Esqueceram de mim! Veja ignora Flávio Dino em pesquisa sobre 2022

Pesquisa VEJA/FSB divulgada nesta sexta-feira (23) aponta como andam os cenários para a sucessão presidencial, em 2022.

De acordo com o levantamento, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem 35% das preferências. Ele está à frente de Fernando Haddad (PT, 17%), Ciro Gomes (PDT, 11%), Luciano Huck (sem partido, 11%), João Amoêdo (Novo, 5%) e João Doria (PSDB, 3%).

Nas projeções de segundo turno, Bolsonaro confirma o favoritismo em relação a Haddad (48% a 35%) e também quando o adversário é Doria (45% a 29%).

O dado curioso é que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) – que tem feito esforço hercúleo para se colocar como opção nacional -, foi solenemente ignorado na consulta.

Do Blog do Gilberto Leda

Dino silencia após Bolsonaro dizer que vai investigar sua gestão na Embratur

Sempre ativo nas redes sociais, inclusive se metendo em polêmicas desnecessárias, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), optou pelo silêncio sobre o fato do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), ter dito que iria determinar uma investigação na gestão de Dino quando comandou a Embratur.

Na semana passada, na sua última live, Bolsonaro assegurou que determinou a abertura de investigação em um contrato sobre a campanha “Brasil Quest”, um jogo eletrônico desenvolvido para promover no exterior as cidades-sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014, realizada no Brasil.

A campanha foi realizada em 2012, período em que Flávio Dino comandava a Embratur, que teria sido a responsável pela campanha que custou algo em torno de R$ 6 milhões.

“Estamos investigando, tinha um presidente da Embratur na época, não vou falar o nome dele aqui. Pelo que parece, ele está na política ainda. Vamos investigar isso aqui e qualquer irregularidade nós vamos acionar quem de direito para cobrar os prejuízos causados aos nosso cofres públicos”, afirmou. Veja o vídeo abaixo:

Flávio Dino optou pelo silêncio sepulcral e não comentou o assunto.

Por: Jorge Aragão

Flávio Dino: agora mais governador e menos candidato…

Acuado pela repercussão extremamente negativa de sua atuação no rumoroso caso da desapropriação da área do Cajueiro, governador comunista voltou-se para seus próprios problemas internos

FLÁVIO DINO PERDEU-SE NOS ARGUMENTOS PARA DEFENDER A EXPULSÃO DE MORADORES DO CAJUEIRO e viu sua imagem nacional desmoronar em poucos dias

Em 10 de agosto, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou o post “Flávio Dino: muito mais candidato, muito menos governador…”

Tratava-se de uma análise sobre o momento político do comunista, que deixou o estado à própria sorte e decidiu levantar uma cruzada contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), antecipando a disputa presidencial de 2022.

Talvez até pelo abandono de sua gestão, Dino viu, apenas dois dias depois, sua imagem nacional desmoronar, com a desastrada ação da Polícia Militar no rumoroso caso de desapropriação dos moradores da área do Cajueiro, em São Luís. (Entenda aqui, aqui, aqui e também aqui)

Desde então, o comunista calou-se quanto à disputa presidencial.

Ficou tão mudo – ele e o seus – que nem mesmo a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que é apresentado como uma das opções da esquerda para 22, levou Dino a se manifestar em redes sociais.

O comunista maranhense vive um momento ruim em seu governo.

A crise financeira ameaça cortes em áreas essenciais, atrasos de salários e perda de investimentos, tudo o que o governador não esperava para este momento.

E para piorar veio a crise da expulsão dos moradores do Cajueiro.

A DESTRUIÇÃO DAS CASAS DOS MORADORES DO CAJUEIRO foi um golpe nas pretensões presidenciais do governador Flávio Dino

No post citado acima, o blog Marco Aurélio D’Eça recomenda a Flávio Dino a renúncia do mandato de governador para se dedicar integralmente à campanha presidencial.

Agora, talvez, o Palácio dos Leões seja o último refúgio do comunista…

Do Blog do Marco d´Eça

Disso ele não fala: Sob Flávio Dino, cresce número de desalentados no MA, diz IBGE

O Maranhão e a Bahia são os dois estados com o maior número de desalentados do Brasil, segundo novo resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), referente ao segundo trimestre de 2019, divulgado hoje (15) pelo IBGE.

De acordo com o levantamento, a maior parte dos desalentados está na Bahia (766 mil pessoas). No Maranhão são 588 mil pessoas – eram 561 mil no primeiro trimestre.

O desalentado é o cidadão que, em idade ativa de trabalho, desiste de procurar emprego por falta de oportunidades.

Ainda de acordo com o IBGE, mais de um quarto (26,2%) dos desempregados de todo o Brasil procuram trabalho há no mínimo dois anos, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas nessa condição. Esses números do segundo trimestre são os maiores desde 2012.

Em um ano, houve acréscimo de 196 mil pessoas que estão à procura de emprego há dois anos ou mais.

Esse total era de 1,435 milhões de pessoas em 2015, um indicador com tendência de crescimento em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica, em finais de 2014.

“A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas têm crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avalia a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy.

O elevado tempo de procura por emprego é um dos fatores que ajudam a explicar o desalento, por exemplo. No segundo trimestre, o país tinha 4,9 milhões de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego.

Esse contexto também influencia a informalidade em um mercado de trabalho composto por 19,4 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, 11,5 milhões de empregados sem carteira assinada e 873 mil de empregadores sem CNPJ.

“É uma inferência que pode favorecer inserções em ocupações de menores rendimentos, sem vínculos formais, como os conta própria ou sem carteira de trabalho, e até mesmo no desalento”, diz Adriana.

Entre os estados com maior aumento na proporção de trabalhadores sem carteira assinada, na comparação com o primeiro trimestre, estão Amazonas (33,5%), Amapá (24,6%) e Tocantins (20%).

Enquanto isso…

A pesquisa mostrou também que a taxa de desocupação recuou em 10 das 27 unidades da federação, permanecendo estável nas demais, na comparação com o primeiro trimestre.

As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre foi de 12%, ficando abaixo do registrado no primeiro trimestre (12,7%) e do segundo trimestre de 2018 (12,4%).

Do Blog do Gilberto Leda

Flávio Dino estoura limite do Estado com gasto de pessoal…

O governo Flávio Dino (PCdoB) praticamente dobrou os gastos com pessoal nos últimos quatro anos e meio, levando o Maranhão ao limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (leia mais), que é de 60% da Receita Corrente Líquida (somados os Três Poderes, mais MP e TCE).

Levando-se em conta apenas o Poder Executivo, quando o comunista assumiu o governo o gasto com a folha de pagamento era de 38,7% da Receita Corrente Líquida. Herança da gestão Roseana Sarney (MDB).

Já em 2016, segundo ano da administração Dino, essas despesas dispararam a 44,6 (saiba mais). E, atualmente, estão na casa dos 57%.

Agora, por conta da disparada do excesso de gastos, o Maranhão segue na “lista negra” do Tesouro Nacional e, ainda, pode até ser impedido de contrair empréstimos, por exemplo – o que, em tese, inviabilizaria operação de crédito de R$ 623 milhões para o pagamento de precatórios.

Do Blog do Gilberto Leda

Governo Flávio Dino mostrou sua força para dispersar manifestantes dos Leões

As cenas protagonizadas na noite de ontem (12) pelo Batalhão de Choque da PMMA contra moradores despejados da comunidade Cajueiro chocaram até mesmo os mais fieis aliados do governador Flávio Dino (PCdoB),

Sem disposição alguma para dialogar, o governo comunista usou toda a força que podia contra um protesto de não mais que 30 pessoas, e pacífico.

Os moradores, munidos apenas de faixas, não representavam qualquer risco de dano ao patrimônio público ou à integridade de qualquer membro do Executivo.

Queriam apenas dialogar…

Mas diálogo parece já não ser mais o forte desse governo, que se elegeu sob esse signo.

A postura da gestão Flávio Dino no caso contrasta com a da própria WPR, empresa que implantará um porto no terreno invadido do Cajueiro.

E, antes de ser surpreendente, isso é na realidade revelador.

O “capitalista opressor”, o empresário que “só visa aos lucros”, negociou com a comunidade. E aceitou ceder em vários pontos, mesmo sendo legítimo proprietário da área ocupada.

Para garantir o cumprimento da liminar de forma pacífica e humanizada, o Porto São Luís formalizou proposta que contempla as 11 famílias que residiam no local: ofereceu-lhes aluguel social no valor de até R$ 600 por mês, pago diretamente ao locador ou ao ocupante contemplado, e uma cesta básica por mês. Ambos pelo prazo de um ano (saiba mais).

Os ocupantes que optaram pela ajuda de custo tiveram garantida, ainda, vaga de emprego nas obras de construção do Terminal Portuário. Tudo para facilitar as negociações para a saída dos invasores.

Então despejados do local, na manhã de ontem, os moradores seguiram em vigília em frente ao Palácio dos Leões.

Ora, se o “capitalista opressor” ofereceu aquilo, é claro que com o comunista/progressista haveria de ter uma proposta melhor. É como devem ter pensado.

Ledo engano.

Após horas em frente ao Palácio dos Leões, só o que receberam foram bombas de efeito moral e algumas cacetadas.

Isso sem contar os que ainda devem ser processados pelo Estado pela “baderna” causada no local.

Antes de ser surpreendente, a postura do governo comunista no caso é reveladora…

Do Blog do Gilberto Leda

Saúde de Flávio Dino: Trabalhadores do Hospital de Timbiras sofrem com atraso de salários

Trabalhadores dos serviços gerais do Hospital Geral de Timbiras denunciaram ao Blog do Gilberto Léda, neste fim de semana, que estão se sentindo ameaçados por membros da empresa terceirizada Martins e Reis LTDA.

Os empregados reclamam de três meses de salários atrasados e ameaçam parar.

Em resposta aos reclames deles, um diretor da Martins e Reis LTDA. diz que a empresa só deve um mês e que o segundo ainda não fechou.

E completa: diz que os trabalhadores que falam em paralisação estão fazendo “terrorismo” com a situação.

Certamente que o tal diretor não deve ter atraso salarial…

Em tempo: o Blog do Acélio divulgou ontem uma carta de funcionários do mesmo hospital temerosos de uma suposta onda de demissoes.

Outro lado

O blog está aberto a esclarecimentos tanto da Martins e Reis LTDA, quanto da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Governo Flávio Dino tem novo contrato de aluguel de aviões: R$ 3,6 milhões, sem licitação

O governo Flávio Dino (PCdoB) não deve utilizar, pelo menos nos próximos seis meses, os serviços da Heringer Táxi Aéreo, empresa que faturou mais de R$ 23 milhões alugando aeronaves aos comunistas maranhenses desde 2015.

No final do mês de julho, a gestão estadual assinou novo contrato para a prestação do serviço: sai a Heringer, entra a Solar Táxi Aéreo.

A contratação é emergencial e foi realizada por dispensa de licitação.

Valor: R$ 3.618.000,00, por seis meses de prestação de serviços.

Baixe aqui o novo contrato.

Do Blog do Gilberto Leda

Governo Flávio Dino quer cortar adicional de risco de vida dos servidores

O Governo do Estado, em função da dificuldade financeira, quer retirar dos servidores ADO da Funac, das unidades prisionais e dos motoristas da Secretaria de Segurança Pública e outros, o adicional de risco de vida.

Em 2009, no governo Roseana Sarney, foi encaminhada uma Medida Provisória para a Assembleia Legislativa, que garantia o recebimento da gratificação do risco de vida para todos os ADO das unidades prisionais, da Funac e motoristas da SSP. Mas, quando passou a ser lei (Lei 9.040/2009), o artigo 3º, que versava sobre a concessão da gratificação, foi vetado integralmente. No entanto, os servidores continuaram recebendo o risco de vida até hoje.

Como a gratificação de risco de vida para algumas categorias não é amparada por lei específica, mas recebem em razão do local onde trabalham, de alta periculosidade e segurança máxima, o Governo do Estado quer retirar dos ADO destes locais o Adicional de Risco de Vida. Só na Funac, por exemplo, são mais de 400 servidores que recebem a gratificação.

Segundo Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo, a preocupação com essa medida é que evidencia que o Estado do Maranhão, realmente, está com dificuldade financeira e quer cortar gastas a todo custo.

“Inclusive, pais e mães de família estão com a sua renda adequada com esse salário desde 2007. Ou seja, são 12 anos que a renda desses trabalhadores vem sendo ajustada em função da gratificação de risco de vida. De repente, o Governo do Estado quer tirar essa gratificação dos salários dos servidores, vai cortar pela metade a renda desses trabalhadores, porque corresponde a 100% do salário-base”, afirmou, frisando, ainda, que os servidores públicos do Estado estão sem reajuste desde 2015.

O SINTSEP lamenta, profundamente, o fato de o Governo do Estado não promover os funcionários que já estão aptos, para não adequar o salário do trabalhador público estadual à nova tabela de vencimento, causando mais este prejuízo ao servidor.

Do site do Sintsep

“Não posso punir o amor”, dizia Dino para defender nepotismo no seu secretariado

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a bater de frente com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nesta segunda-feira (5).

O tema da vez é nepotismo.

No Twitter, o comunista criticou o que ele classificou como banalização do nepotismo, depois de Bolsonaro confirmar a intenção de nomear o filho Eduardo como embaixador dos Estados Unidos – reportagem de O Globo também aponta ouros casos, mesmo antes da edição de Súmula pelo STF.

“Lembro a luta que foi para aprovarmos no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2005, uma Resolução contra o nepotismo. Depois veio a Súmula Vinculante 13, do Supremo. Incrivelmente esse debate volta em 2019, com a tentativa de banalizar o nepotismo proibido pela Constituição”, publicou o governador.

Nem parece o mesmo Flávio Dino que, em 2015, apelou ao sentimentalismo para justificar casos de nepotismo em seu governo.

Naquele ano, acossado por denúncias de que alguns auxiliares haviam nomeado vários parentes na gestão estadual, deu entrevista à IstoÉ para se explicar.

“Não posso punir o amor, não posso controlar a vida afetiva das pessoas”, disse.

Do Blog do Gilberto Leda