Sindicato de Jornalistas manifesta apoio a Marco D’Eça…

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís emitiu hoje (26) uma moção de apoio ao jornalista Marco Aurélio D’Eça, editor de Política do jornal O Estado do Maranhão.

Um dos mais duros críticos do governo Flávio Dino (PCdoB) – e do Judiciário -, ele foi vítima, neste fim de semana, de ataques de parte da mídia ligada ao Palácio dos Leões, com a divulgação de uma suposta condenação à prisão pela Justiça Federal.

O caso remonta a 2007, quando D’Eça noticiou suposta agressão do desembargador federal Ney Bello ao repórter-fotográfico Paulo Soares, de O Estado, durante a deflagração da Operação Navalha, em que o pai do magistrado, Ney Barros Bello, acabou preso (relembre).

Processado pelo desembargador, por calúnia e difamação, o jornalista enfrenta há dez anos a ação judicial e, em agosto de 2017, chegou a ser condenado pela juíza federal Claudia Giusti, substituta da 1ª Vara Criminal.

Ocorre que a condenação saiu nada menos que cinco anos após a prescrição do suposto crime. Ou seja: ao decidir sobre o caso, a magistrada sequer poderia proferir uma sentença, mas tão somente homologar a prescrição.

Mas não o fez… sabe-se lá por quê.

Abaixo, a nota do Sindicato dos Jornalistas.

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE SÃO LUIS

MOÇÃO DE APOIO

Vimos manifestar no apoio irrestrito ao jornalista Março Aurélio D’Eca, num momento em que aquele enquanto profissional é atingido por medida abusiva e manifesta agressão à liberdade de expressão, o que preocupa a todos os comunicadores diante da ameaça de amordaçar a imprensa em geral e a liberdade de expressão pela intimidação.

Ao jornalista Março Aurélio D’Eca, todo nosso apoio.

Douglas Cunha Presidente

Será que é de café de manhã que o servidor de Coelho Neto está precisando?

Américo e Izaque transformaram o sindicato em um apêndice da Secretaria de Educação

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – SINTASP realiza no próximo sábado (28), um café da manhã para segundo a diretoria “homenagear” os servidores pela passagem do seu dia. Mas uma reflexão é necessária: será que é de café da manhã que os servidores estão precisando? Vão comemorar o que mesmo?

Desde que o prefeito Américo de Sousa (PT) assumiu o poder, o sindicato transformou-se num “puxadinho” da Secretaria de Educação. A ingerência do governo é tamanha, que o então presidente Lima Júnior chegou a admitir que o prefeito não respondia um simples ofício e para evitar o desgaste pediu licença sem previsão de volta.

Para o seu lugar assumiu o “presidente-tampão” Izaque Vale, esse sim encabrestado e totalmente subserviente as ordens do chefe. A grande dúvida que paira no ar é: onde estão os servidores combativos de Coelho Neto? Por que todo esse silêncio? Estão com medo de quem se nunca tiveram medo?

Está na hora dos servidores mostrarem a cara. Estamos diante de um governo que tem feito muito pior do que sempre criticou. Direitos estão sendo retirados e ninguém fala nada. Todo mundo aceita de bom grado todo esse desgoverno? Em que foram investidos os mais de R$ 24 milhões que não constam no Portal da Transparência? Vão se deixar enganar por um café?

Olhamos com muita estranheza toda essa passividade dos servidores. Nunca engoliram nada em seco, nunca aceitaram terem direitos ameaçados, nunca aceitaram decisões impostas, nunca foram de baixar a cabeça e agora estão assistindo tudo sem se pronunciar.? Estão contemplados com essa forma de governar? Estão satisfeitos com o modelo administrativo do prefeito-professor?

Não se fazer presente nesse evento é uma ótima oportunidade de demonstrar a insatisfação com esse sindicato.

E mostrar que o servidor precisa muito mais que um café da manhã para festejar seu dia…

Um governo às avessas…

Em fevereiro o prefeito Américo de Sousa recebeu o sindicato para “dialogar”; em maio nem os ofícios são respondidos. Foto: Homero Lima 

A recente declaração do presidente do Sindicato dos Servidores do Serviço Público Municipal da Microrregião de Coelho Neto – SINTASP, Lima Júnior, de que o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) não tem respondido os ofícios da entidade, expõe as fissuras causadas pela inabilidade do atual governo.

O tão propagado diálogo pregado pela imprensa governista no início do mandato pelo visto azedou: se Américo não responde as correspondências do sindicato, que dirá receber os membros da sua diretoria.

Tudo isso não seria estranho, se a diretoria não fosse pessoas umbilicalmente ligadas ao prefeito por longas datas. A fala do presidente do SINTASP mostra o quanto ele está encurralado entre ser conivente “com o chefe” e agradar a classe ou apoiar os servidores e se indispor “com o chefe”.

O discurso mudou da água para o vinho. Agora o prefeito tem um mês para responder um ofício, o presidente do sindicato não pode mandar no prefeito e o diálogo resolve. A complacência pedida pelos aliados do governo hoje, não foi usada com os ex-prefeitos nos quais o Sindicato fez dura oposição.

Nesta terça (23) de forma surpreendente, um blogueiro governista faz um apelo ao diálogo e confirma que este não existe, pelo menos não da parte do governo.

A pauta dos servidores está na geladeira, sob os olhares frios do prefeito e do seu bi-secretário de educação. Se o governo optou por virar as costas para a classe que o projetou politicamente, que tratamento esperar com as demais classes?

Sem dúvida alguma, estamos diante de um governo às avessas…

Pressão! Omissão do sindicato faz servidores convocarem assembleia em Coelho Neto

A letargia do Sindicato dos Servidores do Serviço Público Municipal da Microrregião de Coelho Neto (SINTASP-MCN), em se posicionar diante do desrespeito do governo municipal, tem custado para a entidade o preço do descrédito.

Desde que o petista Américo de Sousa (PT) assumiu o mandato de prefeito, o sindicato tem optado por dois comportamentos de forma muito clara: quando não faz corpo mole apenas silencia para não contrariar o governo.

Toda essa atitude tem causado mal estar entre os servidores, já que a leniência do SINTASP de hoje é muito diferente da postura que se tinha nos governos anteriores.

Pior do que a falta de atuação do sindicato só a gestão do bi-secretário Milton Mourão à frente da secretaria de Educação, que mesmo não dizendo a que veio, ainda foi premiado com outra pasta. Inabilidoso para o diálogo, o secretário simplesmente tem optado por ignorar as demandas da classe dos servidores.

Cansados da atuação mea boca do sindicato presidido por Lima Júnior, os servidores decidiram convocar para essa segunda (22), a partir 17h, na sede da entidade, uma assembleia para tratar dentre outras coisas da extensão da carga horária e terço de férias 2016.

É aguardar e conferir!

A relação “mamão com açúcar” entre o Sintasp e a Prefeitura de Coelho Neto…

Quem conheceu a atuação impositiva e combativa do Sindicato dos Servidores do Serviço Público da Microrregião de Coelho Neto – SINTASP em governos anteriores, hoje chega a duvidar que este ainda exista.

Desde que ex-presidente da entidade Américo de Sousa (PT) chegou ao poder, o sindicato teve uma mudança de comportamento visivelmente radical de complacência com o governo.

Em 04 meses da nova gestão foram inúmeros as situações embaraçosas envolvendo os trabalhadores: calote em servidores da saúde, aumento de carga horária, perseguição a funcionários por motivos politiqueiros, corte em salários e gratificações, tudo isso diante “das fuças” e do silêncio do sindicato.

Nas poucas vezes que se manifestou, a entidade sindical manteve atuação tímida e bem insossa, diferente dos tempos dos ex-prefeitos Márcia, Magno e Soliney Silva.  A posição “mamão com açúcar” entre a prefeitura e o sindicato é tamanha, que nas últimas vezes que se posicionou foi motivada pela pressão dos servidores.

Agora, no episódio envolvendo as gratificações da carga horária de professores o sindicato mais uma vez age de forma amena. Não se ouve qualquer posicionamento por parte da entidade sindical quanto ao comportamento da prefeitura de não cumprir os valores que haviam sido acordados e o que é pior, assistem calados ao “dar de ombros” da prefeitura a reivindicação oportuna da classe.

E o sindicato mudou ou não mudou?

Quem te viu, quem te vê…

Imagem do Dia: Um sindicato mudando o próprio discurso…

Plenária do sindciato loatada: contratados sem vez

A Assembléia Extraordinária do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Coelho Neto – SINTASP, hoje (24), teve um gostinho amargo e obrigou a entidade mudar o discurso adotado desde a sua fundação.

Antes oposição e hoje com parte de sua cúpula no comando do Executivo, o Presidente Lima Júnior teve que admitir para uma platéia ansiosa para receber seus vencimentos de dezembro, que a obrigação da entidade era com os concursados e que os contratados “procurassem o Ministério Público”. O mesmo sindicato que até pouco tempo atrás cobrava tratamento igualitário entre contratados e concursados rasgou o próprio discurso. Para os concursados tudo e para os contratados os rigores da Lei. Trágico!

“Para os contratados o único caminho é a Promotoria”, diz presidente do SINTASP…

Às 12h:52

Em Assembléia Extraordinária realizada agora pouco, na sede do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal da Microrregião de Coelho Neto – SINTASP, o presidente da entidade Lima Júnior deu um verdadeiro banho de água fria naqueles que ainda tinham esperança que o governo teria disponibilidade de pagar o mês de dezembro dos contratados.

“A única recomendação que a gente desde dezembro, para quem me procurou eu disse que os contratados o único caminho é a Promotoria. O único caminho para os contratados receberem seus vencimentos é a Promotoria. O sindicato vai entrar com uma ação para defender seus associados”, disse ele.

A indignação em torno da questão do pagamento do mês de dezembro dos servidores aumentou após o ex-prefeito Soliney Silva (PMDB), ter declarado que deixou empenhado mais de R$ 7 milhões para pagamento de contratados, concursados, 1/3 de férias e 14º salário dos profissionais da educação.

O clima de revolta é geral. Após o término da Assembléia, servidores foram protestar em frente a Prefeitura.

Mas essa é uma outra história…

Após calote em 2016, professores do MA não devem ter reajuste em 2017

professor

Depois de não receber do Governo do Estado o reajuste do piso salarial definido pelo Ministério da Educação para 2016, os professores do Maranhão já começam a se preparar para não receber aumento também em 2017.

O alerta é da oposição no Sinproesemma, que aponta um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), contratado pelo próprio sindicato, como o primeiro passo para barrar de novo o reajuste.

De fato, ao comentar o material apresentado pelo Dieese, o atual secretário de Administração e Patrimônio do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, diz que “o estudo ajudou o sindicato a compreender ainda mais o cenário de crise econômica”.

Além disso, acrescentam os oposicionistas, uma manobra na eleição para a direção do sindicato evidencia uma espécie de acordo com o Executivo.

“Lançaram no último dia 15/ 11 o edital [para as eleições] e nele anteciparam a eleição do sindicato para dezembro. A mesma tinha previsão de realização pra fevereiro/2017. Como seus dirigentes já sabem que nosso reajuste não sairá em janeiro, resolveram mudar a data da eleição e assim esperam preservar a chapa da situação”, denuncia o professor Antonísio Furtado, candidato da oposição.

Ele revela, ainda, outra jogada:

“Como se isso não bastasse, a atual diretoria modificou o ESTATUTO DO SINDICATO no afã de se perpetuar no poder. De acordo com essas alterações e o regimento eleitoral, a nova diretoria terá 110 membros e as chapas deverão apresentar em sua composição 1 membro de 3/5 do número de núcleos sindicais. Diante do exposto a diretoria do sinproesemma precisa esclarecer para nossa categoria em que fórum essas alterações estatutárias aconteceram”, disse.

Apesar das mudanças de última hora, a chapa de oposição garante que conseguirá registrar seus membros e disputar o pleito.

Do blog do Gilberto Leda

15º Congresso da FETRAM inicia nesta quinta (15)

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Está tudo pronto para que na próxima quinta (25) comece o VI Congresso Estadual da Federação dos Trabalhadores da Administração e do Serviço Público Municipal do Estado do Maranhão – FETRAM/CUT, que definirá a nova Diretoria da entidade e apontará a linha política a ser seguida pela Federação nos próximos quatro anos.

O Congresso da FETRAM, cujo tema será “15 anos de história, lutas e conquistas”, ocorrerá até o dia 27 de fevereiro, no Praia Mar Hotel na capital São Luís. Na abertura, expressões sindicais de nível nacional, estadual e autoridades políticas. O primeiro dia do congresso será marcado pela a realização de um ato público em frente a Procuradoria de Justiça do estado do Maranhão, denunciando a morosidade das promotorias de justiça maranhense e o protocolo das denuncias apresentadas nas respectivas promotorias sem o efeito esperado.

Nos próximos dias, durante o congresso os delegados ajudarão a definir as resoluções que servirão como referência para construção do serviço público de qualidade no Maranhão e  participaram da construção das resoluções que guiarão a entidade no próximo período.

Do site da FETRAM