Stênio Rezende destaca apoio do governador Flávio Dino à presidente Dilma Rousseff

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O deputado Stênio Rezende (PRTB) subiu à tribuna, na sessão plenária desta quarta-feira (9), para destacar a postura do governador Flávio Dino (PCdoB) em apoio à presidente Dilma Rousseff (PT) e contra o processo de impeachment. O parlamentar também assinalou que, devido à atual situação econômica do país e do Maranhão, é fundamental que haja estabilidade política para que, assim, se busque a estabilidade econômica.

Stênio frisou que é preciso que haja um compromisso com o povo maranhense, pois a crise econômica que se agrava a cada dia está indo diretamente para o seio da família mais carente do estado.

“As construtoras do Maranhão já desempregaram mais de 15 mil pessoas no estado, fruto da crise econômica. As Prefeituras que, sem dúvida nenhuma, são as maiores geradoras de emprego e renda, enfrentam grande dificuldade para pagar o salário de seus efetivos, imaginem os contratados. E em razão desta crise, as 217 Prefeituras do Maranhão, sem dúvida nenhuma, estão deixando de contratar mais de 40 mil pessoas. É pesado, é difícil”, ressaltou.

O parlamentar louvou a atitude do governador Flávio Dino, que encabeça junto com outros governadores um movimento em busca da estabilidade política do país. “É muito difícil vir um crescimento econômico no meio de uma crise política como esta em que o Brasil se encontra”, afirmou.

Rezende finalizou o seu discurso lembrando ao plenário do problema da falta de água no Maranhão, que tem assolado vários municípios maranhenses, principalmente nas regiões do Médio Sertão, Mearim e Pindaré. O parlamentar destacou que o Maranhão passa pela pior crise hídrica dos últimos 50 anos, mas que a chuva já começou a cair em alguns municípios.

“Eu falava há poucos dias dos animais que estão morrendo por sede no Estado. Mas, para minha alegria, nos últimos dois dias começou a chover nas cabeceiras dos rios. Choveu na Serra das Alpercatas. Choveu também na Serra Negra, nascente do rio Mearim e do rio Grajaú e choveu também lá na nascente do rio Balsas, nos Gerais de Balsas. Começaram a cair, no Sul do Maranhão, as primeiras chuvas. E os primeiros produtores, grandes produtores do Cerrado Maranhense, já colocaram as máquinas em campo e começaram a fazer ali as suas plantações de grãos”, completou.

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