ANIVERSÁRIO DA ESCOLA CHAPEUZINHO VERMELHO: DOR E SAUDADE DE MÃOS DADAS

ANIVERSÁRIO DA ESCOLA CHAPEUZINHO VERMELHO: DOR E SAUDADE DE MÃOS DADAS
Hoje (17) a Escola Juliêta Melo e Jardim de Infância Chapeuzinho Vermelho comemora 32 anos de bons serviços prestados a comunidade coelhonetense. Pela escola passaram e passam dezenas de crianças que lá tiveram e continuam tendo a educação baseada, sobretudo na família como alicerce necessário do êxito no processo ensino-aprendizagem. Esse blogueiro por exemplo, com muito orgulho teve a honra de passar pela escola e lá ter a base para a educação pessoal que me levou para exercer a carreira profissional que tenho.
No entanto as comemorações de aniversário da escola esse ano tem um gosto de dor misturado com tristeza, revolta, mas, sobretudo de muita saudade. A perda prematura do Sr. Tomás Carneiro que ao longo dos anos ajudou sua esposa Tia Graça Melo na condução da escola, fez com que ele estivesse ausente no momento que deveria ser de festa e que ele também ajudou a construir.
Estava (como estou) em viagem para o Rio de Janeiro quando fui surpreendido pela notícia que me deixou consternado, como acredito que ficou o resto da população de Coelho Neto ao saber do ocorrido. Lembrei-me da Tia Graça e por alguns minutos tentei imaginar o tamanho da sua dor pela perda dada de forma tão brutal e cruel. A festa dos 32 anos da Escola Chapeuzinho Vermelho esse ano não tem o mesmo brilho e nem a mesma alegria, no entanto a escola segue fazendo aquilo que sempre fez ao longo desses anos ao conduzir a educação de tantas crianças com olhar voltado para o futuro.
Nos alenta saber que DEUS há de confortar a família e que a lei dos homens e a divina posteriormente será feita. Sr. Tomás Carneiro como pai, esposo e trabalhador foi tirado do seio de sua família de forma tão repentina, que com certeza não tenha dado tempo para um último abraço e um último eu te amo.
Nesse momento de profundo pesar, me solidarizo com toda a família Chapeuzinho Vermelho, em especial com Tia Graça Melo e os filhos Rafael, Michael e Jaques Neto. “ A única coisa tão inevitável quanto a morte é a vida”. (Charles Chaplin)

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