MINI-CONVENÇÃO REÚNE PASTORES EM COELHO NETO

MINI-CONVENÇÃO REÚNE PASTORES EM COELHO NETO

 (10h:45) Cerca de 1.100 pastores e convidados inclusive de outros Estados estão reunidos desde ontem (22) em Coelho Neto participando da Mini-Convenção, organizada pela Convenção Geral da Assembléia de Deus no Maranhão –CEADEMA.
Pastores e convidados presentes do evento
A abertura do evento ocorreu na noite de ontem (22) no templo sede da igreja na Praça Joao Santos e permanece durante todo o dia no Ginásio de Esportes Uiran Sousa. Estiveram presentes entre outras autoridades o Presidente da CEADEMA Pastor Pedro Aldir Damasceno e o Presidente da Assembléia de Deus de Coelho Neto Pastor Raimundo Nonato Monteiro Branco.
Pastor Pedro Aldir Damasceno, Presidente da CEADEMA fazendo uso da palavra
Segundo o coordenador da Mini-Convenção e Assessor da Presidência da CEADEMA Pastor Gildenemir Lima Sousa, o evento tem como objetivo uma discussão mais detalhada a cerca dos avanços e implementação de melhorias da denominação no Estado. “Nossos pastores se reúnem para definir estratégias acerca de nossa denominação em todo o Maranhão. Nesse momento decisões de cunho interno são tomadas sempre em busca da melhoria de nossas igrejas e consequentemente da pregação da palavra de Deus”, disse o coordenador.
A Deputada Estadual Eliziane Gama-PPS deve participar do evento, que se estende até  amanhã .

One thought on “MINI-CONVENÇÃO REÚNE PASTORES EM COELHO NETO

  1. CASO DE ADULTERIO NA ASSEMBLEIA DE DEUS! ENCOBERTA PELA CONVENSÃO!
    Comunico para as devidas providências da CEADEMA, que as acusações de assédio e adultério contra o pastor José de Deus Rios dos Santos são procedentes e verdadeiras, sendo inadmissível impunidade e que cumpra-se o que rege o Estatuto das Assembléias de Deus no Estado do Maranhão, no Capítulo III, Art. 12, item III, inciso d) que estabelece os casos de aplicação da pena de exclusão ao membro (pastor) que cometer adultério.
    Sou Jerusa Castro, e chamo a atenção para o que relatarei a seguir. Aceitei Jesus aos 13 anos, em 1996, era membro da Assembléia de Deus do Campo Tirirical, área 3, no bairro Vila Brasil, em São Luís-MA onde o José de Deus Rios pastoreava. Fui uma adolescente e uma jovem atuante na igreja; participava dos vocais, da escola dominical, chegando a ser secretária da mocidade, professora de adolescente por 4 anos e superintendente da escola dominical por 2 anos. Devido aos trabalhos desenvolvia na igreja e meu conhecimento em informática, pois, meus irmãos tinham um curso de informática, o pastor Rios, como é conhecido, começou a aproximar-se mais de mim, por volta de 1999 (16 anos); por vezes ligava durante o dia ou à noite, após os cultos, quando precisava de orientações de informática ou tratar de assuntos da igreja pertinente ao meu cargo ou eventos dos quais eu cooperava na organização. Minha alegria era poder contribuir na obra!
    Era muito feliz, namorava à distância um rapaz maravilhoso, pregador da Palavra, que conheci na igreja, hoje, meu atual esposo. Porém, no final 2002, minha vida começou a ser destruída espiritualmente, psicologicamente, emocionalmente dentre outras sequelas subsequentes (devido a este fato, em 2008, ao concluí meu curso de Serviço social na UFMA, o tema da minha Monografia foi a Violência Pscicologia contra a Mulher na Relação Conjugal) que foi o tema mais próximo com o que vive. Um dia, ao voltar do colégio de ônibus, passando enfrente a igreja, o pastor José de Deus Rios me chamou para falar de um episódio, um suposto batismo no Espírito Santo da renovação carismática que havia ocorrido em meu colégio. Era um dia segunda-feira por volta das 18h e 45min (ano de 2002), o culto de doutrina ainda não havia começado, mas alguns irmão já estavam no templo; perguntei de que se tratava, ele pediu que o acompanhasse à sala das crianças, atrás da igreja, para explicar melhor sobre o suposto batismo. Sentei numa cadeira e comecei a falar, foi quando fui interrompida com um beijo da boca inesperadamente. Fiquei sem ação, inerte, sem entender aquela atitude, pois, nunca dei motivo para tal situação. Ele saiu da sala rapidamente para verificar se vinha alguém chegando, ao voltar, pediu mil desculpas, que pelo amor de Deus não comentasse com ninguém, que tinha sido uma franqueza, que jamais tinha acontecido e não aconteceria mais.
    Como falar de algo assim? Acreditariam na palavra de uma ovelha, diante da negação do pastor? Qual palavra teria mais credibilidade? Com certeza, não seria a da ovelha, ao contrário, a ridicularizariam, colocariam a culpa nela. Muda me fiz, calada fiquei. Atitude que me custou muito caro, pois se tivesse esbravejado na época teria evitado muitas desgraças. Entendo hoje, que meu silêncio para ele entendeu como um sim para suas lascívias, pois, mesmo prometendo não acontecer novamente, ele partiu para a sedução, persuasão, chantagem emocional dentre artimanhas sagazes, como usar desculpas para me ver no meu trabalho, no gabinete pastoral; ligava falando de suas carências, cercou-me de todos os lados até conseguir manter relações sexuais, concretizando o adultério, em sua mente já consumado, durando essa situação aproximadamente 01 ano, em oportunidades criadas por ele, até mesmo no meu trabalho.
    Tornei-me uma pessoa triste, depressiva, revoltada comigo mesma, culpava-se por tudo aquilo, cúmplice do pecado, minha mente virou uma bagunça e ele ainda reforçava com suas persuasões para permanecer calada, constituindo uma violência psicológica. Um fardo pesado me sufocava cada dia. Para mim, somente eu era culpada por tornar-se uma pedra de tropeço na vida de um pastor. Como sair daquela situação?
    Um dia, uma irmã chamada Gorete, membro da mesma igreja, conhecida por usar um pano na cabeça e por ter revelações, me chamou para conversar e relatou que Deus havia relevado a ela o meu nome escrito encima da mesa do gabinete do pastor Rios, e que ela sabia que ele já havia se envolvidos com outras mulheres solteiras e casadas. Que quando ela teve a visão, falou para o pr Rios não tocar em mim, porque eu era a menina dos olhos de Deus, mas ele não ouviu e nem atendeu à advertência. Foi então, que soube que aquele pastor não era tudo aquilo que ele falava e se mostrava, uma figura de o “coitadinho”, o doente, um homem já velho, mal amado, carente, mas, sim, um pastor que utiliza seu cargo de pastor e as fragilidades das mulheres para seduzi-las e assim, realizar suas fantasias sexuais; talvez, para compensar suas frustrações amorosas ou simplesmente para provar seu poder de sedução, de auto-afirmação.
    É lastimável e vergonhoso para o Evangelho, um ministro que procede dessa forma, destruindo vidas e ministérios por coisas fúteis.
    A partir da conversa com a irmã Gorete, criei coragem, não tinha mais condições de continuar na mesma igreja, sabendo que aquele pastor era um pervertido, que não se tratava de um erro isolado, mas de uma conduta devassa contínua. Que na verdade, nunca fui eu quem o fez tropeçar, mas ele foi a pedra de tropeço na minha vida, que alterou o curso da minha trajetória, e até hoje sofro as seqüelas psicológicas e até tenho pesadelos.
    Sair da Assembléia de Deus e fui congregar-me na Igreja Batista, onde algumas irmãs minhas já congregavam, casei, mudei de Estado, mas minha vida nunca mais foi a mesma, pois fiquei com uma mancha no passado, e uma falhar em encobrir o pecado desse pastor, o qual depois, já se relacionou sexualmente com outras mulheres, como bem sabe a CEADEMA, a qual já colheu o meu depoimento no dia 19-06-12, na presença do responsável pelo processo investigativo Moacir Luis dos Santos (98)87095967/81278340, membro da comissão de ética e disciplina; e de outra vítima que já prestou depoimento em dezembro de 2012, sendo ouvida pelo pr. José Guimarães Coutinho.
    Diante do exposto e tendo como base a Palavra do Senhor e o que rege o estatuto da CEADEMA, mencionado no início desse comunicado, que a justiça seja feita, que este, que se diz ministro do evangelho, não encerre seus dias usando o púbito da igreja pregando uma coisa e vivendo outra, assediando as mulheres alheias, agindo pior que um ímpio.
    A sociedade e a comunidade evangélica requer uma resposta da Convenção, pois o assunto já é notícia em alguns sites listados abaixo.
    http://www.marrapa.com/pastor-da-assembleia-de-deus-e-acus…/
    http://janioarlei.wordpress.com/…/igreja-assembleia-de-deu…/
    http://neutoncesar.blogspot.com.br/…/pastor-da-assembleia-d…
    http://ezequielneves20.blogspot.com.br/…/pastor-da-assemble…
    http://janioarlei.wordpress.com/…/dirigentes-da-assembleia…/

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