João Paulo propõe que “Setembro Amarelo” seja inserido no calendário do município…

Vereador João Paulo: cobranças sobre ações do Setembro Amarelo

O vereador João Paulo (PMDB) anunciou ontem (18), durante a sessão da Câmara Municipal, a reivindicou que as atividades do “Setembro Amarelo” fosse inserido oficialmente no calendário de eventos do município.

O “Setembro Amarelo” é uma campanha que acontece desde 2014 em todo o país e visa a conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio.

O parlamentar criticou a falta de mobilização da prefeitura em não fazer uma grande mobilização a respeito do tema, haja visto que esse é um problema que atinge a cidade. Ele informou que participou de um evento em São Luís em que descobriu que a cidade figura entre as cinco com maior número de homicídios do Estado.

O vereador destacou que houve ações isoladas de algumas coordenações, mas diante da problemática reivindicou que o assunto fosse melhor debatido com a sociedade.

Secretaria Nacional da Juventude é contra redução da maioridade penal

O secretário nacional de Juventude, Assis Filho, entregou, nesta segunda-feira (18/09), uma carta pública contra a redução da maioridade penal ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), senador Edson Lobão (PMDB-MA). A análise da proposta que permite que adolescentes entre 16 e 18 sejam julgados como adultos quando cometerem crimes graves (PEC 21/2013) está na pauta da CCJ para ser votada nesta quarta-feira (20/09).

A Secretaria Nacional de Juventude entende que o remédio para combater a violência é possibilitar o acesso dos jovens às políticas públicas e cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Não é mudar a legislação”, afirma Assis Filho. A Secretaria Nacional de Juventude vai entregar uma carta a todos os senadores da CCJ expondo os motivos pelos quais a redução da maioridade penal não combate a violência. Assis Filho também busca uma agenda com o relator da proposta na CCJ, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), para tentar sensibilizá-lo.

A proposta original, do senador licenciado Aloysio Nunes Ferreira, estabelecia a redução para os crimes hediondos, tortura, terrorismo, tráfico de drogas e casos repetidos de roubo qualificado e agressão física. Ferraço excluiu o tráfico de drogas e detalhou 15 casos em que o menor pode ser punido, como genocídio, homicídio doloso, latrocínio e estupro.

Acompanharam o Secretário Nacional de Juventude: o Assessor Parlamentar da SNJ, Samuel de Oliveira, o Coordenador Geral de Políticas Transversais, Vitor Otoni, o Presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), Anderson Pavin e o Vice-presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), representando a sociedade civil, Marcus Barão.

CARTA PÚBLICA CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Diante da possibilidade de votação, a qualquer momento, da admissibilidade da PEC 74/2011, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal, a Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República (SNJ) reforça seu posicionamento contra a redução.

Quando o adolescente vê-se em conflito com a Lei, a mídia reacende o tema sobre a redução da maioridade penal em âmbito nacional e explora o tema com sensacionalismo exacerbado, criando na população a ideia equivocada de que os adolescentes são os maiores responsáveis pelos elevados índices de violência contra a pessoa.

É fato, toda vez que a mídia noticia algum ato infracional envolvendo a participação de adolescentes como autores, partícipes e até mesmo vítimas, várias vozes ecoam no Congresso Nacional em defesa da redução da maioridade penal. Entretanto, toda vez que esta discussão foi suscitada, houve forte reação da comunidade jurídica, da sociedade civil organizada e dos órgãos de promoção dos direitos da criança e do adolescente em defesa da imutabilidade, conforme previsto no artigo 228 da Constituição, principalmente, por se tratar de cláusula pétrea e, portanto, impassível de alteração.

Defendemos que a educação de qualidade é uma ferramenta eficiente para combater o problema da criminalidade entre jovens. Educar funciona melhor do que punir. O Governo atua de forma incansável na elaboração de políticas públicas de inclusão social de jovens. Entendemos que a adolescência é uma fase de transição e maturação do indivíduo e que, por isso, indivíduos nessa fase da vida devem ser protegidos por meio de políticas de promoção de saúde, educação e lazer, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) e no Estatuto da Juventude (Lei nº 12.852/2013).

Entendemos que a redução da violência não será alcançada com a diminuição da maioridade penal, mas pela ação da sociedade e governos nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que as reproduzem. Políticas públicas voltadas à reinserção dos jovens na educação e acolhimento no mercado de trabalho de modo a retirá-los da ociosidade, pobreza e ignorância, são o caminho para a redução da criminalidade nessa faixa etária.

A redução da maioridade penal afetaria, principalmente, jovens em condições sociais vulneráveis. A tendência é que jovens negros, pobres e moradores das periferias das grandes cidades brasileiras sejam afetados pela redução. Esse já é o perfil predominante dos presos no Brasil que já somam quase 700 mil, levando o país a quarta maior população carcerária do planeta.

Atualmente, o sistema prisional brasileiro não contribui para a reinserção dos jovens na sociedade. O índice de reincidência nas prisões é excessivamente alto, na casa de 70%, enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%. Além disso, não há estrutura para recuperar os presidiários. Prender menores de 18 anos não reduzirá os índices de criminalidade juvenil e, ainda, agravaria a crise do sistema prisional.

Diante de tais fatores, a SNJ se posiciona CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIADE PENAL, pelas razões que ainda seguem:

  • Antes de tudo é importante destacar que a Constituição Cidadã de 1988 protege os menores de 18 anos da prisão. O artigo 228 estabelece que são inimputáveis os menores de 18 anos, para tanto, a menoridade penal no Brasil integra o rol dos direitos fundamentais, por ter força de cláusula pétrea, dessa forma, não será objeto de deliberação a proposta de emenda constitucional tendente a abolir os direitos e garantias fundamentais. É o que reza o 60 da Carta Magma;

 

  • O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) prevê medidas socioeducativas para punição de infrações legais cometidas por menores de 18 anos e maiores de 12 anos com objetivo de salvaguardar o adolescente em seu período de formação pessoal e de maior vulnerabilidade social, não havendo, portanto, que se falar em impunidade a crimes cometidos por esses sujeitos. A medida socioeducativa de internação prevista no art. 121 do Estatuto da Criança e do Adolescente aplicada ao adolescente é mais rigorosa que a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/84) que prevê a progressão de regime após o cumprimento de 1/6 (um sexto) da pena aplicada ao adulto;

 

  • Crianças e adolescentes estão em um patamar de desenvolvimento psicológico diferente dos adultos. Mais de 20 entidades de psicologia, entre elas o Conselho Federal, posicionaram-se contra a redução, por entender que a adolescência é uma fase de transição e maturação do indivíduo e que, por isso, indivíduos nessa fase da vida devem ser protegidos por meio de políticas de promoção de saúde, educação e lazer.

 

  • Dados oficiais encomendados pelas Nações Unidas mostram que, dos 21 milhões de adolescentes que vivem no Brasil, apenas 0,013% cometeu atos contra a vida. Os adolescentes são muito mais vítimas do que autores de violência. Estatísticas mostram que a população adolescente e jovem, especialmente a negra e pobre, está sendo assassinada de forma sistemática no país. Essa situação coloca o Brasil em segundo lugar no mundo em número absoluto de homicídios de adolescentes, atrás somente da Nigéria.

 

  • Ainda segundo a ONU, os homicídios já são a causa de 36,5% das mortes de adolescentes por causas não naturais, enquanto, para a população em geral, esse tipo de morte representa 4,8% do total. Somente entre 2006 e 2012, pelo menos 33 mil adolescentes entre 12 e 18 anos foram assassinados no Brasil. Na grande maioria dos casos, as vítimas são adolescentes que vivem em condições de pobreza na periferia das grandes cidades.

 

  • É essencial garantir o tempo social de infância e juventude, com escola de qualidade, visando condições aos jovens para o exercício e vivência da cidadania, que permitirão a construção dos papéis sociais para a constituição da própria sociedade;
  • Reduzir a maioridade penal isenta o Estado do compromisso com a juventude. O sistema penitenciário brasileiro sofre forte influência do crime organizado, sendo certo que crianças e adolescentes, por serem seres humanos em formação, necessitam de educação e, principalmente, de exemplos de dignidade, valores éticos e morais de seus responsáveis (família, sociedade e Estado), sendo óbvio que a mistura pura e simples de adolescentes a criminosos profissionais não cumprirá as funções essenciais do Direito Penal;

 

  • O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) afirma que a redução da maioridade representa um enorme retrocesso no atual estágio de defesa, promoção e garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A Organização dos Estados Americanos (OEA) comprovou que há mais jovens vítimas da criminalidade do que agentes dela;

 

  • A fixação da maioridade penal a partir de 18 anos é uma tendência mundial. De uma lista de 54 países analisados, a maioria deles adota a idade de responsabilidade penal absoluta aos 18 anos de idade, como é o caso brasileiro. Essa fixação majoritária decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos;

 

  • O Conselho Nacional de Justiça, em estudo, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes. Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil. Sabemos que os jovens infratores são a minoria, no entanto, é pensando neles que surgem as propostas de redução da idade penal. Cabe lembrar que a exceção nunca pode pautar a definição da política criminal e muito menos a adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos.

 

Considerando que a proposição não está em consonância com os princípios constitucionais da proteção integral e prioridade absoluta nas políticas voltadas para a infância, adolescência e juventude, além de violarem diversos diplomas legais e tratados internacionais que o Estado brasileiro é signatário, a Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República é veementemente contra a PEC 74/2011, pois ela representa um retrocesso na busca do cumprimento das politicas de inserção do jovem adolescente quanto sujeitos de direitos. Nenhum direito a menos para os adolescentes! Nenhum direito a menos para juventude! Contra a PEC 74/2001 e por mais direitos à juventude brasileira. 

 

 Brasília (DF), 18 de setembro de 2017.

 

FRANCISCO DE ASSIS COSTA FILHO

SECRETÁRIO NACIONAL DE JUVENTUDE

Prefeito Arquimedes recebe motoniveladora do Governo do Estado…

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), participou na tarde desta segunda (18), da solenidade de entrega do primeiro lote de máquinas motoniveladoras doadas pelo Governo do Estado.

Ação integrante do programa Caminhos da Produção, a iniciativa distribuiu 20 máquinas do tipo patrol, avaliadas em R$600 mil e visa oferecer recursos e infraestrutura para incentivo ao desenvolvimento produtivo do estado e circulação de pessoas. O prefeito esteve acompanhado do presidente da Câmara Pedro Medeiros e dos vereadores Manoel Gomes e Paizinho.

“Essa máquina é bastante bem-vinda e servirá para dar suporte ao nosso homem do campo, como já temos feito com as outras máquinas que integram a frota do município. Estamos felizes em apresentar mais essa grande conquista em tão curto espaço de tempo”, disse o prefeito.

Ao todo, serão distribuídas 90 motoniveladoras até novembro deste ano.  Os recursos obtidos pelo Governo do Maranhão em operação de crédito com a Caixa Econômica Federal, dão continuidade à política de desenvolvimento das cadeias produtivas no estado, além de ampliar o escoamento da produção maranhense, ação bem recebida pelos prefeitos dos municípios.

Com contribuição do Portal do Governo do Maranhão

Vereadores cobram atuação mais eficaz da Assistência Social em Coelho Neto

Vereador João Paulo também cobrou ações da Assistência Social

A letargia da Secretaria de Assistência Social de Coelho Neto na resolução de problemas foi tema do discurso de vereadores na sessão desta segunda (18).

O vereador Junior Santos (PMDB) cobrou as ações da pasta comandada por Rosemere Santana ao solicitar providências no atendimento das famílias que tiveram 03 (três) casas incendiadas durante o final de semana no povoado Brejinho. O peemedebista cobrou ainda uma maior atuação da pasta na zona rural com a realização de atividades como o Ação Global.

O vereador João Paulo (PMDB) também colaborou com o discurso e disse que a população está sentindo falta da Assistência Social atuante no município.

“Que ações o Serviço Social hoje está fazendo? Os Assistentes Sociais já fazem uma parceria importante com o Poder Judiciário, mas está faltando a outra parte e é importante a secretária trazer para esta Casa as ações que o município está desenvolvendo para que a gente possa está passando também para a sociedade”, finalizou ele.

Ônibus da Fretur volta a operar entre Coelho Neto e Afonso Cunha…

Conforme anunciado em primeira mão por esse blog em postagem do dia 26 do mês passado (relembre AQUI), o ônibus da empresa Fretur voltou a opoerar. Na ocasião o prefeito Arquimedes Bacelar (PTB) entrou em contato telefônico com o empresário Dr Roberto Lopes solicitando o retorno da linha.

A empresa havia suspendido a prestação de serviço após a intensificação dos transportes autônomos, prejudicando sobremaneira a manutenção da linha.

Na oportunidade o prefeito reconheceu a importância do serviço prestado pela empresa, que foi a primeira a operar no município quando ainda se chamava Zuca Lopes e que manteve ininterruptamente o transporte na cidade ao longo das últimas décadas quando a estrada sequer tinha asfalto.

Durante a conversa o empresário solicitou do prefeito um tempo para que o ônibus passasse por uma revisão e que os motoristas retornassem das férias, fato ocorrido nesta segunda (18).

“Todo mundo agora é quadrilheiro”, diz Sarney em artigo

Da Coluna do Sarney

As palavras estão numa crise pior do que a nossa crise política e econômica: deixaram de significar o que realmente são, no milagre da língua. Levou milênios para que fossem construídas pelos homens na junção dos sons. Além da criação de linguagens alternativas, com abreviação de palavras e construções anômalas, tão comuns na linguagem dos jovens, agora surge uma nova língua, criada pela internet, sob a pressão do instante, que exige rapidez e compactação para ganhar espaço e tempo.

Ouvi outro dia de um professor de português, desses que fazem programa de rádio procurando popularizar o ensino da língua, a seguinte advertência: “Se você quiser errar no português, leia as manchetes dos jornais. São sempre erradas. E não têm ordem direta, nem indireta. Só erros.”

Assim, só para dar um exemplo, quadrilha não é mais dança de São João, tão alegre e solta nos seus sons e rodopios, mas agora é sempre um ataque, um palavrão para atingir adversários.

Lembro-me do poema de Drummond Quadrilha, em que J. Pinto Fernandes entra na história, sem ter nada a ver com ela.

Esta é a lógica das denúncias que agora circulam nos jornais: todo mundo é quadrilheiro. E nisso não respeitam nem presidentes, nem governadores.

É como dizia um poeta maranhense da velha guarda, muito criticado por nós, àquele tempo jovens: “É o jogo da semântica.”

Não resisto a repetir o poema de Drummond:

João amava Teresa que amava Raimundo que amava [Maria que amava Joaquim que amava Lili

/ que não amava ninguém.

/ João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

/ Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

/ Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

/ que não tinha entrado na história

Agora, com esse mar de delações, chamadas de colaboração – já tive oportunidade de dizer isto nesta coluna: com as palavras em crise, traidor transformou-se em delator; delator, em colaborador; e colaborador será heroidador -, teremos que reestudar a História para recuperar os personagens. Judas Iscariotes, por exemplo, não é mais traidor, nem delator, e sim um colaborador que ajudou a crucificar Jesus Cristo.

Bequimão, o nosso grande herói (e o Maranhão é injustiçado, porque foi dele o primeiro grito de independência do Brasil), teve como delator Lázaro de Melo, que agora passa a colaborador.

Tiradentes (estou me repetindo) nos deixou como herança, para desgraça do Maranhão, os ossos de Joaquim Silvério dos Reis, que estão enterrados na Igreja de São João e que agora passaram a ser de um colaborador.

É como eu disse no princípio: as palavras estão em crise. E o dr. Rodrigo Janot ficará na História por dar essas contribuições ao léxico brasileiro.

É melhor ficar com o Drummond: quadrilha de dança e de amor, frustrado ou realizado.

José Sarney

Prefeitura de Afonso Cunha realiza final do Campeonato de Futsal

A Prefeitura de Afonso Cunha através da Superintendência de Esportes realizou no último sábado (16), a final do Campeonato Municipal de futsal Sub 17.

O evento realizado no Ginásio de Esportes reuniu diversos atletas e marcou a vitória do Shalk 04 como campeão e vice Para Sempre Jr.

O prefeito Arquimedes Bacelar (PTB) acompanhado do superintendente de Esportes, Jane Gomes, da secretária de Administração Conceição Cutrim e do vereador Manoel Gomes fizeram a entrega da premiação dos vencedores.

“Continuamos firmes com a nossa meta de valorizar o esporte e o nosso atleta local. Estão todos de parabéns pelo envolvimento nessa competição”, disse o prefeito.

Dia “D” da Campanha Nacional de Multivacinação mobiliza centenas de famílias em Caxias

Durante todo sábado (16) aconteceu o dia “D” da Campanha Nacional de Multivacinação. Pais, mães, avós e responsáveis levaram crianças e adolescentes às Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) para serem imunizados contra aproximadamente 20 tipos de doenças. Dentre as vacinas disponibilizadas estavam a: BCG, Hepatite-B, Pentavalente, Pneumo, dentre outras.

Geralmente é minha mulher que traz, mas hoje eu que trouxe, mas fiquei sabendo que eles não vão precisar tomar, vamos só conferir a carteirinha. Que todos os pais venham e tragam seus filhos para manter a saúde em dia”, declarou Pedro José, pai e morador do Bairro Volta Redonda.

“Eu acho muito importante para prevenir vários tipos de doenças. No meu caso, eu trago minhas filhas desde bebezinhas, desde que elas nasceram, justamente para isso. No calendário, as carteirinhas delas estão sempre em dia, eu tenho sempre essa preocupação de trazer. As minhas filhas não ficam adoecendo, raramente minhas filhas adoecem. Nem gripe elas andam tendo. Todos os pais devem trazer seus filhos para evitar as doenças”, ressaltou Maria Soraia, mãe.

“É muito importante que os pais procurem as Unidades Básicas de Saúde para atualizar as carteirinhas dos seus filhos. Nós temos 16 vacinas e dentre elas uma que é contra o HPV, o câncer. Essa vacina era destinada só para as meninas, mas agora o Ministério da Saúde recomenda que os meninos também tomem. Que todos os pais compareçam, não só aqui no posto da Volta Redonda, quanto nos demais trazendo seus filhos para vacinar”, convicou Janaína Rosa, enfermeira.

Desenvolvida no Município de Caxias, na zona urbana e rural pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, a Campanha de Multivacinação teve início no dia 11 de setembro e segue até o próximo dia 22. O público que se pretende alcançar tem faixa etária que vai de 0 a menores de 15 anos.

“A contra indicação da vacina é apenas para os casos em que a criança está apresentando febre, então, se ela tiver gripada e estiver com febre essas vacinas vão precisar ser adiadas até melhorar os sintomas. Mas se estiver resfriada e sem febre não tem problema nenhum dela tomar a vacina. No caso do calendário, nós temos cerca de 16 imunológicos disponíveis. No caso da Pentavalente, ela protege a criança contra cinco tipos de doenças: coqueluche, difteria, tétano, Haemophilus influenzae e a hepatite-B. É importante que os pais ou responsáveis por essas crianças e adolescentes eles compareçam à unidade de saúde para que o profissional capacitado possa avaliar a caderneta de vacinação e veja se tem a necessidade ou não de tomar alguma vacina. O objetivo principal é evitar que as crianças e adolescentes contraiam alguma doença que possa ser prevenida pela vacinação” explicou Fernanda Batista, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

Confira a reportagem:

https://youtu.be/748LbDzWgJM

Da Assessoria

O discurso hipócrita do prefeito de Coelho Neto…

Com discurso vitimizado, o prefeito de Coelho Neto contraria a própria história e o modus operandi que adotou ao longo de quase 20 anos

Américo: diz uma coisa e faz outra

Quem ouviu o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) no seu último programa de rádio no sábado (16) até chega a acreditar que ele é esse ser “paz e amor” que tentou passar em tom bem diferente do habitual.

Se auto-intitulando o “homem do diálogo” (coisa que anda longe de ser), o petista  falou que as lideranças teriam que se desarmar politicamente, que teria que se evitar expor os lados negativos da cidade, que a idéia era mostrar as coisas positivas, teve a coragem de dizer que não persegue ninguém e que a cidade não tinha espaço para o ódio. Uma piada pronta!

O prefeito no entanto esqueceu de lembrar da sua história de vida e do discurso que adotou antes de sentar na cadeira principal do Executivo.

Quem hoje pede trégua nunca deu trégua para nenhum prefeito que lhe antecedeu. Quem hoje pede para que as lideranças se desarmem e desmontem o palanque político, dá demonstrações diárias que nunca se desarmou, muito pelo contrário, faz questão de usar a imprensa aliada para ridicularizar adversários quase que diariamente.

Quem hoje rejeita o discurso de ódio esquece as formas pejorativas , debochadas e desrespeitosas que usa para se referir a quem não reza na sua cartilha ou contrapõe seu discurso.

Quem hoje diz que não persegue ninguém manda demitir funcionária em pleno exercício da função para punir o marido vereador e usa o judiciário para tentar intimidar veículos da imprensa.  Quem hoje pede para mostrar os lados positivos da cidade esqueceu de o fazer quando era apenas um apresentador de rádio, tempo em que jamais fazia qualquer elogio ou reconhecimento por alguma obra feita por quem lhe antecedeu.

No passado tudo era errado, nada prestava, se tinha dinheiro para tudo e as coisas não eram feitas por incompetência ou por contas das famosas “lagartas”. No exercício do poder o dinheiro sumiu, se pede calma, se pede tempo, se pede trégua, revelando uma deprimente contradição de quem só aprendeu a jogar pedras no telhado dos outros e hoje não sabe como lidar com elas.

O prefeito de Coelho Neto é a figura personalizada da contradição.

E os fatos falam por si.

Arquimedes prestigia formatura do Curso de Pedagogia…

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), participou ontem (17), da cerimônia de formatura dos alunos de Pedagogia do Instituto de Educação Coelhonetense – INECN.

Essa é a sexta turma de alunos formada pela instituição no município e teve o prefeito como paraninfo da turma.

O prefeito cumprimentou os representantes da Instituição e parabenizou os alunos pela formatura.

“O Instituto merece nosso reconhecimento e todo o nosso respeito por investir em nossa cidade e formar nossos conterrâneos. Estão todos de parabéns pela persistência em concluir essa formação e melhorar se qualificar para o mercado de trabalho”, disse ele.

Arquimedes Bacelar esteve acompanhado dos secretários Milton Bastos (Educação). Elaine Lopes (Assistência Social) e Conceição Cutrim (Administração).