A MINI-REFORMA EM CURSO NO GOVERNO

A MINI-REFORMA EM CURSO NO GOVERNO
Luís Fernando pode deixar Casa Civil
Do Blog do Décio
São grandes os comentários nos meios políticos dando conta de uma minirreforma no governo Roseana Sarney (PMDB).
Um dos alvos seria o chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva. O secretário chegou a pedir demissão do cargo no final do ano passado, segundo ele mesmo revelou a amigos e correligionários.
O desempenho do ex-prefeito de Ribamar na pasta é muito criticado pela classe política, daí a possibilidade de mudança. Luís Fernando poderia ser deslocado para a Secretaria de Educação ou outra pasta mais técnica.
No primeiro caso, o atual titular João Bernardo Bringel assumiria a Secretaria de Planejamento onde as queixas contra Fábio Gondim são grandes. Muita gente se questiona o que ele ainda faz no governo. Bringel, cuja atuação na Educação tem sido elogiada por Roseana, foi secretário-executivo do Ministério do Planejamento durante oito anos.
O secretário Max Barros (Infraestrutura), que desistiu da disputa pela Prefeitura de São Luís, poderá voltar para a Assembleia visando à disputa pela presidência da Casa no final do ano.
Caso isso se confirme, já tem muitos aliados da governadora defendendo que o presidente da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Fernando Fialho, assuma a Sinfra. O mandato de Fialho na Antaq termina em fevereiro.
Outro que pode perder o posto é o secretário de Desenvolvimento Social, Chico Gomes, que ainda não deslanchou na secretaria responsável por vários programas sociais.
O mesmo deve acontecer com a contadora Olga Simão (Ciência e Tecnologia) cujo desempenho é sofrível. Ela já foi secretária particular, chefe da Casa Civil e até secretária de Educação, uma verdadeira “curinga”. Setores ligados às universidades defendem um nome da academia para a pasta.
Foco eterno de conflito, o secretário Luiz Bulcão (Cultura) poderá ter de antecipar sua saída visando uma vaga na Câmara de Vereadores.
Esses são apenas alguns cenários. Pode acontecer ou não, já que a própria governadora admite apenas mudanças “pontuais”.

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