Flávio Dino anunciou mais um nome de sua equipe de governo. A cerimonialista Telma Moura de Oliveira será a Chefe de Cerimonial do Governo a partir do dia 1º de janeiro de 2015, sob a administração de Flávio Dino.Conheça o perfil da próxima chefe de cerimonial:
TELMA MOURA DE OLIVEIRA – Chefe de Cerimonial
Com experiência em vários ramos da comunicação, Telma Moura é formada em Comunicação Social – Relações Públicas há 20 anos. Dedicou maior parte de sua atividade profissional a conduzir a Chefia de Cerimonial em órgãos públicos. Desde 2006, ocupa a chefia de cerimonial da Prefeitura de Caxias – MA.
Com experiência em redação de jornal impresso, rádio e televisão, Telma Moura é maranhense e pós-graduada em Assessoria de Imprensa e também foi responsável pela condução da assessoria de comunicação da Gerência Regional de Caxias, órgão representante do Governo Estadual.
Jaques Wagner tem tudo para ser o homem forte do novo governo
Antes mesmo da presidente reeleita Dilma Rousseff iniciar as consultas para montar a futura equipe de ministros, integrantes da campanha já reconhecem que o primeiro escalão do futuro governo terá nomes com influência no Palácio do Planalto.
O principal consenso entre os petistas é em relação ao protagonismo do governador da Bahia, Jaques Wagner. Independente do cargo, ele já é apontado como o principal interlocutor da presidente no segundo governo. Além de ter conseguido a maior vantagem numérica para Dilma (cerca de 2,9 milhões de votos na Bahia), ele é um dos políticos mais próximos de Lula e tem liderança no próprio PT.
De perfil conciliador, Jaques Wagner deve ocupar um cargo no Palácio do Planalto, mas ainda não há uma definição. Ele pode ser nomeado para a Secretaria de Comunicação ou ficar na Secretaria Geral da Presidência, se o ministro Gilberto Carvalho deixar o governo. Outra possibilidade seria comandar a Casa Civil, num cenário de deslocamento de Aloizio Mercadante para a Fazenda. Mas internamente, Mercadante teria sinalizado interesse em permanecer no Planalto.
Por isso, para o Ministério da Fazenda, no lugar de Guido Mantega, o mais cotado é do ex-secretário executivo da pasta Nelson Barbosa, que também é próximo de Lula.
Na pasta do Desenvolvimento, o nome mais forte é do empresário Josué Alencar (PMDB), que tem o apoio do governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Filho do ex-vice-presidente José Alencar, Josué disputou o cargo de senador por Minas nesta eleição.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto, também ganhou visibilidade na campanha e pode ocupar uma nova pasta, ou participar do novo Conselho Político do governo, que tinha sido desativado pela própria Dilma por causa de vazamentos das reuniões.
Outra mudança deve ocorrer no Ministério da Cultura. Segundo assessores, Dilma não esconde sua contrariedade com a ministra Marta Suplicy, uma das defensoras do movimento “Volta, Lula” no início do ano. O nome mais forte é o do ex-ministro Juca Ferreira, responsável por mobilizar apoio de artistas e intelectuais para a campanha de Dilma.
Quem também sai fortalecido dessa eleição é o ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, que deve ficar no cargo. Já o ex-chefe de gabinete Giles Azevedo será um curinga do futuro governo. Mas ficará na órbita de Dilma.
O vice-presidente Michel Temer também ganhou pontos com a presidente durante a campanha e deve ser o responsável por parte das indicações do PMDB para o futuro primeiro escalão.
Entre os aliados, o governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), é cotado para um cargo de destaque no primeiro escalão. Ele pode ocupar o Ministério da Integração Nacional, para concluir a transposição do São Francisco, ou mesmo o Ministério da Educação. Mas para essa última pasta, há resistência de petistas, que preferem a permanência de José Henrique Paim.
Os números favoráveis que renderam a Presidenta Dilma Rousseff (PT) a maior votação proporcional do Maranhão teve contribuição direta dos eleitores de Coelho Neto. O favoritismo da candidata do PT salta aos olhos e pode ser confirmado facilmente pelos números.
Para se ter uma idéia dos 22.843 eleitores que compareceram para votar, exatos 18. 226 deram o voto a Dilma, ou seja, ela obteve na cidade 82,88% dos votos válidos contra 17,12% ou 3.766 votos dados ao candidato Aécio Neves (PSDB).
Contabilizado a totalidade dos números a abstenção também foi alta já que 11.890 eleitores ou 34,23% destes deixaram de votar.
O governador eleito Flávio Dino (PCdoB) anunciou na rádio Educadora que o delegado Jefferson Portela será o secretário de segurança pública do estado. O nome já era esperado pela maioria, embora alguns acreditassem que o deputado Raimundo Cutrim pudesse voltar à pasta.
“Temos o compromisso de progressivamente aumentar o número de policiais. Nossa meta é dobrar até 2018 para melhorar o combate à violência em todo estado. É um compromisso que eu assumi e vamos fazer isso com os vários segmentos da Polícia Militar, avançando em uma pauta de direitos”, afirmou Flávio.
Weverton confirmou Rosângela Curado no comando do PDT
A ex-candidata a deputada federal Rosângela Curado foi anunciada no início desta semana e confirmada recentemente pelo deputado federal e presidente estadual da legenda Weverton Rocha (PDT) como a nova presidenta da sigla em Imperatriz.
O anúncio ocorreu durante visita do deputado federal reeleito para participar de um ato político do PT. No encontro com a ex-candidata, ele aproveitou para anunciar que o comando do partido em Imperatriz agora passa para as mãos de Rosângela Curado, derrotada na última eleição. Parafraseando a decisão, apontada pelos filiados como unilateral, usou a expressão popular: “Aqui é cada macaco no seu galho, e aqui em Imperatriz o galho é da companheira Rosângela”.
Ao ser confirmada no comando municipal do PDT, a ex-candidata disse que vai fazer o que os pedetistas imperatrizenses nunca teriam feito, enumerando estas omissões: “Falta de uma sede; onde esse partido se reúne até hoje não conheço; nem a ideia ideológica das pessoas que fazem parte do PDT, nós conhecemos pedetistas pontuais que estão mais de 10 anos no partido e não conseguiram dar uma identidade ao partido em Imperatriz, porque não tem sede nem as reuniões ordinárias o partido tem”.
Mandou um duro recado: “Os que entenderem, realmente, que quem está à frente do partido ou quem está no diretório nacional ou estadual do partido não confere com suas ideias, é livre para mudar de partido. Você não está se sentindo bem? É livre para mudar de partido ou até ficar sem partido”.
Faltando mais de três meses para o final do mandato do atual presidente, o deputado Carlinhos Amorim, o anúncio acabou gerando constrangimento ao parlamentar, que foi candidato a prefeito pelo partido em 2012, e surpresa aos militantes históricos do partido, que questionaram a decisão ter sido tomada mais uma vez verticalmente e de forma unilateral, repetindo a decisão da eleição anterior, quando lançou um candidato a prefeito sem acordo com a militância. Ao final, Rosângela acalmou a militância, convidando-a a conhecer a nova sede do partido, assim que ela estiver pronta.
Prefeito – A posse da ex-candidata no comando do PDT vai fortalecer seu projeto pessoal de ser eleita prefeita de Imperatriz. Agora, com o apoio do partido, o que não ocorreu na eleição passada, em que a maioria ficou contra o PDT lançar candidato próprio. Mais uma vez, o PDT vai encarar as urnas com candidato próprio, indicando claramente que os caminhos de Rosângela e Madeira serão mais uma vez opostos.
Quem muda de idade hoje é o amigo e acadêmico de Ciências Contábeis da Faculdade Mauricio de Nassau Italo Medeiros que reside em Teresina-PI. A Ele o Blog rende homenagens fazendo votos de muita saúde e paz. Felicidades!
O governador eleito Flávio Dino (PCdoB) parabenizou a presidente Dilma Rousseff (PT) pela vitória obtida neste domingo (26). A petista foi reeleita para governar o Brasil por mais quatro anos, com cerca de 52% dos votos válidos.
Faltando pouco menos de 2% para concluir a apuração, o Maranhão dá a Dilma a maior vitória proporcional entre os estados brasileiros, com 79% da preferência do eleitorado.
Na nota, Dino desejou que esse novo governo seja marcado pela continuidade de importantes programas sociais, a exemplo do “Minha Casa, Minha Vida”, bem como pela concretização de novos projetos, defendidos na campanha – como o “Mais Especialidades” na área da Saúde.
“O nosso estado, com a superação do longo período de domínio coronelista, enfrentará as desigualdades e os péssimos indicadores sociais. Para isso, temos a certeza de que contaremos com a solidariedade da presidenta Dilma e de sua equipe de governo”, destacou o ex-presidente da Embratur.
Em seu primeiro pronunciamento público como presidente reeleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT) afirmou que sua vitória nas urnas não dividiu o país.
“Conclamo ao povo, sem exceção, para nos unirmos em favor de nosso país, de nossa pátria e de nosso povo. Não acredito, do fundo do meu coração, que essas eleições tenham dividido o país”, disse.
A presidente reeleita falou à militância de seu partido em um hotel de Brasília, ao lado de, entre outros, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seu vice-presidente Michel Temer (PMDB).
O agradecimento ao ex-presidente marcou o início do discurso de Dilma. “”Começo saudando o presidente Lula”, disse a candidata reeleita do PT, para em seguida puxar um coro de “”Olê, olê, olê, olá/Lula/Lula”.
Ao fazer referências à campanha, Dilma disse ter “esperanças de que a energia mobilizadora tenha preparado pontes”.
“Com a força desse sentimento mobilizador, é possível encontrar pontos em comum, e criar uma base de entendimento”.
Ao dizer que “essa presidenta aqui está aberta ao diálogo”, a presidente disse saber que “uma reeleição é um voto de esperança na melhoria de um governo”.
A pequena margem de votos que garantiu sua vitória também foi assunto de seu discurso: “Algumas vezes na história, resultados mais apertados [em eleições] produziram mudanças mais rápidas que vitórias amplas, e é essa a minha certeza do que vai acontecer no Brasil a partir de agora.
A mudança de tendência detectada nas pesquisas Ibope e Datafolha acendeu a luz amarela na campanha petista. Apesar da oscilação de apenas ponto nas candidaturas de Dilma e Aécio, o que mais chamou atenção foi a interrupção da curva de crescimento da petista.
No Datafolha, Dilma tem 52%, e Aécio, 48%, o que aponta um empate técnico no limite da margem de erro.No Ibope, a folga é maior: Dilma tem 53%, e Aécio, 47%. Nas palavras de um coordenador da campanha, é preciso ter atenção redobrada neste último dia para evitar uma surpresa na reta final.
Os números surpreenderam integrantes da campanha de Dilma. Agora à noite, eles tentavam entender os motivos da mudança faltando apenas um dia para a eleição. Apesar da vantagem numérica nos dois institutos, o partido quer saber se essa mudança na tendência pode se transformar numa nova onda ou se foi apenas uma oscilação.
De todo jeito, a ordem é intensificar a mobilização neste domingo e trabalhar para diminuir a abstenção no Nordeste, onde Dilma tem maior vantagem. “Não podemos subir no salto alto. Apesar da vantagem nas duas pesquisas, esta eleição será muito disputada”, alertou ao Blog um dos coordenadores da campanha petista.
Já no PSDB a nova reviravolta na tendência das pesquisas foi comemorada. Nas palavras de um coordenador tucano, essa mudança foi fundamental para animar a militância para o dia da eleição.
Tucanos apostam que essa recuperação de Aécio pode ser ainda maior, já que o Datafolha e o Ibope não captaram toda a influência do debate da TV Globo, que teve uma audiência muito boa. Isso porque só uma parte das entrevistas dos dois institutos foi realizada neste sábado.
Para o PSDB, a repercussão sobre o ato de vandalismo na sede da Editora Abril, que publica a revista “Veja”, também pode contribuir para a mudança de tendência. “A eleição já está empatada. A decisão será neste domingo”, aposta esse tucano, que destaca que haverá uma ofensiva em Minas Gerais nesta reta final. O estado natal de Aécio é considerado estratégico para os tucanos.
O esperado debate da Globo neste segundo turno está rendendo, como era de se esperar, à emissora uma audiência recorde nesta temporada de confrontos.
No primeiro bloco, a Globo registra 31 pontos na Grande São Paulo, de acordo com dados prévios do Ibope. (A Record cravou oito pontos e o SBT, seis). É mais audiência que os debates de segundo turnoda Record, SBT e Band somados.
No segundo e terceiro blocos, os números não mudaram.
Na média, o programa registrou trinta pontos – nove pontos acima do ibope desta faixa horária, se consideradas as últimas quatro sextas-feiras. (No horário, Record alcançou sete pontos, SBT, seis e Band, dois pontos.).
No Rio de Janeiro, de acordo com números prévios do Ibope, a Globo alcançou os mesmos 30 pontos. (Mais que o dobro do que registraram, somadas, Record, Band, SBT e RedeTV!)
Foi também uma audiência superior ao alcançado no debate do primeiro turno (leia mais aqui ). Em 2010, o confronto na Globo entre José Serra e Dilma no segundo turno obteve 23 pontos de audiência na Grande São Paulo.