Com ‘doses suficientes’, Brasil descarta Covaxin e Sputnik

Com ‘doses suficientes’, Brasil descarta Covaxin e Sputnik

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu, nesta quarta-feira, 14, que o número de doses contratadas pelo Plano Nacional de Imunizações (PNI) será suficiente para vacinar toda a população brasileira acima de 18 anos com as duas doses contra a covid-19, até o fim deste ano.

Como o volume total estimado já obteve aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), seja para uso definitivo ou emergencial, o ministro disse que não há necessidade de incorporar ao PNI doses adicionais, como as da indiana Covaxin e da russa Sputnik V.

A informação foi dada pelo ministro em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. Queiroga destacou que o Brasil comprou um total de 600 milhões de doses, com 100 milhões disponibilizadas até agosto.

Do Blog do Gilberto Leda

Governadores debatem antecipação de 2ª dose da Pfizer e AstraZeneca

Governadores debatem antecipação de 2ª dose da Pfizer e AstraZeneca

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reúne-se hoje, 13, por videoconferência, com governadores brasileiros para debater temas relacionados à pandemia da Covid-19.

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), representará os colegas presencialmente no encontro. O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), participará de forma remota, assim como os demais.

Um dos principais pontos da reunião é a possibilidade de antecipação da aplicação de segundas doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca.

Atualmente, o Brasil adota como protocolo um intervalo de 90 dias entre a primeira e a segunda doses desses imunizastes – embora em vários países a segunda dose seja aplicada apenas 21 dias após a primeira.

Alguns estados já anunciaram que adotarão esse novo procedimento, mas os governadores querem unificar o processo.

Aulas

Os gestores estaduais também debaterão um plano de retomada das aulas presenciais, principalmente após anúncios de vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos.

Professores já foram vacinados em grupos prioritários em vários estados.

Maranhão recebe nova remessa de vacinas contra a Covid-19 e chega a 4 milhões de doses

Maranhão recebe nova remessa de vacinas contra a Covid-19 e chega a 4 milhões de doses

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), recebeu, nesta quinta-feira (1º), mais um lote de vacinas para dar continuidade à campanha de imunização contra a Covid-19 no Maranhão. São 26.910 vacinas da Pfizer para dar continuidade à imunização dos maranhenses. Com esta remessa, o estado ultrapassa a marca de 4 milhões de doses recebidas desde o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

“Conforme orientação do Ministério da Saúde, a nova remessa de vacinas Pfizer é destinada à aplicação da primeira dose em população privada de liberdade, além de pessoas de 59 a 55 anos. Os municípios seguem a orientação de acordo com a realidade local, podendo dar continuidade à vacinação por idade, conforme a cobertura dos públicos-alvo”, afirma Halice Figueiredo, chefe do Departamento de Controle das Doenças Imunopreveníveis da SES.

Os novos lotes foram encaminhados para a Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos do Maranhão, vinculada à SES, responsável pela distribuição dos imunizantes aos municípios maranhenses. Para garantir a conservação adequada da vacina, as doses foram armazenadas em ultrafreezers, aparelhos que podem chegar à temperatura de –86 °C.

Na noite de quarta-feira (30), o Maranhão já havia recebido outro lote com 46.750 doses da vacina AstraZeneca destinadas à aplicação da primeira dose no público de trabalhadores industriais e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbanos e de longo curso.

Outro assunto destacado pela chefe do Departamento de Controle das Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo, foi a diminuição da quantidade de doses enviadas pelo Ministério da Saúde, o que, consequentemente, reflete na diminuição da quantidade de imunizantes que chegam aos municípios maranhenses.

“Dessa forma, não podemos distribuir a mesma quantidade que distribuímos quando recebemos, por exemplo, 160 mil doses de imunizantes. Outra particularidade é o público-alvo, que é estipulado pelo Ministério da Saúde. Assim, os municípios recebem as doses de acordo com a quantidade daquele público-alvo, impossibilitando assim a distribuição em partes iguais”, esclareceu Halice Figueiredo.

A distribuição das doses conta com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), através do Comando Tático Aéreo (CTA), que faz o transporte das vacinas com o uso de helicópteros e avião, e da Polícia Militar, responsável pela segurança no deslocamento. Para o transporte das vacinas, das regionais aos municípios, também são utilizadas vans refrigeradas.

Com a nova remessa, o Maranhão totaliza 4.001.110 doses recebidas, sendo 1.304.540 doses da CoronaVac, 2.319.850 doses da AstraZeneca, 334.620 doses da Pfizer e 42.100 doses da Janssen.

Do Blog do John Cutrim

MA recebe 184.250 doses de AstraZeneca nesta segunda

MA recebe 184.250 doses de AstraZeneca nesta segunda

O Ministério da Saúde começou a distribuir para estados e o Distrito Federal, no domingo, 20, 7,6 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as doses serão destinadas para completar a imunização de grupos prioritários com a segunda dose do imunizante contra a covid-19. O intervalo entre as duas doses é de 3 meses.

Segundo o ministério, a doses vão imunizar idosos entre 60 e 64 anos e profissionais que atuam na linha de frente de combate à pandemia, como trabalhadores da área da saúde e agentes de forças de segurança e das Forças Armadas.

O envio deve ser concluído nesta segunda-feira, 21. Ao Maranhão serão destinadas 184.250 doses, de acordo com o Ministério da Saúde.

Com a remessa do novo carregamento, o ministério chega à marca de 120 milhões de doses enviadas aos estados. Quase 90 milhões já foram aplicadas.

Do Blog do Gilberto Leda

Maranhão recebe hoje 72 mil doses de vacinas Pfizer

Maranhão recebe hoje 72 mil doses de vacinas Pfizer

O Maranhão deve receber hoje, 8, novo lote com 72.540 doses de vacinas Pfizer enviadas pelo Ministério da Saúde. Com isso, o estado terá pouco mais de 146 mil doses do imunizante.

Até ontem, 7, das 77 mil doses da vacina Pfizer já recebidas, 68.204 foram aplicadas.

O novo lote chegará às 16h no aeroporto de São Luís, oriundo do Centro de Distribuição de Guarulhos, em São Paulo.

Com a chegada das novas doses, a expectativa é pela expansão da imunização no interior. No fim do mês passado, por recomendação da fabricante, as regras para acondicionamento da vacina foram flexibilizadas.

Antes usadas somente nas capitais, o imunizante suporta deslocamentos de até duas horas e meia, sem prejuízos. O manuseio em temperatura média de dois a oito graus Celsius pode ocorrer de cinco a 31 dias.

Do Blog do Gilberto Leda

Governo distribui 1,1 mi de doses da Pfizer nesta segunda

Governo distribui 1,1 mi de doses da Pfizer nesta segunda

O Ministério da Saúde começou a distribuir nesta segunda (10) mais um lote com 1,12 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. As doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Segundo a pasta todos os estados e Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária.

Na semana passada, o governo distribuiu o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

“Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir a aplicação da primeira e segunda doses com intervalo de 12 semanas entre uma e outra”, informou o ministério.

Do Blog do Gilberto Leda

Consórcio que tomou calote na compra de respiradores diz que encomendou 25 milhões de doses da Sputnik

Consórcio que tomou calote na compra de respiradores diz que encomendou 25 milhões de doses da Sputnik

Nove estados do Nordeste, liderados pela Bahia – via Consórcio Nordeste – , acertaram os termos de compra de 25 milhões de doses da vacina russa Sputnik. Falta assinar o contrato com o Fundo Soberano Russo, que desenvolveu e distribui o produto.

Essas doses seriam importadas da Rússia. Em tese, chegariam a partir de abril e seriam todas entregues até julho (um laboratório brasileiro, União Química, também vai produzir o imunizante, o que será objeto de outro contrato com os governadores).

Problema: a vacina ainda não foi aprovada pela Anvisa.

Segundo o governador Wellington Dias (PI-PT), as doses da Sputnik serão entregues para o Programa Nacional de Imunização (Dias coordena a seção de vacinação do Fórum de governadores).

Alguns governadores de fora do Nordeste, porém, pensam em usar as doses em seus próprios estados caso o governo federal não consiga cumprir seus prazos de vacinação. É o que a Folha ouviu de três governos das regiões Sul e Centro-Oeste. O Ceará estuda como proceder.

Com informações da Folha de S. Paulo

MA tem R$ 50 milhões reservados para a compra de vacinas

MA tem R$ 50 milhões reservados para a compra de vacinas

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, afirmou ontem, em entrevista ao quadro “Bastidores”, do Bom Dia Mirante, que o Governo do Maranhão tem reservados R$ 50 milhões para a compra de vacinas caso seja necessário fazer a compra direta pelo Estado.

Segundo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), essas aquisições só poderão ser efetuadas se o Plano Nacional de Imunização (PNI) – a cargo do governo federal, via Ministério da Saúde – não for cumprido.

Durante a participação no programa da TV, o titular da Secretaria de Estado da Saúde (SES) endossou discurso do governador Flávio Dino (PCdoB), segundo o qual o governo maranhense aguardará até o dia 15 de janeiro para que a vacinação nacional seja iniciada, antes de voltar a acionar o STF pedindo autorização para comprar seus próprios imunizantes.

“Infelizmente o Ministério da Saúde tem errado ao longo do ano. A gente errou quando apostou em uma vacina apenas. A maior parte dos países apostou em várias vacinas, por isso eles já começaram a imunização e a gente acaba, infelizmente, não tendo data para início da nossa, por isso a gente foi ao Supremo. A gente vai esperar pelo menos até o dia 15. A gente tem recursos reservados para iniciar a imunização da população do Maranhão, caso isso [o PNI] não se concretize”, declarou.

De acordo com Lula, estimativas iniciais apontam que, para a “Fase 1”, quando devem ser vacinados maranhenses com mais de 75 anos e profissionais de saúde, devem ser necessárias 3 milhões de doses de vacina, já que cada grupo deve ter acesso a duas doses. Para imunizar toda a população do estado, seria necessário algo em torno de 14 milhões de doses – levando-se em consideração, ainda, que não há previsão de vacinação de menores de 18 anos, nem de grávidas.

Ainda segundo o secretário, na ação que corre no Supremo, o Governo do Maranhão pede que, caso precise comprar as vacinas com recursos próprios, os valores sejam ressarcidos pelo governo federal.

“Na ação que intentamos no Supremo, a gente pediu que houvesse uma espécie de compensação pela União, porque, na verdade a obrigação é da União”, destacou.

Lula apontou, ainda, que já está em contato com outros países para tentar a compra de mais de uma vacina. Ele citou Pfizer e Moderna.

“Eu estou em contato com a Pfizer, ontem tive contato com o embaixador dos Estados Unidos para tentar também contato com a Moderna – além do Butantan e obviamente da Fiocruz, para que a gente tenha condições de ter vacinas no estado o quanto antes”, completou.

Campanha

Carlos Lula também comentou o enfraquecimento do discurso do “fique em casa” após o que a população assistiu durante as eleições deste ano, com aglomerações as mais diversas.

Ele admitiu que o poder de convencimento das lideranças está enfraquecido após o pleito, mas ponderou que, no caso do Maranhão, optou-se por privilegiar a democracia. Ele voltou a sugerir, contudo, que a Justiça Eleitoral ou o Congresso Nacional era quem deveria tomar providências sobre o assunto.

“Foi um problema. A gente tinha que decidir se a gente ia seguir o rito da democracia, e fazer eleição – do ponto de vista sanitário, nada recomendável que a gente tivesse eleição. E a Justiça Eleitoral podia, ou o próprio Congresso podia ter restringido as regras de propaganda eleitoral: ‘Olha, a gente vai ter eleição, mas a gente não vai permitir carreata, não vai permitir isso, não vai permitir aquilo’. No momento em que permite, a gente viu o que aconteceu no Brasil”, comentou.

Para ele – que também participou, sem máscara, de evento político com grande aglomeração – , o maior problemas foi a falta de exemplo.

“Foi um período intenso de transmissão, mais do que isso: os representantes da população acabam não dando exemplo para a população”, finalizou.

De O Estado