Domingos Dutra tem o deputado Neto Evangelista como seu representante. Enquanto os benefícios vão para os outros municípios, Coelho Neto permanece na janela vendo o bonde passar…
A falta de articulação política do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) tem sido determinante para que Coelho Neto fique sem ter as grandes obras que estão sendo executados Maranhão afora.
Com o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT), o prefeito de Coelho Neto fica apenas chupando o dedo, já que os milhões vão apenas para Timon. Com o deputado federal Zé Carlos (PT), esse é um pra nada, é fraco em Brasília e se mantém bem distante do município.
A promessa de um hospital do município caiu no esquecimento e as mentiras do prefeito também. Américo chegou a dizer que se o governador Flávio Dino não desse o dinheiro para o hospital ele faria com o dinheiro da prefeitura. Por que nunca fez?
No último sábado (17), o governador Flávio Dino esteve em Paço do Lumiar para autorizar a ordem de serviço do Hospital-Maternidade do município no valor de quase R$ 5 milhões de reais, fora a ordem de serviço R$ 1,4 milhão para a pavimentação de 7 quilômetros de ruas.
Coelho Neto está tão tão ruim de representantes, que o próprio ex-prefeito Dr Magno Bacelar – que é aliado do prefeito – externou recentemente sua frustração com os representantes do prefeito. É construção de hospital aqui, manutenção de UPA ali enquanto a saúde de Coelho Neto patina numa proposta de mudança que até agora nunca chegou.
Enquanto isso, tem gente morrendo no Hospital Maternidade simplesmente porque não conseguiu uma porta de entrada no Hospital de Caxias.
Estava fazendo as minhas orações de deitar quando minha mulher me lembrou a data que chegava ao fim: 15 de março.
Ela então acrescentou: “Você se recorda que, há 33 anos, nesta data, assumia a Presidência da República?” Eu respondi-lhe: “Não, não me lembrava.”
Lembrei-me do que tinha ocorrido no dia 24 de abril de 1985: estava eu no sepultamento de Tancredo Neves, em São João Del-Rei, no Cemitério da Igreja de São Francisco de Assis — projetada pelo Aleijadinho, com algumas obras notáveis, como São Francisco recebendo os estigmas, no frontão —, quando, depois da cerimônia, em que eu estava preso de profunda emoção, lembrei-me, já às 11 horas da noite, que, naquele dia, eu completava 55 anos de idade.
A tragédia que vivíamos com a morte do nosso líder, que até hoje lamento e me comove, me fizera esquecer até a data do meu aniversário — nem ninguém se lembrou dela.
Hoje, 33 anos depois, recordo a dificuldade que tive quando caiu em minhas mãos a transição democrática, passar o País de um regime autoritário para um regime democrático. A tarefa me enchia de temor e de angústia, sobretudo porque eu olhava para o tempo e não sabia o que seria o futuro.
Como já disse, a transição, muitas vezes, destrói ídolos e lideranças — eu não era nem uma coisa, nem outra. Mas hoje tenho um profundo orgulho de que a democracia não morreu em minhas mãos. Ao contrário, criamos uma sociedade democrática, com afirmação dos direitos do cidadão e das conquistas sociais.
Assim é que, nesses 33 anos, posso recordar que me coube, juntamente com Alfonsín, a tarefa histórica, de repercussão mundial, de retirar a América Latina da corrida nuclear, esse problema que ameaça a humanidade. E vemos o quanto é grave com o que ocorre hoje com a Coreia do Norte e a luta para que o Irã não possua armas nucleares, sobretudo agora quando o Presidente Putin anuncia que tem a arma de destruição total — o míssil inalcançável, capaz de levar muitas ogivas nucleares a qualquer parte do mundo sem ser interceptada.
Por outro lado, também com o grande amigo e estadista Alfonsín, acabamos com a grande rivalidade histórica entre Argentina e Brasil e criamos o Mercosul, que mudou a face da América Latina e, se ocorresse nosso sonho, no futuro, se transformaria no Mercado Comum da América do Sul.
Lembro também que, com meu espírito de fé, fiz colocar em nossas cédulas de dinheiro a expressão “Deus seja louvado”, que tentaram tirar, e o povo não deixou.
O maior programa de alimentação das crianças do mundo inteiro, o Programa do Leite, que distribuía 8 milhões de litros de leite por dia; o Vale-Transporte, com que o trabalhador anda hoje nos ônibus sem tirar do seu salário; o Vale-Alimentação; a impenhorabilidade da casa própria; a universalização da saúde, com que todos passaram a ter direito a assistência médica, quando antes o pobre não tinha nem onde tomar uma injeção; a Fundação Palmares, para ascensão da raça negra; o Conselho Nacional da Mulher; a lei de proteção às pessoas com deficiência; os incentivos fiscais à cultura (Lei Sarney); a menor taxa de desemprego; a Assembleia Nacional Constituinte; o crescimento econômico de cinco por cento ao ano, até hoje não repetido; o décimo terceiro salário para funcionários civis e militares: tudo isso aconteceu naqueles anos. E passamos de oitavo para sexto país na economia mundial, com o terceiro maior saldo de exportação do mundo, só perdendo para China e Alemanha.
Tempo de construção.
Os ventos da liberdade varreram o Brasil como nunca. E até hoje as eleições livres, a plena democracia, os direitos do consumidor, da mulher, do trabalhador, dos funcionários ficaram inscritos em lei, e vivemos uma das maiores sociedades democráticas do mundo.
Minha mulher teve razão ao lembrar-me aqueles dias: tenho a consciência de, neles, ter ajudado o Brasil a crescer e democratizar-se.
Com a diminuição das chuvas, o prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB) determinou em caráter de urgência que a equipe da Secretaria de Obras realizasse neste domingo (18), a intervenção que retirasse o povoado Vereda do isolamento.
No início do ano prefeito ouviu a reclamação da população…
Diferentemente do que publicou o “projeto de blogueiro” que representa o grupo da candidata do 3º lugar, a ponte improvisada já havia sido construída pelos moradores em janeiro e foi constatada durante a visita que o prefeito havia feito a localidade. (relembre AQUI)
E se comprometeu em mudar o cenário de abandono dos oito anos
Em fevereiro, o “projeto de blogueiro” do atraso noticiou a ponte improvisada como se fosse algo novo. Esqueceu que o descaso é apenas uma herança de oito anos deixada pelo modelo falido de governo que ele representa e que fora derrotado nas urnas pelo povo.
Secretário de Obras David Miranda com a mão na massa
Pois bem, durante a visita o prefeito assegurou que uma intervenção seria feita e que a ponte improvisada estaria com seus dias contados.
Véiculos do município agora trabalham em favor da população
Pouco mais de dois meses após a visita, o governo mobilizou trabalhadores e máquinas se revezando eliminação da ponte improvisada, colocação dos tubos e posterior liberação do tráfego da localidade.
Colocação dos tubos
“Estamos satisfeitos em cumprir com o nosso dever. Diferentemente daqueles que gastavam o dinheiro público para outros fins, em nosso governo a gente aplica o dinheiro é em benefício público. O que não foi feito em oito anos nós estamos fazendo em pouco mais de um ano. Não precisou convênio, não precisou emenda, bastou a vontade administrativa de fazer”, disse o prefeito.
Após o descaso de oito anos, a passagem devidamente liberada
Vereadores da base do governo fazendo graça pro prefeito: um dia batem, no outro dia assopram
Quem foi para a sessão da Câmara de Coelho Neto na última quinta (15), ficou sem entender o que estava acontecendo.
A base do governo que estava afiada na sessão de segunda (12), na defesa dos professores e que em represália ao governo não compareceu as inaugurações da terça (13), entrou muda e saiu calada. Ao que se sabe a boca miúda, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) chamou a base para conversar e a paralisia dos vereadores ao que tudo indica tem tudo haver com essa “conversa”.
Para fechar o pacote, na última sexta (16), pelo menos 04 (quatro) dos vereadores que estavam com cangote grosso já estava de dente aceso para o prefeito: Moabe Branco, Wilson, Vaz, Camilla Liz e Reginaldo Janse (Cará), apareceram festejando o material esportivo doado pelo Estado, já que a prefeitura não tem coragem para comprar.
Pois bem, na matéria que o blog tratou do apoio dos governistas aos servidores, não fizemos qualquer referência ao discurso dos vereadores do governo justamente por isso. Sempre engrossam o discurso, o prefeito chama e eles voltam todos cordeirinhos ao primeiro grito do chefe. Wilson Vaz fez o discurso mais duro e ao invés de pousar pra foto, deveria ter cobrado do prefeito no gabinete o que ele disse no plenário da Câmara. Mas não, preferiu mais uma vez a subserviência.
OPOSIÇÃO FIRME
Com a ausência do vereador Dr Ricardo Chaves (PPS) por está em São Luís em um congresso partidário, coube aos vereadores João Paulo e Rafael Cruz (ambos do MDB), continuarem o discurso em favor dos professores e contrários a desordem que se tranformou o início do ano letivo.
João Paulo cobrou do governo o diálogo com a classe sobre a decisão de aumento da carga horária e defendeu a legitimidade dos servidores de cobrar pelos seus direitos. O parlamentar foi aplaudido por diversas vezes pelos servidores.
O presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT), que já foi presidente do Sindicato dos Servidores do Serviço Público Municipal de Coelho Neto – SINTASP, que em outros governos pulava na tribuna, gritava e batia na mesa não se manifestou em nada sobre a questão provocada pelos professores.
Daqui para frente os servidores saberão com quem realmente devem contar…
Uma das empresas que prestam serviço na reforma das escolas municipais de Coelho Neto entrou em contato com o blog para assegurar que nas escolas que ficaram sob sua responsabilidade, não há atraso em pagamentos.
Em informações repassadas ao blog, o gerente administrativo Eriki Dionatan Irineu Carneiro foi bastante transparente e convincente em suas explicações.
“A Construtora HN está com seus funcionários todos pagos em dias e com todos os recolhimentos pagos como FGTS e INSS. Todos os nossos fornecedores do município também estão pagos”, disse ele.
Seguro do que disse, o gerente ainda se disponibilizou a enviar para o blog caso fosse necessário, a cópia da folha de pagamentos devidamente paga bem como as guias de recolhimento. A postura da empresa foi bastante digna e é preciso que se registre isso, já que na maioria das vezes o governo adota o silêncio sempre que é citado em alguma denúncia.
Que a outra empresa responsável pelas reformas também se manifeste.
Com a mesma seriedade e com a mesma disposição de mostrar que não deve aos seus colaboradores…
O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) confirmou que está mesmo “decidido a ser candidato a governador”.
Em entrevista a O Imparcial ele disse que já percebeu “o sentimento popular” de apoio ao seu projeto, que reconhece o fato de que ainda não é muito conhecido no interior do estado e que trabalha “para reunir as condições necessárias”.
Uma dessas condições, acrescenta, seria garantir uma chapa com o deputado federal Zé Reinaldo, que ainda tenta o DEM.
Abaixo, alguns dos principais trechos da entrevista.
Cadidatura
“Há um sentimento muito grande no Maranhão hoje da construção de uma via alternativa e isso ficou muito claro nas pesquisas que foram divulgadas logo após as eleições municipais. Em todas elas, eu acabei figurando na terceira colocação. Para mim, isso é um sinal de que o povo maranhense acredita, confia no nosso nome. O que posso dizer hoje é que eu estou decidido a ser candidato a governador, mas trabalhando para reunir as condições necessárias para que isso possa se concretizar. Tenho certeza de que o Maranhão pode ser melhor, um estado diferente e vamos mostrar isso no momento certo”
Alianças
“Ninguém é candidato de si mesmo. A primeira coisa é você ter o sentimento popular. Essa etapa já me foi demonstrada pelas pesquisas de opinião de votos. Isso é algo que muitos procuram e não conseguiram ao longo dos anos em outras eleições. A segunda situação é que você precisa de uma aliança partidária que dê as condições mínimas para que você possa levar uma campanha de governador do estado. Reconheço, no meu caso, o desconhecimento em relação a mim no interior do estado. Você só vence esse desconhecimento se tiver uma aliança partidária que te dê capilaridade para levar seu nome para o interior, um tempo de TV razoável para que você possa mostrar seus projetos que vão mudar, de verdade, o Maranhão para melhor”
Via alternativa
“O povo merece um Maranhão de cara nova. Isso é um sentimento que está nas pesquisas. Tive acesso a pesquisas do ano passado, onde em todos os cenários eu apareço em primeiro lugar aqui na capital e com bom desempenho em cidades onde eu nem estive por conta desse sentimento de construir essa terceira via. O que temos hoje colocado ao maranhense? Um governo que se propôs a fazer uma mudança, e eu posso afirmar que a desigualdade no Maranhão aumentou por conta desse governo que aí está e digo com base em números. O governo que aí está falhou na distribuição de riquezas em nosso estado. O PIB mais alto do país, mas por outro lado os indicativos menores em relação à distribuição de riqueza. Esse é um lado que precisa ser contestado. A outra candidata teve a oportunidade de mostrar o que poderia fazer pelo Maranhão. Acho que é o momento de apostar no novo e, por isso, que eu digo que o povo merece um Maranhão de cara nova”
Propaganda comunista
“Se tem uma coisa que eu aprendi ao longo desses três anos é que o comunismo sabe fazer bem uma coisa: propaganda, especialmente propaganda enganosa. Se formos ver o que é anunciado pelo governo do estado e a realidade que tem na vida das pessoas, são duas situações completamente diferentes. Tome por base agora a educação, onde o governo faz uma política muito forte na educação, mas o Maranhão ostenta um dos piores índices no que diz respeito ao aprendizado de leitura e de matemática. É completamente diferente daquilo que o governo vem pregando. Tome por exemplo o Italuís. Se você pegar um carro e sair aqui, você vai ver todas as propagandas do Novo Italuís. A adutora nunca nem funcionou. Quanto o governo gastou para investir nessa propaganda de nova adutora? Vi propaganda em televisão, em jornal impresso, nas ruas. A adutora não está funcionando. Ela teve um problema e nunca funcionou até hoje. É um governo que percebe ser mais fácil investir em propaganda do que usar esse dinheiro para tornar melhor a vida das pessoas na prática”
Zé Reinaldo
“É verdade e tenho que lembrar uma coisa: fui auxiliar do exgovernador Zé Reinaldo. Ele era governador e eu era presidente da Caema. Então, naturalmente, nós já temos uma relação de confiança. Segunda situação: o Zé Reinaldo, de forma muito injusta, recebeu um tratamento do governador Flávio Dino que não merecia por tudo aquilo que ele representou na vida política do governador e também pelos serviços que ele já prestou no Maranhão. Então, devido a essa situação, houve um rompimento. Eu conversei com ele e ele me demonstrou a sua decisão irreversível de ser candidato ao Senado. Eu disse a ele, de forma clara, que iríamos caminhar juntos e que a primeira vaga de senador na minha chapa, eu conÒrmando a candidatura, seria dele. E de lá para cá as conversas vêm acontecendo de forma mais intensa”
2018 x 2020
“Eu não sou candidato em uma eleição pensando em outra. Se eu for candidato a governador, é porque eu tenho a absoluta convicção de que eu vou chegar até lá, assim como eu tinha absoluta convicção de que chegaria à Prefeitura de São Luís. E não cheguei por detalhes, por pouco. Eu não pensei quando me candidatei a prefeito de São Luís em fazer nome para disputar a eleição de 2018, assim como, ao disputar a eleição de 2018, eu não tenho outro foco que não seja chegar ao governo do estado”
O blog recebeu denúncia de falta de pagamento por parte dos operários envolvidos nas reformas de escolas realizadas pela Prefeitura de Coelho Neto, através da Secretaria de Educação.
Segundo a denúncia, o atraso já chega há 01 (um) mês e quase 15 dias. Ao procurarem a Secretaria de Obras ninguém sabe dá notícia de quem realmente responde pelo negócio. Pergunta um, pergunta outro e nada.
Está na hora de alguém do governo tomar providências com respeito a esses pagamentos, pois quem trabalha de graça é só relógio mesmo.
O prefeito Luciano Leitoa chegou a ter 14 dos 21 vereadores de Timon, mas, por falta de um diálogo mais próximo ou de uma articulação melhor cinco desses resolveram se unir entre si
Bloco de oposição e G-5 com uma decisão, vão votar unidos em todas as matérias na Câmara
Não precisa ser muito entendido de política para perceber que a relação entre os vereadores Kaká do Frigosá, professora Cláudia Regina, Raimundo da Ração, Dr. Tuá e Helber Guimarães com o prefeito Luciano Leitoa tende para um rompimento político em definitivo e com possibilidade de efeitos drásticos. Todas as tentativas de uma reaproximação com quinteto de parlamentares por parte dos Leitoas foi feito através de figuras inábeis e com isso aumentando ainda mais o distanciamento entre eles e o governo municipal.
Nesta semana o grupo dos 5 vereadores, o G-5, não se sentindo representados pelo líder do governo Luciano Leitoa, vereador Zé Carlos Assunção resolveram tomar uma decisão consensual e elegeram entre eles o vereador Kaká do Frigosá e Dr. Tuá como líder e vice-líder desse quinteto (reveja), o que só aumento ainda mais o distanciamento deles com o prefeito Luciano Leitoa e seu grupo.
Mas, esses 5 vereadores têm passado por momentos difíceis e um deles foi presenciado por muita gente durante um clima tenso na Câmara Municipal onde foram chamado por populares de traidores além de outros adjetivos mais duros.
Isso tudo que vem acontecendo tende a piorar mais ainda se o prefeito Luciano Leitoa for dar ouvido a turma do chamados “espalha brasas”, estes são defensores do que pode ser resumido num provérbio popular que diz, “Quanto menos somos, melhor passamos”. É desses que tem partido a defesa de uma base de sustentação política menor, pois acreditam que outros governos com uma base bem maior não tinha uma boa aceitação perante população. Pelo menos isso é dito publicamente, mas, não se sabe quais as reais intensões na defesa de uma base política mínima.
O certo mesmo é que o prefeito Luciano Leitoa passa a contar apenas com 9 dos 14 vereadores que tinha antes, claro, isso se não tiver fatos novos que possam causar outras situações peculiar da política. Por outro lado, o G-5 entrou em entendimento com o bloco de oposição em votar juntos as matérias na Câmara de Vereadores.
Essa crise estabelecida na Câmara de Timon teve início desde uma quebra de acordo e aumentou quando resolveram não realizar a eleição da Mesa Diretora na data prevista que era no dia 23 do mês passado. O fim dessa crise que parece interminável pode está próximo do fim pela leitura de muitos observadores da política local, que será no mês de abril onde poderá ser realizada a eleição na Câmara, mas, por outro lado, existe alguns interesses defendendo que seja apenas realizada em dezembro deste ano, com isso empurrando para frente uma situação que pode ser resolvida logo. Mas, até nas crises política tem figuras que ganham com isso tirando proveito de algumas formas, é esperar para ver quem tem razão no final…
Derrotas implacáveis
Segundo o experiente jornalista Ademar Sousa publicou em seu blog, com uma base super enfraquecida o prefeito Luciano Leitoa tende a sofrer derrotas implacáveis na Câmara de Vereadores de Timon. O jornalista disse ainda que, “O povo e a imprensa estão de olhos abertos. Quem se vender ou voltar atrás sofrerá um desgaste fora do comum”, acrescentando ainda que, “Nesse atual cenário de baixa na base governista ficando sem maioria no Poder Legislativo, Luciano Leitoa precisa rezar muito para não acontecer um pedido de seu afastamento da Prefeitura de Timon”. (veja)
Partidários da ex-prefeita Ducilene Belezinha estrebucharam quando a Prefeitura de Chapadinha anunciou a obra de reforma do Terminal Rodoviário, abandonado completamente durante sua gestão desastrosa.
Durante seus 04 (quatro) anos Belezinha governou a cidade pela tela do computador e a base do mundo virtual. Nesse período idealizou a maquete de uma rodoviária e de tantas outras obras que nunca saiu do papel.
Maquete da rodoviária de Belezinha: só promessa, nada mais
O que era mais fácil? Reformar o prédio da rodoviária existente para garantir aos passageiros um local salubre, ou querer tomar na marra o terreno de um adversário? Belezinha optou pela segunda opção e saiu frustrada: abandonou o prédio existente, não conseguiu tirar sua obra do computador e de quebra não conseguiu o terreno que desejava.
Agora, quando o prefeito Magno Bacelar toma a decisão político-administrativa de mudar o cenário de horror que até então havia se transformado o espaço, partidários do “governo da maquete” se revezavam na rede social acusando o golpe e dizendo que a obra seria apenas uma “mão de tinta”.
“Mão de tinta” contempla ampliação do restaurante e construção do espaço administrativo
Responsável pela obra, o engenheiro professor Telmo José tem feito uma divulgação permanente do andamento do trabalho e da equipe. Basta um simples olhar para ver que a “mão de tinta” vai bem além do que profetizaram a “turma do quanto pior, melhor”.
Espaços estão sendo melhor aproveitados e novas divisões estão sendo feitas para beneficiar o usuário
Às vésperas de completar seus 80 anos, a Chapada das Mulatas se prepara para ter de volta um prédio histórico, completamente recuperado e com todas as condições dignas de receber quem entra e sai do município. Ao final da obra, cada cidadão terá a oportunidade de comparar o que não fizeram e o que está sendo feito em pouco mais de um ano.
Novos banheiros estão criados levando em consideração a acessibilidade. Na etapa telhado, madeiramento limpo, peças danificadas substituídas e novas telhas. Pavimento superior já no aguardo dos revestimentos e pedras
Essa é a diferença que se estabelece entre o “governo da maquete” do passado e o governo das obras concretas do presente. Entre a prefeita com a promessa de que ia fazer e do prefeito que faz.