Educação de Coelho Neto se transforma num “mar de lamentações”…

Crianças da APAE seguem sem ônibus por falta de um pneu

A história teria que ser diferente, mas lamentavelmente não o é. O prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) que durante anos criticou ferozmente o modelo de educação das administrações anteriores tinha por obrigação de fazer diferente, mas até agora o setor na sua gestão tem sido um verdadeiro mar de lamentações com problemas em toda parte e de toda ordem.

Um dos problemas identificados é o perfil do gestor Milton Mourão, que tem recebido críticas pela forma antipática com que se reporta as pessoas: não é cortês e nem faz questão de ser.

Após denúncia desse blog, as aulas da APAE que não tinham previsão de retomada felizmente voltaram a acontecer, mas o ônibus que presta serviço a entidade aguarda a reposição de apenas um pneu.

A qualidade da merenda escolar também tem sido alvo de reclamações. Um pai cujo filho estuda no anexo da Escola Leozinho Sabido por exemplo, denunciou que a merenda tem sido suco todo dia e que assims sendo o cardápio não tem sido cumprido.

Na noite de ontem (05), outra denúncia relatou que a ausência dos seguranças particulares que eram mantidos pelo governo anterior ocasionou a interrupção das aulas da Escola Moacyr Bacelar, provocada por brigas envolvendo pelo menos uns 10 indivíduos.

Outro alvo de reclamações foi o não cumprimento em sua totalidade do pagamento da diferença de carga horária dos professores ocasionado principalmente pela falta de planejamento que acabou demorando na implantação dessa ação.

Se não bastasse tudo isso, professores informaram a esse blog que o diário de classe que já deveria ter sido entregue, ao mesmo tempo que chegaram tiveram que ser recolhidos e por questões de erro foram devolvidos a gráfica para as devidas correções.

Tudo isso sem falar nos problemas iniciais e não menos importante ocasionados pela locação de prédio impróprio para anexo de escola e a falta de professores que prejudicam o ano letivo.

Todos esses fatos que ilustram esse post reforçam a tese de que a educação do governo petista patina na falta de gestão ocasionada sobretudo pelo modelo ultrapassado da centralização, que dificulta a operacionalização e agilidade dos serviços.

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