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REPRESÁLIA: FLÁVIO DINO MANDA PCDOB EXPULSAR PREFEITO QUE NÃO VOTOU NELE

BIGODE DE SARNEY SOB AMEAÇA DA GILLETE
No passado, segundo a recém biografia do senador, foi o senador Vitorino Freire (1908-1977) quem ameaçou arrancar o bigode à pinça. “A vida política no passado era de muita radicalização”, tem explicado.
No entanto, a maior dificuldade dos executivos da Gillete será fazer Sarney se desfazer de suas crendices para quem o bigode representaria o mesmo que o cabelo para Sansão.
“Sou supersticioso e acho que sempre me dei bem com o meu bigode. Não o trato com cuidado. Às vezes o deixo grande, outras, pequeno. Não mantenho coerência em sua tonalidade, que clareia e escurece sem que eu conserve a cor estável. Já foi maior, indo além dos lábios, e outras vezes foi menor e mais cheio”, disse o presidente do Senado certa vez.
Do Blog do Décio
FOTO-FOFOCA: FELIZ PÁSCOA
OS MAGNATAS DO PIAUÍ: PEDALA CLAUDINO
Por Eliane Sobral
Pacientemente, ao longo dos últimos 53 anos, os irmãos Claudino transformaram o pequeno Armazém Paraíba numa das maiores redes varejistas do Nordeste, com mais de 300 pontos de venda espalhados, principalmente pelo Piauí, onde a família fincou bandeira. Na esteira do crescimento do Armazém a dupla de sertanejos, com escassa educação formal, foi diversificando suas atividades.

o território ao mesmo tempo que ataca no mercado das bikes
A carência de diplomas de escolas de administração, MBAs e outros que tais foi suprida por muita intuição – ninguém por aquelas bandas tinha a menor noção do que era feeling. Faltavam móveis para vender nas lojas? Pois abriram uma fábrica de móveis. Os clientes queriam comprar colchões? Os Claudino montaram uma fábrica de colchão. Estava difícil transportar as mercadorias adquiridas para suprir o Armazém, do Sudeste para o Nordeste (imagine o tamanho do problema meio século atrás)? Pois não demorou muito para eles abrirem uma transportadora.
O resumo dessa trajetória é um conglomerado com interesses na indústria, no comércio, no setor de serviços e no financeiro que faturou R$ 1,9 bilhão no ano passado. “Somos grandes, mas ainda temos muito espaço para crescer”, afirma João Claudino Fernandes Júnior, um dos cinco filhos de João Claudino e executivo do grupo.

Com um olho no varejo e outro na indústria, os Claudino têm duas prioridades para 2011. Estão investindo R$ 238 milhões na expansão do Teresina Shopping, na capital do Estado, que passará das atuais 106 lojas para 332, com 12 âncoras (há um segundo shopping em São Luís, no Maranhão). Outros R$ 40 milhões serão empregados na construção de uma nova fábrica da Houston, a marca de bicicletas do grupo.
Mais do que engordar o caixa da família, o centro de compras, que já é o maior do Piauí, é a principal trincheira dos Claudino diante das tentativas de avanço de outras potências varejistas sobre seus domínios. A principal ameaça atende pelo nome de Máquina de Vendas, resultado da fusão da rede Insinuante, da Bahia, e da mineira Ricardo Eletro. “Essa fusão representa uma ameaça concreta ao grande varejo regional e os Claudino estão se preparando para uma briga que será intensa nos próximos anos”, diz Heloísa Omine, professora de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
Embora não tenha o peso dos shop-pings e do Armazém Paraíba para os negócios, a Houston parece ser a grande aposta estratégica dos Claudino. A fábrica atual, instalada em Teresina, onde fica o QG do grupo, tem capacidade para produzir 1,1 milhão de bicicletas por ano e está bem próxima de alcançar essa marca. Em Manaus, onde está sendo construída a nova planta, a capacidade de produção será de 650 mil unidades por ano e a expectativa do grupo é começar a operá-la em julho de 2012.
No ano passado, segundo Claudino Jr., foram vendidas 750 mil unidades da Houston e a meta é fechar 2011 com pelo menos 20% de crescimento. Pelas contas do empresário, a produção total de bikes no Brasil vai bater na casa dos 5,5 milhões – cerca de 100 mil unidades a mais que o produzido em 2010. “Caminhamos muito rapidamente para ocupar a liderança desse mercado”, afirma.
É difícil saber quanto ainda falta para atingir esse objetivo, mas o fato é que, com apenas dez anos de mercado, a Houston já causa dor de cabeça à líder do setor, a tradicional Caloi, de São Paulo. “Como esse é um mercado muito pulverizado, com pequenas fábricas e muita importação de peças, é difícil apontar a participação de mercado de cada marca”, afirma Moacyr Alberto Paes, diretor-executivo da Abraciclo, a entidade que representa fabricantes de veículos de duas rodas.

Embora façam parte do seu portfólio marcas como o jeans Ônix, vendido em todo o País, seguramente a Houston é a face mais conhecida do grupo Claudino, em nível nacional. E os Claudino não têm poupado esforços para que isso aconteça. Só no ano passado, a empresa investiu R$ 10 milhões em uma única ação de marketing: a fábrica da empresa, em Teresina, serviu de cenário para a novela Passione, da Rede Globo. O grupo gostou da experiência e resolveu repetir a dose: a Houston acaba de fechar merchandising na novela Rebelde, em exibição pela Rede Record.
“Quando entramos em bicicletas, dez anos atrás, fizemos um trabalho de formiguinha para tornar a marca conhecida e ganhar espaço num mercado dominado por uma marca só”, lembra Claudino Jr. O trabalho de formiguinha a que ele se refere foram as excursões de varejistas do Sul e do Sudeste a Teresina. “Não há melhor maneira de promover o seu produto que levar seu cliente para ver como ele é produzido”, afirma Claudino Jr. Segundo ele, nos últimos seis anos, a Houston levou mais de 1,4 mil varejistas do Brasil inteiro à capital do Piauí.
Como resultado das estratégias desenvolvidas para a Houston, o empresário cita a inversão geográfica das vendas. Setenta por cento das vendas, em 2010, foram realizados no Sul e Sudeste – São Paulo respondeu por 40% desse total. O empresário diz não ter a menor intenção de expandir as atividades do grupo para além das fronteiras nordestinas.
“Primeiro, porque nossos negócios são muito diversificados, segundo, porque estamos muito bem consolidados num mercado que só agora começa a florescer”, diz ele em referência à expansão do consumo no mercado nordestino, o que mais cresce no País (ver reportagem na página 66). Pelo menos no caso das bikes, não é bem assim. Há uma década, no mínimo 80% das bicicletas vendidas na região eram usadas para transporte. Até por conta da melhora no poder aquisitivo, as bikes passaram a sofrer a concorrência das motos. Hoje, segundo Claudino Jr., as bicicletas mais robustas representam apenas 1/3 da produção da Houston.
Os irmãos Claudino não foram pródigos só na ampliação dos negócios. Seu João, hoje com 81 anos, tem cinco filhos e seu Valdecy, um ano mais velho que o irmão, tem quatro filhas. Ambos fazem parte de uma família de 16 irmãos. “Só primos, eu tenho 76. Antigamente, as reuniões da família aconteciam no Carnaval e a gente tinha bloco próprio, com camiseta personalizada e tudo”, lembra Claudino Jr. Os dois fundadores ainda acompanham os negócios de perto, mas quem toca o dia a dia, são os herdeiros.
Preocupados com a sucessão familiar e a divisão do patrimônio entre uma prole tão grande, os irmãos Claudino separaram os negócios em 2003. Valdecy ficou com a Socic (Sociedade Comercial Irmãs Claudino), que abriga os negócios de transportes, a administradora de cartões de crédito e um shopping. João ficou com o grupo Claudino, que controla o Teresina Shopping, a Houston e o Armazém Paraíba.
Ao contrário dos patriarcas, os herdeiros dos Claudino tiveram uma formação profissional esmerada. Aos 16 anos de idade, Claudino Jr., por exemplo, mudou-se para São Paulo onde estudou economia e administração. Depois foi fazer pós-graduação nos Estados Unidos, onde morou por cinco anos. Aos 42 anos de idade, comanda o império erguido por seu pai e seu tio, que emprega 16 mil funcionários.
Foi o pai quem mostrou a força do grupo ao Brasil. Em 2007, quando o então presidente da Phillips do Brasil, Paulo Zottolo, declarou que se o Piauí sumisse do mapa, ninguém perceberia, seu João ordenou um boicote dos produtos da marca holandesa em todas as lojas e shoppings do grupo. Não teria maiores repercussões se o grupo Claudino não estivesse, já naquela época, entre os cinco maiores clientes da Phillips no Brasil. Zottolo se retratou. Inflexível, seu João demorou anos para revogar a punição.
MORRE VIOLETA WAQUIM, MÃE DO DEPUTADO SÉTIMO, VÍTIMA DE AVC
Morreu por volta das 4h da manhã deste sábado (23), a mãe do deputado federal pelo Maranhão, Sétimo Waquim, marido da prefeita de Timon, Socorro Waquim. Violeta Waquim (na foto de branco entre as filhas) tinha 89 anos e foi vítima de acidente vascular cerebral (AVC).
Ela esta com a família em um sítio, passando o feriado da sexta-feira da Paixão. Por volta das 16h de ontem, Violeta Waquim passou mal e foi encaminhada para o Hospital São Marcos para atendimento e medicação.
O velório ocorre na casa da sogra da prefeita de Timon, localizada rua Magalhães de Almeida, Centro, no município maranhense vizinho a Teresina. O sepultamente deve ocorrer por volta das 17h de hoje no cemitério São Germano.
Do Portal Cidade Verde
FOTO-FOFOCA: SE RECUPERANDO
DÁ UMA AJUDINHA LÁ TAMBÉM AMÉRICO: TOCANTINS DECRETA CALAMIDADE NO SETOR DA SAÚDE
São Paulo – O governo do Tocantins decretou na última terça-feira (19) estado de calamidade pública no setor hospitalar do estado. Segundo a Secretaria de Saúde, a decisão foi tomada devido ao estado caótico dos 19 hospitais e unidades hospitalares do estado.

Assim que o estado de calamidade for homologado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, o governo de Tocantins poderá firmar contratos de emergência sem necessidade de licitação.( Foto: Uma das unidades de esterilização do hospital do TO. Foto)
Segundo a secretaria, quatro entidades, entre Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) e entidades filantrópicas estão sendo consultadas para realizarem as obras e ajustes necessários na parte física e nos equipamentos dos hospitais.
Entre os problemas detectados estavam centros cirúrgicos em que o piso dava choque, por conta de problemas na instalação elétrica, baratas que circulavam por unidades de internação, “gatos” para garantir o fornecimento de energia elétrica e equipamentos que não funcionavam. Em um hospital do interior, o teto da ala do necrotério desabou. Em outro, houve um incêndio provocado por curto-circuito, mostra um relatório elaborado pelo governo.
– As unidades estão arrasadas. A única melhor, no quesito físico, é o Hospital Geral de Palmas, por ser um prédio novo – disse o secretário de Saúde de Tocantins, Arnaldo Alves Nunes.
As entidades terão dez dias para elaborarem suas propostas. Será escolhida aquela que apresentar o melhor valor. Segundo a secretaria, o quadro de médicos e servidores de saúde é suficiente para o atendimento à população.
COMENTÁRIOS DO BLOG – Se um Estado novo como o Tocantins tido como bastante promissor se comparado a outros bem maiores e mais velhos chegou ao ponto de decretar calamidade na saúde o que falar dos pequenos centros? Nunca se se falou tanto em problemas na saúde quanto agora e ainda assim há uma grande necessidade da oposição de apontar o dedo sujo para os problemas querendo mostrar seus culpados. É o que vemos hoje o PSDB tentando criticar a Presidenta Dilma e o PT esquecendo que tiveram oito anos para corrigir tantas mazelas e não fizeram. É a mesma coisa em Coelho Neto, quando vemos o balaio Américo de Sousa – PT questionando os problemas da saúde e se esquecendo de heranças deixadas por administrações anteriores. Resolvê-las em dois anos? Não haveria como. Se me dessem a oportunidade de dar uma sugestão, indicaria ao vereador que fosse fazer um tour pelo Tocantins e dá uma ajudinha lá também…
FOTO-FOFOCA: MAIS BELA DO QUE NUNCA














