BOATOS DE FIM DO BOLSA FAMÍLIA FAZ MILHARES CORREREM PARA AS AGÊNCIAS DA CAIXA

BOATOS DE FIM DO BOLSA FAMÍLIA FAZ MILHARES CORREREM PARA AS AGÊNCIAS DA CAIXA


Uma verdadeira correria acontece desde ontem à noite quando espalharam que o programa federal Bolsa Família iria acabar e que a última parcela do benefício seria paga ontem e hoje.
Milhares de pessoas que recebem os benefícios correram para as agências da Caixa Econômica Federal aqui na capital. Houve muito tumulto e até depredação.
Tem sido intenso o movimento das rodoviárias do interior ou mesmo de vans que estão chegando em São Luís.
desde ontem que as Polícia Federal apura origem dos boatos sobre suspensão do pagamento. Ocorre que o benefício do mês de maio foi liberado ontem.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informa que não há qualquer possibilidade do encerramento do programa.
O Bolsa Família está completando 10 anos e beneficia atualmente 13,8 milhões de famílias. É o maior e melhor focalizado programa de transferência de renda com condicionalidades do mundo e continuará cumprindo seu papel fundamental para a estratégia de superação da extrema pobreza no Brasil.
Do Blog do Luis Cardoso 

CLICK: FELICIDADES THIAGO BRAZ!

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Quem também muda de idade hoje (19) é Thiago Braz, uma das grandes lideranças de juventude do Estado com forte atuação no município de Vargem Grande. A Ele o blog felicita pela passagem da data natalícia fazendo votos de prosperidades materiais e espirituais. Parabéns!

CLICK: PARABÉNS RAYMUNDO JOSÉ!

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Quem muda de idade hoje (19) é o colega blogueiro, escritor e dono da rádio Sinal Verde FM Raymundo José. A ele o blog rende homenagens fazendo votos de muita saúde e paz. Parabéns!

TEM GENTE NA ÁGUA DE AÇÚCAR! STF DECIDE QUE DIPLOMA DE JORNALISMO NÃO É OBRIGATÓRIO PARA O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

TEM GENTE NA ÁGUA DE AÇÚCAR! STF DECIDE QUE DIPLOMA DE JORNALISMO NÃO É OBRIGATÓRIO PARA O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO

Por 8 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão desta quarta-feira (17) que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão. 


Votaram contra a exigência do diploma o relator Gilmar Mendes e os ministros Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello. Marco Aurélio defendeu a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não estavam presentes na sessão.

Para o relator, danos a terceiros não são inerentes à profissão de jornalista e não poderiam ser evitados com um diploma. Mendes acrescentou que as notícias inverídicas são grave desvio da conduta e problemas éticos que não encontram solução na formação em curso superior do profissional. Mendes lembrou que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a profissão, foi instituído no regime militar e tinha clara finalidade de afastar do jornalismo intelectuais contrários ao regime. 


Sobre a situação dos atuais cursos superiores, o relator afirmou que a não obrigatoriedade do diploma não significa automaticamente o fechamento dos cursos. Segundo Mendes, a formação em jornalismo é importante para o preparo técnico dos profissionais e deve continuar nos moldes de cursos como o de culinária, moda ou costura, nos quais o diploma não é requisito básico para o exercício da profissão. 

Mendes disse ainda que as próprias empresas de comunicação devem determinar os critérios de contratação. “Nada impede que elas peçam o diploma em curso superior de jornalismo”, ressaltou. Leia aqui a íntegra do voto.

Seguindo voto do relator, o ministro Ricardo Lewandowski enfatizou o caráter de censura da regulamentação. Para ele, o diploma era um “resquício do regime de exceção”, que tinha a intenção de controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação, afastando das redações os políticos e intelectuais contrários ao regime militar. 

Já Carlos Ayres Britto ressaltou que o jornalismo pode ser exercido pelos que optam por se profissionalizar na carreira ou por aqueles que apenas têm “intimidade com a palavra” ou “olho clínico”.


O ministro Celso de Mello afirmou que preservar a comunicação de ideias é fundamental para uma sociedade democrática e que restrições, ainda que por meios indiretos, como a obrigatoriedade do diploma, devem ser combatidas.

O único voto contrário no julgamento foi dado pelo ministro Marco Aurélio. Ele alegou que a exigência do diploma existe há 40 anos e acredita que as técnicas para entrevistar, editar ou reportar são necessárias para a formação do profissional. “Penso que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional que repercute na vida dos cidadãos em geral”, afirmou. 

Disputa jurídica


Os ministros analisaram um recurso extraordinário interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e pelo Ministério Público Federal. 

O recurso do Sertesp contestava um acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que afirmou a necessidade do diploma, contrariando uma decisão da primeira instância em uma ação civil pública. O Ministério Público Federal sustenta que o decreto-lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão de jornalista, incluindo a obrigatoriedade do diploma, não é compatível com a Constituição de 1988.

Em novembro de 2006, o STF garantiu o exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. 

No último dia 30 de abril, os ministros do STF decidiram derrubar a Lei de Imprensa. Sete ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Carlos Ayres Britto, de que a legislação, editada em 1967, durante o regime militar (1964-1985), é incompatível com a Constituição Federal.

Sertesp x Fenaj


Tais Gasparian, representante da Sertesp, afirmou durante julgamento que artigo do decreto-lei 972 apresenta incompatibilidade com artigos da Constituição Federal que citam a liberdade de manifestação do pensamento e o exercício da liberdade independentemente de qualquer censura. De acordo com Gasparian, a profissão de jornalista é desprovida de qualificações técnicas, sendo “puramente uma atividade intelectual”. A representante questionou qual o consumidor de notícias que não gostaria de receber informações médicas, por exemplo, de um profissional formado na área e não de um com formação em comunicação. 

Gasparian lembrou ainda que a obrigatoriedade do diploma foi instituída por uma junta militar que nem poderia legislar por decreto-lei. A ideia, defende a representante, era restringir a liberdade de expressão na época da ditadura, “estabelecendo um preconceito contra profissionais que atuavam na área”, afirmou. 

O Procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, afirmou que o curso superior de jornalismo age como obstáculo à livre expressão estabelecida na Constituição. “A atividade exige capacidade de conhecimento multidisciplinar”, afirmou Souza, acrescentando que o diploma fecha a porta para outros profissionais transmitirem livremente seu conhecimento através do jornalismo. 

Do outro lado estava a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), favorável ao diploma. O advogado da entidade, João Roberto Fontes, afirmou que a não exigência do diploma significa uma precarização das relações trabalhistas entre donos de conglomerados e jornalistas. “Haverá uma proletarização ainda maior da profissão de jornalismo, uma vez que qualquer um poderá ser contratado ao ‘bel-prazer do sindicato patronal'”, afirmou Fontes. O advogado lembrou que a imprensa é conhecida como o quarto poder. “Ora, se não é necessário ter um diploma para exercer um poder desta envergadura, para que mais será preciso?”, questionou.

Grace Mendonça, em nome da Advocacia-Geral da União, citou a regulamentação em outras profissões para defender que o jornalismo também tenha suas exigências. Ao defender o diploma, Mendonça citou a figura do colaborador, que pode disponibilizar à sociedade seus conhecimentos específicos, e do provisionado, que poderá atuar em locais em que não haja jornalista formado. “A simples leitura do decreto, livre das circunstâncias temporais [do período do regime militar], não afronta a Carta da República. Seu conteúdo é constitucional”, finalizou Mendonça.


Do Uol

ALESSANRO MELCHIOR TOMA POSSE NO CONJUVE

ALESSANRO MELCHIOR TOMA POSSE NO CONJUVE
Alessandro Melchior é o novo Presidente do CONJUVE


Aconteceu na manhã dan última sexta-feira (17/5) , a posse do novo presidente do Conjuve, Alessandro Melchior, eleito por votação direta na quinta-feira (16), durante a 33ª reunião ordinária do colegiado. Concorreram ao cargo os conselheiros João Vidal da (União Geral dos Trabalhadores), Carolina Alencar (Confederação das Mulheres do Brasil) e Igor Bonan (Junta da Mocidade da Convenção Batista Brasileira). 

A então presidenta do Conselho, Ângela Guimarães, deixa a presidência do Conselho para assumir a vice. O ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, e a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, prestigiaram a cerimônia de posse.

Para Gilberto Carvalho esse momento marca a consolidação do papel do Conselho nas políticas públicas de juventude, além de revelar sua maturidade. “Com a contribuição que temos no Conjuve, estamos chegando a um ponto de maturidade, de reconhecimento da causa, não só dentro do governo, mas também na  sociedade civil”, declarou o ministro.
Para o novo presidente do Conjuve, Alessandro Melchior, a diversidade representada no Conselho traz o compromisso e o desafio para um trabalho que garanta efetivamente os  direitos para a juventude. “Hoje a juventude é uma das principais vítimas da homofobia, e não só da homofobia, mas do preconceito em geral, jovens negros, pobres e também jovens do campo, sofrem preconceitos”, disse Melchior.
Após a posse, o Conselho realizou um ato contra a redução da maioridade penal,  com o objetivo de discutir a pauta, levantando seus pontos  negativos e alternativas para a questão.  “Não podemos ficar em uma posição defensiva, devemos apresentar propostas e alternativas concretas para gerar novas possibilidades e perspectivas para os jovens, evitando que sigam o caminho da contravenção”, disse o ministro Gilberto Carvalho, que já declarou publicamente a posição do governo federal, que é contrário à redução.
Para  Alessandro Melchior, a redução da maioridade penal  demonstra uma desigualdade entre as classes sociais, “O ataque à redução da maioridade penal vem como uma denuncia de classes, já que há alguns anos, quatro jovens queimaram um índio, e o assunto de redução não veio à tona.  A redução só beneficia um grupo isolado, que é a juventude branca e rica, sendo que a juventude pobre e negra será presa.”
O novo Presidente do CONJUVE teve participação ativa na aprovação do Estatuto da Juventude

Veja a íntegra da entrevista de Alessandro Melchior, na qual defendeu suas propostas para a presidência do Conselho
O Conselho Nacional de Juventude renovará sua mesa diretora elegendo uma nova presidência da sociedade civil. Na sua opinião quais são os desafios do Conjuve para o próximo período?
O Conselho Nacional de Juventude deve tratar dos grandes desafios dos jovens brasileiros. As resoluções das Conferências Nacionais de Juventude e os movimentos juvenis têm apontado reivindicações importantes no campo dos direitos humanos, das políticas de educação, trabalho, saúde, na política de drogas e de segurança pública. Mas para responder a esses temas, mais do que discursos ou ações pontuais, precisamos discutir as grandes reformas estruturais para o modelo de país que queremos construir, como a democratização dos meios de comunicação, a reforma política, a reforma tributária, avançando no respeito à laicidade do Estado e na garantia dos direitos da juventude trabalhadora.
Devemos estar atentos aos debates sobre a política de drogas do Brasil, que tem na criminalização do usuário e no viés repressivo impactado de maneira negativa na vida dos jovens. Esse tema, juntamente com o racismo e a homofobia, que atingem principalmente os jovens estão sendo debatidos na reforma do Código Penal e em outras propostas de lei. Na educação, o grande embate hoje se dá a partir de três pilares, qualidade, financiamento e a internacionalização do ensino. Por isso, devemos nos focar em apresentar à sociedade uma proposta da juventude brasileira para a reforma do ensino médio, em defender mais investimentos na educação, como forma de combater a privatização do ensino e denunciar a internacionalização desse direito, como já vêm fazendo o movimento estudantil e de educação. No Congresso, um cordão de isolamento às políticas sociais e de direitos humanos foi formado, a partir da aliança entre fundamentalismo religioso, o agronegócio com apoio da grande mídia. Isso tem avançado sobre a laicidade do Estado, impactando nos direitos humanos de LGBT, Negros, Quilombolas, jovens indígenas.  Para cumprirmos esse papel em defesa dos direitos da juventude, devemos continuar avançando na qualificação da ação do Conselho, ampliando os mecanismos de acompanhamento, monitoramento e melhorar a dinâmica de trabalho do Conjuve.
O Conjuve cumpriu um papel importante no ultimo mês ao mobilizar a juventude pela aprovação do Estatuto da Juventude no Senado Federal. Por outro lado, no mesmo período o debate sobre a redução da maioridade penal retornou com força no Parlamento e na sociedade. Eleito/a presidente, como você atuará sobre estes dois temas?
O debate e a mobilização do Estatuto da Juventude exigiu um diálogo franco e de aproximação dos movimentos de juventude com os movimentos e conselho de direitos da criança e dos adolescentes. Nossas bandeiras comuns nos provocam a tomar iniciativas amplas e conjuntas, agregando mais atores importantes. Reiteramos a posição do CONJUVE contrária a redução da idade penal e a luta pela ampliação dos recursos orçamentários para as políticas sociais, bem como a plena implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Retroceder na garantia destes direitos significa um retrocesso civilizatório.
A política publica de juventude é resultante de uma atuação recente do Estado brasileiro. Na sua opinião, como o Conjuve pode fortalecer os conselhos locais de juventude e as políticas publicas de juventude nos estados e municípios?
Nós temos realizado o Pacto pela Juventude que tem dialogado nos processos eleitorais com os futuros gestores e legisladores. No entanto, o acompanhamento do compromisso assumido durante esses processos, fica a cargo apenas dos movimentos locais. O Conjuve pode fortalecer isso, transformando o Pacto no instrumento de diálogo permanente com esses atores. Propomos, por exemplo, iniciar uma grande campanha para a criação de conselhos municipais e estaduais de juventude, cabendo ao Conjuve a iniciativa de incidir para a ampliação desses espaços de diálogo e controle social. Além disso, precisamos dinamizar a atuação da nossa Rede de Conselhos de Juventude, com uma plataforma própria que possa permitir mais interação, assim como espaços de formação para conselheiros e movimentos juvenis sobre os direitos e as políticas de juventude.
Do site do Conjuve

18 DE MAIO: ESSA LUTA É DE TODOS NÓS!

18 DE MAIO: ESSA LUTA É DE TODOS NÓS!


O Comitê Nacional realiza e fortalece as ações de enfrentamento à problemática da violência sexual de crianças e adolescentes, por meio de campanhas nacionais e apoio às ações dos comitês estaduais/distrital e pontos focais pelo Brasil.
Dentre as suas metas, está a promoção do dia 18 de maio – Dia Nacional de luta contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes – como referência de mobilização de massa. Assim, realiza a Campanha anual “Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes”.
A campanha tem como símbolo uma flor, acompanhada da frase “Faça Bonito. Proteja nossas Crianças e Adolescentes”, lembrando do cuidado e da necessidade de defesa do direito de meninas e meninos crescerem de forma saudável e protegida.
O símbolo surgiu durante a mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes de 2009. Porém, o que era para ser apenas uma campanha se tornou o símbolo da causa, a partir de 2010.
Na campanha, a sociedade, o governo e empresas envolvidas com o tema são convidados a tomar parte do problema e assumir a sua responsabilidade diante do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes.
A escolha da data é uma lembrança a toda a sociedade brasileira sobre a menina seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio de muitos acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.
Sua morte, contudo, ainda causa indignação e revolta. O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vem manter viva a memória nacional, reafirmando a responsabilidade da sociedade brasileira em garantir os direitos de todas as suas Aracelis.
De autoria da então deputada Rita Camata (PMDB/ES) – presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional – o projeto foi sancionado em maio de 2000 como Lei 9.970: “Institui o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infanto-juvenil”.
Desde então, a sociedade civil em Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes promovem atividades em todo o país para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade da violência sexual.
Do site do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual

VEXAME: BATE BOCA DE ROSEANA COM ESTUDANTE REPERCUTE NACIONALMENTE

VEXAME: BATE BOCA DE ROSEANA COM ESTUDANTE REPERCUTE NACIONALMENTE

Repercutiu na imprensa do país inteiro o vídeo que mostra a governadora Roseana Sarney (PMDB) batendo boca com um adolescente do interior do estado.


A cena, registrada durante ato do Governo Itinerante na cidade de Governador Edson Lobão, mostra Roseana sendo confrontada com a realidade da educação oferecida pela rede pública do Maranhão.
Criticada por um estudante pelo baixo nível do ensino das escolas estaduais, a governadora se esquiva da responsabilidade e coloca a culpa nos professores da rede estadual – em greve desde o dia 23 passado, por conta da não aprovação do Estatuto do Educador no estado: “Se as escolas não têm qualidade, você tem que cobrar isso dos professores”.
Percebendo a malícia e irresponsabilidade de Roseana Sarney, o jovem rebate na mesma hora: “Eu estou falando é de infraestrutura da sala de aula, escola com estrutura adequada”.
A resposta deixou os presentes no palanque em meio a uma saia justa. Na gravação é possível ver o secretário Luís Fernando Silva, pré-candidato a sucessão de Roseana, tentando arrancar o microfone das mãos do rapaz.
Os auxiliares e deputados estaduais ficaram em pânico. Um dos organizadores do evento, o ex-oposicionista Clodomir Paz se mostrou agoniado com a incapacidade de improviso da governadora.
No fim do vídeo, depois de insistir na responsabilização dos educadores pelo caos da educação, Roseana faz ameaças ao aluno.
– E depois eu quero seu nome que eu vou ver a sua nota lá, pra ver se tu tá estudando mesmo. Não adianta vir brigar comigo! – esbravejou a filha de José Sarney, sob vaias de um grupo de estudantes.
Veja o vídeo na íntegra:


Do Blog Marrapá

SEMDEL VAI INICIAR CADASTRAMENTO DE DEPARTAMENTOS AUTÔNOMOS DE FUTEBOL

SEMDEL VAI INICIAR CADASTRAMENTO DE DEPARTAMENTOS AUTÔNOMOS DE FUTEBOL


A Secretaria Municipal de Desporto e Lazer ( SEMDEL)  dará início,a partir do dia 20,  ao cadastramento dos Departamentos Autônomos de Futebol de São Luís.
O cadastramento é pré-requisito obrigatório  para a participação dos departamentos nas competições e demais eventos da secretaria , a exemplo do Copão Semdel, Copa Batom e outros. A criação desse banco de dados é uma forma de levantar o números de departamentos autônomos de São Luís para atender e difundir de forma mais precisa o esporte amador.
Os departamentos autônomos de futebol são inúmeros na capital, havendo pelo menos um em cada bairro ludovicense. Eles  possibilitam a interlocução com os bairros, de forma que as comunidades tenham mais acesso ao esporte e lazer disponibilizado pela prefeitura de São Luís, por meio da Semdel.
De acordo com o Secretário Municipal de Desporto e Lazer, Raimundo Penha, “além de facilitar a comunicação da Semdel com os departamentos, no caso dos eventos, também poderemos ouvir a comunidade e anseios de cada localidade. O esporte e o lazer chegarão de mais objetiva aos bairros”.
Do Blog da Semdel

COM 45 PONTOS, ÚLTIMO CAPÍTULO DE “SALVE JORGE” REPETE RECORDE DE AUDIÊNCIA

COM 45 PONTOS, ÚLTIMO CAPÍTULO DE “SALVE JORGE” REPETE RECORDE DE AUDIÊNCIA


O último capítulo de “Salve Jorge” (Globo) marcou 45 pontos no ibope (cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande São Paulo), segundo números prévios do Ibope.

A novela repete assim o recorde de audiência alcançado no dia 6 de maio. No capítulo de então, Morena enfrentou Lívia na rua.

A trama de Glória Perez (foto) registrou média de audiência de 33,9 pontos até o dia 10 de maio, bem menor do que o índice alcançado pela antecessora “Avenida Brasil”, de 38,9.

Confirmado esse número, trata-se da pior média de uma novela da faixa das 21h de todos os tempos.

Antes, o título pouco honroso era da novela “Passione”, de 2011, que teve média de 35,3 pontos.

Veja as médias das últimas novelas das 21h da Globo:
“Salve Jorge”: 33,9 (até 10 de maio)

“Avenida Brasil”: 38,9

“Fina Estampa”: 39,2

“Insensato Coração”: 35,9

“Passione”: 35,3

“Viver a Vida”: 35,8

“Caminho das Índias”: 38,8

“A Favorita”: 39,5

“Duas Caras”: 41,1

“Paraíso Tropical”: 42,8
Da Folha

VEREADOR JÚNIOR SANTOS PROPÕE CONCESSÃO DE TÍTULO DE CIDADANIA A 1ª DAMA SUELY SILVA

VEREADOR JÚNIOR SANTOS PROPÕE CONCESSÃO DE TÍTULO DE CIDADANIA A 1ª DAMA SUELY SILVA


O vereador Júnior Santos-PMDB protocolou na Câmara Municipal o Projeto de Decreto Legislativo em que propõe a concessão do Título de Cidadania Honorária Coelhonetense a 1ª Dama Suely Silva. Ao falar sobre o projeto, Júnior Santos destacou a história de vida da homenageada, que chegou à cidade ainda criança.
“A 1ª Dama Suely Silva chegou em Coelho Neto ainda criança nos áureos tempos da cana-de-açúcar e aqui residiu, estudou, constitui família e participou da vida política. Impossível contar a história política recente do município sem falar em sua participação e  esse projeto não é apenas uma homenagem, mas sobretudo pelos relevantes serviços que prestou e continua prestando a nossa sociedade ”, disse ele. 
Na justificativa do Projeto, o vereador Júnior Santos fez um breve relato da história da 1ª Dama desde essa chegou a Coelho Neto. Confira:
Mara Suely Almeida e Silva nasceu em 11 de fevereiro na localidade Ana Maria em Duque Bacelar-MA. Com Josely e Rejane forma o trio de filhas do casal José Alves de Almeida e Maria de Fátima Silva Almeida. Iniciou os estudos em Teresina-PI E concluiu o Ensino Médio em Coelho Neto, chegando a concluir o 3º período do Curso de Turismo em Teresina-PI, período que teve que se abdicar por incompatibilidade com a correria da vida política do marido.

Com a vinda do pai para Coelho Neto na década de 70 para prestar serviço para o Grupo João Santos e posteriormente com a investidura dele no mundo político, Suely começou desde cedo a sua estada nesse meio. Casou ainda muito cedo com o jovem empresário Soliney seu ex-colega de escola e que mais tarde assim como o sogro também tomaria gosto pela política. Pleiteou de imediato uma vaga de vereador sendo eleito e mais tarde se tornou Presidente da Câmara Municipal. 

No governo Lucia Guanabara prestou serviços com servidora pública ao coordenar a Farmácia Básica período em que se dividia com as atividades sociais de membro do Lions Clube.

Paralelamente acompanhou as tentativas do marido em tornar-se Prefeito da cidade tendo sido derrotado por duas vezes e depois ela própria como candidata a vice na chapa de Guanabara nas eleições de 2004 também não obtendo êxito.

Nesse intervalo foi uma das grandes articuladoras para que Soliney se tornasse o deputado mais jovem da Assembleia Legislativa da legislatura de 1998. A partir daí Soliney repetiu a dose da vitória em 2002 e 2006 sempre com votação crescente e com participação decisiva de sua mulher.

Como esposa de deputado, Suely nunca deixou de realizar seu trabalho social ajudando os menos favorecidos na cidade. Foi dela a idéia de distribuir enxovais para as grávidas e brinquedos para as crianças sempre nas datas comemorativas, além de grande incentivadora e patrocinadora de manifestações artísticas e culturais tais como escolas de samba, grupos de quadrilhas, gincanas e times de futebol. Paralelamente fez parte da Diretoria do GEDEMA – Grupo de Esposas de Deputados Estaduais do Maranhão, que mantém o financiamento de projetos a crianças em situação de risco e vulnerabilidade social na capital. 

Em 2008 estava novamente junto com o marido diante do maior desafio até então da vida política do casal: a terceira eleição para a Prefeitura de Coelho Neto. Como um sonho a ser perseguido conclamaram a classe política e a militância dos partidos coligados para arregaçarem as mangas e a partir dai fazer uma das campanhas mais exaustivas de toda carreira política de Soliney. Como coordenadora da campanha percorreram a cidade e o interior com o discurso da renovação e em 03 de outubro Soliney Silva foi eleito Prefeito de Coelho Neto com uma votação histórica e consagradora após 12 anos de domínio da família Bacelar no comando do município.

Como 1ª. Dama, Suely Silva continua mostrando ser avessa a holofotes. Prefere que as ações por ela desenvolvidas fiquem no conhecimento apenas de quem por elas são beneficiadas. Tem sido grande colaboradora da Secretaria de Assistência Social e apoiadora de vários projetos locais desenvolvidos nas comunidades do município. 

Mesmo sem ocupar cargo algum na administração do marido, Suely Silva tem sido grande interlocutora das ações do governo nas mais diversas áreas, tanto que foi designada pelo marido para receber o Prêmio Selo UNICEF – Município Aprovado 2009-2012, pelas ações desenvolvidas pelo município em prol da criança e do adolescente. Continua grande colaboradora e patrocinadora das manifestações artísticas, esportivas e culturais do município e foi responsável em 2011 pela realização da Festa de Debutantes para jovens de baixa renda.

No ano passado como Presidente do Diretório Municipal do PSD ajudou a coordenar a campanha que culminou com a reeleição do marido para novamente administrar Coelho Neto no quadriênio 2013-2016 e elegeu a maior bancada de vereadores da Câmara Municipal.

Do casamento com o Prefeito Soliney Silva nasceram os filhos Soliney Filho, Bruno José e Marcelo Henrique.

Em toda a vida como cidadã e figura pública, Mara Suely Almeida Silva não passou despercebida e conseguiu dar sua contribuição para Coelho Neto. Seja nas ações sociais, na participação na vida política coordenando campanhas políticas, comandando partidos e ela mesmo sendo candidata, é impossível contar a história política recente do município sem citar sua participação efetiva. São estas, entre outras, as razões maiores que lhe conferem o merecimento do Titulo de Cidadania Honorária.