Prefeito Américo de Sousa: falta competência para reverter os milhões do governo em obras
Com uma administração fraca e inoperante, o prefeito Américo de Sousa (PT), não terá nada a oferecer para o município no seu aniversário de 125 anos de emancipação política.
O que normalmente seria um rito, em Coelho Neto não é. Liderando um governo totalmente dependente do Governo do Estado, Américo não conseguiu no intervalo de 1 ano e 10 meses inaugurar uma única obra que fosse construida pelo seu mandato.
Mesmo já tendo passado pelo caixa da Prefeitura mais de 50 milhões de reais, o petista é incapaz de reverter esses milhões em obras que beneficiem a população, talvez seja por isso que tenha se sentido tão incomodado quando o prefeito de Caxias Fábio Gentil (PRB), durante um ato político esse an o convido indiretamente para aprender a governar.
Na vizinha cidade, o prefeito trabalha sem a parceria do Governo do Estado e já inaugurou obras importantes, com várias outras me fase de execução. Além de não ter obras, não há nenhuma ação ou projeto voltado para o resgate da memória da cidade, ou seja, o governo patina.
Sem obras, restou apenas o show de Mano Walter para não deixar a festa passar em branco.
Em termo de infraestrutura, o governo em Coelho Neto exeriemnta um fracasso retumbante…
A secretária de Educação Williane Caldas tomou um verdadeiro “puxão de orelhas” de uma mãe revoltada com o descaso na escola do povoado Santo Inácio.
Segundo ela mesmo com vários zeladores apenas uma estava trabalhando enquanto os demais ou ficavam no telefone ou retornavam para casa. Em seu depoimento a mãe desceu o sarrafo na asituação da escola, que segundo ela é feudo de uma só família.
“Então como mãe de aluno acho que tem muita coisa que precisa melhorar, hoje a escola é uma vergonha, antes eram só duas zeladoras e a escola era maravilhosa. Tem professor que não sabe fazer nem o próprio nome, na escola o diretor tem vez que manda na escola e uma família que quer tomar e empregar a família toda. Isso é uma grande vergonha para uma escola que já foi referência”, disse ela cobrando fiscalização.
Demonstrando total desconhecimento do fato, a secretária para minimizar a gravidade da denúncia que ocorre debaixo do seu nariz se limitou a dizer que tomaria conhecimento do fato e que as devidas providências seriam tomadas.
Cadê a equipe da Coordenação do Campo? Talvez se alguns deixassem de tentar patrulhar as redes sociais e se dedicassem para sua função com a mesma força que tem para defender “a chefa” das críticas, haveria menos conversa e mais ação. E de quebra evitariam de expor a secretária a “tomar um pito” público por tanto descaso.
E diante desse quadro ainda não querem receber críticas? Sejam competentes então e honrem a função pública que lhes foi confiada.
Tem sido bastante rentável a atuação da empresa Albatroz Construções LTDA, com sede na cidade de Raposa e que encontrou o caminho de Coelho Neto.
A empresa tem abocanhado sozinha contratos milionários com a Prefeitura. Em março fizemos uma postagem confirmando que a empresa seria responsável pela manutenção predial de 04 (quatro) secretarias pela bagatela de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais).
Agora a Albatroz tem motivos de sobra de comemorar de novo, afinal foram mais dois contratos vultuosos que não se pode reclamar.
O primeiro contrato assinado recentemente diz respeito a manutenção predial das Unidades Básicas de Saúde no valor de R$ 953.508,63 (Novecentos e Cinquenta e Três Mil, Quinhentos e Oito Reais e Sessenta e Três Centavos) e o outro para contratação de empresa de engenharia e/ou arquitetura para execução de serviços técnicos, compreendendo o levantamento, relatório, orçamento, projetos e outros de mesma natureza, necessários à consecução dos serviços de reforma na Casa de Saúde e Maternidade de Coelho Neto/MA pela bagatela de 1.072.235,35 (Um Milhão, Setenta e Dois Mil, Duzentos e Trinta e Cinco Reais e Trinta e Cinco Centavos).
No frigir dos ovos, apenas nesses 03 (três) contratos, a Albatroz abocanhará dos cofres públicos de Coelho Neto mais de 3,5 milhões de reais. Muito dinheiro para pouca crise.
Alunos da rede municipal de ensino gravaram um vídeo denunciando o descaso e a falta de aula na escola localizada no povoado Bananalzinho.
De acordo com a gravação encaminhada ao blog ontem (23), a escola estava sem professores nas salas e os alunos com o tempo ocioso e nas mediações do prédio.
E é assim que anda a educação sob o comando da secretária de Educação Williane Caldas. Confira o vídeo:
Mas essa não é a única reclamação de escola do campo que cai no colo da Secreatria de Educação.
O município de Coelho Neto foi sede durante todo o final de semana da XIV Assembleia Geral Ordinária – AGE de Pastores da Igreja Assembleia de Deus Madureira.
Durante o período foram dezenas de pessoas do interior do Estado que movimentaram a cidade para prestigiar o evento. A empresária Antonina Costa por exemplo, proprietária do Hotel Central A Piquinina destacou a importância do evento e da contribuição desta para a economia do município.
“Para a nossa cidade é uma honra sediar um evento dessa magnitude e dessa importância para os evangélicos da Assembleia de Deus Madureira. Aqui tivemos a oportunidade de hospedar cerca de 44 pessoas, ou seja, uma quantidade expressiva para um final de semana que parecia ser corriqueiro. Toda essa quantidade de visitantes que passaram por aqui consumiram e fizeram o dinheiro circular nesses três dias. Está de parabéns a pastora Sebastiana Amaro pela coragem em aceitar esse desafio”, disse ela.
Antonina fez questão de destacar a cordialidade dos hóspedes – formado na sua maioria por pastores – que foram de extrema educação para os colaboradores do hotel.
Desorganizada, a secretária de Educação de Coelho Neto Williane Caldas sentiu mais uma vez o peso de sua gestão inerte e sem qualquer avanço que de fato represente os vinte anos do prefeito Américo de Sousa vendendo ilusão atrás do microfone de uma rádio.
Após a repercussão negativa do governo não fazer nenhum evento no Dia dos Professores na velha máxima de economizar, a secretária resolveu correr atrás do prejuízo para tentar se limpar com a classe. Foram ataques de toda parte pela ofensa e desprestígio.
Até então não havia promessa de festa e os professores não haviam sido comunicado sobre nada desse evento, mas diante do bombardeio o jeito foi improvisar. Fontes da própria equipe da secretária admitem que nos bastidores a correria tem sido enorme para que tudo fique pronto no intuito de passar a imagem de que a festa estava no script. Quem não te conhece, que te compre!
Por incrível que pareça, foi nos governos do ex-prefeito Soliney Silva – tão criticado por Williane e seu patrão – que os professores desfrutaram das maiores festas para o segmento na história recente do município, inclusive com sorteio de motos e uma de um carro.
Fraca, sem pulso e apática, Williane jamais conseguirá chegará ao nível de uma festa daquela magnitude, mas diante do não fazer preferiu tentar se limpar.
Se não deu pra fazer uma planejada, o jeito será se contentar com uma feita nas coxas.
Um dos grandes problemas de Coelho Neto hoje tem sido a falta de iluminação pública, aliás como tudo que se relaciona a inerte e incompetente Secretaria de Obras.
São inúmeras as denúncias de pontos da cidade as escuras, tanto no centro da cidade como em bairros dos mais diversos.
Quem entra na cidade a primeira impressão é de que a cidade não tem prefeito. A Avenida José Silva está em mais da metade se sua extensão as escuras, portes danificados e um descaso a perder de vista.
Avenida José Silva totalmente as escuras
A Rua 14 de abril é outra afetada pelo descaso do setor. Segundo moradores, a única iluminação vista por lá é a das residências.
Rua 14 de Abril: mais uma vítima do descaso
Todo esse descaso da Prefeitura pode ser visto como um atrativo ainda maior para os assaltantes que andam abordando as pessoas diariamente. E assim segue o descaso!
Há um ano e dez meses o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), governa a cidade e nesse espaço de tempo ele faz questão de manter os carros oficiais sem identificação. Para que? Para incentivar seus secretários a fazerem mal uso dos carros oficiais como se fossem carros de passeio. Aliás não custa nada lembrar que no governo anterior Américo era um ferrenho crítico quanto ao uso dos carros oficiais para fins particulares e hoje faz bem pior.
Albertino é conhecido por tentar resolver as coisas na ameaça
Pois bem, ontem (12), um empresário da cidade registrou o uso indevido do carro oficial por parte do Secretário de Agricultura Albertino Veríssimo num local onde funciona uma área e lazer, no povoado Bom Lugar em pleno feriado.
Carros oficiais circulam sem identificação em Coelho Neto: incentivo ao uso indevido dos carros mantidos com recursos públicos
Segundo o denunciante, além de está visivelmente bêbado no local onde funciona um bar, Albertino ainda teria ameaçado o empresário de que se as fotos vazassem ele iria se ver com ele. É isso mesmo, o ditadorzinho se achando o rei da cocada preta ainda ameaçou o empresário.
Albertino é mais um secretário de Américo que se acha o dono do mundo e não é a primeira vez que é denunciado por ameaça. Ele já havia feito isso com a empresária Doralice Santana por uma reclamação feita por ela sobre uma ponte (relembre AQUI).
O mal comportamento dos secretários do atual governo tem o apoio do Chefe do Executivo. Mas aqui não cola, toda vez que denuncias como essa chegarem virão a público sim.
As fotos já vazaram. Agora vamos aguardar o que o secretário fará para cumprir a ameaça que fez ao empresário…
A briga interminável dos herdeiros do Grupo Santos vai se agravando em meio a denúncias de dilapidação do patrimônio e com os trabalhadores tendo que pagar a conta
Trabalhadores de Coelho Neto: vítimas do descaso e da falta de responsabilidade do Grupo João Santos Foto: Diário de Notícias
A semana em Coelho Neto teve mais um episódio lamentável de paralisação dos trabalhadores do Grupo Santos para receberem seus direitos trabalhistas. Eles precisaram acampar e impedir o acesso a Escola Maria Regueira dos Santos (de propriedade do grupo), para que pudessem ser vistos pelos poderes constituidos.
É só mais um capítulo triste dessa história que se arrasta há anos. O Grupo João Santos nunca foi essa referência de respeito aos seus colaboradores, muito pelo contrário, em Coelho Neto a situação sempre foi bem caótica e na maioria das vezes com necessária intervenção da justiça para que obrigações legais fossem cumpridas.
Quando receberam praticamente de mão beijada as empresas que pertenciam ao Grupo Bacelar, o Grupo João Santos nunca se preocupou com o bem estar dos coelhonetenses. Diferentemente de grandes outros conglomerados no país afora, não há qualquer ação de responsabilidade social ao longo de mais de 40 anos.
Sugaram de nossas riquezas até cansarem, destruiram criminosamente patrimônios de nossa história e fizeram pouco caso de suas obrigações diante da alforria lhes dada pela Câmara renovadas vezes com o benefício de décadas de isenção fiscal e com a promessa de um retorno que nunca foi cumprido na integra. O sonho do fechamento da Itapagé para modernização foi mais um engodo para que tivessem a isenção fiscal renovada e hoje pagamos um alto preço por isso.
Itapagé fechada em Coelho Neto desde 2005: modernização foi mais uma mentira pregada por seus dirigentes para garantir novos anos de isenção fiscal. Foto: João Osório
As casas da vila de funcionários estão se acabando, mas é melhor isso do que criar um aluguel social com valor simbólico e oportunizar para aqueles que não tem casa a oportunidade de não deixar o patrimônio se acabar. O Grupo João Santos sempre pensou apenas em si e nos seus lucros. Que se lixe a população! É exatamente por isso que hoje os trabalhadores precisam recorrer sempre a justiça se quiserem receber seus dividendos.
Estamos falando de um Grupo que parou no tempo. Não envelheceram apenas as máquinas, mas os métodos e as práticas. Reclamam de falta de dinheiro, mas não prestam contas dos resultados financeiros de cada safra. No recente episódio de paralisação, tanto o Executivo como o Legislativo se calaram e acoube ao Ministério Público agir na intervenção. Por incrivel que pareça entre os políticos ninguém fala, ninguém grita e nem esbraveja porque parecem temer aquilo que já foi um “poderoso império”, mas que hoje se destrói com as próprias mãos.
Enquanto os trabalhadores sofrem o descaso, os herdeiros se matam pelo patrimônio. Recentemente os dois presidentes do Grupo – Fernando Santos e José Santos – foram cusados pelos familiares de estarem dilapidando o patrimônio da família. Segundo o Estatuto, para serem retirados do comando da empresa, é necessário 75% dos votos, mas os dois detém juntos 38% contra 68% da ala insatisfeita. Em meio as denúncias – que ambos negam – as acusações contra a diretoria do Grupo são de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, fraudes as execuções trabalhistas e formação de quadrilha. O caso composto por um um dossiê de 91 páginas já foi enviado para a Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho em Pernambuco, onde fica a sede do Grupo. Para se ter uma noção do caos, o Grupo João Santos teria hoje uma dívida fiscal superior a R$ 8 bilhões, sendo que deste valor R$ 5 bilhões já estariam inscritos na dívida ativa da União.
Não investem nas empresas paralisadas e nem se livram delas. Se já tivessem vendido, Coelho Neto hoje teria como viver novos ares e poderiamos sonhar com o retorno dos áureos tempos de fortalecimento da economia local e de toda a região. Enquanto brigam lá por cima, os herdeiros do Grupo João Santos massacram o trabalhador, detonam o próprio patrimônio e submetem a cidade a continuar debaixo do seu pesado jugo.