Descaso na UPA de Coelho Neto reflete a pequenez política de seus representantes…

Américo, Rafael Leitoa e Zé Carlos: trio fraco e incapaz de conseguir uma ajuda para manutenção da Upa de Coelho Neto

Diante da polêmica envolvendo um áudio do deputado Levi Pontes (PCdoB), na última semana, o Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Saúde – SES, comunicou que já havia garantido a assinatura de um aditivo para manter o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento – UPA de Chapadinha funcionando por mais um ano com recursos do Governo do Estado.

Em Chapadinha assim como em Coelho Neto a Upa é municipal, mas lá diferentemente de Coelho, desde que fora inaugurada a unidade é mantida pelo Governo do Estado em sua totalidade. Ao assumir o governo, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) fobou que teria parceria com o Governo do Estado, mas que na prática essa força não se confirma em sua totalidade.

A Upa de Coelho Neto durante o final de semana mais uma vez foi vítima de reclamações, já que o prefeito decidiu reduzir o número de servidores e a prestação de serviço virou um caos. Uma das denúncias ontem (03), a paciente disse que ficou quase 2 horas aguardando o médico na emergência e nada dele chegar.

Américo tem no deputado federal Zé Carlos (PT) como seu representante em Brasília. Fraco e desarticulado, Zé Carlos nunca conseguiu nada para Coelho Neto quando o PT governava, que dirá agora que o país é comandado pelo MDB. Zé Carlos é tão “pra nada” que mesmo o Governo Federal liberando a parceria com várias UPAS (como a de Caxias por exemplo, que não era habilitada), não consegue inserir o município nas prioridades do Ministério da Saúde.

Outro fraco no que tange o apoio a Coelho Neto é o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT). Se Levi conseguiu que o Governo do Estado bancasse a Upa de Chapadinha, por que Rafael não consegue o mesmo, ou pelo uma parte do dinheiro, para ajudar a financiar a unidade de Coelho Neto? A resposta nesse caso é simples: são três fracos.

Enquanto isso o descaso da Upa prossegue. Sob os olhares complacentes de Conselho de Saúde inerte, cujo presidente acabara de ser premiado como uma boquinha no governo.

Pense num governo imoral…

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