Enquanto governos debatiam Amazônia no Pará, Dino concedia entrevista para Haddad

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deu hoje (2) uma grande mostra de como está preocupado com a questão das queimadas e desmatamento na Amazônia.

Nesta segunda-feira, enquanto governadores de estados da Amazônia Legal discutiam o tema com uma comitivas de ministros do governo Jair Bolsonaro (PSL), o maranhense anunciava sua agende própria… em São Paulo.

Entre os compromissos, “entrevista com Fernando Haddad”.

É como se diz: as coisas têm o valor que damos a elas.

Do Blog do Gilberto Leda

Contra mudanças do governo Dino, Coren confirma ato de enfermeiros em frente à Secretaria de Saúde do Estado

O Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão (Coren-MA) confirmou para hoje (2) uma manifestação da categoria.

Profissionais de enfermagem realizarão um ato em frente à sede da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A principal reivindicação é a não alteração da escala de trabalho, o que aumentaria a jornada dos trabalhadores, sem reajuste salarial.

Na semana passada, a SES chegou a anunciar que havia entrado em acordo com representantes dos profissionais, ao desistir das mudanças (saiba mais).

MAIS ESPIONAGEM? Flávio Dino quer comprar câmeras de reconhecimento facial da China

Reportagem da Folha de S. Paulo divulgada nesta sexta-feira (30) aponta que estados do Nordeste querem se unir para comprar sistemas de monitoramento para segurança pública da China, aproveitando a experiência do país na área.

Câmeras de companhias como Dahua Technology e Hikvision são usadas pelo governo chinês para monitorar cidadãos da minoria muçulmana uigure na província rebelde de Xinjian.

Segundo Lucas Kubaski, gerente da área de pré-vendas da Dahua, o Consórcio do Nordeste está muito interessado nas tecnologias para segurança e câmeras que fazem reconhecimento facial.

A reportagem aponta que o governo Flávio Dino (PCdoB) tem interesse especificamente nesse sistema.

Seria mais um foco de espionagem da gestão comunista no Maranhão?

Do Blog do Gilberto Leda

Piada! Flávio Dino quer acabar com queimadas no MA por decreto

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), já encontrou a solução para as queimadas no estado: um pedaço de papel.

Explica-se: na segunda-feira (26), ele assinou um decreto proibindo queimadas em todo o território maranhense entre hoje (27) e o dia 30 de novembro deste ano.

Segundo o ato comunista, está proibido o uso de fogo mesmo para limpeza e manejo de áreas.

Foi a solução encontrada depois de o Imesc revelar que o Maranhão liderou o ranking de focos de incêndio no Nordeste no segundo trimestre de 2019 (reveja).

Do blog do Gilberto Leda

Preocupado com Amazônia, Dino silencia sobre aumento de 87% em queimadas no MA

Tão preocupado com incêndios florestais na Amazônia, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) deveria começar a pensar em voltar sua atenções para o estado que administra.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – e publicados na edição de hoje (24) de O Estado – , de julho a agos­to houve um aumento de 87% nos focos de incêndio florestal no território maranhense.

Passou-se de 1.078 casos para 2.018, do dia 1º ao dia 22 de cada mês.

Como boa parte do Maranhão faz parte da chamada Amazônia Legal, se apenas deixar as redes sociais e se dedicar a combater as queimadas por aqui, Flávio Dino já estará ajudando (e muito) na diminuição dos números de incêndios que ele usa para criticar o presidente Jair Bolsonaro.

Do Blog do Gilberto Leda

Esqueceram de mim! Veja ignora Flávio Dino em pesquisa sobre 2022

Pesquisa VEJA/FSB divulgada nesta sexta-feira (23) aponta como andam os cenários para a sucessão presidencial, em 2022.

De acordo com o levantamento, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem 35% das preferências. Ele está à frente de Fernando Haddad (PT, 17%), Ciro Gomes (PDT, 11%), Luciano Huck (sem partido, 11%), João Amoêdo (Novo, 5%) e João Doria (PSDB, 3%).

Nas projeções de segundo turno, Bolsonaro confirma o favoritismo em relação a Haddad (48% a 35%) e também quando o adversário é Doria (45% a 29%).

O dado curioso é que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) – que tem feito esforço hercúleo para se colocar como opção nacional -, foi solenemente ignorado na consulta.

Do Blog do Gilberto Leda

Dino silencia após Bolsonaro dizer que vai investigar sua gestão na Embratur

Sempre ativo nas redes sociais, inclusive se metendo em polêmicas desnecessárias, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), optou pelo silêncio sobre o fato do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), ter dito que iria determinar uma investigação na gestão de Dino quando comandou a Embratur.

Na semana passada, na sua última live, Bolsonaro assegurou que determinou a abertura de investigação em um contrato sobre a campanha “Brasil Quest”, um jogo eletrônico desenvolvido para promover no exterior as cidades-sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014, realizada no Brasil.

A campanha foi realizada em 2012, período em que Flávio Dino comandava a Embratur, que teria sido a responsável pela campanha que custou algo em torno de R$ 6 milhões.

“Estamos investigando, tinha um presidente da Embratur na época, não vou falar o nome dele aqui. Pelo que parece, ele está na política ainda. Vamos investigar isso aqui e qualquer irregularidade nós vamos acionar quem de direito para cobrar os prejuízos causados aos nosso cofres públicos”, afirmou. Veja o vídeo abaixo:

Flávio Dino optou pelo silêncio sepulcral e não comentou o assunto.

Por: Jorge Aragão

Flávio Dino: agora mais governador e menos candidato…

Acuado pela repercussão extremamente negativa de sua atuação no rumoroso caso da desapropriação da área do Cajueiro, governador comunista voltou-se para seus próprios problemas internos

FLÁVIO DINO PERDEU-SE NOS ARGUMENTOS PARA DEFENDER A EXPULSÃO DE MORADORES DO CAJUEIRO e viu sua imagem nacional desmoronar em poucos dias

Em 10 de agosto, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou o post “Flávio Dino: muito mais candidato, muito menos governador…”

Tratava-se de uma análise sobre o momento político do comunista, que deixou o estado à própria sorte e decidiu levantar uma cruzada contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), antecipando a disputa presidencial de 2022.

Talvez até pelo abandono de sua gestão, Dino viu, apenas dois dias depois, sua imagem nacional desmoronar, com a desastrada ação da Polícia Militar no rumoroso caso de desapropriação dos moradores da área do Cajueiro, em São Luís. (Entenda aqui, aqui, aqui e também aqui)

Desde então, o comunista calou-se quanto à disputa presidencial.

Ficou tão mudo – ele e o seus – que nem mesmo a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que é apresentado como uma das opções da esquerda para 22, levou Dino a se manifestar em redes sociais.

O comunista maranhense vive um momento ruim em seu governo.

A crise financeira ameaça cortes em áreas essenciais, atrasos de salários e perda de investimentos, tudo o que o governador não esperava para este momento.

E para piorar veio a crise da expulsão dos moradores do Cajueiro.

A DESTRUIÇÃO DAS CASAS DOS MORADORES DO CAJUEIRO foi um golpe nas pretensões presidenciais do governador Flávio Dino

No post citado acima, o blog Marco Aurélio D’Eça recomenda a Flávio Dino a renúncia do mandato de governador para se dedicar integralmente à campanha presidencial.

Agora, talvez, o Palácio dos Leões seja o último refúgio do comunista…

Do Blog do Marco d´Eça

Disso ele não fala: Sob Flávio Dino, cresce número de desalentados no MA, diz IBGE

O Maranhão e a Bahia são os dois estados com o maior número de desalentados do Brasil, segundo novo resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), referente ao segundo trimestre de 2019, divulgado hoje (15) pelo IBGE.

De acordo com o levantamento, a maior parte dos desalentados está na Bahia (766 mil pessoas). No Maranhão são 588 mil pessoas – eram 561 mil no primeiro trimestre.

O desalentado é o cidadão que, em idade ativa de trabalho, desiste de procurar emprego por falta de oportunidades.

Ainda de acordo com o IBGE, mais de um quarto (26,2%) dos desempregados de todo o Brasil procuram trabalho há no mínimo dois anos, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas nessa condição. Esses números do segundo trimestre são os maiores desde 2012.

Em um ano, houve acréscimo de 196 mil pessoas que estão à procura de emprego há dois anos ou mais.

Esse total era de 1,435 milhões de pessoas em 2015, um indicador com tendência de crescimento em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica, em finais de 2014.

“A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas têm crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avalia a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy.

O elevado tempo de procura por emprego é um dos fatores que ajudam a explicar o desalento, por exemplo. No segundo trimestre, o país tinha 4,9 milhões de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego.

Esse contexto também influencia a informalidade em um mercado de trabalho composto por 19,4 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e 873 mil de empregadores sem CNPJ.

“É uma inferência que pode favorecer inserções em ocupações de menores rendimentos, sem vínculos formais, como os conta própria ou sem carteira de trabalho, e até mesmo no desalento”, diz Adriana.

Entre os estados com maior aumento na proporção de trabalhadores sem carteira assinada, na comparação com o primeiro trimestre, estão Amazonas (33,5%), Amapá (24,6%) e Tocantins (20%).

Enquanto isso…

A pesquisa mostrou também que a taxa de desocupação recuou em 10 das 27 unidades da federação, permanecendo estável nas demais, na comparação com o primeiro trimestre.

As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre foi de 12%, ficando abaixo do registrado no primeiro trimestre (12,7%) e do segundo trimestre de 2018 (12,4%).

Do Blog do Gilberto Leda

Flávio Dino estoura limite do Estado com gasto de pessoal…

O governo Flávio Dino (PCdoB) praticamente dobrou os gastos com pessoal nos últimos quatro anos e meio, levando o Maranhão ao limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (leia mais), que é de 60% da Receita Corrente Líquida (somados os Três Poderes, mais MP e TCE).

Levando-se em conta apenas o Poder Executivo, quando o comunista assumiu o governo o gasto com a folha de pagamento era de 38,7% da Receita Corrente Líquida. Herança da gestão Roseana Sarney (MDB).

Já em 2016, segundo ano da administração Dino, essas despesas dispararam a 44,6 (saiba mais). E, atualmente, estão na casa dos 57%.

Agora, por conta da disparada do excesso de gastos, o Maranhão segue na “lista negra” do Tesouro Nacional e, ainda, pode até ser impedido de contrair empréstimos, por exemplo – o que, em tese, inviabilizaria operação de crédito de R$ 623 milhões para o pagamento de precatórios.

Do Blog do Gilberto Leda