Prefeitura de Duque Bacelar realizou evento para celebrar a final do Campeonato de Futsal

 

A Prefeitura de Duque Bacelar através do Departamento de Esportes realizou uma grande partida para celebrar a final do Campeonato Bacelarense de Futebol. O evento realizado na última sexta (30), reuniu dezenas de pessoas no ginásio José Ribamar Oliveira.

Participam do evento o prefeito Jorge Oliveira, o chefe do Departamento de Esportes Rogério Borges, o vereador João de Deus, além de servidores, árbitros, comissão organizadora e apoiadores do esporte local.

A disputa final foi entre os times Volta Redonda e Juventude Bacelarense, com o placar de 14 x 07, com o primeiro garantindo o campeonato.

 

 

O prefeito Jorge Oliveira acompanhou os jogos, premiou os vencedores e destacou a importância de mais uma competição.

“Nosso governo tem apoiado o esporte por entender ser ele um instrumento de importante protagonismo para a nossa juventude. Está de parabéns o secretário Rogério Borges e toda sua equipe pela realização de mais esse evento de valorização do nosso esporte”, destacou o prefeito.

“Vestiu a camisa do atraso e não quer mais tirar”, diz vereador sobre Luciano Leitoa

Vereador Henrique Júnior

O vereador Henrique Júnior denunciou nesta segunda (03), a manobra do prefeito Luciano Leitoa (PSB), de não formalizar através de decreto a retirada das gratificações de servidores conforme havia anunciado.

Segundo o vereador, ao não formalizar a medida o prefeito fica a vontade para descontar de uns e outros não. “Ele quer enxugar a prefeitura que ele mesmo encharcou e agora maltrata servidores com salário atrasado Infelizmente vestiu a camisa do atraso e não quer mais tirar”, disse ele.

Confira o vídeo do discurso do vereador:

“Ele já havia feito uma denúncia e depois desmentiu a si próprio”, diz Arquimedes sobre ex-prefeito

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), voltou a usar a rede social da prefeitura para falar sobre as graves acusações impostas a ele pelo ex-prefeito José Leane (MDB).

“É a história mais sem pé nem cabeça que já existiu e os próprios fatos colaboram para revelar quem está falando a verdade. A questão dele com o policial é antiga e eu não tenho nada a ver com essa história”, disse o prefeito.

Em sua defesa, Arquimedes apresentou a cópia de um documento assinado pelo próprio ex-prefeito confirmando o que ele diz.

“Nesse documento datado 26 de agosto de 2016 o ex-prefeito compareceu ao Comando da 3ª Companhia para desmentir ele próprio, após as acusações que havia feito contra o mesmo policial. Ou seja ele denunciou o policial, abriu-se uma sindicância para apurar os fatos e ele foi na sequência e disse não haver interesse em dar continuidade no processo. No documento o próprio Leane retira a denúncia que fez e ainda disse que tudo não havia passado de mal entendido”, disse o prefeito.

Arquimedes lamentou o fato de ter seu nome envolvido nesse episódio e reafirmou que está tomando as medidas cabíveis para esclarecer os fatos.

Assis Filho é “única genuína nova liderança no MDB”, diz Joaquim Haickel

Em 2010 resolvi deixar a política e não mais me candidatar a mandato eletivo, mas não consegui suportar a pressão dos amigos que me pediam que aceitasse o cargo de secretário de estado de Esporte e Lazer.

De 2015 para cá, política só nas análises que faço, de quando em vez, sobre as conjunturas e os cenários locais e nacionais, ou sobre algum fato específico que eu pense ter relevância.

A mais nova decisão que tomei neste setor foi a de ceder aos insistentes apelos das três mulheres de minha vida, minha mãe, minha filha e minha mulher, e não mais fazer críticas contundentes em relação a ninguém, principalmente ao governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney…

Prometi a elas que de agora em diante, quando comentar sobre política, vou fazê-lo o mais filosoficamente possível e me limitar a analisar fatos e cenários sem tecer opiniões mais pontuais ou pontiagudas sobre ninguém.

Para inaugurar essa nova fase mais dialética de minha crônica política, eu vou fazer um balanço da eleição de outubro passado.

Devo antes lembrá-los que do ponto de vista das ideias de Platão, filósofo com que mais eu me identifico, a dialética é o processo de debate entre interlocutores comprometidos com a busca da verdade, através da qual a alma se eleva, gradativamente, das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias. Já Aristóteles, em contraponto ao mítico mestre de seu mestre, Sócrates, diz que a dialética consiste no uso do raciocínio lógico que, embora coerente em seu encadeamento interno, está fundamentado em ideias apenas prováveis, e por esta razão traz em seu âmago a possibilidade de ser contradito.

Assim sendo, nada que eu diga aqui são verdades absolutas, que não possam ou não devam ser debatidas, apuradas ou melhoradas. Ressalto que defendo minhas ideias, da mesma forma que respeito e defendo o direito das outras pessoas defenderem as suas.

Mas vamos ao tal balanço!…

Sobre a eleição nacional de outubro passado, penso que ficou clara a escolha feita pelo eleitor brasileiro. Ele disse não à política implementada pelos três últimos presidentes, eleitos que foram para dois mandatos consecutivos cada, totalizando assim 24 anos de gestões com viés esquerdista.

Em outubro passado o povo brasileiro votou por três motivos básicos: contra o PT, seus camaradas e a corrupção generalizada; contra Bolsonaro, os sentimentos e ações que ele fez com que as pessoas acreditassem que ele defende e os aplicará; e contra os políticos de qualquer tonalidade e viés ideológico.

Muito raramente o eleitor votou a favor de alguma coisa. O voto foi contra, o que não é o melhor tipo de voto que se pode dar.

No Maranhão o eleitor deixou claro que desejava virar a última página de um capítulo de nossa história! Porém, não entendo que ele tenha feito algum juízo de valor definitivo sobre o capítulo superado na virada dessas tais páginas, lidas e relidas nos últimos 50 anos de nossa história. Nem vejo que o eleitor maranhense tenha optado por esse novo capítulo pelo fato dele ser melhor ou diferente, mas por ele ser simplesmente outro!

A derrota eleitoral acachapante do grupo Sarney, em minha modesta opinião, não diminui em nada a importância de José Sarney na história do Maranhão, nem as boas coisas realizadas por ele e por seu grupo nos anos em que predominaram em nossa política.

Veja, passei os últimos meses dizendo que Roseana não seria candidata ao governo do estado e no final das contas eu estava certo! Ela não foi realmente candidata, ela só cumpriu tabela! E o fez de uma forma melhor que eu jamais pensei que ela fosse capaz.

Sempre comentei com amigos, jamais em público, que a eleição seria ganha por Flávio Dino! Sempre disse que gostaria que ela acontecesse apenas no segundo turno. Não foi o que aconteceu.

A polêmica do momento é a disputa pelo comando do MDB maranhense. Penso que Roseana não deva se candidatar. É hora de deixar novas lideranças tocarem o barco e a única genuína nova liderança que eu vejo no MDB hoje, é o Assis Filho, atual secretário nacional de juventude. Os demais são mais do mesmo…

Do Blog do Gilberto Leda

Após cobranças de Adriano, Jerry anuncia corte de gastos na Comunicação

Após forte pressão do deputado Adriano Sarney (PV) – que sugeriu cortes na propaganda comunista como forme de o Estado economizar recursos (relembre) – o governo Flávio Dino (PCdoB) decidiu que diminuirá os gastos da Secretaria de Estado da Comunicação e Articulação Política (Secap).

A pasta é comandada pelo jornalista e deputado federal eleito Márcio Jerry (PCdoB).

Segundo as primeiras informações, serão cortados excessos da ordem de R$ 2 milhões com diárias, aluguel de veículos, passagens aéreas e telefonia celular.

Ainda é pouco perto do que se gasta efetivamente com propaganda – amanhã (3) divulgaremos um balanço dos valores de 2018. Mas já é uma vitória após o “puxão de orelha” do deputado oposicionista.

Prefeito de Afonso Cunha emite nota e se manifesta sobre acusações do ex-prefeito

Prefeito Arquimedes Bacelar

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar se utilizou agora pouco do perfil social da Prefeitura no facebook para divulgar uma nota sobre as acusações graves impostas a ele pelo ex-prefeito José Leane no último domingo (02).

A seguir a integra da nota:

Sobre as acusações caluniosas do ex-prefeito José Leane divulgada em rede social neste domingo (02) e amplamente massificada em blogs do Estado em que acusa o prefeito Arquimedes Bacelar de ter tramado o seu assassinato dentre outros absurdos é necessário esclarecer o que abaixo segue:

1. Existe um problema antigo do ex-prefeito José Leane com o policial Graciliano, cujo atrito já dura 5 anos. No exercício da função de prefeito, Leane comprava combustível com ele para a prefeitura e ficou devendo cerca de R$ 300 mil reais. Como a venda era avulsa e sem contrato, ele acabou ficando no prejuízo e o ex-prefeito nunca pagou o que devia. O assunto é de conhecimento público e a cidade inteira sabe disso;

2. Na tarde deste domingo (02), ao retornar de um aniversário onde os dois participavam, houve essa cobrança que acabou gerando um clima animoso entre os dois. A presença da Polícia Militar no evento não era à toa, pois um taxista por nome Flávio já havia alertado tanto o ex-prefeito, quanto a própria PM que o policial estava revoltado com a situação e que poderia haver um desentendimento;

3. Ao falar que tranquei ele com meu carro, há uma má fé na afirmação, já que por está na frente em meu veículo com vidros fechados em decorrência da poeira não sabia o que estava ocorrendo atrás. Só me situei do acontecido quando um rapaz apelidado de Jiló chegou próximo ao carro, fez sinal para que eu encostasse, foi quando puxei o carro para que ele pudesse ultrapassar;

4. Na verdade o ex-prefeito está se aproveitando do fato para tirar a responsabilidade de si e jogar para mim que nada tenho haver com o episódio e muito menos com o histórico de dívidas feitas por ele;

5. Ao dizer em sua nota que a Polícia Militar não o ajudou ele falta com a verdade, pois a guarnição da PM não se manteve omissa, ao contrário, cumpriu o que era de sua competência fazer. Além de fazer a guarda do evento, a PM acompanhou a saída, conteve os ânimos e desde a hora do ocorrido fez a escolta do ex-prefeito até a saída da cidade;

6. Quem acusa cabe o ônus da prova. Estamos nos valendo da nossa assessoria jurídica para levar o caso à justiça com a versão do ocorrido para que o ex-prefeito prove as acusações que a mim foram impostas, sob pena de responder judicialmente por elas.

Arquimedes Bacelar
Prefeito

Membros da OAB-MA avaliam retiradas de recurso do Porto do Itaqui

Carlos Nina e Rodrigo de Barros Bezerra*

José Clementino, Analista de Relações Institucionais da Vale, publicou há poucos dias na mídia local “O Complexo Portuário da Baía de São Marcos”, com objetividade e riqueza de informações sobre as atividades nesse setor.

Em seu artigo afirmou que a atividade portuária no Complexo “sempre foi de grande expressão no contexto nacional”. Expressou a esperança de que o “desempenho do Porto do Itaqui e dos terminais da Alumar e de Ponta da Madeira são merecedores da atenção e do reconhecimento de nossa sociedade”, mercê da crescente movimentação e do enorme potencial portuário na área.

Lamentavelmente, porém, como recentemente noticiado, a Empresa Maranhense de Administração Portuária – EMAP e o Estado do Maranhão não pensam assim e, por seus prepostos, atuam contra o desenvolvimento portuário defendido por Clementino. E o fazem violando o Convênio n. 16/2000, cuja finalidade foi delegar ao Estado a “administração e exploração do Porto do Itaqui, do Cais de São José de Ribamar, dos Terminais de Ferry Boat da Ponta da Espera e do Cujupe”.

O Parágrafo segundo da Cláusula Terceira do Convênio prevê que “toda remuneração proveniente do uso da infraestrutura aquaviária e terrestre, arrendamento de áreas e instalações, armazenagem, contratos operacionais, aluguéis e projetos associados, deverá ser aplicada, exclusivamente, para o custeio das atividades delegadas, manutenção das instalações e investimento no Porto e demais áreas delegadas.”

A Autoridade Portuária, porém, que, independentemente dessa obrigação, deveria zelar pelo que nela se contém, não o fez e, mais que isso, desprezou – ou ignorou – a importância que o desenvolvimento portuário tem para o Estado e o País, como enfatizou Clementino. Através de seu Conselho, a EMAP presenteou a Fazenda Estadual com mais de cento e quarenta e um milhões de reais. Valor esse que fará falta ao plano de expansão do Itaqui, mencionado pelo analista da Vale.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) já determinou (Resolução 6.464, de 17/10/2018) que a EMAP abstenha-se dessas absurdas e indevidas transferências, que, por si só, constituem justo motivo para o rompimento do Convênio, retornando a administração portuária para a União Federal.

Tal medida seria salutar, não só pelas razões expostas no artigo de Clementino, mas pelo descaso da EMAP e o espírito invertebrado que domina seu Conselho, comprometendo “o futuro que nos espera”, ao qual se referiu o analista da Vale.

Solapando os cofres do Complexo Portuário a EMAP e o Estado não estão apenas criando obstáculos para o futuro, mas mergulhando no atraso as esperanças do desenvolvimento do Maranhão e do Brasil.

O primeiro dos signatários deste artigo, em outro publicado no início deste ano, em coautoria com o Comandante André Trindade, ex-Capitão dos Portos do Maranhão, defendeu a instalação, em São Luís, da II Esquadra da Marinha do Brasil, pois, a par do incremento do tráfego marítimo na Baía de São Marcos, a Amazônia Azul está aí, exuberante, rica, exigindo, também, cada vez maior vigilância.

Se a EMAP e o Estado não querem ajudar, que não prejudiquem.

*Advogados. Membros da Comissão de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro da OAB-MA

Coelho Neto e o risco de um colapso: Grupo João Santos “ameaça” demitir funcionários e fechar usina.

Confirmação do fechamento da usina levaria a cidade a um colapso

 

 

A cidade de Coelho Neto pode entrar em colapso caso se confirme a “ameaça” do grupo João Santos de demitir seus últimos funcionários e fechar a Usina Itajubara. A possibilidade é real e chegou a ser ventilada por representantes do próprio grupo.

No último dia 30, durante uma audiência com o Ministério Público do Trabalho em Caxias com a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores (as) Assalariados Rurais – STTA, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos e seus derivados de Coelho Neto – SINTRIAD e os representantes da empresa estava na pauta a proposta que o grupo apresentaria para pagamento de 04 (quatro) meses de salários atrasados, férias e 13º.

Durante a reunião os representantes do grupo negaram a possibilidade de proposta devido ao fato de não conseguirem confirmar a venda antecipada do álcool da safra do próximo ano. As empresas que estavam negociando recuaram diante da visível crise que passa o conglomerado em todo o país, fato que impediu a compra antecipada com recursos na ordem de quase R$ 13 milhões de reais, correspondente a 7 milhões de litros de álcool.

Por conta disso o empresário José Santos – presidente da parte do grupo sediada em Coelho Neto teria mandado noticiar através de seus advogados que não havia mais condição de manter o empreendimento, a menos que os trabalhadores esperassem até 15 maio de 2019, tempo em que ele teria condições de manter o funcionamento. Uma proposta no mínimo indecorosa e desrespeitosa com os trabalhadores não? Se os trabalhadores não aceitassem ele faria uma demissão em massa, tanto dos rurais quanto dos que ainda trabalham na indústria e consequentemente decretaria de vez o fechamento da usina.

Os advogados dos trabalhadores foram orientados a pedir a penhora da Usina e do canavial para que após a concessão da penhora, os trabalhadores tenham segurança de garantias judiciais de receber seus proventos. De acordo com informações obtidas pelo blog junto ao presidente do STTA Eduardo Penha, a dívida toda chegaria a cerca de R$ 40 milhões levando em consideração horas trabalhadas e rescisões.

Essa decisão se confirmada, provocaria um colapso na cidade, tão grave quanto o que aconteceu após a paralisação da empresa Itapagé em 2005. A população naquela época foi vítima de mais um engodo do grupo João Santos, que na ânsia por conquistar mais décadas de isenção fiscal nunca colocou um parafuso na modernização vendida por eles, mas que nunca aconteceu.

Está na hora da classe política se mexer e buscar os meios legais para minimizar um estrago dessa magnitude.

É um sinal vermelho que se acende sobre a situação econômica do município…

Sarney comenta possível greve de médicos no Maranhão

 

Salários e greves

Da Coluna do Sarney

Leio que médicos e rodoviários têm greve marcada, a começar segunda-feira. O Sindicato dos Médicos e o Conselho Regional de Medicina, presidido pelo operoso dr. Abdon Murad, dizem que a motivação é o atraso dos salários.

Até hoje mantenho o recorde de enfrentamento de greve: mais de doze mil. Nenhuma por atraso de salários. Estabeleci também a maneira de tratá-las: nunca por enfrentamento, sempre por negociação. A greve é um direito assegurado ao trabalhador para forçar o reconhecimento de outro direito.

Quando assumi a Presidência minha principal missão era a transição, fazer voltar a democracia.

Com 4 dias de governo, em 1985, reabilitei a vida sindical, com uma anistia ampla, fazendo voltar aos cargos de que estavam afastados os dirigentes sindicais. Em seguida decretei o fim da censura.

Legalizei as Centrais Sindicais. Estabeleci a antiga e grande aspiração dos trabalhadores: o salário-desemprego, que desde então — e até hoje — socorre os desempregados em seus momentos mais difíceis. Criei o Vale-Transporte, que paga o deslocamento dos trabalhadores, e o Vale-Alimentação.

Para assegurar a efetividade da Justiça do Trabalho, criamos 340 novas Juntas de Conciliação e Julgamento. Demos o adicional de periculosidade aos eletricitários. Também poucos dias depois da posse aumentamos (Decreto 91.213/85) o salário mínimo em 112%.

Fizemos, com ousadia e coragem, o Plano Cruzado, rompendo com a velha fórmula de combater a inflação pela recessão. O congelamento de preços criou os “fiscais do Sarney”, e nasceram daí os direitos do consumidor e o exercício efetivo da cidadania. Foi a maior distribuição de renda da História do Brasil. Os que viveram aquele tempo e ainda estão vivos são testemunhas da felicidade do povo brasileiro e de como sua vida prosperou.

Vivemos o pleno emprego, com toda a indústria utilizando sua parte ociosa e obtivemos a menor taxa de desemprego em todos os tempos. A média do desemprego no meu governo foi de 3,86% e em dezembro de 1989, meu último ano, ele foi de 2,36%. O trabalhador escolhia onde trabalhar e, assim, consolidaram-se as lideranças sindicais, que a partir daí tiveram vez e voz nas decisões nacionais.

Também, para completar nossa política trabalhista, assinamos muitas Convenções na Organização Internacional do Trabalho que estabeleciam conquistas para a dignidade do trabalhador.

Sempre tive uma grande preocupação pelos direitos sociais. Quando fundamos a Bossa Nova da UDN, em 1959, o manifesto, redigido por mim, tinha como objetivo apoiar a política desenvolvimentista do Juscelino, MAS COM JUSTIÇA SOCIAL.

Vamos torcer para que cada vez mais se desenvolva a proteção aos direitos do trabalhador e à dignidade do trabalho.

Do Blog do Gilberto Leda

Semed promove culminância de projeto de leitura em Afonso Cunha

 

A Secretaria de Educação de Afonso Cunha através da Coordenação de Incentivo à Leitura promoveu na última sexta (30), a culminância do projeto “Ler é divertido, Escrever é apaixonante”.

A ação feita em espaço aberto integra o Programa de Incentivo à Leitura e Escrita – PILES, contou com belíssimas apresentações de histórias infantis, fábulas, poesias, autobiografias dos alunos e musical da Chapeuzinho Vermelho.

“Queremos parabenizar a todos os envolvidos, em especial a nossa coordenadora professora Francilene Brito, aos alunos e professores das escolas envolvidas. Queremos com essas ações despertar em nossos alunos a importância do exercício diário e necessário da prática da leitura. O nosso governo foi sem sombra de dúvidas o que mais fez por essa área em um curto espaço de tempo”, disse o secretário de Educação, Milton Bastos.