Servidor reclama da imposição da Secretaria de Educação para manter “aulas” aos sábados em Coelho Neto

O servidor público Oberdan Lopes usou sua rede social esta semana para denunciar a manobra da Secretaria de Educação de Coelho Neto em impor a alteração do ano letivo sem qualquer discussão prévia com a classe.

“É lamentável constatar que no calendário escolar imposto pela gestão de Coelho Neto para este segundo semestre, os sábados letivos foram incorporados sem anuência dos servidores, sem consultas e sem possibilidades de discussão e sugestões. Pior ainda é tomar conhecimento de que nestes sábados serão desenvolvidos atividades extra-classe sem o compromisso do repasse do conteúdo programático para o ano de 2017, tendo como preocupação somente o cumprimento da carga horária, pois cada sábado valerá por dois dias letivos”, denunciou ele.

Embora o governo use a desculpa esfarrapada que a manobra é para garantir reforma de escolas, o que se sabe é que medida visa apenas livrar o prefeito Américo de Sousa (PT) pagar salários de contratados no mês de dezembro, o que representaria uma vultuosa economia.

“Nossas crianças e jovens terão uma grande defasagem no seu conhecimento pois registrar aulas que não foram ministradas é crime: crime contra a educação, crime contra os alunos e crime contra a sociedade. É uma pena que aquilo que se apregoava com tanta veemência em tempos anteriores tenha sido esquecido tão rapidamente”, protestou ele.

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