Flávio Dino estoura limite do Estado com gasto de pessoal…

O governo Flávio Dino (PCdoB) praticamente dobrou os gastos com pessoal nos últimos quatro anos e meio, levando o Maranhão ao limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (leia mais), que é de 60% da Receita Corrente Líquida (somados os Três Poderes, mais MP e TCE).

Levando-se em conta apenas o Poder Executivo, quando o comunista assumiu o governo o gasto com a folha de pagamento era de 38,7% da Receita Corrente Líquida. Herança da gestão Roseana Sarney (MDB).

Já em 2016, segundo ano da administração Dino, essas despesas dispararam a 44,6 (saiba mais). E, atualmente, estão na casa dos 57%.

Agora, por conta da disparada do excesso de gastos, o Maranhão segue na “lista negra” do Tesouro Nacional e, ainda, pode até ser impedido de contrair empréstimos, por exemplo – o que, em tese, inviabilizaria operação de crédito de R$ 623 milhões para o pagamento de precatórios.

Do Blog do Gilberto Leda

Américo: um estranho no ninho…

Parece que a tão propagada força e prestígio político do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), junto ao governador Flávio Dino (PCdoB), anda longe de representar a verdade. Durante a estada do mandatário estadual em Afonso Cunha, ficou visível que a relação é a mais distante possível.

Américo em Afonso Cunha: constrangimento visível e ignorado

Para quem não lembra, os dois nunca foram correligionários, mas a coisa azedou de vez ainda na campanha eleitoral para governador. Naquela época, quando decidiu apoiar o comunista, o petista protagonizou a mais comentada falta de educação do meio político naquele período ao hostilizar o então candidato a senador Roberto Rocha (PSB), durante visita a Coelho Neto. Foi um vexame!

Durante a inauguração da MA-123, mesmo presente, Flávio Dino ignorou a presença de Américo e descerrou a placa apenas com o prefeito Arquimedes Bacelar (PTB), deixando o prefeito de Coelho Neto com a “cara mexendo”.

Apesar do nome na placa, Américo sequer teve o prazer de descerrar a placa

Na hora do almoço, numa mesa com apenas 04 cadeiras, Américo quis dar piti porque queria por força sentar perto do governador e de quebra levar a secretária de Saúde Cristiane Bacelar para a mesa. Resultado: foi barrado pelo Cerimonial do Governo e saiu de lá “soltando fogo pelas ventas”. Ninguém deu pela falta do petista.

A reforma da MA-034 que Américo chegou a anunciar no final de janeiro para os próximos dias nunca ocorreu e até a ambulância que disse por meio de blogs alinhados ao governo que receberia em fevereiro, também não se confirmou, mostrando que o petista está em baixa com o Palácio dos Leões.

Seria cômico se não fosse trágico!