitoa. “Hoje Timon tem uma rede municipal bem grande, composta por três CAPs, por uma clínica especializada na saúde da mulher, pela Policlínica com diversas especialidades em saúde, com cinco equipes do SAMU e o Hospital do Parque Alvorada que logo será transformado em uma maternidade; então, é uma rede enorme que agora está em funcionamento, mas que no início da gestão do nosso prefeito, várias dessas estruturas estavam fechadas. Entretanto com muito trabalho e responsabilidade, todos esses serviços foram reativados. E a cada dia temos trabalhado para melhorar e prestar um serviço de qualidade à nossa população”, finalizou ele.

Os nomeados fazem parte da primeira chamada do concurso e ocuparão os seguintes cargos: Endocrinologista, Ginecologista e Obstetra, Clínico Geral, Clínico Geral/ESF, Urologista, Psiquiatra, Dermatologista, Angiologista e Cirurgião Vascular, Ortopedista, Terapeuta Ocupacional, Enfermeiro, Técnico de Enfermagem, Psicólogo, Fisioterapeuta, Assistente Social, Farmacêutico, Cirurgião Dentista e Cardiologista.

Roseana Sarney e Lobão depõem à Polícia Federal na próxima quarta (29)

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Alvos das investigações da Operação Lava Jato, a ex-governadora Roseana e o senador Edison Lobão, ambos do PMDB, devem prestar depoimentos à Polícia Federal e a membros da Procuradoria Geral da República no próximo dia 29, quarta-feira, em Brasília

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, a defesa da ex-governadora do Maranhão entrou com um novo pedido de arquivamento do inquérito aberto contra Roseana no Supremo Tribunal Federal. Um outro pedido de arquivamento do inquérito já havia sido apresentado pelos advogados de Roseana em 12 de março, logo após a abertura das investigações.

Roseana Sarney é investigada em inquérito do STF por ter supostamente recebido R$ 2 milhões para sua campanha ao governo do Estado, nas eleições de 2010. O pedido de abertura de inquérito apresentado pela PGR ao Supremo é sustentado com base em depoimento do ex-diretor da Petrobrás dizendo que foi procurado por Lobão para fazer um repasse à campanha de Roseana.

Do Blog Marrapá

Obras adiantadas do CRAS de Coelho Neto…

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CRAS de Coelho Neto: obras adiantadas

Impossível passar pela Rua Valentim Antonio de Sousa no centro de Coelho Neto e não perceber o adiantado da obra de construção do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS.

A obra é fruto de uma parceria celebrada entre a Prefeitura e o Governo do Maranhão através da Secretaria de Desenvolvimento Social – SEDES com recursos oriundos do BNDES.

“Estamos com a obra bastante adiantada e atentos na fiscalização para que o calendário de execução seja cumprido na sua íntegra e sem atrasos, pois foi a determinação que recebemos do Prefeito Soliney Silva”, destacou a Secretária de Assistência Social Albertina Tavares.

A obra executada pela  Construções e Consultoria – CONPAC.está orçada em R$ 373.211,93 (trezentos e setenta e três mil, duzentos e onze reais e noventa e três centavos).

“Os Leões não lutarão para eleger prefeitos”, diz Flávio Dino

O governador Flávio Dino (PCdoB) utilizou sua rede social para descartar qualquer possibilidade do Palácio dos Leões intervir no processo eleitoral de 2016 a favor de quaisquer candidatos.

“O Governo não terá candidatos oficiais”, disse ele. A seguir a integra do que disse Flávio Dino em sua conta no twitter:

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Secretária de Assistência Social de Afonso Cunha destaca edital de eleição de conselheiros tutelares

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Secretária de Assistência Social Iolandra Pereira

A Secretária de Assistência Social de Afonso Cunha Iolandra Pereira destacou a publicação do Edital visando a escolha da nova composição do Conselho Tutelar para o quadriênio 2016-2019.

“O Edital foi publicado no último dia 24 e estamos envidando esforços para dar maior publicidade possível a todas as etapas do processo eleitoral visando a eleição dos novos conselheiros. É um processo comandado pelo Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA mas com total apoio do governo municipal prezando sempre pela lisura do pleito”, disse ela.

Ainda de acordo com a Secretária de Assistência Social a determinação do Prefeito José Leane (PMDB) é que seja garantido total transparência em todas as etapas do processo eleitoral garantidas e preconizadas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O calendário publicado pelo Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente marca a eleição para o dia 05 de outubro e posse dos eleitos para o início do próximo ano.