Assembleia Legislativa do Maranhão homenageará Conjuve em sessão solene

O Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, aprovou, nesta terça-feira (29), o requerimento nº 260/17, de autoria do deputado estadual Roberto Costa (MDB/MA), e convocou  sessão solene para prestar elevada homenagem ao Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) pelos relevantes serviços prestados à juventude brasileira e em comemoração aos 13 anos de seu funcionamento e dos últimos avanços na política de juventude no Brasil, na qual o Conjuve tem exercido um papel destacado. A sessão será realizada na próxima quinta-feira (07/06), no Plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão, às 15h, e deve contar com a presença do ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidemcia da República, Carlos Marun, do secretário nacional de juventude, Assis Filho, do senador João Alberto, do deputado estadual Roberto Costa, do presidente do Conjuve, Anderson Pavin, outras autoridades, conselheiros nacionais de juventude, gestores municipais de juventude e demais membros e representantes do Conjuve.

O deputado Roberto Costa fala que, como parlamentar, sua atuação é sempre valorizar os movimentos da juventude. “Eu sou oriundo de movimentos de juventude no Maranhão. Aqui na Assembleia Legislativa, nosso mandato tem sido pautado na busca pela valorização dos jovens”, disse. Para ele, realizar essa sessão solene é justa, pois a atuação do Conjuve, que há 13 anos vem atuando e se destacando nas políticas públicas para a juventude, é de extrema importância. “O Conjuve é um instrumento de desenvolvimento nos estudos, pesquisas e realidade dos jovens, além de promover intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais. Ficamos alegres de trazer essa homenagem ao Conselho e destacar o seu brilhante papel na sociedade”, completa.

Assis Filho conta que sua gestão reativou o funcionamento do Conjuve que estava com o mandato vencido. “Estamos apoiando todas as reuniões ordinárias e extraordinárias, as caravanas do Conjuve fora de Brasília, os estudos, campanhas, atividades internacionais que tem garantido o pleno funcionamento do Conselho. Como maranhense, essa homenagem é um motivo de muito prestígio, especialmente  por acontecer no Estado, onde exerci a vice presidência do Conselho Estadual pela sociedade civil”.  O secretário nacional afirmou o compromisso da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) de fortalecer esse importante espaço de diálogo com a sociedade civil na construção e formulação de políticas públicas que reflitam a realidade da juventude brasileira.

Para o presidente do Conjuve, Anderson Pavin, essa é uma importante homenagem para o Conselho, que foi criado em 2005. “De lá pra cá, o Conjuve tem sido o maior órgão de representação dando voz para a sociedade civil e lutando pelos direitos e garantias da juventude brasileira”, disse. Para ele, esse é um reconhecimento pela luta do Conjuve na aprovação do Estatuto da Juventude, pela participação das três Conferências Nacionais de Juventude e é também uma homenagem justa porque nessa atual gestão foi adotado um novo formato de distribuição das cadeiras, garantindo a participação de entidades que representam as cinco macrorregiões do país.

Pavin afirma que foi estabelecida uma missão no planejamento estratégico que é tornar o Conselho conhecido e reconhecido, tanto pela sociedade civil, tanto pelo Governo. “Essa é a primeira vez que o Conselho leva uma reunião ordinária para fora de Brasília e “isso vem de encontro a nossa proposta de levar o Conjuve para o país inteiro, para que consigamos acompanhar de perto quais são os problemas reais e também as reais demandas para a juventude brasileira”, finaliza.

SOBRE O CONJUVE

O Conselho Nacional de Juventude foi criado pela lei 11.129 de 30 de junho de 2005 e regulamentado pelo decreto presidencial 5.490 de 14 de Julho de 2007. O Conjuve é um espaço de diálogo entre a sociedade civil, o governo e a juventude brasileira. É um órgão consultivo e tem por objetivo assessorar o Governo Federal na formulação de diretrizes da ação governamental, promover estudos e pesquisas acerca da realidade socioeconômica juvenil e assegurar que a Política Nacional de Juventude do Governo Federal seja conduzida por meio do reconhecimento dos direitos e das capacidades dos jovens e da ampliação da participação cidadã.

O Conjuve é formado por representantes do poder público e da sociedade. Pelo poder público participam vinte membros oriundos de ministérios que desenvolvem programas e ações voltados para a juventude, representantes do Fórum de Gestores Estaduais, da Frente Parlamentar de Políticas Públicas de Juventude e das entidades municipais.

SNJ e Conjuve representam o Brasil em evento da ONU

O Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas (ONU), Ecosoc, promove, nos dias 30 e 31 de janeiro, o ECOSOC Youth Forum 2018, um dos principais eventos na agenda de grupos de juventude ao redor de todo mundo. A Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) participará desta edição do fórum por meio do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que representará o Brasil junto a jovens selecionados pela própria ONU e por membros do Instituto Global Atitude. Este último é formado por membros do projeto Democracia Civil e por integrantes da organização Eureca.

O ECOSOC Youth Forum 2018 acontece na sede da organização, em Nova Iorque (EUA), e conta com a presença de cerca de 500 defensores dos direitos dos jovens, além de representantes de governos e de agências das Nações Unidas.

Alcance global

De periodicidade anual, o ECOSOC Youth Forum irá fomentar, nesta edição,um debate sobre o papel da juventude na construção de comunidades urbanas e rurais resilientes e sustentáveis. Aos participantes será confiada a missão de responder a pergunta: Como as comunidades podem sustentar seu crescimento diante de desastres naturais ou problemas como ineficiência dos transportes públicos, violência e desemprego? A partir desse questionamento, os representantes de grupos de juventude terão a chance de dialogar diretamente com representantes dos Estados Membros e discutir a promoção de iniciativas inovadoras, com base nas premissas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da ONU.

Marcus Barão, presidente do Fórum de Juventude dos Países de Língua Portuguesa (FJCPLP) e vice-presidente do Conjuve, considera o engajamento com as pautas da ONU fundamental para todas as organizações de juventude, visto que o encontro promoverá a Agenda de Desenvolvimento Sustentável a nível nacional, regional e mundial. “O ECOSOC Youth Forum, pela sua institucionalidade e alcance global, representa uma oportunidade única de contribuir de maneira concreta para a construção de soluções inovadoras para os desafios da nossa sociedade”, disse o vice-presidente do Conjuve

“Vejo o Fórum como uma plataforma para jovens líderes de todo o mundo que vão ajudar a reforçar a mensagem de que soluções globais, como a Agenda 2030, podem ajudar a criar um futuro inclusivo, sustentável e próspero para todos”, acrescentou Anderson Pavin Neto, presidente do Conjuve.

Agenda complementar

Além da participação no ECOSOC Youth Forum 2018, a comitiva brasileira conta com uma agenda estratégica de reuniões e encontros com organismos internacionais, fundações e institutos, empresas, movimentos e universidades americanas para discutir possibilidades de parcerias que contemplem jovens brasileiros no desenvolvimento de iniciativas que trabalhem competências como inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e a própria educação.

Segundo Dario Neto, CEO da Eureca, a importância dessas reuniões se dá pelo fato de que há iniciativas muito consistentes de empoderamento e desenvolvimento de jovens em parceria com organizações como AIESEC, Harvard Business Review Brasil, Brasil Júnior, Junior Enterprise USA e Instituto Capitalismo Consciente Brasil testadas no Brasil recentemente que podem ser ampliadas, potencializadas e internacionalizadas.

Mesa diretora do Conjuve se reúne com Secretário Assis Filho

Na tarde da última quarta (25), os representantes do Conselho Nacional de Juventude se reuniram com o secretario Nacional de Juventude, Assis Filho, para debater o fortalecimento das politicas publicas de juventude dentro dos estados e municípios, além da criação de novos conselhos. Participaram da reunião o presidente do Conjuv, Anderson Pavin, o vice-presidente, Marcus Barão e o secretário-executivo, Saulo Spinelly.

Para ampliar o fortalecimento, o Conjuve vai lançar uma campanha que, em primeiro momento, tem como proposta criar um mapeamento dos conselhos estaduais e municipais de juventude. A partir desse mapeamento, serão identificados os locais onde não existem conselhos. Posteriormente haverá um trabalho de divulgação para ampliar o número de conselhos em todo país.

Durante a reunião, os conselheiros apresentaram um relatório de participação do Conjuve no XIX Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, que ocorreu, na cidade de Sochi, na Rússia, entre os dia 14 e 22 de outubro.

O objetivo do Festival foi consolidar e discutir o movimento estudantil, as políticas para a juventude e fortalecer a cooperação entre as nações. O evento reuniu cerca de 20 mil jovens de 185 países.

O Conjuve apresentou ainda o plano de ações para 2018, que tem como proposta alcançar todos os gestores e melhorar as ações do conselho.

Durante a reunião também foi tratada a descentralização das reuniões do Conjuve de todas as regiões dos país, como forma de aproximar o Conselho de toda a base.

Os conselheiros também anunciaram a 46ª Reunião plenária do Conjuve prevista para acontecer 22 e 23 de novembro.

Texto: Ascom/ SNJ

Em sua 1ª reunião, Conjuve destaca avanços na nova gestão

O Conjuve é composto por 60 conselheiros, sendo 40 representantes da sociedade civil e 20 do governo. As entidades representativas da sociedade civil foram escolhidas após um processo amplo e democrático, no qual foram eleitas instituições de atuação nacional, regional e estadual e organizações que atuam nos 11 Eixos Temáticos do Estatuto da Juventude.

Conheça na integra todos os representantes e suas respectivas entidades aqui.

O secretário-executivo, Saulo Spinelly, destacou a regionalização do Conjuve. “Hoje nós temos representações em todas as regiões do Brasil, o que nos possibilita ter um retrato real da situação dos jovens em todo país. Isso nos permite avaliar, deliberar e construir pautas de ações dentro da realidade que condiz com a necessidade específica de cada estado ou município”, afirmou.

PRESIDENTE E VICE EMPOSADOS

Após a posse dos novos conselheiros, realizada no dia 15 de agosto, em Brasília (DF), foi realizada a primeira reunião do Conselho Nacional de Juventude. Foram eleitos e empossados o presidente, Anderson Pavin (representando o poder público), e o vice-presidente, Marcus Barão (representando a sociedade civil).

De acordo com o regimento, o mandato de presidente do Conjuve tem duração de dois anos e a Presidência e Vice são compartilhadas pelo poder público e pela sociedade civil em um modelo de alternância de cargos. No primeiro ano, o poder público fica na Presidência e a Vice fica com a sociedade civil, depois alterna e no segundo ano, o representante da sociedade civil assume a Presidência do Conselho.

A NOVA ESTRUTURA

Nesta ocasião também foram aprovados o Regimento Interno com as diretrizes e a estrutura organizacional do Conselho.

A estrutura do Conjuve conta ainda com cinco comissões permanentes divididas por temas:

  1. Relações Internacionais – Presidente Rodrigo Reis
  2. Programas e Políticas – Maria das Neves
  3. Parlamento – Misael Mendes da Rocha Junior e Antonio Zanette
  4. Comunicação – Camila Ribeiro
  5. Articulação e Diálogo – Jessica Ohana Tavares

Outra novidade foi a instalação de comissões especiais. São elas:

  1. Comissão Especial de Empreendedorismo e Inovação – Presidente Gabriel de Mesquita – voltada para enfrentar a questão da empregabilidade hoje no país, vamos tratar de iniciativas de inclusão de jovens no mercado de trabalho e na elaboração de políticas que incentivem o empreendedorismo entre os jovens.
  2. Comissão Especial para acompanhamento do Sinajuve (Sistema Nacional de Juventude) – Presidente Neilson Amatal Marques – para acompanhar e demostrando todo o apoio ao Sinajuve.

“Consideramos todas estas mudanças um avanço. Agora temos o Regimento Interno aprovado, a estrutura de trabalho montada e iremos iniciar o processo de análise de todas as políticas públicas de juventude (PPJs) do Governo Federal. Será a nossa agenda de trabalho e a contribuição imediata do Conjuve na formulação das PPJs com pautas claras e específicas do que vamos recomendar ao Poder público”, reforçou o vice-presidente Marcus Barão.

Foram criados grupos de trabalho para tratar de Políticas Públicas de Juventude através da perspectiva dos 11 Eixos do Estatuto da Juventude, tais como:

  1. Participação
  2. Educação
  3. Trabalho e Renda
  4. Saúde
  5. Esporte e Lazer
  6. Segurança e Paz
  7. Meio Ambiente
  8. Direito à Comunicação
  9. Diversidade e Igualdade
  10. Cultura
  11. Território e Mobilidade

“O Conselho está muito organizado. Estamos divididos em grupos, cada grupo cuidará de um eixo do Estatuto da Juventude. Isso vai nos possibilitar analisar as políticas e programas do Governo Federal em parceria com o Conjuve e, no final desse semestre, nós entregaremos um documento com as contribuições do Conjuve, construindo uma agenda pactuada entre os conselheiros da juventude”, concluiu o presidente Anderson Pavin.

Leia aqui o Regimento_Interno_Conjuve_2017.doc

Conselheiros do Conjuve tomam posse em cerimônia plural…

Os 60 integrantes do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) tomaram posse nesta terça-feira (15/08), em Brasília (DF), numa cerimônia bastante plural e representativa, que contou com apresentações de dança do Povo Xerente, de Tocantins, e da companhia de dança Pegada Black, da periferia do Distrito Federal. A cerimônia contou com a presença dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy; do secretário nacional de Juventude, Assis Filho; da vice-governadora do Tocantins, Claudia Lelis; da secretária-executiva da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ivani dos Santos; dos deputados federais Carlos Gaguim (PMDB-TO) e André Amaral (PMDB-PB); e do prefeito de Tocantínia, Manoel Silvino; da vice-presidente do Fórum Nacional dos Gestores de Juventude, Jéssica Ohana, entre outras autoridades. Ao final da posse, os conselheiros foram recebidos pelo presidente Michel Temer.

“Temos representantes de todas as regiões do Brasil e da pluralidade da juventude brasileira”, comemorou Imbassahy. O Conjuve é composto por 60 conselheiros, 40 representantes da sociedade civil e 20 do governo. As entidades representativas da sociedade civil foram escolhidas após um processo amplo e democrático, no qual foram eleitas instituições de atuação nacional, regional e estadual e organizações que atuam nos 11 Eixos Temáticos do Estatuto da Juventude.  O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República garantiu que “não faltarão recursos para os programas para a juventude”.

Desire Queiroz dos Santos, representante da região Centro-Oeste pelo Conselho Regional de Administração do Mato Grosso do Sul, defendeu a qualificação profissional e a equidade de gênero no trabalho. “No Conselho Regional de Administração implantamos políticas para a inclusão da mulher no mercado de trabalho, de capacitação profissional e de equidade racial. E são esses os eixos que vamos defender no Conjuve”, anunciou a conselheira, que também defende a igualdade no trabalho para a mulher negra.

Assis Filho disse que “é por meio da participação social que vamos implantar as políticas públicas de juventude”. O papel do Conjuve é o de propor estratégias de acompanhamento e avaliação da política nacional de juventude; promover a realização de estudos, debates e pesquisas sobre a situação juvenil, com vistas a contribuir na elaboração de propostas de políticas públicas; apresentar propostas de políticas públicas e outras iniciativas que visem a assegurar e a ampliar os direitos da juventude; e fomentar o intercâmbio entre organizações juvenis nacionais e internacionais.

“As políticas públicas de juventude precisam chegar nas periferias, nas aldeias e nos becos”, ressaltou o secretário nacional de Juventude. Bruno Ramos, conselheiro do Conjuve representando a Liga do Funk, elogiou o processo que elegeu movimentos e associações de juventude representativos e de atuação nos 11 eixos temáticos do Estatuto da Juventude. “Quero agradecer ao funk que me tirou do submundo e me colocou aqui no Conjuve, onde vamos criar políticas públicas de base e de fato”.

O ministro da Casa Civil destacou que mais de 200 mil jovens têm acesso ao ID Jovem, programa lançado em dezembro do ano passado pelo presidente Michel Temer e que dá direito ao jovem de baixa renda pagar meia entrada em eventos culturais e esportivos, além de duas passagens gratuitas e duas com 50% de desconto em viagens interestaduais. “Estamos aqui para levar a política do presidente Michel Temer para a juventude”, ressaltou Padilha.

Dentre os 60 conselheiros, alguns foram escolhidos para serem diplomados durante a cerimônia:

– Ayune Bezerra Soares, do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans), do Eixo Temático Diversidade/LGBT;

– Pedro Prata, da Escola de Gente, Eixo Temático Diversidade/ Jovem com Deficiência;

– Iago Rodrigues Ervanovite, da Pastoral Juvenil da CNBB, do Eixo Temático Comunicação;

– Caio Angarten, da União dos Escoteiros do Brasil, Eixo Temático Educação;

– Marcus Vinicius Barão, da Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje), Eixo Trabalho e Renda;

– Marcos Silva, do Movimento Nacional ODS Nós Podemos, Eixo Temáticos Meio Ambiente;

– Bruno Ramos, da Liga do Funk, Eixo Temático Cultura; Pedro Caldas, do Eixo Temático Diversidade/LGBT;

– Misael Mendes Rocha, da OAB, Eixo Temático Segurança e Paz;

– Ediglei Alexandre Cesário, União Nacional das Instituições de Auto Gestão em Saúde (Unidas) Eixo Temático Saúde;

– Jéssica Ohana, do Conjuve, Eixo Temático Poder Público;

– Raphael Mendes, da União Estadual dos Estudantes de Roraima/Região Norte;

– Valber Neto, da União Municipal dos Estudantes de Rosario-MA/ Região Nordeste;

– Larissa dos Santos Ferreira, da Associação de Moradores dos Bairros Jardim, Jardim Petrópolis e Residencial/Região Centro-Oeste;

– Bruno Gabriel, Região Sudeste;

– Edson Lau, Região Sul;

– Erick Martins, Eixo Temático Participação;

Da SNJ

Em eleições com ampla participação nacional, são eleitos os novos representantes da sociedade civil no Conjuve

Após uma ampla participação de entidades nacionais, regionais, estaduais e municipais nas eleições para o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), foram eleitos os representantes das 40 entidades da sociedade civil, nesta terça-feira (04/07), para o biênio 2017/2019.

O processo eleitoral foi realizado na Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), em Brasília (DF), e contou com a participação de quase 200 entidades. “Com eleições amplas, abertas, democráticas e participativas vamos aproximar o Conjuve dos problemas da juventude brasileira e dar oportunidade para que jovens de todos os estados e regiões do Brasil estejam representados no Conselho”, afirmou o secretário Nacional de Juventude, Assis Filho.

As 40 vagas da sociedade civil foram divididas da seguinte forma: 20 para entidades de atuação nacional e as outras 20, para organizações de atuação regional, estadual ou municipal. As regras para esta eleição foram definidas por uma Comissão Eleitoral Independente, formada por três representantes do governo e três representantes da sociedade civil. “Somos jovens negros da periferia e em outros tempos não teríamos a oportunidade de estar aqui”, afirmou Bruno Ramos, da Liga do Funk.

O Decreto 9024/2017, editado pelo presidente Michel Temer, manteve o Conjuve com 2/3 de seus integrantes da sociedade civil e 1/3 de representantes do poder público, num total de 60 conselheiros. O Conselho tem, entre suas atribuições, a de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais.

A representação do poder público contempla, além da Secretaria Nacional de Juventude, todos os ministérios que possuem programas voltados para os jovens; o Fórum Nacional de Gestores Estaduais de Juventude; e um representante do Poder Legislativo federal. Essa composição foi estruturada para que as ações sejam articuladas em todas as esferas governamentais (federal, estadual e municipal)

 Confira a lista dos eleitos AQUI

Sociedade civil elege membros para o Conjuve nesta terça-feira, 4 de julho

Em mais um passo para reativar o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que estava com o mandato vencido desde 2016, o a comissão eleitoral independente definiu a data para as eleições da sociedade civil no conselho para o dia 4 de julho. As eleições serão transparentes e democráticas, seguindo o que ficou determinado no Decreto 9024/2017, editado pelo presidente Michel Temer, que instituiu a comissão eleitoral que definiu as regras do pleito.

As eleições para a escolha das entidades representantes da sociedade civil acontecerão na Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), em Brasília (DF). Serão eleitos os 40 integrantes da sociedade civil, sendo 20 entidades de atuação nacional e20 entidades de atuação estadual, distrital, regional ou municipal.

Quarenta e cinco entidades concorrem na categoria de atuação nacional. Elas foram selecionadas conforme os 11 eixos do Estatuto da Juventude: Participação; Educação; Trabalho e Renda; Diversidade e Igualdade (Gênero, Jovens com Deficiência, LGBT e Raça e Etnia/Povos Tradicionais); Saúde; Cultura; Direito à Comunicação; Esporte e Lazer; Meio Ambiente; Território e Mobilidade; e Segurança e Paz.

As outras 20 cadeiras serão disputadas entre as entidades de atuação estadual, distrital, regional ou municipal. Foram selecionadas 12 instituições no Sul; 16, no Sudeste; 21, no Centro-Oeste; 17, no Norte; e 52, no Nordeste. Essas organizações vão concorrer às seguintes vagas: 2 cadeiras para a região Sul; 3, para Sudeste; 3, para Centro-Oeste; 5, para Norte; e 7, para Nordeste.  Essas entidades podem indicar uma mesma pessoa para representá-las no processo eleitoral, desde que essa pessoa não seja indicada por mais de três entidades.

A eleição dos representantes das entidades de atuação regional, estadual, distrital ou municipal ocorrerá no período da manhã. A expectativa é a de que o resultado seja divulgado até às 12h30. A eleição das entidades nacional será no período da tarde, com previsão da divulgação do resultado às 17h30. Em caso de empate no número de votos, não havendo acordo, a entidade com maior tempo de atuação dentro de sua respectiva categoria será declarada eleita para a titularidade da cadeira.

Nas seções de votação serão permitidas, apenas, as pessoas credenciadas. Cada entidade habilitada terá direito um voto que deve ser realizado dentro da mesma categoria para qual foi habilitada, região do país (caso das entidades de atuação regional) ou eixo temático (atuação nacional). O representante indicado pela entidade não pode votar na entidade que estiver representando, devendo obrigatoriamente declarar voto em outra entidade da mesma categoria ou declarar banco/nulo.

As entidades serão eleitas para atuação no biênio 2017/2019. O Conjuve tem a atribuição de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolvendo estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens. O Conjuve é composto por 1/3 de representantes do poder público e 2/3 da sociedade civil, contando, ao todo, com 60 membros, sendo 20 do governo federal e 40 da sociedade civil.

Texto: Ascom/SNJ

Inscrições abertas para as eleições do Conjuve…

O edital de convocação para a eleição dos representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira. O período de inscrição vai de 15 a 29 de maio de 2017 e ela pode ser feita na sede da Secretaria Nacional de Juventude, no Pavilhão das Metas, em Brasília (DF), ou no site da SNJ, no seguinte link  www.juventude.gov.br/eleicoes-conjuve-2017.

Os representantes da sociedade civil podem concorrer nas seguintes categorias: atuação estadual, distrital, regional ou municipal; ou atuação nacional. Podem participar regionalmente movimentos, associações ou organizações de juventude; fóruns e redes de juventude; e entidades de apoio às políticas de juventude. Para ter a candidatura aceita é preciso ter pelo menos dois anos de funcionamento; atuação na defesa ou na garantia dos direitos com reconhecimento na área e na temática de juventude dentro do estado pelo qual apresenta candidatura e atuação em, no mínimo, três eixos temáticos do Estatuto da Juventude.

Movimentos, associações ou organizações de juventude; fóruns e redes de juventude; e entidades de apoio às Políticas Públicas de Juventude de atuação nacional podem concorrer às 20 cadeiras destinadas a elas, desde que apresentem o relatório de atividades 2015 e 2016 e três cartas assinadas por instituições reconhecendo a efetividade das ações da requerente. Não será permitida a inscrição de suas associadas e filiadas na disputa pelas 20 cadeiras de atuação regional.

As vagas para as representações da sociedade civil de atuação estadual, distrital, regional ou municipal foram divididas da seguinte forma: duas vagas para os estados da região Sul, três vagas para os estados da região Sudeste, três vagas para os estados da região Centro-Oeste, cinco vagas para os estados da região Norte e sete vagas para os estados da região Nordeste. As entidades eleitas representarão o seu estado de atuação, não podendo uma mesma unidade da federação ocupar a suplência da cadeira em que for titular nem a titularidade de duas ou mais cadeiras.

Os representantes da sociedade civil de atuação nacional vão disputar as vagas de titulares e suplentes conforme os 11 eixos do Estatuto da Juventude, divididos da seguinte forma: duas para Participação; três para Educação; duas para Trabalho e Renda; uma para Gênero, uma para LGBT, uma para Raça e Etnia/Povos Tradicionais e uma para Jovens com Deficiência, totalizando quatro vagas para o eixo Diversidade e Igualdade; duas para Saúde; duas para Cultura; uma para Direito à Comunicação; uma para Esporte e Lazer; uma para Meio Ambiente; uma para Território e Mobilidade; e uma para Segurança e Paz.

A eleição acontecerá no dia 26 de junho de 2017, em duas sessões de votação, sendo uma pela manhã e outra à tarde. Cada participante votará apenas na sua categoria e escolherá titular e suplente. Será permitida a presença de apenas um representante de cada entidade habilitada. As despesas com deslocamento e hospedagem para participar do pleito se darão por conta das entidades participantes. Mais informações podem ser obtidas nos telefones 61 34114339 e 61 991726299 ou no email: eleicao.conjuve@presidencia.gov.br. A expectativa é de que o resultado seja encaminhada para o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República até o dia 30 de junho e que o nome de titulares e suplentes do Conjuve para os próximos dois anos sejam publicados no Diário Oficial da União até o dia 2 de julho.

Texto: Ascom/SNJ

SNJ inicia diálogo para reativar Conjuve…

O secretário nacional de Juventude, Assis Filho, recebeu, nesta sexta-feira (10.02), o presidente do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), Daniel Souza, que veio a Brasília (DF) convidado pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) para tratar da reativação do Conselho.

“Foi um encontro para aproximar o governo do Conjuve, prezando sempre pelo diálogo”, explicou Assis Filho. Durante a reunião, ficou acertada uma agenda de reuniões para eleger os novos conselheiros da sociedade civil. A eleição deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2017. Também participou do encontro, o diretor de Relações Institucionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, conselheiro do Conjuve e representante da sociedade civil.

Ficou acordado entre o presidente do Conjuve e o secretário nacional de Juventude que, nos próximos dias, o governo federal vai publicar um decreto para readequar as vagas dos representantes do governo composição do colegiado à nova estrutura administrativa. A reforma administrativa foi publicada no Diário Oficial da União no dia 3 de fevereiro.

O Conjuve foi criado em 2005 pela Lei 11.129 e, entre suas atribuições, está a de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, desenvolver estudos e pesquisas sobre a realidade socioeconômica dos jovens e promover o intercâmbio entre as organizações juvenis nacionais e internacionais. A representação da sociedade civil no conselho reflete a diversidade dos atores sociais que contribuem para que a política juvenil se transforme, de fato, no Brasil, em uma política de Estado.

Texto: Ascom/SNJ

Governo Federal lança a 3ª Conferência Nacional de Juventude

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Ampliar os canais de escuta da juventude brasileira e transformar os espaços públicos das cidades em ambientes de convivência para os jovens são dois assuntos que serão debatidos na 3ª Conferência Nacional da Juventude, cujo tema é “As várias formas de mudar o Brasil”. O lançamento foi feito na última quinta (26), no Palácio do Planalto, pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG-PR), Miguel Rossetto, e pelo secretário nacional de Juventude, Gabriel Medina.

Na ocasião, o ministro Rossetto convocou os jovens a participarem ativamente da conferência. “Sejam revolucionários, mudem o nosso país, ajudem a construir um país cada vez mais igual, cada vez mais fraterno”, pediu o ministro. As convocatórias começam em maio e a conferência está programada para acontecer em Brasília (DF), ainda em 2015. “Estamos abrindo a convocação para compartilharmos esperanças e sonhos do país que nós queremos. Façam esse chamamento chegar a cada ponto do território nacional”, ressaltou Rossetto.

De acordo com o secretário nacional de Juventude, Gabriel Medina, a grande novidade dessa conferência será a participação via internet e veículos digitais. “Hoje os jovens conversam e marcam encontro pelas redes sociais e também discutem as formas de transformar o Brasil pelas redes sociais”, explicou. “Decidimos ampliar os canais de participação digital da conferência”, afirmou o secretário. Para isso, será utilizada a plataforma Noosfero (voltada para a criação de redes sociais).

Em sua fala durante o evento, o vice-presidente do Conjuve, Daniel Souza, explicou que “o objetivo é fazer uma conferência que articule várias vozes e escute os desejos de mudar o Brasil”.

O próprio formato da cerimônia deu o tom de como será a conferência, que dará voz às diversas expressões da juventude. O mestre de cerimônias foi o ativista Max Maciel, da Rede Urbana de Ações Socioculturais (Ruas). Os participantes assistiram às apresentações dos rappers Rashid e Coruja e do poeta pernambucano Lirinha. O evento contou com a participação das ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social); da presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros; da secretária de Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Mazé Morais; do criador do coletivo Fora do Eixo, Pablo Capilé; além de integrantes do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), de secretários estaduais e municipais de Juventude e de representantes de movimentos sociais, como Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e Pastoral da Juventude, entre outros.

A 3ª conferência vai debater o Plano Nacional de Juventude, com diretrizes e metas para os próximos 10 anos. Nas duas conferências anteriores, a primeira realizada em 2008 e a segunda em 2011, participaram mais de 800 mil jovens do Brasil e de 14 países da América do Sul, África, América de Norte e Europa, ampliando o diálogo entre governos e sociedade civil. A aprovação da PEC da Juventude, do Estatuto da Juventude e o Plano Juventude Viva são resultados concretos das edições anteriores.

Do Portal da Juventude