Enteado mata padrasto a facadas no interior do Maranhão

Enteado mata padrasto a facadas no interior do Maranhão

O crime aconteceu na tarde desta quinta-feira (02), no bairro do Jordão, em Coroatá, interior do Maranhão.

Segundo informações a vítima identificada como Francisco Firmino da Costa, de 55 anos, estava bebendo junto ao enteado desde de cedo, quando os dois iniciaram uma discursão.

Durante a briga corporal o enteado identificado apenas como Eduardo deferiu golpes de faca em Francisco, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Os vizinhos acionaram o SAMU, mas a vítima já estava sem vida. A Policia também foi chamada, colheu informações e fez buscas no local, mas não encontrou o autor do crime, que fugiu depois de de cometer o crime.

Do Portal JG

Governo promove debate sobre o autismo em Afonso Cunha

Governo promove debate sobre o autismo em Afonso Cunha

A Secretaria de Educação – SEMED através da Coordenadoria de Educação Especial realizou manhã educativa na última terça (30).Com o tema “Autismo e a Importância Familiar”, o evento realizado na Escola Raimunda Silva Lima reuniu autoridades, professores e alunos em palestras e apresentações diversificadas.

“O autismo é um tema importante e que precisa do envolvimento de toda a sociedade. O governo municipal tem essa preocupação e por isso mesmo idealizamos esse evento para despertar a sociedade para o assunto”, disse a coordenadora Rúbia Dimarcia, que tem especialização em Libras, Educação Especial e Inclusiva.

Participaram do evento o secretário de Educação Milton Bastos, o presidente da Câmara Pedro Medeiros, a controladora do Município Erlene Sales, além de integrantes da equipe pedagógica da Semed. A palestra magna foi proferida pela professora Maria Antônia, que é fonoaudióloga e mestre em Ciências da Educação.

Ao final, o secretário de Educação Milton Bastos avaliou de forma bastante positiva o evento. “Esse é o nosso papel, provocar a sociedade para temas relevantes e o mês de abril é dedicado a conscientização do autismo pela Organização das Nações Unidas – ONU. Parabenizamos a coordenadora e a todos os envolvidos na realização desse evento”, disse ele.

Ascom/PMAC

Jorge Oliveira prestigia evento do Dia do Trabalhador em Duque Bacelar

Jorge Oliveira prestigia evento do Dia do Trabalhador em Duque Bacelar

O prefeito Jorge Oliveira (PCdoB) participou ontem (01), da programação em alusão ao Dia do Trabalhador.

Acompanhado da primeira dama Dra Lucia Oliveira, o prefeito esteve no início da manhã participando de uma Missa em Ação de Graças.

Em seguida o prefeito participou de um café da manhã e da largada do Rally do Trabalhador que envolveu diversos atletas.

“Na verdade todo o dia é dia do trabalhador. É graças a dedicação desses homens e mulheres que construímos uma sociedade melhor para todos”, disse o prefeito.

Eliziane sugere estudos sobre liberdade de imprensa

Eliziane sugere estudos sobre liberdade de imprensa

A senadora Eliziane Gama, do Cidadania do Maranhão, enviou hoje um ofício a Davi Alcolumbre sugerindo que o Conselho de Comunicação Social realize estudos sobre a liberdade de imprensa no Brasil e faça recomendações relativas ao tema.

A parlamentar argumenta que “apesar de a Constituição Federal ter consignado em seu texto amplo direito à liberdade de imprensa, muitos dos elementos da antiga Lei de Imprensa de 1967, instituída pelo regime militar, continuam em nossos arcabouços jurídicos”.

Eliziane, que é jornalista, diz também que “a emergência de novas tecnologias e a abrangência das redes sociais atiçam ainda mais a discussão sobre o assunto”.

“Nos últimos dias, a questão liberdade de imprensa ganhou grandes espaços na mídia, sobretudo em virtude de ações do STF que foram caracterizadas e entendidas como censura e repudiadas nacionalmente.”

O Conselho de Comunicação Social é um órgão auxiliar do Congresso, formado por representantes da sociedade civil e empresas. (O Antagonista)

Após era do congelamento, Arquimedes encerra abril com novo reajuste a professores de Afonso Cunha

Após era do congelamento, Arquimedes encerra abril com novo reajuste a professores de Afonso Cunha

Desde que assumiu o mandato, o prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), decidiu pôr fim a política perversa do governo anterior de não reajuste do salários dos professores.

Para ser ter uma idéia, o último reajuste que havia sido concedido tinha sido no ano de 2013. A sequência de 2014 até 2016 foi de total congelamento, deixando o salário base em R$ 1.290,82 para o professor Classe A. Com o novo reajuste assinado pelo prefeito no mês de abril, o menor salário passa a ser de R$ 1.599,85.

“Conseguimos pôr fim ao desrespeito praticado com a classe de professores, que naquela época era enaltecida nos discursos políticos, mas que na prática o tratamento era o pior possível. Congelar salários de professores quando o Governo Federal reajustava anualmente os repasses do FUNDEB era mais do que negar direitos, era um desrespeito a categoria”, disse o secretário de Educação, professor Milton Bastos.

REAJUSTE SUPERIOR

Quando o governo anterior assumiu em 2009, encontrou um salário de R$ 610,00 que naquela época foi deixado acima do Piso que era de R$ 475,00. Ao final do período 2009-2016, o governo anterior concedeu em 08 anos um aumento no salário de professores no valor de R$ 680,82.

O atual governo, já concedeu reajuste que juntos totalizam R$ 308,03, ou seja, em 03 anos foi dado aumento superior ao que fora dado em 08 anos proporcionalmente, mostrando a política de valorização séria praticada pelo atual governo.

Outra prática adotada pela atual gestão foi a manutenção do salário dos profissionais da educação em dia, sem a diferenciação na data de pagamento de salários de concursados, comissionados e contratados.

Os tiranetes e a imprensa

Os tiranetes e a imprensa

Como se tornou lugar comum, mais uma vez, a liberdade de expressão e informação, ganhou destaque nos meios sociais. Mal havíamos saído do imbróglio envolvendo o Supremo Tribunal Federal – STF, que determinara a censura prévia a algumas publicações (revista digital Crusoé e site O Antagonista) por estas conterem críticas ao ministro-presidente daquela corte – censura retirada cerca de uma semana depois –, e, abrir e conduzir um inquérito sigiloso por supostas ofensas aos integrantes do tribunal – ainda em curso –, foi a vez de discussão semelhante chegar nestas terras de Gonçalves Dias.

Explica-se: durante o XI Congresso Nacional de Direito, promovido pelo Instituto Maranhense de Defesa do Consumidor e Ensino Jurídico (Imadec), um deputado estadual, escalado para palestrar sobre o tema “educação e democracia em tempos de crise”, fez a seguinte colocação: “primeiro passo é não ler blogs, pronto! Saiam disso. Vai lá no computador de vocês (sic), denunciem todos os blogs. Não leiam blogs. Por que blogs, senhoras e senhores, eles publicam aquilo que eles são pagos para publicar”.

A construção é pobre, mas o conteúdo é bem pior.

Como podemos perceber a proposição do ilustre deputado revelou-se contrária ao próprio tema: “educação e democracia em tempos de crise”.

A ideia central de democracia é a capacidade de convivência com a pluralidade de ideias, o respeito às diversas manifestações de pensamento, sobretudo, a capacidade de aceitar críticas. A proposição/recomendação de sua excelência iguala-se, guardadas as devidas proporções, à prática primitiva de se mandar queimar livros, punir seus autores, confiscar ou censurar jornais ou mesmo liquida-los por quaisquer meios.

Ao revelar tanta contrariedade com um meio de comunicação, caso tivesse poder para tanto, não impediria suas edições? Qual diferença existiria entre a sugestão feita e aqueles que, valendo-se do poder, censurava, proibia, queimavam jornais em tristes tempos pretéritos?

A diferença talvez resida unicamente na ausência de poder.

A colocação de sua excelência, quando sugere uma motivação econômica para as publicações de jornalistas e blogueiros, assemelha-se, a uma outra, esta proferida por Adolf Hitler no dias anteriores a implantação do nazismo, disse ele: “eles falam sobre liberdade de imprensa quando na verdade todos esses jornais têm um dono, e em todos os casos, o dono é o financiador. E então, essa imprensa molda a opinião pública”.

Pouco tempo depois a Alemanha já não tinha mais uma imprensa que não estivesse vinculada ao ideário da nova ordem implantada.

O exemplo acima não é único, antes fosse, todos os regimes totalitários para se firmarem destruíram antes a imprensa livre e crítica.

Tem sido assim desde sempre. Nazismo, Fascismo, Maoísmo, Stalinismo, Castrismo, Chavismo e tantos outros. Com o agravante de que quanto mais totalitários os regimes, mais violenta a reação à liberdade de imprensa, chegando-se à sua total aniquilação e a implantação do pensamento único.

Foi neste contexto que o líder comunista, não menos tirano, Josef Stálin, cunhou a frase: “a imprensa é a arma mais poderosa do nosso partido”.

Na verdade chamava de imprensa o que nada mais era sua máquina de propaganda disseminadora de pensamento único na antiga União Soviética.

Exemplo mais recente, e à vista de todos, é o que se deu na Venezuela a partir da ascensão do chavismo ao poder quando o mundo inteiro assistiu ao fim dos meios de comunicação independentes, sob os argumentos mais bizarros, como dizerem que estavam à serviço dos “contrarrevolucionários” ou à serviço de potências estrangeiras. Um a um foram tendo as concessões cassadas, não renovadas ou, simplesmente, expropriadas.

Aqui mesmo, no Brasil, passaram todos os anos dos governos petistas tentando limitar ou restringir a liberdade de expressão e comunicação. Propuseram a criação de um conselho de controle da mídia – que não foi aprovado –, e diversos mecanismos para controlar as linhas editoriais e a propriedade dos meios de comunicação.

O discurso é sempre muito bonito: temos que colocar o povo para controlar a mídia, os veículos de imprensa.

Acontece que nunca dizem que estes tais conselhos – que sempre formam para tudo e com o objetivo de drenar recursos públicos para suas causas –, são controlados por eles.

Daí que embora soe inverosímil e até paradoxal que em uma palestra sobre educação e democracia, se proponha que não se leiam determinados veículos de comunicação, e, mais, que os “denuncie” tais veículos, trata-se de uma ideia perfeitamente compatível com aquilo que pregam: qual seja, que a imprensa deve ser submetida à linha de pensamento daqueles que hoje estão no poder em nosso estado.

Mas isso, como dito antes, não é um privilégio apenas deles, mesmo nas democracias ocidentais mais avançadas, já assistimos tentativas de cooptação ou de restrição à liberdade de expressão. Há uma frase lapidar de Richard Nixon, então presidente americano, acossado por denúncias e mais denúncias do chamado “escândalo Watergate”, que retrata bem esse sentimento anti-imprensa, disse ele: “a imprensa é o inimigo”.

Dito isso, lá pelos anos setenta, naquela que já era o modelo de democracia para todas as nações civilizadas, como uma proteção expressa, através de emenda à constituição, assegurando a plena liberdade de expressão.

Mais recentemente, também, dos Estados Unidos, vêm outra série de ataques à liberdade de expressão. A partir da campanha de Donald Trump – já usada em larga escala –, e continuamente no seu governo, que é a conceituação de algo que se chamou de “pós-verdade” e, para desmerecer os veículos de comunicação, qualquer notícia que contrarie sua linha de pensamento é tratada com “fake news”.

Trata-se de comportamento que contraria toda história – e tradição -, americana de dispensar especial respeito aos veículos de comunicação e a liberdade de pensamento, com consequências danosas pelo resto mundo.

O povo e os veículos de comunicação dos EUA, decerto, não sentirão os efeitos mais deletérios desta “nova política”, mas no resto do mundo já se sente.

Temos visto outros líderes mundiais autoritários reprimirem com mais vigor as liberdades individuais e o direito de livre manifestação de pensamento.

Na Turquia, por exemplo, temos milhares de jornalistas e opositores ao atual governo encarcerado. Também por lá, o governo saudita deu cabo a um jornalista que se opunha ao seu regime.

Na Rússia, na China e tantos outros lugares, o tratamento dispensado pelo governo americano aos veículos de comunicação tem servido de inspiração à verve infinitamente mais autoritária que nos remetem aos mais tristes acontecimentos ao longo da história.

O Brasil, apesar da extraordinária conquista no se refere à liberdade de expressão, a partir da edição da Constituição de 1988, ainda é um dos países que mais registra violência contra tal conquista.

No último dia 30 de abril se divulgou um estudo feito pelo Conselho do Ministério Público e pela Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública – Enasp, segundo o qual o nosso país é o sexto mais perigoso do mundo para os jornalistas, só ficando atrás de países com manifesta crise institucional, política e humanitária, como Síria, Iraque, Paquistão, México e Somália. 

Ainda segundo o levantamento, entre os anos 1995 a 2018, 64 jornalistas, profissionais de imprensa e comunicadores foram mortos no exercício da profissão no nosso país.

Um quadro desalentador para uma nação que assegurou em seu texto constitucional ampla liberdade de expressão e de imprensa, dizendo que a mesma não sofreria qualquer embaraço.

A violência contra a livre manifestação do pensamento não alcança apenas jornalistas ou outros comunicadores, ela vai a qualquer um que ouse discordar do pensamento dos “tiranetes” de plantão, e ela também não é apenas física –,visando a eliminação física ou encarceramento dos pensam diferente –, ela, através da força e dos aparelhos do Estado, persegue a condenação de jornalistas/blogueiros e demais comunicadores, inclusive, na esfera penal, visando a aniquilação financeira dos mesmos.

Não faz muito tempo um grupo de juízes – reparem bem, juízes –, sentindo-se “atingidos” por determinada publicação, passaram a abrir, em diversas comarcas, ações contra os jornalistas. E eram tantas as ações – e em tantas comarcas–, que os profissionais da imprensa não tinham mais como trabalharem, passavam todo o tempo se descolocando entre as diversas comarcas para responderem às ações propostas pelos magistrados aprendizes de tiranos.

A situação chegou a tal ponto que o próprio Supremo Tribunal Federal – STF, viu-se obrigado a intervir diante de tamanha violência.

Até o Supremo, que atual quadra, acha que deve e pode censurar publicações, entendeu excessivo e vergonhoso que vinha acontecendo. Assim como é excessivo e absurdo o que a própria corte faz ao abrir inquérito para investigar críticas ou levar a cabo a censura a veículos de comunicação. Excessivo, absurdo e vergonhoso.

Essa tenebrosa e obscura quadra política, com jornalistas e blogueiros sendo condenados, inclusive a pena de prisão por delitos de opinião, tem alcançado e com muita ênfase, também, o Maranhão.

Desde que os atuais donatários chegaram ao poder que ouço jornalistas, blogueiros e comunicadores, que não se submetem à linha “editorial dos Leões”, reclamarem de perseguição. São infinitos processos cíveis e penais atravancando as varas da justiça visando a punição – física e financeira –, por crimes de opinião.

A sociedade precisa ficar atenta a estes comportamentos. Todos os projetos autoritários de poder têm início com a repressão à imprensa livre. E quanto maior o poder mais autoritários se tornam.

A liberdade para se expressar livremente sem qualquer receio, não é uma conquista de um jornalista, blogueiro ou qualquer outro comunicador, é uma conquista da sociedade. Depois de calarem os jornalistas, farão o mesmo com o cidadão comum.

Ainda lembro das palavras do presidente da Assembleia Nacional Constituinte naqueles tumultuados dias de debates sobre a Constituição, disse o velho Ulysses Guimarães: “antes uma imprensa que erre ou cometa excessos, que imprensa nenhuma”.

Acrescentaria: “antes poder ler diversos textos e formar minha própria convicção do que só ter acesso à versão dos fatos que querem que saibamos”.

*Abdon Marinho é advogado.

Para proteger trabalhador rural, Marreca Filho apresenta primeira emenda de alteração na Reforma da Previdência

Para proteger trabalhador rural, Marreca Filho apresenta primeira emenda de alteração na Reforma da Previdência

A primeira emenda que sugere mudanças no texto da Reforma da Previdência foi apresentada, nesta terça-feira (29.04), pelo deputado federal Marreca Filho (Patriota/MA) à Comissão especial destinada a apreciar e proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Nº 6 de 2019.

A proposta apresentada pelo parlamentar retira as mudanças nas regras da aposentadoria rural. O objetivo é manter as regras atuais de idade mínima, de tempo de contribuição e de comprovação de exercício da atividade rural.

Apesar de considerar a reforma da previdência condição fundamental para a sustentabilidade do Estado brasileiro, o deputado justifica que a proposta da Reforma da Previdência falha ao não reconhecer as especificidades do trabalho rural.

Dados governamentais apontam que enquanto 5,27% da população urbana se encontra em situação de pobreza extrema, o mesmo índice na população rural atinge 25,27%. Se implementadas as alterações propostas pela PEC nº 6, de 2019, este contraste será ainda maior”, destaca.

Se a emenda for acolhida, será mantida a regra de aposentadoria aos 55 anos para mulheres e 60 anos para homens. Também estará garantido ao trabalhador rural segurado especial o direito de comprovar o exercício da atividade rural no momento em que for requerer a aposentadoria ou qualquer outro benefício previdenciário.

Marreca Filho também apresentou, em conjunto com o deputado Dr. Frederico (Patri/MG), outra proposta de emenda que altera o texto do governo para as aposentadorias especiais, que é concedida ao trabalhador que exerce suas atividades laborais exposto a agentes nocivos, que podem causar prejuízos à sua saúde e integridade física ao longo dos anos.

A proposta visa corrigir o equívoco no texto da Reforma da Previdência quanto ao recebimento proporcional do valor do benefício por tempo de contribuição, em detrimento do tempo de contribuição reduzido para esses trabalhadores.

Prefeitura de Chapadinha formaliza adesão ao sistema de Ouvidoria da CGU

Prefeitura de Chapadinha formaliza adesão ao sistema de Ouvidoria da CGU

A Prefeitura de Chapadinha através da Secretaria de Saúde formalizou recentemente a adesão ao e-Ouv Municípios, uma plataforma web gratuita que a Controladoria Geral da União – CGU, disponibiliza para municípios.

A formalização da participação do município foi assinada pelo secretário Adjunto de Saúde Eli Monteiro, na sede da CGU em São Luís.

O sistema permite que sejam recebidas manifestações da população (denúncias, reclamações, elogios e solicitações de informações). Após o recebimento haverá uma análise e, por fim, resposta ao cidadão. Só lembrando que nesse fluxo haverá sigilo sobre as manifestações, caso seja solicitado.

A grande vantagem do e-Ouv, além de ser o único sistema que é chancelado pela CGU, é a sua gratuidade. Enquanto os outros sistemas oferecidos pelos escritórios de contabilidade e empresas de TI são caros e apresentam baixa confiabilidade.

“Esse é o compromisso do governo do prefeito Magno Bacelar em garantir a participação da população na administração. Estamos à disposição para ouvir e garantir as melhorias na oferta dos serviços públicos”, explicou Moura.

Acompanhado do deputado Neto Evangelista, prefeito de Afonso Cunha apresenta pleitos da educação na SEEDUC

Acompanhado do deputado Neto Evangelista, prefeito de Afonso Cunha apresenta pleitos da educação na SEEDUC

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), esteve na última semana cumprindo agenda de trabalho na capital São Luís.

Acompanhado do deputado estadual Neto Evangelista (DEM), ele esteve em audiência na Secretaria de Educação do Estado para apresentar pleitos de interesse do município.

Em audiência com a secretária Adjunta de Gestão de Unidades Regionais de Educação Rosyjane Pinto, eles trataram sobre mais investimento para o município, além da implementação do programa Escola Digna e a aquisição de ônibus escolares.

Participaram da mesma agenda os prefeitos Antonio Borba (Timbiras), Professora Vanderly (Anapurus) e Bom Jardim (Francisco Araújo).

Ascom PMAC

Patriota do Maranhão se fortalece com trabalho de Marreca Filho

Patriota do Maranhão se fortalece com trabalho de Marreca Filho

Quando não está em Brasília, o deputado federal Marreca Filho (Patriota), tem buscado fortalecer o partido no Estado.

Entre um atendimento e outro de lideranças políticas do interior do Estado, o vice líder do partido tem se atentado também para a organização da legenda que representa na Câmara dos Deputados.

Além de ouvir os reclames das lideranças e encaminhar suas demandas, o deputado não deixa de ter um olhar criterioso para a legenda, visando 2020.

“Temos uma preocupação e uma disposição de reforçar o nosso partido com sangue novo, novas lideranças e gente com ânimo para trabalhar para o nosso Estado a partir da mobilização dos seus municípios. É nessas agendas partidárias que vamos descobrindo aqueles que estão dispostos para integrar a nova política e o Patriota está de braços abertos para recebe-los”, disse o deputado.

Em sua fala Marreca Filho garantiu que seja em Brasília, seja no Maranhão, seu mandato está comprometido com o crescimento do Patriotas.