“Ele ainda não se deu conta que perdeu a eleição”, diz Américo sobre Soliney

Em entrevista concedida à rádio Cidade Livre FM na tarde de ontem (21), o prefeito eleito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), jogou uma verdadeira pá de cal no teor da entrevista dada ontem (20), pelo ainda prefeito Soliney Silva (PMDB), em rede de TV local.

“Soliney ainda não se deu conta de que perdeu as eleições. Que a partir de 1º de janeiro perde o foro privilegiado e vai pagar na mesma moeda todo o mau que vem fazendo para a nossa cidade”, disse ele.

Ele falou de todas as dificuldades da transição que o obrigaram a ingressar na justiça contra o atual governo por duas vezes para garantir o repasse de documentos. Tratou de diversos pontos desde os quais a entrega de prédios alugados antes do término dos contratos, da indenização não paga pelo prédio da Secretaria de Obras que agora estaria sendo devolvido e os maquinários que ninguém sabe onde estão.

O petista falou que tem recebido denúncias das mais várias como o sucateamento do prédio da prefeitura com o sumiço de computadores e documentos. Ele desmentiu o factóide pregado pelo ainda prefeito sobre problemas de justiça com o vice Antônio Pires, que teve registro de candidatura deferida, contas aprovadas, fora diplomado e está apto para tomar posse.

“Tudo ilação. Ele tem usado disso para pressionar as pessoas, usando a lei que trata de infidelidade partidária para tentar confundir os vereadores e os obrigar a votar em seu candidato na disputa pela presidência da Câmara. Estamos conversando com os vereadores, teremos uma relação republicana com o parlamento e com os demais poderes”, registrou.

O prefeito eleito tratou da forma capenga que deverá receber a cidade. Sem coleta de lixo, sem hospital, sem água de qualidade e com débitos por toda a parte. Ele lembrou que Soliney já se encontra inelegível em decorrência de um processo movido por ele numa ocasião em que o prefeito se utilizou dos serviços da procuradoria do município para atuar em causa própria, ocasião em que teria sido obrigado a devolver R$ 4.000,00 reais ao erário público e ter perdido os direitos políticos.

Ele negou perseguição e garantiu que dará conta do recado, apesar da situação caótica que receberá o município. Se comprometeu em fazer uma gestão dialogada e com parcerias.

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