NEYMAR TEM DIA DE ESTRELA DENTRO E FORA DE CAMPO E BRILHA EM GOLEADA DO SANTOS

NEYMAR TEM DIA DE ESTRELA DENTRO E FORA DE CAMPO E BRILHA EM GOLEADA DO SANTOS

Neymar foi o último a descer do ônibus na chegada do Santos à Arena Barueri para enfrentar a Ponte Preta neste sábado. Ficou mais tempo para ter privacidade em uma ligação telefônica. Ele também foi o último a se juntar ao elenco no túnel de entrada ao gramado. Mas quando a bola rolou, Neymar resolveu, mais uma vez. Com um novo moicano, ele fez dois gols e quase marcou um de bicicleta na goleada por 6 a 1, pela décima rodada do Paulista.
Com um belo chute de fora da área, Neymar abriu o placar aos 27min do primeiro tempo. Ele já havia dado uma assistência para Ibson, que desperdiçou. Era só o começo de mais uma noite de estrela do camisa 11. O novo moicano pintado e aparado deu sorte. A estrela santista anotou no fim da partida seu sexto gol no Paulista (é o artilheiro da equipe) e por pouco não ampliou a contagem com um golaço de bicicleta.
“Eu falei para o Ganso no vestiário que íamos fazer gols e fizemos. Chutei aquela bola porque não consegui me livrar do zagueiro, mas o goleiro não conseguiu chegar”, comemorou Neymar, que ainda forçou o terceiro amarelo, já que desfalcará a equipe na próxima rodada por servir a seleção brasileira.
Ganso também foi bem. Fez um gol e ainda deu linda assistência para Neymar. Assim, a dupla se despede temporariamente do Santos em grande estilo. Assim como o goleiro Rafael, eles integram neste fim de semana a seleção para o amistoso contra a Bósnia, às 16h (de Brasília) da próxima terça-feira, na Suíça. O trio volta a tempo de encarar o Corinthians, na Vila Belmiro, no próximo fim de semana.
E engana-se quem pensa que Neymar evitou o confronto com os marcadores ou se poupou. Na etapa final, ele partiu para cima. Fez fila diante de três rivais, mas acabou desarmado na entrada da área. Depois ainda viu outros adversários tomarem cartão amarelo por faltas sobre ele. Advertências que na sequência viraram expulsões.
Neymar também iniciou a jogada do terceiro gol santista. Pouco depois de a Ponte diminuir com Uendel, Neymar cobrou escanteio na cabeça de Borges, o goleiro defendeu, mas no rebote Guilherme chutou sobre o companheiro Ferron. Gol contra.
O Santos, então, voltou a sobrar em campo. E deu dois golpes decisivos na Ponte. O primeiro foi a cabeçada de Edu Dracena no quarto gol santista. O segundo foi o cartão vermelho que Cicinho recebeu após falta em Neymar.
Não satisfeito, o time de Muricy Ramalho seguiu apertando a saída da Ponte e viu Neymar, mais uma vez, ser decisivo. Ele pegou rebote na entrada da área e levantou a bola na cabeça de Edu Dracena. O capitão santista testou com firmeza e fez 5 a 1. A Ponte perdeu a cabeça e, consequentemente, mais dois jogadores (Guilherme e Renato Cajá). Mas ainda faltava o sexto gol santista, o sexto de Neymar no Paulistão. Assim acabou o bombardeio santista e a noite estrelada do camisa 11.
Da Uol

VALE A PENA VER DE NOVO: JOÃO DE SOUSA NA AULA DE PORTUGUÊS

VALE A PENA VER DE NOVO: JOÃO DE SOUSA NA AULA DE PORTUGUÊS
Invocado com a descoberta de que seus erros de português não condiziam com sua formação, o blogueiro balaio João de Sousa afirmou que em recente postagem esse Blog tentou ridicularizá-lo. Ora o dito cujo escreve errado e a culpa é nossa? Venhamos e convenhamos…
Despeitado, quis dar uma aula e fazer algumas correções de uma postagem nossa, o que em nada diminuiu o vexame de um professor de língua portuguesa escrever tão ruim. O mais engraçado é perceber que o dito cujo apontou os nossos erros e não usou da mesma perspicácia para encontrar seus erros próprios… Por favor!
Quanto às supostas postagens que o blogueiro insiste em dizer que estão ganhando repercussão duvido muito, afinal as estatísticas confirmam o seu descrédito.  Se quiser, fica fácil comparar qual blog repercute alguma coisa. Atendendo a pedido de leitores resolvemos reprisar a charge que fez “neguin” descer das tamancas. E por falar nisso, o blogueiro não falou nadica de nada a respeito do tal encontro das oposições? Deve ter sido brabo mesmo o negócio nas hostes balaias!

REYNALDO GIANECCHINI: “MEU TRANSPLANTE FOI UM RENASCIMENTO”

REYNALDO GIANECCHINI: “MEU TRANSPLANTE FOI UM RENASCIMENTO”
O ator Reynaldo Gianecchini diz que não esperava enfrentar a morte tão cedo. “Mas ela estava ali na minha frente. Comecei a viver o presente de forma intensa” (Foto: J.R. Duran)
 
De Época
Pequenos objetos como elefantes, bicicletas, velocímetro de táxi, placa de carro de Montevidéu e girassóis artificiais preenchem cada canto da sala de estar de Reynaldo Gianecchini. Na estante do apartamento em que o ator mora, na região paulistana dos Jardins, há DVDs de músicas de Carnaval, do filme argentino Um conto chinês e de O artista, sensação deste Oscar. Um imenso livro de fotos de Steve McCurry, o lendário fotógrafo da revista National Geographic, domina a mesa de centro. Uma poltrona de Sergio Rodrigues fica em frente à televisão de plasma. Uma instalação colorida da artista plástica e grafiteira Nina Pandolfo anima a entrada da cozinha. “Adoro essas pinturas que remetem a desenhos animados, meio japoneses, lúdicos, com animais, crianças. Tenho uma criança eternamente alimentada dentro de mim”, diz Reynaldo – ou Giane, como é conhecido entre os amigos. Nem sempre foi assim. Antes do câncer, a casa de Giane só tinha móveis pretos e brancos, nenhum objeto. A doença o internou no hospital e no apartamento paulistano. “Passei a fazer terapia e descobri que a casa é você. Comecei a encher as prateleiras de objetos de antiquário, transformar livros antigos em mesa, pintar parede de laranja e até pensei em fazer faculdade de arquitetura”, diz Giane. “Mudei tudo internamente com a doença. Tenho uma nova medula. E mudei minha casa. Agora tenho cantinhos que representam meu desejo de aventura, de pegar uma moto e sair pela América Latina.” De seu primeiro estágio em escritório de advocacia em São Paulo – quando, estudando Direito na PUC, conheceu a cidade “quase como um office boy, de metrozão e busão” – até hoje, Giane atravessou muitas estradas, algumas delas tortuosas. Ele não esquece que, na primeira novela na TV Globo, no ano 2000, assistia a seu desempenho “com o chicote nas costas”. “Eu era muito ruim, me sentia muito mal, não sabia nada, era estabanado, derrubava cenário do estúdio, meus colegas até se condoíam de mim, mas aprendi com a ajuda deles e dos diretores.”Apaixonado pela profissão, diz que quer retomar quanto antes o trabalho interrompido por causa da doença – ele interpretava, no teatro, o papel de vilão na peça Cruel, baseada num texto do sueco August Strindberg. Sentado no sofá do apartamento cada vez mais personalizado, Gianecchini falou sobre o câncer, a espiritualidade, as fofocas, a sexualidade, o trabalho e o futuro.
ÉPOCA – Você se sente curado?
Reynaldo Gianecchini – A operação de medula para mim foi um renascimento. Meu transplante é um pouco menos cabeludo do que os que se fazem com a medula de outra pessoa, quando pode rolar uma rejeição. Eu super me aceitei (risos). Meu transplante foi nada mais que uma quimioterapia muito pesada. Eu sabia que seria duro, mas não tinha noção. É uma quimioterapia que mata sua medula, aí você toma suas células de novo, as que foram salvas e são sadias. E essas células vão se reproduzindo para formar uma nova medula. Foi o único momento de meu tratamento em que eu pensei, caramba, será que aguento isso? É muito penoso. Seu corpo inteiro, por dentro, fica em carne viva. Não para nada dentro. Você come, vomita, tem diarreia. Comer ainda está uma briga, porque eu não tenho apetite.
ÉPOCA – Como ficou sua imunidade?
Gianecchini – Logo após o transplante, imunidade zero, por não ter mais medula. Você fica com febre, fica sujeito a tudo. Eu, graças a Deus, não tive nenhuma infecção. Fiquei o tempo todo no hospital, a gente fica bem isolado, não pode receber visita, nada. A boa notícia é que a operação é intensa, mas rápida. Em nove dias, minha nova medula já tinha “pegado”. Aí você é um bebê. A gente perde todos os anticorpos, tem de tomar todas as vacinas de novo.
ÉPOCA – O que você quer fazer agora?
Gianecchini – Nadar. E ir à praia no Rio.
ÉPOCA – Como será sua volta ao palco?
Gianecchini – A partir de 13 de março, vou começar bem devagar minha peça Cruel às segundas e terças. Faço o vilão, o cruel. Isso vai ser meio louco. Lidei com tanto amor, tanta gente vai me assistir, as pessoas tão carinhosas, querendo me rever no palco. E vou estar lá fazendo horrores (risos), supermalvado. Mas vou continuar muito cuidadinho. Tenho de me alimentar direitinho, e não quero trabalhar como um louco. Gravações de novela os médicos liberaram só a partir de junho.
ÉPOCA – Você continuará a fazer exames?
Gianecchini – Tenho de fazer exame de sangue sempre, porque ainda estou sujeito a pegar qualquer bactéria. São seis meses de acompanhamento mais profundo. Na verdade, são cinco anos de acompanhamento. Posso viajar, mas não posso ficar dando mole. Não posso ficar com gente gripada. Uma coisa meio chata é que, na minha peça em São Paulo, não vou poder receber as pessoas no camarim, ficar abraçando, beijando. Porque uma pessoa que pode nem saber que está gripada pode me custar muito caro.
ÉPOCA – Qual foi a primeira reação ao descobrir que estava mesmo com câncer?
Gianecchini – Meu médico me ligou e disse: “É. Vai para o hospital”. Minha mãe estava na cozinha aqui em casa fazendo comida. Pensei: como vou falar isso para minha mãe, se o marido dela, meu pai, está com câncer terminal? Era só isso que eu pensava. Sentia muito por minha mãe. Essa é uma notícia que não dá para rodear. Eu disse: “Mãe, eu tenho de ir para o hospital porque estou com câncer”. Não tinha outra maneira de falar. Ela desligou o fogão. A gente foi em silêncio absoluto para o hospital. Como sou jovem, eu podia receber uma quimioterapia muito forte. Era um campo de batalha feroz, mas falei: ‘Vamos lá!’ “
ÉPOCA – O que você sentiu?
Gianecchini – É como se um buraco se abrisse em sua vida, como se tudo começasse a passar em câmera lenta. O tratamento tinha um prazo de seis meses. Pensei: nesse tempo vou virar uma chavinha, nada mais vai me importar a não ser me curar.
ÉPOCA – Em que momento profissional chegou o diagnóstico?
Gianecchini – A doença me pegou num momento muito cheio de vida e de muitos planos de trabalho. Como disse, eu estava fazendo a peça Cruel. Quando me internei, dois dias depois ia começar a ensaiar um musical com Claudia Raia, Cabaret, que amo e está em cartaz lindamente. Ia voltar para a TV com uma novela. Foi uma rasteirinha.
ÉPOCA – Quais eram seus sintomas?
Gianecchini – Sentia umas dores, estava com o pescoço meio inchado, tinha acabado de operar uma hérnia, meu corpo estava meio esquisito, parecia uma gripe com dor de garganta, apareciam uns gânglios pequenos. Fui a um médico para verificar se era bactéria, virose. Fiz todos os exames possíveis, desde a coisa mais cabeluda até a mais simples. E deu tudo negativo. Até aí, beleza. Mas meu médico, infectologista, resolveu se certificar de tudo. O exame detectou que eu tinha gânglios no corpo inteiro. Daí para chegar ao câncer foi relativamente rápido, mas não se chegava a um diagnóstico. É preciso saber que tipo de câncer é, que subtipo. Câncer tem nome e sobrenome. Cada um tem um tratamento. Como eu me sentia bem, tinha dia que eu pensava: não é câncer. Eu tomava cortisona, sumiam os gânglios e a febre. Ficou um mês nisso. É. Não é. Fiquei um mês internado. Ficava num quarto, fazendo todos os exames, esperando os resultados, exames chegaram a ir para os Estados Unidos. Quando os laudos todos bateram, descobriu-se que era um tipo muito raro e agressivo de câncer.
ÉPOCA – De onde veio inicialmente sua certeza de cura?
Gianecchini – Eu aprendi, li sobre minha doença. Soube que era uma doença muito agressiva, mas que tinha um elemento positivo. Como ela é muito agressiva e sou muito jovem, podia entrar com um tratamento superagressivo e bater de frente. Com tumores menos agressivos, às vezes o tratamento pode durar a vida inteira. No meu caso, eu poderia receber uma quimioterapia muito forte, porque meu corpo conseguiria combater. A doença chegou com tudo, mas o remédio iria também com tudo. Um campo de batalha feroz, um tratamento muito intensivo, mas falei: “Vamos lá!”.
ÉPOCA – Você teve medo de morrer?
Gianecchini – O importante para mim era saber que valores eu precisava rever, qual o sentido de tudo isso. A primeira questão foi, sim, a morte. Caramba, pensei, a gente age como se não tivesse de lidar com isso. Estou lidando muito cedo, muito jovem, é claro que não quero morrer agora. Mas ela está aqui na minha frente. Comecei a fazer terapia para fuçar em mim tudo o que havia para fuçar, porque era o momento. A gente vive o dia a dia como se a morte não fosse uma certeza. A gente devia viver sempre com a certeza de que amanhã a gente pode morrer. Tanta coisa fica tão pequena, tão sem valor diante da possibilidade da morte. Decidi viver o presente, que é maravilhoso, sem passado e futuro. Comecei a viver de forma tão intensa que até nos momentos de introspecção eu ia muito fundo.
ÉPOCA – Você chegou a ficar na UTI porque a colocação de um cateter perfurou uma veia sua. Foi uma noite de sofrimento.
Gianecchini – Uma noite é delicadeza sua. Na verdade, foi uma intercorrência, um acidente cirúrgico bem grave. Era o primeiro passo, nem tinha feito quimioterapia ainda. E foi uma loucura. Eu poderia ter morrido ali facilmente. Uma cirurgia que deveria durar poucos minutos. Mas acordei sete horas depois, muito mal, com todas as minhas funções muito ruins. Fiquei 10 quilos mais pesado de tanto que inchei. Demorei dias para recuperar todas as minhas funções, minha pressão foi lá embaixo. Fiquei totalmente ferrado. O doutor Raul Cutait foi falar comigo, me explicou que foi uma fatalidade. Ele foi muito delicado. Vi que ele sentia muito. Acreditei nele. Eu não ia brigar, nem questionar. O cateter perfurou uma veia minha, e ela sangrou muito lá dentro, num procedimento muito simples que em 99% dos casos é bem-sucedido. Não vai mudar nada eu ficar buscando agora se foi erro ou não. Eu gosto do Raul. Mas ele não é meu médico. Ele é gastro e quis estar presente naquele momento.
ÉPOCA – Como surgiu a história de que você seria HIV positivo?
Gianecchini – Foi quando procurei o infectologista por causa da dor na garganta e dos gânglios. Logo se espalhou o boato: o cara tem HIV. Nunca desmenti nada. Porque eu ficaria eternamente nesse jogo. Mas agora acho melhor falar, até por respeito às pessoas que gostam de mim e nem comentam comigo. Eu não poderia jamais fazer o tratamento agressivo que fiz se tivesse aids. Primeiro chequei todos os vírus, todas as bactérias, para depois chegar ao câncer. Por isso posso dizer com toda a alegria do meu coração para quem se preocupa realmente comigo: “Eu não tenho aids”. Poderia mostrar um exame aqui, mas não é o caso. Já fui invadido com tantas mentiras absolutamente infundadas. Fui dado como morto. Alguém resolveu soltar essa notícia – e chegou às redações.
ÉPOCA – Foi o que aconteceu também com a história de seu ex-empresário, que disse ter recebido de presente um apartamento seu?
Gianecchini – Outro caso tratado de forma muito leviana. Essa é uma história que tem muitos desdobramentos, que envolve dinheiro, bens e contas. Ele não era meu empresário. Era uma espécie de administrador. Administrava toda a minha vida profissional e até minha casa. Como eu estava sempre viajando, precisava de alguém assim. É uma história que vai levar dez anos na Justiça. Eu o estou processando, porque tem muito dinheiro meu de que ele precisa prestar conta. Não é uma questão amorosa, definitivamente, que está em jogo. Não é uma questão homossexual. Fui ameaçado no meu patrimônio maior, a minha imagem. Mas é uma questão de trabalho, e precisa ser comprovado por A mais B onde foi parar meu dinheiro.
ÉPOCA – Você se considera hétero ou bissexual?
Gianecchini – Penso que essa questão da sexualidade é muito mais complexa do que as pessoas tendem a achar. Cada um tem sua sexualidade. Nunca tive uma história com um homem, nunca fui casado com um homem, nunca tive um romance com um homem. Mas a sexualidade, ou a sedução, é outra coisa. A gente é sexual no dia a dia sem transar. Conheço amigos que seduzem homem, mulher, seduzem a porta. A gente é mais sensual nos trópicos. Mas essas coisas são muito íntimas e, no meu caso, sou tão discreto que, se a história está publicada numa revista como fofoca, pode ter certeza de que é mentira.
ÉPOCA – Sua família é muito religiosa. Qual foi o papel da religião em sua cura?
Gianecchini – Existe uma distinção muito grande entre religião e espiritualidade. Religião é uma coisa às vezes perigosa, manipuladora, cheia de “não faça isso”, “não pode aquilo”. Uma religião pode até conduzir para o sentido contrário da espiritualidade. Respeito todas as religiões, mas acho que só vale o que nos coloca em contato com uma coisa maior. Só a troca nos coloca numa outra dimensão. A troca é o amor, a caridade. Tirar o foco de você e se doar, entrar numa outra sintonia. Como acredito no amor, a imagem que mais me alimenta é a do Cristo. Não me fiz de vítima. Achava que minha jornada seria tão enriquecedora que no final eu acharia tudo uma bênção. Como acho mesmo. Tive a oportunidade de ver como eu podia mudar tanta coisa. Tive um acidente cirúrgico bem grave, eu poderia ter morrido ali. Acreditei no médico. Ele me explicou que foi uma fatalidade. Eu não ia brigar “
ÉPOCA – Você chegou a se submeter a tratamento espiritual?
Gianecchini – Não fiz nenhum tratamento miraculoso para me curar. Pessoas no Brasil me procuravam, de todas as crenças e credos. Do rabino a alguém do candomblé, passando por evangélicos, católicos e espíritas. Sempre conversei com todos. Rezo sempre. Fui batizado, fiz primeira comunhão. Adoro ouvir o que as pessoas falam e sou grato por toda a energia positiva que as pessoas me enviaram orando por mim. Mas teve uma hora que precisei abstrair e ir buscar a minha crença.
ÉPOCA – E qual é sua crença?
Gianecchini – Não acredito que alguém vá colocar a mão na minha cabeça e me curar. Mas acredito em outras vidas, na reencarnação. E que é sempre para melhorar que voltamos. Para mim, não faz sentido ter uma vida só. Independentemente de religião, porque não me considero espírita.
ÉPOCA – Pensa em ter filhos?
Gianecchini – Meus amigos do interior falavam já aos 14 anos em casar e ter filhos. Comigo, nunca foi assim. Sempre fui uma alma muito solta. Adoro criança e sou um ótimo tio dos filhos de meus amigos, brinco a tarde inteira, mas depois devolvo – “vai com papai” –, porque eu fico exausto. Mas é verdade que, depois de encarar a morte, minha doença e a do meu pai, a ideia de ter um filho tem rondado minha cabeça. Mexe um pouco com o ciclo da vida, o sentido de tudo. Meu pai vinha passar as férias comigo. Geralmente no Rio de Janeiro. Mas a gente não participava tanto da vida um do outro. Ele ficou doente em janeiro do ano passado e já deram seis meses de vida para ele. Tenho certeza de que vou ser um pai incrível, muito presente.
ÉPOCA – Quando você ficou solteiro, passou a usar uma camiseta com a inscrição “Me pega”. Era um convite às mulheres?
Gianecchini – Faltou informação nisso. Era uma fase em que eu estava meio soltinho, querendo curtir a vida. Homem é muito mais solto, separa o sexo mais facilmente. Vi uma frase: “Me pega mas não se apega”. E mandei fazer a camiseta, só que o complemento da frase estava nas costas e ninguém fotografou. As mulheres se apegam. Não dá para curtir um pouco de sexo sem se apegar tanto?
ÉPOCA – Você disse que hoje as mulheres estão oferecidas demais.
Gianecchini – É, acho mais graça na sutileza. Pode esfregar o peito na minha cara, mas depois. Primeiro me conquista. Claro que às vezes tem uma graça na sedução barata. Homem pode ser bagaceiro demais. Mas a mulherada perdeu um pouco o rumo. Tem mulher que chega assim: vai me comer ou não? Porque, se não me comer, é gay. Logo respondo: não vou te comer e não sou gay. Gosto de mulher ousada, mas os dois precisam ter a sensibilidade de saber como chegar lá.
ÉPOCA – Se você brincasse Carnaval de que se fantasiaria?
Gianecchini – Não costumo pular, mas adoro bloco de rua. Os amigos me convenceram no ano passado que eu tinha de me fantasiar. Ninguém me reconheceu. Uma sensação muito boa. Eu fiquei muito, muito feio. Coloquei uns dentes enormes para fora. Acabou meu sorriso, é como se tivesse uma outra boca. Botei uns óculos e um negócio na cabeça. Curti horrores a tarde inteira no Leblon. Voltei para casa de ônibus e ninguém desconfiava, meus amigos riam muito. E a graça era só essa, porque eu não ia pegar ninguém com aquela cara.
ÉPOCA – O que o atrai numa mulher?
Gianecchini – Gosto de mulher forte. Tenho admiração. Diferentemente da maioria dos homens que costuma se concentrar se a bundinha está durinha, para mim o que é sexy é um conjunto de coisas, e a inteligência faz parte disso. No caso da Marília, tem vários fatores que a deixam super sexy. Não só a inteligência, mas a postura, a segurança, uma coisa de peitar o mundo. Quando as pessoas criticavam e preferiam acreditar que eu era gay por estar com uma mulher mais velha que não era “a gatinha”, eu falava: “Vocês não entendem nada do que é uma mulher sexy, ou têm outro conceito”. Tenho muita dificuldade em levar uma relação com uma pessoa que só tenha uma bundinha e um peitinho, pode ser uma delícia uma noite, mas ter uma relação envolve muitas coisas. Fui criado no universo feminino, com mãe, tias, vizinhas, primas, irmãs. Aprendi a respeitar a natureza da mulher. Nós, homens, somos mais escrachados. Mas gosto muito de ser um homem sensível.
ÉPOCA – Sua mãe disse que você nunca chorou de tristeza durante o tratamento.
Gianecchini – É louco eu falar isso, mas nem sei se tive momentos de tristeza. Eu pensava: tenho de ter uma participação ativa na minha cura. Não quero ficar aqui sentado na minha cama de hospital recebendo os remédios. Para falar a verdade, só chorei de emoção ao constatar o amor que vinha para mim. Uma carta ou uma pessoa que me parava no hospital com um sorriso enorme, força, estou junto com você. Falo e me arrepio. Eu embarquei muito nisso. De trazer o amor para mim. Voltar para o sentido real da vida. E o sentido era este: troca. Um aprendizado. Só pode ser esse o sentido. Trocar um olhar de amor. É isso que move a gente para um outro patamar. É isso que faz a gente até se curar.

FRACASSA TENTATIVA DE TRANSFORMAR ANIVERSÁRIO EM EVENTO POLÍTICO

FRACASSA TENTATIVA DE TRANSFORMAR ANIVERSÁRIO EM EVENTO POLÍTICO
Oposicionistas “juntos”: só esqueceram de chamar o povo para a festa… Foto: Blog do Ezequias Martins
 (14h:55) Foi um verdadeiro fiasco a tentativa da oposição de transformar as comemorações do aniversário da ex-prefeita Marcia Bacelar-PV em evento político.
Na tentativa de tornar “grandioso” o que não existiu, o ex-prefeito Antônio Cruz teria apelidado o momento de Fórum de Discussão. Discutir assuntos voltados a uma eleição municipal embalados por música de carnaval e bebida? Uma piada né? E de muito mal gosto! Para disfarçar o vexame, os oposicionistas teriam saído pegando carona em eventos de aliados, que ocorriam paralalelamente em outros pontos da cidade e que nada tinha a ver com a temática inicial.
Um dos objetivos da dita festa, seria a discussão da chapa majoritária da oposição que até onde se sabe ainda não foi anunciada. Segundo comentários a ex-prefeita Márcia Bacelar-PV insiste em se auto-proclamar pré-candidata (esqueceram de dizer a ela que a Ficha Limpa foi aprovada), além do vereador balaio Américo de Sousa-PT e do Professor Cleber-PV que também se mostrou interessado na disputa. Fontes do blog dão conta de que abriram mão de colocar seus nomes para avaliação o vereador Antônio Andrade-DEM e a ex-primeira dama Cristiane Bacelar-PTB.
Não participaram do evento os pré-candidatos independentes Gabriel Delano indicado pelo PPS e Doralice Santana do PRB. O evento foi tão desmotivador e frustrante que não houve sequer propaganda por parte dos blogs balaios da cidade. Na única foto divulgada tinha de tudo, menos o povo.
Estiveram presentes os ex-prefeitos Antônio Cruz, Márcia Bacelar, Magno Bacelar, a ex-primeira dama Cristiane Bacelar, o ex-deputado Antônio Bacelar e os vereadores Américo de Sousa e Antônio Andrade.
Fora isso nada de novo, nem nos nomes, nem nas estratégias e muito menos no discurso.

GENIVAL EM ALTA

GENIVAL EM ALTA

A última terça-feira em Coelho Neto (21) além do encerramento do Carnaval foi marcada pela realização de um Campeonato de Baralho na categoria 3/7. O evento que durou cerca de 4 horas, envolveu 10 duplas de alto nível do município e era baseado no acúmulo de pontos onde cada dupla jogava 03 partidas.
Ao final da empreitada os campeões foram anunciados: Genival Pereira de Oliveira, Coordenador de Patrimônio da Agrimex S/A e Wesley Antônio Costa Rodrigues, Professor de Física, formado pela UFPI.
Em sua fala o campeão Genival Pereira agradeceu aos participantes e lançou o desafio para que fosse estimulado a realização de outros campeonatos. “Agradeço a todos que prestigiaram a realização dessa disputa tão saudável de entretenimento. Que essa seja a primeira de outras que possam vir, envolvendo outros jogadores e outros níveis de disputa”, disse empolgado com a conquista do campeonato.

MELHORES MOMENTOS – PARTE II

MELHORES MOMENTOS – PARTE II
A seguir a segunda parte dos melhores momentos do Viva Carnaval de Todos 2012, realizado pela Prefeitura Municipal de Coelho Neto através da Secretaria Municipal de Desportos Lazer e Turismo. Confira os click’s:



Prefeito Soliney e a 1ª. Dama Suely

Fabiana Queiroz e Leomar Lima



Jesuslene Sousa e Rogério Almeida


Bloco do Solzinho



Rita e Dra. Rosângela Curado



Aron Hiluey e um amigo



Raquel Santos com o neto acompanhada do Prefeito Soliney Silva e Maestro Adelino



Marcelo Silva e Laís Mendonça



Rafael Silva concedendo entrevista a TV Difusora



O Secretário de Finanças Luís Alfredo e a esposa Toinha Crateús


Bloco Mão de Vaca



Teones Almeida e Gláucia Waleska



ELKESON FAZ GOL, MAS É SUBSTITUÍDO COM DORES NA PERNA, CONTRA O FLU

ELKESON FAZ GOL, MAS É SUBSTITUÍDO COM DORES NA PERNA, CONTRA O FLU
Elkeson chegou a fazer o gol alvinegro, mas acabou deixando logo o campo

O meia Elkeson, do Botafogo, deixou o campo com dores na panturilha esquerda no segundo tempo da partida contra o Fluminense, nesta quinta-feira, pela semifinal da Taça GB. Após ser substituído, ele ficou no banco de reservas colocando gelo para aliviar as dores no local.
O jogador deixou o gramado já nos momentos finais da partida, logo depois de marcar o gol alvinegro. Elkeson foi substituído por Lucas Zen, pouco antes do gol de empate do Fluminense.
A lesão do jogador é mais uma na extensa lista de problemas vividos por jogadores do Botafogo nos últimos tempos. Desde o começo do Carioca, outros três titulares do Alvinegro conviveram com lesões: Andrezinho, Loco Abreu e Maicosuel.
Os dois primeiros, aliás, chegaram a ser dúvidas para o jogo desta quinta-feira, com dores na coxa direita. Apesar de tudo, os dois se recuperaram a tempo de entrar em campo. O caso de Maicosuel já é mais complicado. Também lesionado na coxa direita, o meia ainda não tem previsão de retorno.
Do LanceNet

VIVA CARNAVAL DE TODOS: TRANQUILIDADE E FOLIA NO CORREDOR DA ALEGRIA

VIVA CARNAVAL DE TODOS: TRANQUILIDADE E FOLIA NO CORREDOR DA ALEGRIA

(17h:30) Parte da oposição de Coelho Neto anda tonta e o que é pior raivosa. Inconformados e incomodados com o sucesso do atual governo, parte da balaiada se desesperou e a cada novo dia tenta criar factoides com intuito de desmerecer as ações da atual administração.
Entre as “lorotas” contadas estava a de tentar manchar o projeto do Carnaval 2012. Disseram de tudo: que o carnaval e as bandas não prestariam, que os visitantes procurassem outro destino, que os blocos não sairiam, enfim, tentaram de tudo. No entanto o tiro saiu pela culatra e a quarta edição do Carnaval de Todos foi um sucesso de público e de tranquilidade.
Em cinco dias de evento, nenhum incidente fora registrado, transformando o Carnaval de Coelho Neto em um dos mais seguros do Maranhão. Toda estrutura montada no Corredor da Alegria, visou, sobretudo o bem-estar do folião que marcou presença na festa de momo. Contra fotos não há argumentos. Confira alguns click’s dos melhores momentos da festa:
Corredor da Alegria lotado
Prefeito Soliney observa performance da cantora no camarote do governo
Secretário de Desportos e Lazer Jademil Gedeon com a esposa Marilde
Secretária de Saúde Dra. Rosângela Curado e o Secretário de Governo Domingos Dias
O Bloco Lobisomens dando um show
A galera da Policia Civil presente
Bloco Os Porkas na avenida
Dalva Sousa, Prefeito Soliney e Nilce Araújo
Os foliões aproveitaram a festa
Bruno Silva e Márcio Almeida
Prefeito em exercício Sérgio Guanabara e a esposa
Secretário de Obras Chico Vereador e a pequena Alicia

DEU A LOUCA NO BLOGUEIRO

DEU A LOUCA NO BLOGUEIRO
O desespero em torno da grande festa que se tornou o Carnaval 2012 está deixando parte da galera da oposição com os nervos à flor da pele. Se estivermos falando, por exemplo, do blogueiro balaio João de Sousa o assunto é mais grave. Além de despeitado, o balaio ficou cego, só isso justificaria a matéria sem propósito postada pelo dito cujo na manhã de hoje.
João de Sousa: problemas graves com o português e inglês
Pela primeira vez na história, um blogueiro utiliza fala de outras pessoas numa matéria sem citar nomes, ao mencionar a opinião de um suposto folião vindo de São Paulo. Assassinando a gramática sem dó nem piedade, João de Sousa mostra quão grave é seu comprometimento com Língua Portuguesa, isso porque o dito cujo é  formado em Letras.  
Se esse é o retrato do pior carnaval, o que seria o melhor na cabeça de João de Sousa?
Então como parece que não pisou pelo Corredor da Alegria, o Blog está se preparando para mostrar que assuntos dessa natureza se faz mostrando provas. A fala do dito cujo não acrescenta em nada e muito menos consegue tirar o brilho da festa que foi o Carnaval de Todos 2012. Porque será que o dito cujo não falou nadica de nada a respeito do suposto encontro das oposições de Coelho Neto?