O SINTASP e as sobras do FUNDEB…

O SINTASP e as sobras do FUNDEB…

Causou bastante estranheza a publicação recente do SINTASP, com uma comissão de servidores cobrando partilha de sobra de recursos do Fundeb em razão da pandemia.

Algo que não pode deixar de ser considerado logo de início é que alguns dos servidores da comissão e o blog no qual o assunto foi veiculado são de figuras de proa ligadas ao governo anterior. Isso tira a legitimidade do questionamento? Não, mas entra em conflito com a razoabilidade.

Ora, onde eles estavam que no final de 2020 não fizeram tal cobrança? Naquele período, o hoje presidente do Sintasp, Oberdan Lopes e sua diretoria, já haviam sido eleitos e não há registros de nenhum esforço naquela época que a “defesa dessa causa como se apresenta agora” havia sido sequer levantada. Da antiga composição do SINTASP – que teve seu presidente afastado, também não há qualquer registro a respeito desse tema.

Curiosamente, foi em 2020, no período de ápice da pandemia, que como aconteceu nos demais setores, a educação passou por vários meses totalmente parada e não houve manifestação destes em cobrar as sobras do Fundeb de 2020. Será que não sobrou? Ou não era interessante cobrar? O assunto tem razão de ser? Ou a cobrança é seletiva?

A realidade é tão delicada, que ao tomar posse em janeiro, o prefeito Bruno Silva já assumiu tendo que prorrogar o prazo dos contratos de 2020 para assegurar o término do ano letivo. Além disso, houve a implantação do ensino híbrido e bem diferente do ano passado, a educação funcionou, mesmo que não em sua totalidade.

Se os servidores e o próprio SINTASP colocarem os números na mesa e avaliarem a questão de forma racional, verão que a cobrança não tem fundamento algum, o que é pior, vão deixar pairar dúvidas na legitimidade dessa pauta, além de assumirem total parcialidade no pleito.

Perguntar não ofende: vão confrontar as duas realidades ou tratarão o caso com dois pesos e duas medidas?

Coluna do Sarney: Democracia Partidária

Coluna do Sarney: Democracia Partidária

Também eu já tive problemas com prévias para escolher candidato à Presidência da República. A primeira vez foi em 1984.

A democracia partidária é o instrumento necessário para que um partido possa estabelecer seu programa e escolher os nomes que o conduzirão.

Todos os males dos partidos políticos residem em sua manipulação. Todas as medidas que se têm tentado visam à democratização dos partidos. No Brasil a tendência é, agora, dos partidos com donos. Todos querem ter o seu partido, particular, sem uma salutar militância. Para evitar isso temos que mudar o sistema partidário, acabar com o voto proporcional e praticar uma verdadeira democracia interna, cujas obediência e disciplina não sejam fruto do medo da exclusão ou da discriminação e sim da capacidade e da liderança.

Não quer dizer que no sistema atual não se possa fazer campanhas vitoriosas: os salvacionistas, os populistas que apelam ao povo o mandato para varrer os inimigos abundam na História. Os resultados são trágicos para a Democracia: precisam da exceção ou da ameaça para governar. Isso vale para os casos que atingem a Humanidade, como Hitler e Mussolini, e para os casos regionais, de países que sofrem um processo de implosão, como a Venezuela de Chávez ou as Filipinas de Duterte.

Em 1984 a regra da eleição presidencial era de o Presidente da República ser escolhido por um Colégio Eleitoral. Nesse eleitorado o PDS, que eu presidia, tinha maioria. Era o regime da Emenda Constitucional no 1, isto é, a Constituição de 1969, feita para manter o controle da sucessão presidencial na mão dos militares. Mas os fatos se impunham. A campanha das Diretas Já havia mobilizado o País e, apesar da Emenda Dante de Oliveira não ter alcançado o quórum para alterar a Constituição, o clima era o de restabelecimento da democracia.

No PDS vários nomes se punham como candidatos: o Vice-Presidente, Aureliano Chaves, o ministro Mário Andreazza, o Senador Marco Maciel e o Deputado Paulo Maluf. Este último fazia uma campanha extravagante, cooptando eleitores com os mais variados instrumentos, inclusive os financeiros. Esta campanha com um universo restrito de eleitores não tinha mais legitimidade. Propus a realização de prévias, aceitas por todos, menos por Maluf. Estávamos trabalhando para realizá-las quando o Presidente Figueiredo as desautorizou. Quer dizer: me desautorizou.

No dia 11 de junho havia reunião da Executiva do Partido. Alguns partidários de Maluf avisaram que me partiriam a cara. Por precaução botei um revólver na cintura. Ninguém tentou me bater. Renunciei à presidência do partido em meio a grande agitação, mas sem violências.

Dali saiu a Aliança Democrática, que viabilizou a candidatura de Tancredo Neves: Aureliano, Marco Maciel, Jorge Bornhausen, Guilherme Palmeira e muitos outros nos juntamos a Ulysses Guimarães, que conduziu o PMDB. Na reunião do Colégio Eleitoral de 15 de janeiro de 1985 fomos eleitos, por 480 a 180 votos, Tancredo e eu, Presidente e Vice-Presidente da República.

Tancredo sempre dizia que com meu gesto começara a vitória.

Por José Sarney

Parceria Bruno e Glalbert segue contabilizando bons resultados para Coelho Neto

Parceria Bruno e Glalbert segue contabilizando bons resultados para Coelho Neto

A parceria de trabalho do prefeito Bruno Silva (PP) com o deputado estadual Glalbert Cutrim (PDT), segue contabilizando bons resultado para Coelho Neto.

O deputado tem colocado a cidade como prioridade em sua atuação e ajudado o prefeito nas conquistas recentes nesses 11 meses de governo.

Nesta terça (23), o deputado anunciou a conquista de 50 mil bloquetes através de suas emendas parlamentares, para serem utilizados na pavimentação de ruas da cidade.

Em sua fala, o deputado enalteceu o trabalho do prefeito que ao longo dos onze meses de trabalho tem feito uma gestão com grandes conquistas.

Na última quarta (24), acompanhado do deputado, o prefeito esteve na sede da Caema em reunião com o presidente André Paula, tratando da melhoria do abastecimento de água na cidade.

O prefeito Bruno Silva comemorou o anúncio da conquista dos bloquetes, do compromisso em melhorar a oferta do serviço de abastecimento de água e falou das ações em melhorar as condições de vida da população, sobretudo, a menos favorecida.

Coluna do Sarney: Chamando Bom Jesus da Lapa

Coluna do Sarney: Chamando Bom Jesus da Lapa

Eu era Governador do Maranhão e costumava viajar frequentemente ao interior do Estado. Muitas vezes, íamos também a outros Estados: a Boa Esperança, no Piauí, onde se construía a hidrelétrica; a Recife, sede da Sudene, onde, permanentemente, tínhamos assuntos a tratar sobre a Usina Hidrelétrica de Boa Esperança.

Um dia, saímos de São Luís para irmos a Minas Gerais, onde seria realizada uma reunião do conselho da Sudene, no avião Beechcraft que o Estado possuía. O piloto, que se chamava Ribamar, contava com uma experiência muito grande: fora piloto da Vasp, tinha 15 mil horas de voo. Fomos de São Luís a Boa Esperança e, em seguida, nosso destino era Montes Claros.

O voo seria longo, com umas quatro horas de duração. Saímos de Boa Esperança às 10 horas da manhã. Eu pedi a Ribamar que sobrevoássemos as nascentes do rio Parnaíba, que estavam bem à nossa frente, para vermos os rios Água Quente, Curriola e Lontra, formadores da Bacia do Parnaíba.

Com isso, nós nos desviamos da rota. Naquele tempo, só existiam, para orientar a navegação aérea, o radiogoniômetro e a bússola.

Nossa rota passava por Bom Jesus da Lapa. A verdade é que, com o desvio de rota, nós nos perdemos. Havia muita fumaça — já naquele tempo as queimadas corriam soltas —, e o avião jogava muito. Não víamos quase nada. O Ribamar chamava a rádio de Bom Jesus da Lapa — a única cidade que existia com campo de aviação e apoio de rádio naquela área.

Mais de meia hora se passara, e eu só ouvia o Ribamar chamando:

— Chamando Bom Jesus da Lapa! Chamando Bom Jesus da Lapa! Chamando Bom Jesus da Lapa! Chamando Bom Jesus da Lapa!

E eu repetindo, em oração:

— Bom Jesus da Lapa, nos oriente! Bom Jesus da Lapa, nos oriente! Bom Jesus da Lapa, nos oriente! Bom Jesus da Lapa, nos oriente!

De repente, comecei a ficar mais nervoso e perguntei ao Ribamar:

— Ribamar, onde nós estamos?

Ele bateu com as mãos, como a descartar qualquer informação, e disse:

— Governador, eu não sei!

Então, continuamos a nossa peregrinação chamando por Bom Jesus da Lapa. E nada de Bom Jesus da Lapa aparecer.

Até que o Senhor Bom Jesus da Lapa respondeu: depois de umas três horas de voo, ouvimos uma estação de rádio de Bom Jesus da Lapa.

Voamos em direção a Bom Jesus da Lapa, orientados por uma estação de rádio broadcasting, e não pela torre de aeroporto.

Finalmente, pousamos em Bom Jesus. A primeira coisa que fiz, em terra, foi me dirigir a um pequeno botequim do aeroporto e perguntar:

— O senhor tem uma marmelada aí?

— Não. Tenho doce de leite.

— Então me dê uma xícara bem cheia para que o açúcar possa compensar a adrenalina que perdi com medo de que Bom Jesus da Lapa não aparecesse.

Por José Sarney

Prefeito Bruno Silva anuncia doação de mais uma casa para família carente de Coelho Neto

Prefeito Bruno Silva anuncia doação de mais uma casa para família carente de Coelho Neto

O prefeito Bruno Silva, anunciou a doação de mais uma unidade habitacional para uma família em situação de vulnerabilidade social de Coelho Neto.

A solicitação chegou ao prefeito através de carta e após a viralização de um vídeo na rede social, em que a família do senhor Rafael com 7 pessoas, mostrava as condições da residência.

Desde que assumiu o mandato, o prefeito criou o programa Casa dos Sonhos, com a doação de unidades habitacionais para famílias carentes do município.

Com o anuncio da construção dessa unidade, o prefeito encerrará seu primeiro ano de governo com 04 casas construídas e entregues.

O desafio do prefeito é grande, pois há anos o município não é beneficiado com construção de casas, aumentando de forma significativa o déficit habitacional do município.

PF prende homem que cometeu mais de 500 fraudes com auxílio emergencial em ITZ

PF prende homem que cometeu mais de 500 fraudes com auxílio emergencial em ITZ

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 9 de novembro, na cidade de Imperatriz, a Operação PARCELA EXCEDENTE de combate a fraude ao auxílio emergencial do Governo Federal.

A investigação conduzida pela Polícia Federal no Maranhão teve início ainda em 2020 e, após a realização de inúmeras diligências, chegou-se ao nome daquele que seria o maior responsável pela fraude na região, com mais de 500 registros até o momento. O nome do fraudador, já preso, não foi revelado.

As fraudes ocorriam por meio de cadastramento de CPF’s que teriam direito ao benefício, todavia o destino dos valores era a conta vinculada ao fraudador, que se utilizava de boletos fraudulentos para efetuar pagamentos, saques dos valores e até mesmo utilização de máquinas de cartão de crédito.

O prejuízo aos cofres públicos até agora é de pelo menos R$ 200 mil reais, podendo ser bem maior, tendo em vista que os valores investigados até o momento são tão somente os que foram denunciados pelas vítimas do referido alvo.

Além da prisão, a 1ª Vara Criminal Federal da Subseção Judiciária de Imperatriz autorizou busca e apreensão de documentos e bens.

O alvo responderá, a priori, pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa, podendo pegar até 7 anos de prisão.

Bruno Silva garante retomada de apoio e valorização ao esporte de Coelho Neto

Bruno Silva garante retomada de apoio e valorização ao esporte de Coelho Neto

Ao tempo em que contabiliza 300 dias de governo, o prefeito Bruno Silva imprimiu a retomada de apoio e valorização ao esporte de Coelho Neto em suas mais variadas modalidades.

O segmento que viveu anos de completo abandono em todos os níveis, experimenta um novo olhar com as ações que estão sendo implementadas na cidade e na zona rural.

Há muito tempo, não se via um prefeito com participação tão ativa nas atividades esportivas, como o próprio Bruno Silva. Ele mesmo relembrou que durante a campanha eleitoral ouviu muitas reclamações e denúncias desse abandono, cobrado sobretudo da juventude que sentiu isso na pele.

Além das ações da Secretaria de Esporte, o governo também tem garantido apoio a iniciativas esportivas da própria comunidade, como a realização do evento do Motocross e Torneio do Servidor, realizado durante aniversário da cidade.

Como parte das ações do Programa Viva Zona Rural, o prefeito recentemente fez a entrega de equipamentos esportivos para times da Zona Rural, fruto de uma parceria com o Governo do Estado

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Através do Ruracity, o governo tem garantido apoio a iniciativas de futebol de rua, queimado, tênis de mesa, taekwondo, baralho uno e roda de capoeira.

Outro grande desafio do governo é a recuperação das praças esportivas que também deixaram de receber investimentos.

Mas isso já encontra-se no planejamento e deve contabilizar os primeiros resultados a médio prazo….

Equatorial alerta para novo golpe com ameaça de suspensão de energia no MA

Equatorial alerta para novo golpe com ameaça de suspensão de energia no MA

A Equatorial, orienta consumidores a ficarem atentos para ação de golpistas que, por telefone, ameaçam suspender o fornecimento caso um depósito não seja realizado em conta bancária. Os últimos casos registrados apontam que comerciantes seriam os principais alvos dos criminosos.

O golpe, aplicado pelo telefone, se caracteriza por procedimento de caráter emergencial em que os criminosos, alegando a existência de dívidas pendentes, solicitam que sejam efetuados depósitos em conta bancária sob ameaça de suspensão do fornecimento de energia ou retirada do medidor de energia da unidade consumidora. E os cuidados devem ser redobrados naqueles casos em o autor do crime solicita que as vítimas entre em contato com números de Central de Atendimento que não correspondem ao disponibilizado pela distribuidora.

Tal procedimento não corresponde com a conduta adotada pela concessionária em casos de inadimplência. A suspensão do fornecimento de energia é um procedimento adotado em última instância e é precedido por aviso prévio que chega ao cliente através da sua conta de energia. Diante da necessidade, o ato da realização do corte de energia pode ser evitado somente através do pagamento da fatura recebida pelo cliente em sua residência ou da segunda via da conta emitida através de um dos nossos canais oficiais. Nunca através de depósitos bancários.

Nas situações de acúmulo de débitos a empresa oferece ao cliente opções de negociação que podem ser consultadas através da central exclusiva 0800 098 2997, no site da Equatorial ou presencialmente em uma das agências de atendimento.

Do Blog do Gilberto Leda

O Tempo e o Vento

O Tempo e o Vento

Por José Sarney

O jornal sempre foi minha paixão. A palavra impressa, transmitindo sentimentos, fazendo história, no contar o dia a dia. Quando estava no Liceu Maranhense, aos quatorze anos, fundei a Folha do Estudante, que desejava ser a alma dos jovens colegas, expressas na poesia, na crônica, no desejo de deixar as palavras impressas, eternizadas. Ficamos no primeiro número. Já no Grupo dos Poetas da Movelaria Guanabara, como não tinha chegado ao Maranhão a Semana da Arte Moderna de 1922, que marcou a literatura brasileira, fiz com Tribuzzi, Madeira, Luís Carlos Belo Parga, Evandro Sarney, Paiva Filho, Floriano Peixoto, Cadmo Silva, Figueiredo, Lucy Teixeira, pintores, poetas, cronistas, contistas o Movimento Neomodernista, como foi chamado no Maranhão. No Brasil todo surgiam revistas literárias para dar voz a nossa geração. Quixote no Rio Grande do Sul, com Faoro; Joaquim em Curitiba; Orfeu, com Lêdo Ivo, no Rio; Região na Paraíba, com Edson Regis; Clã no Ceará. Eu, Tribuzzi, Bello Parga, Madeira sonhamos fazer a nossa e fundamos A Ilha, que teve vida efêmera, dois números, mas marcou a contestação ao parnasianismo e ao que chamávamos “passadismo”. Gullar e Burnett tinham o Centro Cultural Gonçalves Dias, e Gullar disse depois que éramos mais avançados. Vi A Ilha desaparecer guardando os nossos primeiros gritos de inconformismo.

Já na política, Tribuzzi sempre ao meu lado, resolvemos fundar O Estado do Maranhão com o objetivo de modernizar a imprensa maranhense, até então mergulhada na sombra do pasquinismo panfletário do século XIX. Compramos o Jornal do Dia e o transformamos em O Estado do Maranhão, trouxemos a primeira rotativa para o Estado, uma rotativa Goss, muito primitiva e modesta, mas que por mais de vinte anos rodou o nosso jornal, que foi na época a modernidade chegando à impressão de jornal. Também fomos pioneiros na composição a frio, com um modelo Singer, que só nos deu dor de cabeça. Mas foi o primeiro e depois evoluímos.

Fizemos um jornal moderno, colorido, com um texto cuidado e dinâmico. Assumimos a liderança da imprensa no Maranhão até hoje, sendo uma tribuna dos problemas do Estado e um seminário permanente do debate de ideias. Por aqui passaram grandes nomes da literatura do Maranhão. O jornal foi dirigido por nomes importantes. Para dividir as minhas lágrimas, quero resumir todos no de Tribuzzi, que na eternidade chora conosco neste momento em que deixamos a edição impressa para ficar somente na digital. Seguimos a tendência mundial, forçados pela era do virtual, pela transferência da publicidade para a internet — e, é preciso reconhecer, dos leitores.

Não encontramos vacina para nos salvar. Foi a tecnologia que criou o jornal, de seus primeiros ensaios no século XVI ao vigor político do XVII, até ser motor das revoluções industriais e políticas dos séculos seguintes e tornar-se o Quarto Poder.

Por mais de quarenta anos todos os domingos a Coluna do Sarney levou minhas ideias aos nossos leitores.

Não sei dizer adeus. As fases que atravessei na vida — e elas se sucederam com a vida longa que a graça de Deus me concedeu — as encerrei chorando com os olhos, o pensamento e a garganta. Assim deixei minha coluna de sexta-feira na Folha de S. Paulo, ao completar 20 anos. Deixo agora as páginas de Estado do Maranhão para me adaptar à Coluna do Sarney digital, no Imirante, nosso vitorioso portal.

Não sei dizer e não digo adeus aos meus leitores. Este jornal de hoje guarda minhas lágrimas e meu coração dilacerado. É a vida. Pablo Neruda lamentava um amigo morto: “É um carvalho tombado no meio da casa.”

Aí estão os meus sonhos, sonhados com Tribuzzi e Odylo. Mas os sonhos não morrem, são sementes que germinam e florescem.

Confirmadas 7 mortes em noite de terror com tiroteios em São Luís

Confirmadas 7 mortes em noite de terror com tiroteios em São Luís

Dados do relatório de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) confirmam o registro de sete mortes na Ilha de São Luís, na noite de quinta-feira, 21, marcada pelo terror de tiroteios em diversos bairros.

A pasta ainda não deu detalhes sobre as motivações, mas muitos moradores citam a atuação de grupos de extermínio na capital.

Os tiroteios ocorrem dias depois dos assassinatos de dois policiais militares na cidade (saiba mais).

Segundo os dados da SSP, os assassinato ocorreram na Alemanha, João de Deus, Cidade Olímpica e Vila Conceição, e, ainda, no Alto Turu e Parque Jair, bairros de São José de Ribamar.

Assalto

Também na noite de quinta-feira foi registrado um assalto a um boteco na Lagoa da Jansen, em São Luís.

Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens armados abordando funcionários e clientes do estabelecimento.

Do Blog do Gilberto Leda