Prefeito de vergonha faz assim: Fábio Gentil entrega a primeira das 05 grandes obras prioritárias do seu governo

A Prefeitura de Caxias entregou à população a primeira das 05 grandes obras anunciadas pelo prefeito Fábio Gentil, a reforma e ampliação da Praça Dom Luís Marelim, conhecida popularmente como Praça da Chapada.

A solenidade de inauguração aconteceu no fim de tarde do último sábado (23) e contou com as presenças do
prefeito de Caxias, Fábio Gentil e do vice-prefeito Paulinho; secretários municipais; adjuntos; coordenadores; assessores; vereadores; prefeitos da região dos cocais; o deputado federal André Fufuca; os senadores Roberto Rocha e Edison Lobão e autoridades religiosas.

Milhares de pessoas prestigiaram o descerramento da placa que oficializou a entrega da obra aos caxienses. “Tá linda demais a praça, estou muito encantada”, disse Maria de Fátima, dona de casa. “Muito bonita, estou aqui parabenizando o nosso prefeito que fez essa grande obra, jamais um prefeito de Caxias tinha feito isso, mostrou que ele está trabalhando pela cidade e pelo povo”, declarou José Silva, comerciante.

A nova praça conta com um anfiteatro, fonte iluminada musical e interativa, pista para caminhada, parque de diversões, academia ao ar livre e internet gratuita (Wi-Fi). Em seu discurso, o secretário de Infraestrutura Murilo Novais disse que toda obra foi idealizada e construída por caxienses.

“Foi construída por engenheiros e operários de Caxias. Meu agradecimento por todos os colegas que trabalharam e edificaram essa obra para o povo de Caxias. Façam bom uso, porque a praça é nossa e vem muito mais por aí “, concluiu o secretário.

Para simbolizar um novo ciclo de vida, o prefeito Fábio Gentil ao lado de Ana Laura, uma criança de apenas 3 anos, plantaram uma muda de árvore da espécie Ipê. Em seguida foi inaugurada uma pintura gigantesca que retrata a cultura,  história e costumes de Caxias, obra da artista plástica caxiense Tita do Rêgo Silva, reproduzida pelo artista plástico também caxiense, Paulo Sousa.

A fonte iluminada encheu os olhos dos espectadores. O prefeito Fábio Gentil, de tão emocionado, não se conteve e tomou um banho junto com as crianças na fonte. Muitos outros caxienses aproveitaram o momento e também tomaram banho na mais bela fonte luminosa do Estado do Maranhão.

“Esse é um momento único na minha vida. Eu não tenho como expressar esse sentimento, eu só tenho que agradecer a meu Deus, agradecer o povo de Caxias e dizer: nós vamos continuar fazendo muito mais, esse é um compromisso para resgatar essa alegria. Todos nós temos um pouquinho de criança no coração, enquanto prefeito for, as crianças e o nosso povo voltarão a sorrir”, disse emocionado Fábio Gentil.

No céu, a queima de fogos durou 15 minutos, um verdadeiro espetáculo que iluminou a noite de Caxias. Para finalizar as comemorações, os cantores Rafael Barone, Taty Girl e Felipão cantaram para uma multidão que aguardava em frente ao palco na Avenida Santos Dumont, ao lado da nova Praça.

Comentário do Blog: A gestão de Caxias deveria ser um exemplo para o prefeito de Coelho Neto que terminará seu primeiro ano e governo sem entregar nenhuma obra. Até a famigerada e propagada reforma das 05 escolas que prometeu n início do governo acabou terminando em 02 e cheias de problemas. Enfim, no governo petista falta planejamento, falta organização, falta gestão e principalmente falta vergonha na cara.

Em novo livro, José Sarney relembra causos da política

Do experiente articulador político José Sarney não se espere análises conjunturais nem históricas ou juízo de valor sobre aliados e adversários neste trepidante 2018.

O ex-presidente que se tornou conselheiro de seus sucessores escolheu revelar uma faceta bem-humorada de contador dos causos que coleciona ao longo de 87 anos, com a pena leve e atenta às ironias da vida.

Para os primeiros meses do próximo ano eleitoral, Sarney prepara o seu 120º livro, provisoriamente intitulado “Galope à Beira-Mar”, inspirado no nome dado a um dos ritmos dos cantadores do Nordeste. Os personagens da vida pública recente do país quase todos estarão contemplados, mas não em sua versão noticiosa.

O decano da Academia Brasileira de Letras preferiu se ater a detalhes, às graças e “às voltas que a política dá” -como deu quando Fernando Collor ouviu de Ulysses Guimarães um sonoro não ao pedir para ser seu vice na chapa presidencial de 1989. Perdeu Ulysses, ganhou Collor.

É verdade que Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff preencherão menos linhas que Luiz Inácio Lula da Silva, mas definitivamente não por critérios eleitorais.

TEMER

A julgar pelas circunstâncias atuais, Michel Temer teria lugar destacado em um livro sobre o Brasil contemporâneo na visão de Sarney, que acabou por se firmar como um de seus mais vividos interlocutores. Mas, nessas linhas, o atual presidente da República não aparece.

Aparecem, aí sim, relatos de família, da infância em Pinheiro, no interior do Maranhão, e da juventude em São Luís. Cenas da política em Brasília, em Cuba, no Vaticano e outros cantos também, porém em seu viés anedótico.

“Neste livro, a prosa de Sarney mira o avesso de qualquer pretensão, seja literária, seja política”, observa Rodrigo de Almeida, editor de “Galope” na Casa da Palavra/Leya.

“São histórias de quem tem boa memória e um gosto especial pela conversa. Um ‘causeur’ que, por acaso, observou, ouviu e protagonizou histórias e estórias em décadas de vida pública. Grandes personagens em pequenas histórias, ou pequenas personagens em grandes causos.”

FORTUNA CRÍTICA

O autor de “O Dono do Mar” e “Marimbondos de Fogo” explora, já no prefácio, a extensão de títulos possíveis para a nova obra. “Livro dos Casos”, por exemplo, foi descartado porque o autor o considerou “vulgar”. “Casos e Acasos”, “Pé de Conversa” e “Conversa Puxa Conversa” tampouco sobreviveram à crítica sarneysiana.

Zeloso de sua trajetória literária, o autor a cultiva há tanto tempo quanto a sua carreira política. Tinha 23 anos quando publicou na revista que criara, “A Ilha”, o ensaio de cunho social “Pesquisa sobre a Pesca de Curral”.

Em 1954, aos 24, venceu sua primeira eleição, para a Câmara dos Deputados, ao mesmo tempo que lançou o seu primeiro livro, no caso de poesia, “A Canção Inicial”.

Depois de três mandatos na Câmara, elegeu-se governador do Maranhão e, de quebra, lançou sua segunda obra, “Norte das Águas” (1969), ainda no mandato.

E assim foi. Senador, vice-presidente que se tornou presidente, senador de novo e presidente do Senado.

Um total de dez mandatos e 120 títulos, incluindo discursos e planos de governo que ele editou em livros.

Embora pouco estudados, o emedebista esbanja orgulho de seus feitos literários.

Prepara para os próximos dias a impressão privada da compilação de que tudo o que produziu, com comentários críticos das 168 edições de sua carreira até o presente, traduzidas em inglês, francês, espanhol, alemão, chinês, coreano, grego, árabe, russo, húngaro, romeno e búlgaro.

Na “Bibliografia e Fortuna Crítica de José Sarney”, foram incluídas as palavras de “intelectuais de expressão universal” como Claude Lévi-Strauss e Octavio Paz sobre a obra de Sarney.

Ainda muito influente nos bastidores políticos, Sarney tem reservado suas aparições públicas ao universo cultural. Acaba de voltar de Guadalajara, no México, onde fez a “conferência magistral ” da Feira Internacional do Livro.

Discorreu sobre “O Livro e a Internet”, as evoluções da tecnologia e da literatura.

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VEJA TRECHOS DO LIVRO

PARA QUÊ?

O presidente Lula estava em uma reunião em Cuba e, num desses momentos de conversa fora da agenda, teve um diálogo muito significativo com o presidente Raúl Castro. Também estava presente o ministro [Edison] Lobão.

Conversa vai, conversa vem, foram repassados episódios da Revolução Cubana e da luta para o país sobreviver à segregação política nos anos de confronto com os Estados Unidos.

Entre esses fatos, abordaram o problema das bombas atômicas e dos foguetes em Cuba, o que, como todos sabem, quase nos leva a uma terceira guerra mundial […].

Outro momento dramático: o submarino soviético B-59, armado com torpedos nucleares com a capacidade igual à da bomba de Hiroshima, teve necessidade de renovar seus depósitos de ar. Cercados por unidades americanas, o capitão, um oficial político e o comandante da Marinha soviética discutiram o que fazer: lançar os torpedos, como queria o capitão, ou subir à superfície, como queria o comandante. Finalmente, a opinião deste prevaleceu, e o mundo foi salvo.

Assim, Cuba não foi invadida, e os EUA não sofreram a desgraça que viveu o povo de Hiroshima e Nagasaki. No meio desse relembrar o passado, Lula, com esse seu jeito aberto, perguntou a Raúl Castro:

– Mas para que vocês queriam bomba atômica e foguetes em Cuba?

Castro respondeu:

– Para jogar nos Estados Unidos! É claro!

O PRIMEIRO

Logo que o papa Francisco assumiu a Cadeira de São Pedro, houve uma corrida para definir quem seria recebido, em primeiro lugar, pelo Santo Padre. Evidentemente, a vitória foi da Cristina Kirchner, por ser presidente da Argentina, embora, em Buenos Aires, não tivessem tido bom relacionamento: viviam quase sempre se bicando.

Pouco tempo depois a nossa presidente Dilma foi recebida, e o papa foi muito simpático com ela, sorrindo bastante. Mas, com certo gosto pela ironia, disse-lhe:

– Presidente Dilma, sou o primeiro papa latino-americano, sou o primeiro papa argentino, sou o primeiro papa jesuíta, sou o primeiro papa do Club Atlético San Lorenzo e sou o primeiro papa peronista!

A MOSCA AZUL

No período de dois anos antes de eleição, em geral, começam a surgir moscas azuis na cabeça de todo mundo.

Com o sucesso da sua campanha contra os marajás, construída pelo Alberico Silva, o grande jornalista que dirigia o “Jornal Nacional” [da TV Globo], Collor foi colocando na cabeça que podia participar da campanha presidencial.

Como a candidatura [presidencial] de Ulysses Guimarães era consagrada dentro do partido, o PMDB, como uma solução natural, não contestada por ninguém, Collor procurou-o em Brasília e começou com uma conversa de cerca-lourenço, que jamais apanharia o velho Ulysses na sua teia.

Em determinado momento, pediu-lhe -foi testemunha o Jader Barbalho- que o aceitasse como vice na chapa.

Construiu seu argumento de que, como Ulysses era de certa idade, ele, como jovem, equilibraria a chapa e seria um nome ideal para o cargo.

Ulysses foi rápido no gatilho e respondeu-lhe:

– Collor, cresça e apareça!

A política dá suas voltas…

TIRIRICA

Antes de Tiririca ser candidato a deputado [federal], perguntei a um jovem que trabalha no Senado se ele gostava de política. Respondeu-me que não. E aventurei:

– De que você gosta?

Ele respondeu-me:

– Agora, do Tiririca; há alguns meses, dos Mamonas Assassinas.

Em casa, fui com curiosidade atualizar-me com um neto:

– Quero saber tudo sobre o Tiririca.

– Meu avô, tu estás totalmente por fora. Só ficas aí nesse negócio de Senado, FHC, PMDB. E aí começou a cantarolar:

– Florentina, Florentina, Florentina de Jesus…

Ligo para o Maranhão, quero saber notícias. Atende minha neta. Antes que eu falasse com seu pai sobre o andamento da eleição em São Luís, ela se antecipa e me dá a grande notícia:

– Vovô, sabe quem vem ao Maranhão esta semana? Tiririca. Vê se tu mandas para mim a Neguinha, a Beijoca, a Sorriso, a Manhosa e a Delícia -eram as bonecas do Tiririca.

(Folha de SP)

Rapidinhas da boca da noite…

100 vergonha

Rapaz disse que teve um prefeito na região que foi pego com a boca na botija. Segundo fontes do blog, a número 2 teria pego ele namorando no próprio gabinete com a número 3 ai já viu né, por pouco o caso não vira uma tragédia… Pelo visto além do poder ter subido à cabeça, ainda fez o homem perder a vergonha na cara!! Se fosse bonito não sei como seria, por que a cara é um “flande” de assar castanha kkkkkkkkkkkkkk

100 vergonha 2

Disseram que tem outro acolá do mesmo naipe colecionando casos de escândalos sexuais de toda parte. Digo é nada pra ele. Deixa ele pensar que ninguém sabe, quando as bombas estourarem ele vai ter que chorar na cama que é lugar quente. Já não basta os problemas que tem né?

Casa das Maldades

O blog apurou que tem um certo governo acolá que ganhou um QG das Maldades. É lá que se fala de adversários, se apura os fuxicos do dia e se arquiteta tudo o que há de mais podre no reino tupiniquim. Também pudera né, a “madrinha” das maldades é expert nessa arte…

Maldades 2

Rapaz e a turma da maldade era uma frustração de dar dó com a saída do ex-vereador Val da prisão. A torcida era tamanha pro fato acontecer que mandaram o “serviçal-mor” pra Caxias pra ficar na espreita no ponto para postar a matéria negando a soltura. Deu com os burros n´agua!

Veaco

Pelo visto o prefeito “don Américon” vai pegar mesmo a fama de veaco. Em conversa com um dos proprietários dos carros da limpeza, nos foi dito que dos três meses que tinha, só foi pago um e os outros dois só Deus sabe. Quem te viu, quem te vê!

Tribunal manda soltar ex-vereador Val e frustra a sanha dos “poderosos” de Coelho Neto

Ex-vereador Val: símbolo da luta contra os tiranos de Coelho Neto

Praticamente na mesma hora em que os “capachos” do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) socializavam com deboche nas redes sociais a foto do ex-vereador Edvaldo Alves – Val preso, o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão José Joaquim, atuando como plantonista, acolhia o pedido de habeas corpus da defesa pela sua soltura. Dentre as alegações estava a de que o ex-vereador tem mais de 60 anos e tem quadro clínico de hipertensão e diabetes.

Apesar da liberação do presídio de Caxias o presidente fez algumas restrições como: proibição de ausentar-se da Comarca de Coelho Neto, comparecimento periódico ao juízo, proibição de acesso a bares, restaurantes e locais com aglomeração de pessoas, recolhimento domiciliar no período noturno e dias de folga e monitoramento eletrônico. Funcionaram na defesa os advogados Dr. Val Filho e Dr Delbão Machado.

Desde que teve sua prisão anunciada o clima de revolta na cidade é visível. Nas redes sociais é fácil ver pessoas cobrando e questionando os motivos da prisão, o fato de outras pessoas também não terem sido presas, o uso abusivo das algemas, a exclusividade dada a mídia ligada ao prefeito e a inércia em resolver problemas que de fato, ameaçam a comunidade.

Segundo fontes do blog, era grande a torcida de “poderosos” para que a soltura só fosse autorizada após o réveillon, mas como no Maranhão ainda tem justiça, o desejo daqueles que se acham donos do poder foram frustrados.

Se pensavam que com essa prisão iriam manchar o nome do ex-vereador acabaram dando com os burros n´água, pois ele sai como símbolo de resistência e bravura aos tiranos que tentam a todo custo transformar Coelho Neto em um feudo.

Não conseguirão! Viva a liberdade, viva a justiça!

Imagem do dia: Uma cidade de “Natal sujo”…

Uma rápida volta no centro de Coelho Neto no final da tarde deste domingo (24), para constatarmos o clima de Natal que paira na cidade.

Sem nenhuma ação para a data, o prefeito Américo de Sousa (PT) deixou as ruas tão sujas, quanto nos tempos em que criticava no mesmo período o seu antecessor. Acredita-se que o calote nos garis e nos carros que prestam serviço a limpeza pública sejam o grande motivo para o quadro de visível abandono.

O desrespeito com a regularidade da limpeza pública tem sido uma das marca do governo petista, graças a uma terceirização que tem massacrado os trabalhadores. Nem a empáfia do blogueiro do governo em tentar desmentir a paralisia do setor, mostrando máquinas trabalhando como se ambos tivessem recebido seus vencimentos e isso fosse o suficiente para minimizar o cenário de crise.

E é com esse cenário sujo que a população terá que receber o natal. Coisa de gestão incompetente, ou melhor, bagunça de cidade que não tem prefeito…

Feliz Natal! Por Vereador Marcos Tourinho

Feliz Natal: Por Soliney Silva

É tempo de agradecermos a Deus pelas bençãos e renovarmos nossos pedidos para tempos de alegria, paz e prosperidades. Coelho Neto viveu tempos difíceis em 2017, onde a prometida mudança não chegou e mesmo assim vem seguindo com bravura e muita fé.

Quem 2018 seja um ano de vitórias, de esperanças e na crença de dias melhores para Coelho Neto e todo o Maranhão. Feliz Natal a todos!

São os desejos do amigo Soliney Silva e Família

Feliz Natal! Por Prefeito Arquimedes Bacelar

O prefeito Arquimedes Bacelar deseja que neste Natal a luz que guia o mundo possa também clarear os seus sonhos e que os anjos acampem ao seu redor para sempre proteger a todos nessa longa caminhada da vida, para que o caminho seja repleto de flores e frutos.

Estamos felizes com o nosso trabalho, pois a cada dia fazemos novos amigos e uma gestão voltada para a melhoria da qualidade de vida de toda população de Afonso Cunha. O novo tempo já começou! Feliz Natal!

O prefeito de Coelho Neto e sua máquina de moer adversários…

Ex-verador Val sendo transferido algemado mesmo sem risco algum para satisfazer as lentes da máquina de moer do prefeito

A cidade de Coelho Neto respira ares de medo. Os recentes acontecimentos que tem se visto acontecer serviu para mostrar quão impiedosos e cruéis são os atuais inquilinos do Palácio da Cidade. Aquele que durante os últimos 20 anos comandou uma oposição implacável contra os ocupante do poder de outrora, hoje tenta a todo custo descartar as vozes que se levantam contra o seu des-governo.

O prefeito Américo de Sousa (PT) é a figura personificada de um projeto de ditador, que se aproveita do poder para fazer maldades e descartar quem lhe acha conveniente. O sentimento de auto-suficiencia é tamanha, que ainda durante a posse dos vereadores no dia 1º de janeiro chegou a dizer que quem quisesse lhe fazer oposição teria trabalho, pois não ia ter a que se opor.

Logo depois foi a vez deste blogueiro experimentar a fúria do mandatário, que publicou uma conversa de whatsapp em sua rede social tentando uma desmoralização pública. Dissimulado, não publicou a conversa na íntegra, mas apenas o trecho que lhe interessava.

O ex-prefeito Soliney Silva, o empresário Luis Serra e a ex-prefeita Márcia Bacelar são outras figuras que ao longo do ano foram vítimas da máquina de moer do prefeito, numa cidade onde só quem presta é ele e sua pequena claque de aliados. Ao apontar o dedo aos adversários, o petista usa a imprensa ligada a ele e paga com recurso do contribuinte para expor, ridicularizar e perseguir quem ousar contrariar eus interesses.

Em sua boca os adversários não devem ser ouvidos (bem diferente de quando ele era oposição), porque para ele é mais cômodo ouvir a meia-dúzia de puxa-sacos que baixam a cabeça cada vez que ele dá um chilique: no governo petista quanto mais subserviente, mais bem visto é. Assessores do segundo escalão atacam vereadores da oposição, agridem o empresariado local e nada acontece, porque se o chefe não tem bons modos, não se pode esperar isso dos seus chefiados.

O caso recente a que foi exposto o ex-vereador Edvaldo Alves – Val é mais um produto da máquina de moer adversários do governo petista, porque Américo se acha assim, senhor absoluto da vida e da liberdade de todos.

Val é só mais um alvo. Amanhã poderá sermos nós novamente ou qualquer outro que ousar questionar o governo mais incompetente da história política de Coelho Neto.

Seja na exposição por rede social, seja nos microfones de seu famigerado programa de rádio, seja com ações na justiça, seja com o pequeno time escalado em de grupo de whatsapp e seja através da sua imprensa chapa branca que a movimentação é apenas uma: tentar sufocar quem ousa contrariar uma administração que após um ano, nunca saiu do lugar.

Por ser uma pessoa amarga, impiedosa e pequena de espírito, é pelo medo que Américo continua tentando se impor…