Vereadores da oposição de Afonso Cunha sofrem derrota na justiça

Vereadores da oposição de Afonso Cunha sofrem derrota na justiça

Os vereadores Evangelista Braga, Fernanda Braga, José Pires e Francisco Magalhães sofreram uma derrota na justiça, ao moverem uma ação contra a própria Câmara de Vereadores da qual fazem parte. A ação foi motivada pela contrariedade do grupo da oposição na convocação da sessão extraordinária para votar a prorrogação da redução de 50% dos salários de prefeito, vice-prefeita e vereadores cujas sobras são utilizadas nas ações de enfrentamento do coronavírus – Covid19.

A idéia dos vereadores era a concessão de tutela antecedente para suspender a Sessão Extraordinária convocada para ser realizada ontem (12), onde seria votada a prorrogação. Em sua decisão, o juiz Paulo Roberto Brasil Teles de Meneses justificou que não havia comprovação de que a votação e deliberação da prorrogação de descontos a título de medida de enfrentamento ao Covid a ser tomada no âmbito da casa legislativa, através dos representantes eleitos, violassem a legalidade, ou a moralidade pública, ou ainda, que estivesse em desacordo com as normativas aplicáveis do Regimento Interno ou da Constituição da República.

O espetáculo criado em torno da votação além de desnecessário, mostrou má vontade dos edis da oposição em apreciar a matéria que não atinge apenas os vereadores, como também ao prefeito e a vice-prefeita. As acusações envolvendo o prefeito Arquimedes Bacelar (PDT), sem prova alguma e baseada apenas no “disse que me disse”, mostraram um verdadeiro amadorismo dos próprios vereadores: primeiro porque o Poder Legislativo é autônomo e segundo porque  tanto a lei, quanto a convocação são de autoria do próprio Legislativo, não tendo o prefeito portanto nada a ver com a história.

O presidente Pedro Medeiros  já havia publicizado através das redes sociais a entrega de Epis e materiais comprados com parte desse dinheiro, como importante e reconhecida ajuda nas ações de enfrentamento ao Covid19 no município. Na tentiva de criar fato político, os vereadores da oposição acabaram passando vergonha.

Perderam tempo.

Perderam o desejo de barrar a sessão.

Perderam a votação.

E no frigir dos ovos o desconto fora prorrogado por mais três meses.

E vida que segue!

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