O Tempo e o Vento

O Tempo e o Vento

Por José Sarney

O jornal sempre foi minha paixão. A palavra impressa, transmitindo sentimentos, fazendo história, no contar o dia a dia. Quando estava no Liceu Maranhense, aos quatorze anos, fundei a Folha do Estudante, que desejava ser a alma dos jovens colegas, expressas na poesia, na crônica, no desejo de deixar as palavras impressas, eternizadas. Ficamos no primeiro número. Já no Grupo dos Poetas da Movelaria Guanabara, como não tinha chegado ao Maranhão a Semana da Arte Moderna de 1922, que marcou a literatura brasileira, fiz com Tribuzzi, Madeira, Luís Carlos Belo Parga, Evandro Sarney, Paiva Filho, Floriano Peixoto, Cadmo Silva, Figueiredo, Lucy Teixeira, pintores, poetas, cronistas, contistas o Movimento Neomodernista, como foi chamado no Maranhão. No Brasil todo surgiam revistas literárias para dar voz a nossa geração. Quixote no Rio Grande do Sul, com Faoro; Joaquim em Curitiba; Orfeu, com Lêdo Ivo, no Rio; Região na Paraíba, com Edson Regis; Clã no Ceará. Eu, Tribuzzi, Bello Parga, Madeira sonhamos fazer a nossa e fundamos A Ilha, que teve vida efêmera, dois números, mas marcou a contestação ao parnasianismo e ao que chamávamos “passadismo”. Gullar e Burnett tinham o Centro Cultural Gonçalves Dias, e Gullar disse depois que éramos mais avançados. Vi A Ilha desaparecer guardando os nossos primeiros gritos de inconformismo.

Já na política, Tribuzzi sempre ao meu lado, resolvemos fundar O Estado do Maranhão com o objetivo de modernizar a imprensa maranhense, até então mergulhada na sombra do pasquinismo panfletário do século XIX. Compramos o Jornal do Dia e o transformamos em O Estado do Maranhão, trouxemos a primeira rotativa para o Estado, uma rotativa Goss, muito primitiva e modesta, mas que por mais de vinte anos rodou o nosso jornal, que foi na época a modernidade chegando à impressão de jornal. Também fomos pioneiros na composição a frio, com um modelo Singer, que só nos deu dor de cabeça. Mas foi o primeiro e depois evoluímos.

Fizemos um jornal moderno, colorido, com um texto cuidado e dinâmico. Assumimos a liderança da imprensa no Maranhão até hoje, sendo uma tribuna dos problemas do Estado e um seminário permanente do debate de ideias. Por aqui passaram grandes nomes da literatura do Maranhão. O jornal foi dirigido por nomes importantes. Para dividir as minhas lágrimas, quero resumir todos no de Tribuzzi, que na eternidade chora conosco neste momento em que deixamos a edição impressa para ficar somente na digital. Seguimos a tendência mundial, forçados pela era do virtual, pela transferência da publicidade para a internet — e, é preciso reconhecer, dos leitores.

Não encontramos vacina para nos salvar. Foi a tecnologia que criou o jornal, de seus primeiros ensaios no século XVI ao vigor político do XVII, até ser motor das revoluções industriais e políticas dos séculos seguintes e tornar-se o Quarto Poder.

Por mais de quarenta anos todos os domingos a Coluna do Sarney levou minhas ideias aos nossos leitores.

Não sei dizer adeus. As fases que atravessei na vida — e elas se sucederam com a vida longa que a graça de Deus me concedeu — as encerrei chorando com os olhos, o pensamento e a garganta. Assim deixei minha coluna de sexta-feira na Folha de S. Paulo, ao completar 20 anos. Deixo agora as páginas de Estado do Maranhão para me adaptar à Coluna do Sarney digital, no Imirante, nosso vitorioso portal.

Não sei dizer e não digo adeus aos meus leitores. Este jornal de hoje guarda minhas lágrimas e meu coração dilacerado. É a vida. Pablo Neruda lamentava um amigo morto: “É um carvalho tombado no meio da casa.”

Aí estão os meus sonhos, sonhados com Tribuzzi e Odylo. Mas os sonhos não morrem, são sementes que germinam e florescem.

Confirmadas 7 mortes em noite de terror com tiroteios em São Luís

Confirmadas 7 mortes em noite de terror com tiroteios em São Luís

Dados do relatório de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) confirmam o registro de sete mortes na Ilha de São Luís, na noite de quinta-feira, 21, marcada pelo terror de tiroteios em diversos bairros.

A pasta ainda não deu detalhes sobre as motivações, mas muitos moradores citam a atuação de grupos de extermínio na capital.

Os tiroteios ocorrem dias depois dos assassinatos de dois policiais militares na cidade (saiba mais).

Segundo os dados da SSP, os assassinato ocorreram na Alemanha, João de Deus, Cidade Olímpica e Vila Conceição, e, ainda, no Alto Turu e Parque Jair, bairros de São José de Ribamar.

Assalto

Também na noite de quinta-feira foi registrado um assalto a um boteco na Lagoa da Jansen, em São Luís.

Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens armados abordando funcionários e clientes do estabelecimento.

Do Blog do Gilberto Leda

Com obras adiantadas, Bruno Silva entregará Academia de Saúde em Coelho Neto…

Com obras adiantadas, Bruno Silva entregará Academia de Saúde em Coelho Neto…

O prefeito de Coelho Neto Bruno Silva (PP), segue ampliando sua marca de trabalho e sua missão de valorizar os bairros até então esquecidos na cidade.

Um desses bairros é o bairro Olho d´aguinha, que se prepara para receber uma Academia de Saúde, fruto de um convênio com o Ministério da Saúde.

A obra que se encontra em estágio bastante avançada é mais uma das que foram planejadas pelo atual governo com foco na valorização da entrada da cidade.

Ao longo de 10 meses de governo, o prefeito Bruno Silva retoma a construção de obras importantes que o coelhonetense sentia falta.

E que por issos mesmo lhe confiaram a missão de governar a cidade….

Bolsonaro projeta R$ 76,4 bi para Auxílio Brasil até 2023

Bolsonaro projeta R$ 76,4 bi para Auxílio Brasil até 2023

Proposta enviada pelo Poder Executivo (PLN 23/21) ao Congresso Nacional adapta o Plano Plurianual (PPA) em vigor (Lei 13.971/19) ao programa social Auxílio Brasil (Medida Provisória 1061/21), que substitui o Bolsa Família. O texto prevê gastos de R$ 76,4 bilhões, entre 2021 e 2023, com o novo programa assistencial.

O Auxílio Brasil, vinculado ao Ministério da Cidadania, tem como diretriz a promoção e defesa dos direitos humanos com foco no amparo à família. O objetivo é propiciar a redução da pobreza e extrema pobreza e a emancipação das famílias por meio da transferência de renda e da articulação de políticas públicas, visando à cidadania e à superação de vulnerabilidades sociais. A meta é atender a 100% das famílias elegíveis ao programa.

O PLN não exclui ainda do PPA o programa Bolsa Família, cuja lei somente será revogada após a tramitação da MP 1061/21 no Congresso. No entanto, as correções de vinculação entre as programações orçamentárias e o novo programa que resultará da eventual aprovação do PLN 23/21 devem desidratar o programa anterior.

Agência Câmara

Obra de urbanização de trecho da Avenida José Silva muda aspecto de entrada da cidade

Obra de urbanização de trecho da Avenida José Silva muda aspecto de entrada da cidade

A obra de urbanização de parte do trecho da Avenida José Silva, executada pela Prefeitura de Coelho Neto, está próximo a ser concluido.

O serviço executado pela Secretaria de Obras é uma das prioridades definidades pelo prefeito Bruno Silva (PP), já nos primeiros meses de mandato.

Executada com recursos próprios, a obra resgata a paisagem urbanistica de quem entra na cidade.

As ditas barreiras foram passando despercebidas pelos governos ao longo dos anos, mas passaram a ter visibilidade no atual governo.

Além da urbanização da barreira, a via também ganhou asfaltamento beneficiando os moradores da área.

É um governo de detalhes.

E que pelas ações tem mostrado preocupação com a cidade…

Onze partidos já estudam se juntar em federações para fazer frente ao novo União Brasil

Onze partidos já estudam se juntar em federações para fazer frente ao novo União Brasil

Duas semanas após o Congresso derrubar o veto presidencial e manter a possibilidade de os partidos se organizarem em federações, algumas das maiores legendas do país iniciam negociações: PP, PL e Republicanos abriram conversas nesse sentido, assim como o MDB com o Avante e o Solidariedade. Os movimentos ocorrem logo após a criação do União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL, que deverá ser a maior agremiação da Câmara assim que for oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que deve ocorrer no início de 2022. Também há negociações envolvendo Cidadania, Rede e PV, e, na esquerda, do PCdoB com o PSB.

Na semana passada, o ministro-chefe da Casa Civil e presidente licenciado do PP, Ciro Nogueira, trabalhou em duas frentes. Ele conversou com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e enviou mensagem ao presidente do Republicanos, Marcos Pereira, sugerindo que as três legendas se unam numa federação, com o objetivo de eleger uma bancada expressiva no Congresso nas eleições de 2022. A ideia é assinar uma “união estável” entre os três partidos que já compõem a base do governo e normalmente votam juntos em boa parte dos temas, como, por exemplo, em pautas econômicas.

O eventual nascimento dessa tríade é uma tentativa de reequilibrar as forças no Congresso e, com isso, fazer frente ao recém-formado União Brasil, que só depende da chancela do TSE para existir, de fato. Uma vez oficializada, a nova legenda deverá contar com 81 deputados federais. Somados, PP, PL e Republicanos teriam 116 deputados federais (42 do PP, 43 do PL e 31 do Republicanos), mais 12 senadores (7 do PP, 4 do PL e um do Republicanos), além de aumentar o tempo de propaganda na TV. Essa última alteração pode abrir caminho para o presidente Jair Bolsonaro ingressar no PP, com o qual tem negociado, para disputar a reeleição em 2022.

O Congresso aprovou em agosto um pacote de mudanças nas regras eleitorais, entre elas a que permite as siglas se organizarem como federações. Com isso, na prática, elas podem formar uma só agremiação, inclusive nos processos de escolha e registro de candidatos para os pleitos majoritários e proporcionais e, no cumprimento das cláusulas de desempenho. Ao optarem por esse caminho, contudo, elas precisarão caminhar juntas tanto na campanha quanto nos quatro anos seguintes. Bolsonaro chegou a barrar a proposta, mas o Legislativo derrubou o veto no final de setembro

Nas negociações para se unirem em uma federação, PP, PL e Republicanos manteriam a autonomia sobre o controle dos seus fundos partidários e eleitorais. Isso significa que cada legenda gerenciaria seu próprio recurso, apesar de o dinheiro ser usado para eleger políticos pela aliança entre as siglas. A previsão orçamentária do PP em 2021 é de R$ 53,7 milhões; a do PL é de R$ 51,3 milhões; e a do Republicanos, R$ 48 milhões. As tratativas, entretanto, ainda estão em fase preliminar, dizem os dirigentes das três siglas a interlocutores.

Valdemar Costa Neto tem afirmado a aliados ver dificuldades para concretizar a união porque, de certa forma, o movimento engessaria os partidos, visto que precisariam se manter juntos também nas eleições municipais de 2024. Na avaliação do cacique do PL, a união, mesmo que temporária, dificultaria a vida de alguns políticos. Em conversas com deputados, Marcos Pereira também se mostra reticente ao plano. A pessoas de sua confiança, no entanto, ele diz que levará a ideia para ser debatida em reunião com o restante do partido na próxima terça-feira, em Brasília.

Bolsonaro é empecilho

A possível chegada de Bolsonaro ao PP também pode ser um empecilho. Hoje, as siglas têm a opção de liberar seus diretórios estaduais a apoiarem o candidato mais conveniente naquela região, com a possibilidade de darem palanque inclusive ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, provável adversário do presidente da República no ano que vem. Bolsonaro vem afirmando a aliados que tem 99% de chances de acertar sua filiação ao PP.

Em outra mesa de negociações estão MDB, Avante e Solidariedade. Dirigentes das três siglas já conversaram sobre a possibilidade de uma união temporária. Chegaram, inclusive, a esboçar cálculos de como ficariam os cenários nos estados. Reservadamente, no entanto, eles admitem que é difícil a união sair do papel. Atualmente, o MDB tem 34 deputados, Avante tem oito e Solidariedade tem 13. Juntos, somariam 55 parlamentares na Câmara.

Na visão de participantes das discussões, um eventual acordo beneficia o MDB, mas gera dificuldades para os demais. Por isso, as chances de prosperar são baixas. Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força diz que os estudos estão em fase muito preliminar. Ele admite ainda que mantém conversas com outras siglas, como o PDT.

Já o presidente do Avante, Luis Tibé, foi mais categórico e descartou a possibilidade de uma federação com o MDB.

— É difícil compor com os estados — justificou.

Siglas menores também discutem laço temporário

Diversos partidos de esquerda e centro mantêm conversas sobre a formação de federações no ano que vem. As tratativas ocorrem principalmente entre Cidadania, Rede e PV. Também há possibilidade de uma união entre PSB e PCdoB. Os dirigentes admitem, no entanto, que é cedo para bater o martelo.

— Estamos ainda tentando aprender, estamos ouvindo muita gente para escolher o nosso caminho. É uma coisa nova. Depois, ainda será necessário lidar com as resistências regionais — ponderou o presidente do PV, José Luiz Penna, cuja legenda já iniciou conversas com o PSB, PCdoB, Cidadania e Rede.

O Cidadania, por sua vez, já abriu diálogo com a Rede, além do próprio PV. No passado, as legendas cogitaram uma fusão, mas a ideia não prosperou. A expectativa agora é que a união possa ser viabilizada por meio da federação.

Integrantes de outras legendas também sinalizaram interesse em dialogar com o Cidadania, a exemplo do Podemos, embora as conversas tenham estagnado.

— Eu seria até favorável a uma união com o Cidadania, porque isso pode ajudar a coligação nas majoritárias. Não vejo dificuldade, não —disse o líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR).

Recentemente, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) publicou uma foto ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que os dois trataram do assunto.

“Conversarmos sobre as federações partidárias, a conjuntura política atual e de que forma podemos a trazer a esperança para o povo brasileiro. A democracia vencerá”, escreveu Almeida, sem deixar claro sobre qual proposta de federação teriam tratado.

Outro partido que não descarta uma união é o PDT. O presidente da sigla, Carlos Lupi, disse que a fase é “de muita conversa, mas nada definido”.

— O processo está muito cedo, acabou de ser aprovado. A federação obriga a ter uma unidade nacional que não é simples —declarou Lupi.

O grande articulador da aprovação das federações e posterior derrubada do veto foi o PCdoB, de olho numa aproximação com o PSB, já que se via ameaçado pela cláusula de barreira. Pela regra, só terá acesso ao fundo partidário e ao horário eleitoral gratuito partidos que atingirem 2% dos votos válidos para a Câmara na eleição do próximo ano, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação ou conseguirem eleger 11 deputados distribuídos em nove estados.

O Globo

Prefeito Bruno Silva destaca avanço nas obras do mercado de Coelho Neto

Prefeito Bruno Silva destaca avanço nas obras do mercado de Coelho Neto

O prefeito Bruno Silva (PP), utilizou suas redes sociais para demonstrar o avanço nas obras de reconstrução do Mercado Público de Coelho Neto.

A obra é fruto de um convênio celebrando entre a Prefeitura com o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual das Cidades.

O Mercado Público é uma obra muito esperada pela população e foi alvo de promessa de muitos políticos, que não conseguiram tirar do papel.

Mesmo recém empossado no cargo e sem usar o tema como promessa de campanha, o prefeito Bruno Silva colocou o projeto como prioridade do seu governo e não teve dificuldade em sensibilizar o governador Flávio Dino para liberar o pleito orçado em mais de R$ 2 milhões de reais já no início do mandato.

A entrega do Mercado Público será sem sombra de dúvidas, uma das grandes conquistas do prefeito Bruno Silva em seu primeiro ano de mandato.

Maranhão recebe mais 114.660 doses da vacina Pfizer para continuidade da aplicação da terceira dose no estado

Maranhão recebe mais 114.660 doses da vacina Pfizer para continuidade da aplicação da terceira dose no estado

O Maranhão recebeu mais 114.660 doses da vacina Pfizer que vão garantir a continuidade da Campanha de Vacinação contra a Covid-19 no estado. Ao desembarcar, as doses foram encaminhadas para a Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos do Maranhão, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), responsável pela distribuição dos imunizantes, onde passarão por conferência para serem distribuídas aos 217 municípios maranhenses.

“Esses imunizantes serão destinados à segunda dose dos públicos que já tomaram há doze semanas a vacina Pfizer e a terceira dose para trabalhadores da saúde e população de 60 anos ou mais. Garantindo assim a continuidade da campanha de vacinação em todo o Maranhão”, destaca a superintendente de Epidemiologia e Controle de Doenças da SES, Tayara Pereira.

Para a distribuição em tempo recorde, a SES conta com a parceria do Centro Tático Aéreo (CTA), que faz o transporte das vacinas com o uso de helicópteros e avião, e da Polícia Militar, responsável pela segurança no deslocamento. Para o transporte das vacinas também são utilizadas vans refrigeradas.

Com a nova remessa, o Maranhão totaliza 9.369.725 doses recebidas, sendo 2.475.280 doses da CoronaVac, 3.959.275 doses da AstraZeneca, 2.821.420 doses da Pfizer e 113.750 doses da Jansen.

Do Blog do John Cutrim

Jornal da família Sarney, O Estado do MA comunica oficialmente encerramento das suas atividades

Jornal da família Sarney, O Estado do MA comunica oficialmente encerramento das suas atividades

“O Estado do Maranhão”, jornal pertencente à família Sarney há 62 anos, deixará de circular neste mês de outubro.

A edição impressa, que ainda circulava três vezes por semana, acabará. O conteúdo será incorporado ao portal Imirante, também dos Sarney.

Veja o comunicado abaixo emitido hoje pelo jornal informando que deixará de circular.

Escutec/jornal O Estado para o Governo: Weverton foi o que mais cresceu

Escutec/jornal O Estado para o Governo: Weverton foi o que mais cresceu

Entre os pré-candidatos ao governo, o senador Weverton (PDT) foi o que mais cresceu comparando-se as pesquisas já realizadas pelo instituto Escutec.

Na primeira pesquisa, Weverton tinha 14% das intenções de voto e repetiu este percentual em junho. Agora, na pesquisa Escutec divulgada hoje, o pedetista pulou para 20%.

No cenário que não tem a ex-governadora Roseana Sarney, Weverton aparece em primeiro. Ele tinha 25% em março, caiu para 22% e agora alcançou 28%.

A pesquisa Escutec, divulgada pelo jornal O Estado do Maranhão, ouviu 1,4 mil eleitores nos dias 23 a 30 de setembro. O intervalo de confiança é de 90% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Veja a pesquisa completa AQUI.

Do Blog do John Cutrim