CONFIRMADO O INÉDITO

CONFIRMADO O INÉDITO
Em novembro de 2011, lancei um texto com o título de INÉDITO, onde denunciava a prática inversa do SINTASP/MCN e agora com mais uma atitude de seus dirigentes e do CORONEL realmente ficam confirmadas estas práticas.
Professor Gilson Rocha
O SINTASP/MCN tem em sua trajetória uma História de lutas em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras públicas. Na sua fundação, este sindicato levou o nome de SINPROCN, pois sua luta era exclusiva em defesa dos professores e das professoras, e com o passar do tempo foi criado o SERPUC pelos servidores públicos, fazendo assim a sua organização para defesa dos seus direitos.
Ao decorrer alguns anos, foram percebidos pelos trabalhadores a necessidade de fazer uma junção do SINPROCN e SERPUC, pois o patrão era o mesmo. Em um congresso com a organização da CUT – Central única dos trabalhadores a junção foi feita , surgindo assim uma nova sigla: SINTASP/MCN. No ano de 1987 o governo da época demitiu todos os funcionários da prefeitura no dia 30 de janeiro daquele ano e todos eram contratados, inclusive quis demitir até os concursados tentando anular o concurso público que tinha acontecido em anos anteriores.
Como já foi dito, as demissões aconteceram com todos os contratados, estes procuram o Sindicato, e todos os contratados que procuraram esta entidade tiveram apoio e com a orientação do mesmo, foram gerados vários processos trabalhistas, dando ganho de causa para a maioria daqueles que correram atrás dos seus direitos. O Sindicato NUNCA deixou um trabalhador ou trabalhadora sem apoio ou trabalhou no sentido de baixar salário ou até mesmo de demiti-lo (la).
Hoje os dirigentes do SINTASP/MCN juntamente com o seu ditador fazem o contrário, em novembro do ano de 2011 entrou com um processo no Tribunal de Contas para baixar o salário dos supervisores e gestores. Agora entra na Justiça contra os contratados esquecendo que concursados ou contratados são pais e mães que também necessitam viver e sustentar a família.
Se os contratados tiverem que ser demitidos, que esta ação não seja provocada pela entidade que se diz defensora dos trabalhadores e trabalhadoras da microrregião.
Gilson Rocha de Morais
Licenciado em Pedagogia da Terra
Coelho Neto, março/2012

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