Prefeitura promove perseguição e boicote as ações da Polícia Militar em Coelho Neto

Retorno do Capitão Jamerson teria provocado a ira do prefeito: perseguição e boicote é a ordem para forçar que ele seja mandado embora

O Comando da Polícia Militar em Coelho Neto vive tempos difícieis nos últimos dias e a questão pode refletir na atividade direta da corporação.

Desde que foram anunciado o retorno do Capitão Paulo Jamerson, a PM passou a viver “dias de cão”, com uma determinação advinda da Prefeitura de Coelho Neto de corte na parceria com a instituição sem qualquer justificativa. Segundo fontes do blog, o prefeito Américo de Sousa teria ficado incomodado com o retorno de Jamerson ao comando da PM e que o boicote seria uma forma de pressionar o Batalhão em Caxias a mandá-lo embora.

Ao invés de garantir que parceria fosse ampliada, o que todo  mundo sabe é que fora cortado alimentação, fornecimento de combustível e as colaboradoras que atuavam no Comando da PM (cerca de 06), foram mandadas para casa.

Causa estranheza o corte nas ajudas, exatamente depois da Prefeitura formalizar dois contratos vultusosos: um de mais de 600 mil para alimentação e outro de mais de 4 milhões para combustível.

O corte da parceria da Prefeitura com a PM pode ter reflexos direto no aumento da criminalidade no município. Segundo fontes ouvidas pelo blog entre policiais, ex-colaboradoras e pessoas próximas, a corporação tem sobrevivido os últimos dias contando com a colaboração e doação de empresários locais.

Coelho Neto vive tempos de violência, com a bandidagem correndo solta e vias públicas as escuras. Com o boicote da Prefeitura ao Comando da PM sem qualquer razão de ser, a população mais uma vez deve pagar a conta.

É só aguardar!

 

 

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