Bacelar divulga Nota de Agradecimento pela solidariedade após acidente…

O pré-candidato a prefeito de Coelho Neto Bacelar (PCdoB), divulgou Nota de Agradecimento em decorrência das manifestações de apoio que recebeu após o envolvimento dele e de sua família num acidente no trajeto quando se deslocava para São Luís.

A seguir a integra da Nota:

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Venho por meio desta, manifestar nosso profundo agradecimento a todas as pessoas que demonstraram apoio a toda nossa família após acidente automobilístico ocorrido no último dia 22, no trecho Vargem Grande-Itapecuru.

Quem olha as condições do carro logo vê que tratou-se de um grande livramento da parte de Deus, que naquele momento foi socorro presente e poupou a vida de todos nós que ali estávamos.

Tanto eu, como Márcia, Bacelar Filho, minha nora Karina e meus netos Bacelar Neto e Manuela apesar das escoriações estamos com vida.

Márcia foi a mais machucada e encontra-se ainda fazendo exames e entregando resultados. Minha nora Karina teve o braço deslocado e deve permanecer com ele imobilizado por mais 01 mês.

Aproveito esse momento para agradecer a cada telefonema, mensagens e sobretudo as orações, que vem nos ajudando a superar o susto que atingiu a família toda. Que Deus recompense a todos, em especial aos amigos de Coelho Neto que se mantiveram preocupados durante todo o tempo.

Muito obrigado!

Bacelar e Família

Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, Salmos 8:3

Petrobras é condenada à pagar R$ 53,7 milhões ao MA

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A Justiça condenou a Petrobras a pagar R$ 53,7 milhões ao Estado do Maranhão referentes às parcelas restantes da compensação ambiental da construção da Refinaria Premium I, que deveria ter sido construída no município de Bacabeira.

A decisão, divulgada nessa segunda-feira 30, é resultado da ação civil pública proposta pela Procuradoria Geral do Estado (PGE). O pedido foi deferido pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís.

Em 2010, a Petrobras lançou o projeto de construção da refinaria em Bacabeira com promessas de grandes investimentos na área. Na ocasião, assinou com o governo Roseana Sarney um termo de compromisso com a finalidade de compensar os impactos ambientais que seriam gerados com a implantação da refinaria – o valor deveria ser investido em unidades de conservação. Em janeiro de 2015, a empresa, unilateralmente, decidiu não mais construir a refinaria e, por conseguinte, suspendeu os pagamentos da compensação.

Com a decisão da Justiça, a empresa deverá pagar as sete parcelas restantes da compensação ambiental. Destas, duas que estão em atraso deverão ser pagas em 15 dias, a contar da data de intimação. As cinco últimas serão pagas conforme o prazo acordado inicialmente, com a celebração do Termo de Compromisso entre o Estado do Maranhão e a Petrobras.

Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza, por causa dos teus adversários, para silenciar o inimigo que busca vingança. Salmos 8:2

Porque ele incomoda?

Desde que confirmou sua pré-candidatura a prefeito de Coelho Neto, o vereador Antônio Pires (PCdoB) tem intensificado sua agenda de reuniões e encontros com a comunidade, tanto na zona urbana, quanto na zona rural.

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Pires é um dos poucos que tem conseguido mostrar grande força de mobilização, daí não pra entender como uma Pesquisa de Opinião Pública “não conseguiu contabilizar a ele nenhum ponto, nenhum sequer”.

Estranho não?

Na cidade o comentário é um só: porque excluíram Antônio Pires? Como pode um vereador sempre com votação crescente, grande serviço prestado e forte densidade eleitoral ser alijado do processo? Qual a interesse nessa movimentação?

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Político de discurso forte e posicionamento firme, o comunista consegue arregimentar para si apoios em todas as camadas sociais, talvez por isso a revolta geral quando os números se tornaram público.

O respaldo é tanto que nenhum  agente da classe política da cidade tem coragem de negar publicamente a força eleitoral de Pires, motivo pelo qual sua presença se tornou incômodo para alguns.

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Pires segue se movimentando e sua importância no atual processo eleitoral torna-se inquestionável.

Queira ou não qualquer pesquisa.

Aceitem ou não seus adversários…

Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. Salmos 8:1

Fábio Braga defende grupo de trabalho para discutir educação no Maranhão

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O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Fábio Braga (SD), defendeu a formação de um amplo grupo de trabalho para discutir estratégias, a fim de melhorar o setor educacional do Maranhão. O deputado comprometeu-se em levar ao Secretário de Estado da Educação as sugestões debatidas para ajudar a definir as metas de trabalho em benefício da qualidade do ensino.

A defesa de Fábio Braga foi feita durante audiência pública, realizada no Plenarinho da Assembleia Legislativa, para debater o currículo, a avaliação e a contratação de professores no sistema estadual de ensino, proposta por meio de requerimento do deputado César Pires, com participação de importantes segmentos da sociedade civil organizada.

Em sua fala, o deputado Fábio Braga declarou que é muito cômodo “atirar pedras” no sistema educacional do Estado do Maranhão, mas são poucos os que se dispõem a debater a problemática dessa metodologia, e apontar soluções concretas que venham ao encontro dos reais anseios e necessidades da população, especialmente a dos municípios mais carentes que cobram benefícios no setor educacional.

Para o deputado Fábio Braga, o Estado do Maranhão é mal avaliado na área da educação. “Precisamos saber como sair dessa situação. Por esse motivo, estamos aqui para discutir quais providências serão tomadas para melhorar a educação no Estado. Desde já, comunico a todos a necessidade de agendamento de novos encontros para, posteriormente, levarmos essas discussões para os municípios maranhenses”, afirmou.

Também participaram dos debates o promotor de Justiça da Promotoria Especializada na Defesa da Educação, Paulo Avelar, a conselheira de Educação (CEE), Régina Galeno, a Coordenadora do Núcleo de Avaliação da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), professora Vera Lúcia Gonçalves Pires, e a Coordenadora de Gestão da Secretaria da Educação (SEDUC), professora Alexandrina Colins, representando o secretário Felipe Camarão.

CONCURSO PÚBLICO

Para César Pires, no atual sistema público de educação fica difícil mostrar que o professor falhou, pois não se conhece o currículo das escolas e, portanto, avalia-se o aluno sem nenhum parâmetro. “Esse é o âmago da problemática da educação do Maranhão. Outro grave problema é o modelo de acesso dos professores à rede pública, que tem sido mais pelo viés político e não o meritório”, disse.

O promotor Paulo Avelar parabenizou a Comissão pelo debate e disse que a Promotoria luta para combater a precariedade do ensino. Avelar revelou que por intermédio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), pactuou com o Governo do Estado a realização de concurso público para professor, com a oferta de 1.500 vagas, em 2015, e outro para 2017 com a mesma quantidade de vagas.

Já a Coordenadora de Gestão da Secretaria da Educação (SEDUC), professora Alexandrina Colins, destacou que o Estado do Maranhão elaborou uma proposta curricular priorizando a meta 27 do Plano Estadual de Educação (PEE), que trata da valorização do magistério, e que a elaboração da Base Nacional Curricular Comum é o anseio de 86% dos profissionais da educação maranhense.

A professora Vera Lúcia disse que a avaliação curricular chamou a atenção do País a uma reflexão sobre a grade curricular e, por essa razão, há vários especialistas debruçados na discussão da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), que contempla 60% do tronco nacional curricular, cabendo os 40% restantes para a parte diversificada, a ser elaborada por cada sistema de ensino estadual e municipal.

Darei graças ao Senhor por sua justiça; Ao nome do Senhor Altíssimo cantarei louvores. Salmos 7:17

Mais uma resposta ao “blogueiro de fases”…

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Está ficando cada vez mais estranha a implicância do “blogueiro de fases” a esse Blog. Talvez pela falta de matéria para copiar e colar, o dito cujo tem feito um esforço para tentar aparecer as custas do ataque a esse blog com vistas a mostrar serviço para o patrão, já que o conteúdo sem sal do dia-a-dia parece não agradar muito.

Ocorre que a tentativa é quase sempre frustrada, porque pela própria falta de justificativa os argumentos não se sustentam. Visivelmente incomodado com as análises do Blog com a pesquisa do patrão, o “blogueiro de fases” tratou de relembrar postagens antigas tentando achar algo que amenizasse os fatos recentes.

O primeiro caso em que ele faz referência é a postagem ELEIÇÕES 2012 – CHORA! PESQUISA ESCUTEC CONFIRMA FAVORITISMO DE SOLINEY SILVA, publicada no dia 22 de julho de 2012 em que cobra a divulgação da rejeição. Deveria ele saber que a dita pesquisa havia sido encomendada pelo Jornal O Estado do Maranhão (e não a mando de um aliado amigo), logo se não houve acesso ao espelho da pesquisa e não houve divulgação não haveria como tornar os dados públicos, diferentemente da “pesquisa pela metade”.

No segundo caso, o blogueiro se auto-incrimina quando faz referência a matéria SOLINEY TEM VANTAGEM EM BUSCA DA REELEIÇÃO EM COELHO NETO, DIZ ESCUTEC, publicada no dia 30 de agosto de 2012, onde faz referência ao número de 300 pessoas com tentativa de crítica, porque na análise que fizemos não questionamos a quantidade, fizemos apenas referência ao tamanho da margem de erro.

Outra coisa que o blogueiro peca “ao tentar mostrar serviço para o patrão” é que os números foram divulgados e portanto foram tornados conhecidos. Não cabe nem a esse blog  nem a qualquer outro órgão de imprensa responder pela exatidão ou não do que fora divulgado por pesquisa de opinião pública. É o blog que manda na Escutec? Ora, pois!

Todo esse trabalho em busca de matérias que tentasse macular o blog, mostra o quanto estávamos certos em nossos questionamentos, se assim não o fosse o dito cujo não teria se dado todo esse trabalho.

Não me cabe responder por ausência ou por acréscimo de décimos em números de pesquisa como houve na divulgada pela Amostragem, mas pelo menos uma coisa ele teve que admitir: a pesquisa foi divulgada por partes, sabe se lá com que intenção. Vamos agaurdar quando virá a outra parte…

Os cenários “estimulados” que ele fala, inclusive mais uma vez deixaram Antônio Pires (PCdoB) e Doralice Santana (PRB) de fora, fato que na verdade foi o grande tiro no pé de toda divulgação dos dados: ninguém na cidade acredita que os dois não conseguiram pontuar nada.

Ao “blogueiro de fases” fica o recado: o tiro no pé de seu patrão e sua “crise de pelancas”, não mudarão o nosso foco. Vamos continuar opinando porque esse é o nosso papel. Somos diferentes de “uns e outros por ai”, que festeja uma matéria copiada e colada apenas porque não consegue formular qualquer texto que de fato leve o leitor a reflexão.

Perde tempo ao nos atacar, porque chumbo trocado não dói.

E não guardamos para o jantar, o que pode ser comido no almoço.

Simples assim!

Sua maldade se voltará contra ele; sua violência cairá sobre a sua própria cabeça. Salmos 7:16

Waldir Maranhão confirma que não sabe “explicar” a origem dos R$ 500 mil que havia doado para si mesmo

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O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), utilizou as redes sociais no final da noite deste domingo (29) para se defender das acusações do Jornal O Globo. E acabou complicando ainda mais  sua situação.

Na reportagem , Waldir Maranhão (PP-MA) é acusado de mentir  à Justiça Eleitoral ao declarar, em um processo de investigação de suas contas eleitorais, que havia doado para si mesmo R$ 557,6 mil, através da venda de sua residência. No entanto, o imóvel continua no nome do parlamentar e de sua esposa, a pedagoga Elizeth Azevedo, e é o local onde o casal vive atualmente.

O parlamentar minimizou o fato, criticou a reportagem por se tratar de um  processo antigo e pediu foco em situações que ele considera mais urgentes.

“Jornal de hoje vem com matéria vencida. Processo julgado e arquivado. Meu foco agora é trabalhar pelo Brasil. Vamos virar a página, e trabalhar com o Congresso e o governo por projetos que gerem emprego. Ninguém aguenta mais tanta instabilidade. O Brasil precisa sair dessa crise urgente”.

Em seguida, ele divulgou uma nota da assessoria da presidência da Câmara onde lembrou que o processo foi arquivado.

“Depois de inúmeros recursos, o processo contra Waldir Maranhão sobre as contas da eleição de 2010 foi julgado pelo TRE em 2015 e extinto sem o deputado provar a origem do dinheiro. Os juízes entenderam que o mandato referente às contas investigadas já tinha acabado em 2014 – e não havia mais o que cassar. O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão confirmou que o julgamento do caso já foi encerrado. E declarou que não há qualquer denúncia ou processo no TRE em que o deputado apareça como réu.

A assessoria de imprensa da presidência da Câmara divulgou uma nota sobre a reportagem do jornal, em que afirma que o deputado Waldir Maranhão não responde mais a qualquer processo no TRE. A assessoria do Ministério Público declarou que considerou o caso encerrado, depois da decisão da Justiça.”

Porém não disse porque mentiu sobre a venda da sua casa. Confirmou que ele mesmo não sabe dizer a origem dos mais de R$ 500 mil que doou a sua própria campanha e muitos menos explicou como pôde ter dado todo esse valor, tendo bens avaliados em R$ 813 mil , conforme sua prestação de contas em 2014.

Do Blog Marrapá

Quem cava um buraco e o aprofunda cairá nessa armadilha que fez. Salmos 7:15

Pesquisa Amostragem: Da análise dos números…

Serra: maior vantagem no cenário mais difícil de ocorrer
Serra: maior vantagem no cenário mais difícil de ocorrer

Os números de parte da Pesquisa Amostragem divulgado ontem (29), mostrou que o melhor desempenho de Luis Serra (39,33%) só ocorre no cenário 1, quando ele é colocado na disputa apenas com o pré-candidato Jademil Gedeon (27,67%) quando abre 11,66% de diferença. Esse é o cenário mais difícil senão o mais improvável de acontecer.

No cenário 2, apesar da sobra de 0,1 (um décimo) na contagem final, Luis Serra (33,67%) abre 9 pontos de vantagem sobre o petista Américo de Sousa (24,67%) numa disputa que envolve ainda o pré-candidato Bacelar (18,67%).

No cenário 3, a surpresa se dá quando Bacelar (23%) supera o candidato do governo Jademil Gedeon (19,33%), com Serra (32,33%) liderando com 9,33% à frente.

No cenário 4, quando os quatro são colocados na disputa, há um empate técnico entre Serra (25,67%) e Américo de Sousa (23,67%) com diferença entre eles de apenas 2%, portanto dentro da margem de erro.

Na avaliação final da pesquisa fica claro que esse resultado é muito instável já que é grande o número dos que votariam branco/nulo ou que não sabem/não opinaram ao questionamento, quase sempre ultrapassando a casa de 20%.

Quem gera a maldade, concebe sofrimento e dá à luz a desilusão. Salmos 7:14

Leal Filho confirma pré-candidatura a vereador de Timon

O empresário Leal Filho (PTdoB), confirmou oficialmente no último sábado (28), sua pré-candidatura da vereador de Timon.

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A grande festa foi realizada no Mega Hall Eventos, oportunidade em que um conjunto de partidos aclamaram o nome de Professora Socorro (PMDB), como pré-candidata a prefeitura de Timon.

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Partícipe ativo da política timonense, Leal Filho é sempre ouvido onde chega. Foi candidato a deputado estadual pelo PCdoB em 2006 e candidato a vereador em 2008, sempre como voz ativa em defesa dos interesses da população, sobretudo a menos favorecida.

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Ao comentar a nova empreitada, Leal Filho que é conhecido como legítimo defensor do esporte na cidade, elencou essa área como uma de suas bandeiras de luta. “Na honra de lutar pelo esporte da cidade, eu tenho a intenção de reproduzir as vozes dos timonenses não só no rádio, mas como também na Câmara Municipal”, disse ele.

Prepara as suas armas mortais e faz de suas setas flechas flamejantes. Salmos 7:13

 

Pesquisa Amostragem em Coelho Neto: primeiras impressões…

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Alguém disse uma vez que a pior desgraça do sabido é pensar que todo mundo é besta e foi essa a mensagem que ficou clara com o resultado da pesquisa Amostragem divulgado nas primeiras horas desse domingo (29), avaliando o cenário político-eleitoral de Coelho Neto.

Ninguém em sã consciência e que tenha o mínimo de conhecimento sobre política e sobre o cenário da cidade aceita o resultado goela abaixo sem perceber os “buracos” e o rastro com digitais bastante conhecidas impressos em números garrafais. É só pensar um pouco.

Pois bem, a sondagem da Amostragem é a primeira “pesquisa de fases” que te sem notícia, ou seja, é o primeiro levantamento que o resultado é divulgado apenas uma parte, sabe se lá com que intenção.

O detalhamento dos números que poderia e deveria constar no site da empresa não foi disponibilizado, aliás é bom deixar registrado que a página do Instituto na internet teve sua última atualização ainda no ano passado… por ai se tira.

Porque não fora divulgado por exemplo, os índices de rejeição dos pré-candidatos? Porque não fora divulgado a avaliação do governo municipal, governo estadual e governo federal?

Porque será que os nomes dos pré-candidatos Antônio Pires (PCdoB) e Doralice Santana (PRB) mesmo constando no questionário não foram citados? Será mesmo que juntos não pontuaram sequer 1%?

Também causou estranheza a divulgação dos números que não deixa claro os cenários que são frutos da pesquisa espontânea e quais números dizem respeito a avaliação estimulada.

A margem de erro bem acima das “normais” utilizadas pelo tamanho do universo entrevistado também é algo que precisa ser observado.

A olho nu a primeira impressão que fica é que a pesquisa se trata de uma verdadeira colcha de retalhos com muitas dúvidas que precisam ser respondidas. Resta saber quem o fará…

E os números?

Quanto aos números essa é uma outra história…

Se o homem não se arrepende, Deus afia a sua espada, arma o seu arco e o aponta Salmos 7:12

Venda fictícia bancou eleição de Waldir Maranhão

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De O GLOBO – Alçado à presidência interina da Câmara após o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no início do mês, Waldir Maranhão (PP-MA) mentiu à Justiça Eleitoral maranhense num processo de investigação de suas contas eleitorais, o que pode, agora, criar-lhe novos problemas jurídicos e agravar sua situação política — fragilizada a ponto de impedir que ele consiga presidir uma simples sessão ordinária sem ser alvo dos protestos de seus pares.

Para explicar os recursos arrecadados para a campanha de 2010, Maranhão informou à Justiça Eleitoral ter doado para si mesmo R$ 557,6 mil, ou 68% do custo total. No processo aberto para apurar possíveis irregularidades na prestação de contas, o parlamentar afirmou que vendeu sua casa, em um dos bairros mais nobres de São Luís. Mas, como O GLOBO constatou, o imóvel nunca deixou de estar em nome do deputado e de sua mulher, a pedagoga Elizeth Azevedo, e é o local onde o casal vive até hoje. De acordo com especialistas, o parlamentar pode ser alvo de uma ação criminal ou eleitoral por fraudar as contas de campanha.

Desde que assumiu a presidência interina da Câmara, Maranhão vive a insólita situação de não poder desempenhar suas funções. No capítulo mais surpreendente do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, o deputado anulou na véspera a sessão de votação na Câmara, mas, poucas horas depois, voltou atrás. Sua atitude gerou revolta, e, desde então, ele vive sob os protestos de colegas, que já gritaram “Fora, fora, fora”, expulsando-o do plenário. Nos bastidores, há uma articulação para esvaziar os poderes do presidente interino.

Em 2010, Waldir Maranhão empregou R$ 821,7 mil em sua tentativa de se reeleger deputado, sendo R$ 557,6 mil de recursos próprios. Os números chamaram a atenção do Ministério Público Eleitoral (MPE) pelo fato de o parlamentar ter declarado possuir um patrimônio de apenas R$ 16,5 mil.

Aliado – Nos autos do processo sobre a prestação de contas, Maranhão argumentou que obteve empréstimo de R$ 98 mil do Banco do Brasil e que o restante veio da remuneração que recebeu ao longo dos anos como parlamentar e secretário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, no governo de Roseana Sarney. Segundo a defesa do deputado, esse dinheiro não apareceu na declaração de bens à Justiça Eleitoral porque houve erro quando seu partido preencheu o registro de candidatura.

No entanto, diante da desconfiança dos promotores, Maranhão mudou a versão. Disse que, além do empréstimo, a renda veio também da venda de sua casa, no número 370 da Alameda Campinas, em Olho D’Água, por R$ 550 mil, a João Martins Araújo Filho. Chegou a apresentar uma promessa de compra e venda do imóvel assinada por ambos.

Os vínculos entre Maranhão e Martins não são poucos. Em dezembro de 2009, o parlamentar era secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, quando nomeou Martins para o cargo de superintendente de Educação Superior e Profissional. Em 2010, o suposto comprador da casa doou R$ 11 mil à campanha do deputado. Hoje, Martins preside a Comissão Setorial de Licitação da Secretaria de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) do Maranhão, órgão onde estão lotados outros seis doadores de campanha de Maranhão e duas irmãs do parlamentar.

A explicação não convenceu, e a Justiça Eleitoral desaprovou suas contas eleitorais. O Ministério Público entrou com uma representação pedindo a perda de seu mandato, pela não comprovação da origem de parte dos recursos financeiros arrecadados em 2010.

A defesa alegou que o pagamento pela venda da casa seria feito em três parcelas. No entanto, o sigilo bancário de Maranhão foi quebrado, e não havia nenhum repasse dos valores. Outra evidência da fraude é que o imóvel continua no nome do parlamentar e da mulher, conforme documento obtido pelo GLOBO no 1º Registro de Imóveis de São Luís.

Num primeiro contato, o advogado de Maranhão, Michel Saliba, alegou que a efetivação da compra no cartório é obrigação do comprador:

— O registro é só um detalhe. Hoje, os custos são muito altos, o que inibe as pessoas de fazer. Isso é algo que valeria, inclusive, uma reportagem. Mas, enfim, se o comprador não fez, não é culpa do deputado.

Porém, o próprio parlamentar voltou a declarar o imóvel à Justiça Eleitoral em 2014. Em um segundo contato, o advogado alegou não saber da informação e que pode ter havido um erro:

— O fato de constar na declaração pode ter sido um mero equívoco do contador.

O GLOBO foi ao número 370 da Alameda Campinas na última quarta-feira e, ao chegar lá, deparou-se com um Toyota Hilux 4X4, com a placa JHO-0934, de Brasília, estacionado em frente ao endereço. O veículo, com essa mesma placa, foi declarado por Maranhão na campanha de 2010, à época com valor de R$ 160 mil.

Ao pedir para falar com Maranhão ou a mulher, O GLOBO confirmou que os dois moravam no imóvel e foi avisado de que eles não estavam em casa. Um funcionário disse não saber a que horas os dois voltariam e anotou o número de contato do GLOBO. O presidente interino da Câmara e a mulher não retornaram.

Após inúmeros recursos, os promotores pediram, e o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) arquivou o caso em 2015 — não porque o deputado tenha provado a origem do dinheiro, mas porque o mandato dele já havia terminado em 2014. Sem mandato para ser cassado, houve perda de objeto. Por conta disso, o caso nunca chegou a ser julgado.

Processo – Procurado pelo GLOBO por e-mail, Maranhão não tratou das evidências de que prestou informações falsas à Justiça Eleitoral. Limitou-se a dizer que não responde a processo:

“A assessoria de imprensa da presidência da Câmara informa que o presidente Waldir Maranhão não responde a qualquer processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em sessão realizada em maio de 2015, o pleno do tribunal decidiu que a ação que pesava contra o parlamentar teve perda de objeto e, por isso, foi arquivada. O próprio MPE — autor da ação contra o parlamentar — admitiu a perda de objeto da ação, já que pedia a perda do mandato obtido em 2010”, diz a nota enviada pela assessoria.

Diante das evidências de que não houve a venda da casa, especialistas afirmam que o parlamentar ainda pode sofrer processos, mesmo depois de o TRE do Maranhão ter arquivado o caso. Para a procuradora Silvana Batini, professora da FGV Direito Rio, há suspeita de crime de falsidade ideológica para fins eleitorais:

— Mesmo que o documento (a promessa de compra e venda apresentada por Maranhão no processo) seja materialmente verdadeiro, a ideia que ele expressa foi inventada. Isso expressa o crime eleitoral de falsidade ideológica, com a pena de até cinco anos de prisão. Como ele é deputado federal, se ele fosse responder por esse crime, seria no Supremo Tribunal Federal, porque, independentemente da natureza do crime, ele vai responder sempre no STF — disse.

Para Silvana, não caberia uma ação de natureza fiscal, porque, por jurisprudência do Supremo, só há crime de sonegação se a Receita Federal afirmar que houve sonegação; mas, como o órgão tem cinco anos para chegar a essa constatação, prazo que já passou, não haveria como processá-lo.

Para Eduardo Nobre, sócio fundador do Instituto de Direito Político e Eleitoral (IDPE) e advogado do escritório Leite, Tosto e Barros, apesar de o processo de 2010 ter sido extinto, se for comprovada a fraude, ainda pode haver consequências para o deputado:

— Se ele disse na declaração de 2014 que possuía um imóvel que havia declarado ter vendido em 2010, ele pode estar incorrendo, em tese, em falsidade eleitoral. É algo que pode ser levantado — afirmou o especialista.

Outra questão ressaltada por Nobre é uma possível implicação criminal:

— A divulgação de que há essas divergências nas declarações do deputado pode provocar o Ministério Público a abrir um inquérito para apurar um suposto crime fiscal. Pode ser pedida a quebra de sigilo do parlamentar para que possa ser verificado o que ele efetivamente declarou para a Receita Federal.

O GLOBO pediu ainda explicações a João Martins Araújo Filho, mas não houve resposta. A equipe do jornal encontrou-o em seu local de trabalho, mas ele se negou a falar sobre o caso.

— Eu não sou obrigado a dar nenhuma declaração para a imprensa — disse, expulsando O GLOBO de sua sala na Secretaria de Cidades e Desenvolvimento Urbano.

Deus é um juiz justo, um Deus que manifesta cada dia o seu furor. Salmos 7:11