Motorista tem carro de som roubado em Chapadinha…

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Veículo roubado

O empresário Natanael de Lima Marinho, mais conhecido como Natanel Publicidade, teve seu carro tomado de assalto neste domingo (14), no centro, próximo ao posto de gasolina Jerusalém em Chapadinha.

Ele que trabalha com ramo de publicidade foi forçado a entregar o Fiat Strada vermelho placa NXG 4835. Os que souberem alguma notícia sobre o referido veículo, favor entrar em contato pelo telefone 991992664.

Polícia prende mais um integrante de quadrilha de roubo de celulares em Coelho Neto

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A Polícia Civil prendeu, durante o fim de semana, o jovem Silvestre de Oliveira, o “Nandinho”, acusado de integrar a quadrilha que vinha roubando celulares em vários bairros de Coelho Neto.

Nandinho confessou participação em pelo menos dois roubos, sendo um deles ocorrido no conjunto Guanabara e outro contra uma lan house no Centro de Coelho Neto. Nas duas ações estava na companhia de Francisco Alves da Silva, o “Kim”, também já preso. 

A polícia procura outros dois envolvidos de participação na quadrilha, identificados como João e Thiago. Os quatro jovens, todos do Bairro Sarney, se revezavam nos roubos usando uma motocicleta POP 100 branca (de Thiago) e uma Yamaha Factor preta (de Nandinho). A arma usada era uma garrucha pertencente a João. 

O trabalho da Polícia Civil agora é saber para quem estavam sendo vendidos os celulares roubados, já que o grupo vinha agindo há cerca de dois meses. Um quinto integrante de nome Breno era o responsável pela venda dos celulares e deve ser indiciado.

Quem comprou os celulares roubados pelo bando vai responder pelos crimes de receptação e associação criminosa. Os que demonstrarem boa-fé e devolver o aparelho para a Delegacia de Polícia pode responder por crime bem menos grave ou mesmo ser isento de responsabilidade criminal.

Polícia prende acusado de roubos em Coelho Neto

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Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar, na tarde desta quinta-feira (21), conseguiu prender o jovem Cassiano Leão, acusado de envolvimento em vários roubos de celulares e de motos na cidade de Coelho Neto.

Cassiano Leão foi preso em flagrante em sua residência no Bairro Sarney, onde os policiais conseguiram encontrar um simulacro de arma de fogo que era usado por ele nos assaltos à mão armada. 

Nas últimas semanas, Cassiano vinha sendo reconhecido por vítimas que procuravam a Delegacia de Polícia. Eram feitas diligências, mas o mesmo conseguia escapar do cerco policial.

Desta vez, depois de praticar dois assaltos, ele acabou sendo preso e autuado em flagrante. A expectativa é de que a Justiça o mantenha preso por vários meses. 

Cassiano chegou a ficar preso por seis meses ano passado por tráfico de drogas, mas acabou sendo solto por decisão judicial. 

O jovem confessa que vinha praticando os crimes para manter o vício de crack. Quem foi vítima de Cassiano deve procurar a Delegacia de Polícia para fazer o procedimento policial. Quanto mais inquéritos, mais tempo ele permanecerá preso.

Polícia Civil prende acusados de roubo de moto e tráfico de drogas em Coelho Neto

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As últimas horas foram de muito trabalho por parte da Polícia Civil em Coelho Neto. Em duas ações distintas dois homens foram presos acusados de envolvimento em roubo de motos e tráfico de drogas na periferia da cidade.

No Bairro Sarney, os policiais civis prenderam João Batista, mais conhecido por “Pelado”. Ele foi reconhecido em pelo menos dois roubos, sendo que em um deles agiu com dois comparsas todos armados e levaram a motocicleta da vítima. O veículo foi recuperado pela Polícia Civil e restituído ao proprietário. 

Neste sábado, no Bairro Santana, num trabalho coordenado pelo investigador Klauberth Albino, foi preso Francisco de Sousa Sobrinho, acusado de tráfico de drogas. No local foi apreendida uma pequena quantidade de droga e a contabilidade do tráfico.

Os dois casos serão encaminhados para análise do Poder Judiciário. O mais importante é que se alguém reconhecer um dos acusados pela prática de crimes, em especial roubos, deve procurar a Delegacia de Polícia. 

A Polícia Civil vem trabalhando diuturnamente para o esclarecimento de crimes na cidade de Coelho Neto, além de, sempre que pode, dar um apoio para a Polícia Militar, a quem cabe o papel de fazer rondas e policiamento ostensivas para evitar que os crimes aconteçam. 

Em tempo, cabe destacar que os festejos juninos na cidade transcorreram de forma tranquila, sem qualquer ocorrência de violência contra a pessoa.

Tu, Senhor, manténs acesa a minha lâmpada; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas. Salmos 18:28

Assalto e roubo de moto…

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Um leitor do Blog denunciou o roubo de uma moto nova XRE tomada de assalto a mão armada na noite de ontem (23) em Buriti.

Segundo a denúncia, o Sr. Pedro proprietário da moto foi abordado quando retornava de uma seresta com um amigo e foram abordados por dois elementos de arma em punho que após tomar a moto acabaram deixando uma moto biz, também fruto de um assalto na mesma noite.

Os dois elementos seguiram pela MA-034 no trecho Buriti – Coelho Neto na moto acima. Quem tiver notícias do veículo roubado favor entrar em contato pelo telefone 98311 2822 (Iran).

Detalhes de uma máfia que sangra o Brasil…

Abre VEJA - Revelações de Pessoa

 

A economia vai mal. Muito mal. Mas a política está muito pior. É discutível se a crise econômica piora a política, mas é certo que a crise política piora a economia. É a fraqueza do governo que dá as cartas. Dilma não sabe o que dizer, o que fazer, o que anunciar. E, um ano e três meses depois de iniciada a operação Lava Jato — depois de muitos desacertos, ainda em curso, protagonizados também pela Procuradoria-Geral da República, sob o comando de Rodrigo Janot, e pelo juiz Sergio Moro —, eis que cai a máscara, eis que a verdade se desnuda: UMA VERDADEIRA MÁFIA TOMOU CONTA DO ESTADO BRASILEIRO. E ELA PRECISA SER TIRADA DE LÁ PELA LEI.

Vá à banca mais próxima e adquira um documento: a edição desta semana da revista VEJA. Em 12 páginas, você lerá, no detalhe, como atuou — atua ainda? — a máfia que tomou conta do Brasil e como se construiu o establishment político que nos governa. O empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC e ex-amigo pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva, resolveu contar tudo. Ficou preso mais de cinco meses. Só fez o acordo de delação premiada depois de ter deixado a cadeia. ESTE BLOGUEIRO FALASTRÃO, COMO LULA ME CLASSIFICOU NO CONGRESSO DO PT, SENTE-SE, DE ALGUM MODO, VINGADO. Vingado também contra as hostes da desqualificação e do cretinismo da esquerda e da direita burra e desinformada. NÃO HÁ NEM NUNCA HOUVE CARTEL DE EMPREITEIRAS, COMO SEMPRE SUSTENTEI. O QUE SE CRIOU NO BRASIL FOI UMA ESTRUTURA MAFIOSA DE ACHAQUE.

É claro que as empreiteiras praticaram crimes também. Mas não o de formação de cartel. Insistir na tese do cartel CORRESPONDE A NEGAR A ESSÊNCIA DO MODELO QUE NOS GOVERNA.

Achaque Edinho

O achaque

VEJA teve acesso ao conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa, homologada pelo ministro Teori Zavascki. É demolidor. Segue, em azul, um trecho do que vai na revista:

Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas. Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de dezoito figuras coroadas da República. Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro às campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais.

A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. O empreiteiro delatou ao STF essas somas que entregou aos donos do poder, segundo ele, mediante achaques e chantagens. Relatou que teve três encontros em 2014 com Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma e atual ministro de Comunicação Social.

Nos encontros, disse, ironicamente, ter sido abordado “de maneira bastante elegante”. Contou ele: “O Edinho me disse: ‘Você tem obras na Petrobras e tem aditivos, não pode só contribuir com isso. Tem que contribuir com mais. Eu estou precisando”. A abordagem elegante lhe custou 10 milhões de reais, dados à campanha de Dilma. Um servidor do Palácio chamado Manoel de Araújo Sobrinho acertou os detalhes dos pagamentos (…).

Documentos entregues pelo empresário mostram que foram feitos dois depósitos de 2,5 milhões de reais cada um, em 5 e 30 de agosto de 2014. Depois dos pagamentos, Sobrinho acertou com o empreiteiro o repasse de outros 5 milhões para o caixa eleitoral de Dilma. Pessoa entregou metade do valor pedido e se comprometeu a pagar a parcela restante depois das eleições. Só não cumpriu o prometido porque foi preso antes.
(…)

Retomo

Edinho, claro, nega. Será preciso agora saber quem é o tal Manoel Araújo Sobrinho, que tem de ser convocado pela CPI nas primeiras horas da segunda-feira. Ricardo Pessoa sempre foi considerado o homem-bomba do caso, muito especialmente por Lula e pelo Palácio do Planalto. Ele é apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público como o coordenador do “Clube do Bilhão”. O nome é meio boboca, e duvido que tenha existido algo parecido. Mas é inegável que ele exercia uma espécie de liderança política entre os empresários.

Escrevi aqui umas quinhentas vezes que INSISTIR NA TESE DO CARTEL CORRESPONDIA A NEGAR A NATUREZA DO JOGO. Empresas, quando se cartelizam, fazem uma vítima do outro lado. Sim, as vítimas da roubalheira são os brasileiros, é inegável. Mas, do outro lado da negociação com as empreiteiras, estava a Petrobras, a contratadora única, que determinava os preços, e no comando da empresa, a máfia que tomou conta do governo e impunha as suas vontades.

Achque caneco

Máfia cachaceira

Quando falo em máfia, não forço a mão nem recorro a uma figura de linguagem. Havia até senha secreta para entregar dinheiro aos petistas, segundo Ricardo Pessoa. As palavras, nem poderia ser diferente, referem-se, vamos dizer, ao universo alcoólico. Tudo compatível com um Poderoso Chefão chamado “Brahma”. Leiam esta passagem da reportagem, em que o empreiteiro conta como era entregue O DINHEIRO VIVO AO TESOUREIRO DA CAMPANHA DE LULA, EM 2006.

Segundo o empreiteiro Ricardo Pessoa, a UTC contribuiu com 2,4  milhões de reais em dinheiro vivo para a campanha à reeleição de Lula, numa operação combinada diretamente com José de Filippi Júnior, que era o tesoureiro da campanha e hoje trabalha como secretário de Saúde da cidade de São Paulo.

Para viabilizar a entrega do dinheiro e manter a ilegalidade em segredo, o empreiteiro amigo de Lula e o tesoureiro do presidente-candidato montaram uma operação clandestina digna dos enredos rocambolescos de filmes sobre a máfia. Pessoa contou aos procuradores que ele, o executivo da UTC Walmir Pinheiro e um emissário da confiança de ambos levavam pessoalmente os pacotes de dinheiro ao comitê da campanha presidencial de Lula. Para não chamar a atenção de outros petistas que trabalhavam no local, a entrega da encomenda era precedida de uma troca de senhas entre o pagador e o beneficiário.

Ao chegar com a grana, Pessoa dizia “tulipa”. Se ele ouvia como resposta a palavra “caneco”, seguia até a sala de Filippi Júnior. A escolha da senha e da contrassenha foi feita por Pessoa com emissários do tesoureiro da campanha de Lula numa choperia da Zona Sul de São Paulo. Antes de chegar ao comitê eleitoral, a verba desviada da Petrobras percorria um longo caminho. Os valores saíam de uma conta na Suíça do consórcio Quip, formado pelas empresas UTC, Iesa, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que mantém contratos milionários com a Petrobras para a construção das plataformas P-53, P-55 e P-63.

Em nome do consórcio, a empresa suíça Quadrix enviava o dinheiro ao Brasil. A Quadrix também transferiu milhares de dólares para contas de operadores ligados ao PT. Pessoa entregou aos investigadores as planilhas com todas as movimentações realizadas na Suíça. Os pagamentos via caixa dois são a primeira prova de que o ex-presidente Lula foi beneficiado diretamente pelo petrolão.

Até agora, as autoridades tinham informações sobre as relações lucrativas do petista com grandes empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, mas nada comparável ao testemunho e aos dados apresentados pelo dono da UTC. Depois de deixar o governo, Lula foi contratado como palestrante por grandes empresas brasileiras. Documentos obtidos pela Polícia Federal mostram que ele recebeu cerca de 3,5 milhões de reais da Camargo Corrêa. Parte desse dinheiro foi contabilizada pela construtora como “doações” e “bônus eleitorais” pagos ao Instituto Lula. Conforme revelado por VEJA, a OAS também fez uma série de favores pessoais ao ex-presidente, incluindo a reforma e a construção de imóveis usados pela família dele. UTC, Camargo Corrêa e OAS estão juntas nessa parceria. De diferente entre elas, só as variações dos apelidos, das senhas e das contrassenhas. “Brahma”, “tulipa” e “caneco”, porém, convergem para um mesmo ponto.

Vaccari pixuleco

Pixuleco

Leiam a reportagem da VEJA. Ao longo de 12 páginas, vocês vão constatar que o país foi literalmente assaltado por ladrões cínicos e debochados. João Vaccari Neto, o ex-tesoureiro do PT que foi objeto de um desagravo feito pela Executiva Nacional do partido na quinta, depois de um encontro de Rui Falcão com Lula, chamava a propina de “pixuleco”. Segue um trecho.

O empreiteiro contou que conheceu Vaccari durante o primeiro governo Lula, mas foi só a partir de 2007 que a relação entre os dois se intensificou. Por orientação do então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, um dos presos da Operação Lava-Jato, Pessoa passou a tratar das questões financeiras da quadrilha diretamente com o tesoureiro. A simbiose entre corrupto e corruptor era perfeita, a ponto de o dono da UTC em suas declarações destacar o comportamento diligente do tesoureiro: “Bastava a empresa assinar um novo contrato com a Petrobras que o Vaccari aparecia para lembrar: ‘Como fica o nosso entendimento político?’”. A expressão “entendimento político”, é óbvio, significava pagamento de propina no dialeto da quadrilha. Aliás, propina não.

Vaccari, ao que parece, não gostava dessa palavra. Como eram dezenas de contratos e centenas as liberações de dinheiro, corrupto e corruptor se encontravam regularmente para os tais “entendimentos políticos”. João Vaccari era conhecido pelos comparsas como Moch, uma referência à sua inseparável mochila preta. Ele se tornou um assíduo frequentador da sede da UTC em São Paulo. Segundo os registros da própria empreiteira, para não chamar atenção, o tesoureiro buscava “as comissões” na empresa sempre nos sábados pela manhã.

Ele chegava com seu Santa Fé prata, pegava o elevador direto para a sala de Ricardo Pessoa, no 9º andar do prédio, falava amenidades por alguns minutos e depois partia para o que interessava. Para se proteger de microfones, rabiscava os valores e os porcentuais numa folha de papel e os mostrava ao interlocutor. O tesoureiro não gostava de mencionar a palavra propina, suborno, dinheiro ou algo que o valha. Por pudor, vergonha ou por mero despiste, ele buscava o “pixuleco”. Assim, a reunião terminava com a mochila do tesoureiro cheia de “pixulecos” de 50 e 100 reais. Mas, antes de sair, um último cuidado, segundo narrou Ricardo Pessoa: “Vaccari picotava a anotação e distribuía os pedaços em lixos diferentes”. Foi tudo filmado.

Retomo

Aí está apenas parte dos descalabros narrados por Ricardo Pessoa. E agora? Até havia pouco, parecia que o petrolão era fruto apenas de empresários malvados, reunidos em cartel, que decidiram se associar a três funcionários corruptos da Petrobras — tese de Dilma, por exemplo — e a alguns parlamentares, a maioria de segunda linha, para roubar o país. Faltava o cérebro dessa operação, que sempre esteve no Poder Executivo.

Eis aí. Nunca houve cartel. Eu estava certo! O depoimento de Ricardo Pessoa — que não se deixou constranger pela prisão preventiva e que, tudo indica, confessou o que quis, não o que queriam ele confessasse — REVELA A REAL NATUREZA DO JOGO.

Ainda não terminei. Em outro post, vou chamar Rodrigo Janot e o juiz Sergio Moro para um papinho sobre lógica elementar.

Leia na revista:

Achaque 15 milhões

Achaque Gim Argello

achaque Dirceu

achaque TCUAchaque Collor

Achaque Mercadante

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Por Reinaldo Azevedo

Polícia prende três e recupera veículo roubado em Coelho Neto

Uma operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada, nesta sexta-feira (15), na cidade de Coelho Neto, acabou com a prisão de três pessoas e a recuperação de uma caminhonete Hilux, de cor prata, roubada e a apreensão de uma arma de fogo.

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O trabalho começou depois que uma dupla roubou uma caminhonete na estrada MA-034, entre as cidades de Duque Bacelar e Coelho Neto. Abordados pela Polícia Militar os dois assaltantes conseguiram fugir, tendo abandonado a arma usada no assalto e o veículo roubado.

Foram feitas diligências durante todo o dia pelas polícias Civil e Militar, que conseguiu prender um dos assaltantes, Francisco da Silva Magalhães, conhecido por “Pequeno” (foto), que confessou o crime e apontou a pessoa de José Francisco Reis, mais conhecido por “Chico Doido”, como sendo o mentor do assalto e quem emprestou a arma usada no crime.

O segundo assaltante já foi identificado. Trata-se de Carlos Daniel Torres Campelo (foto em preto e branco). Na residência alugada por este, no Bairro Bom Sucesso, foram encontradas munições e uma espingarda bate-bucha, o que levou a prisão de sua companheira Carla Daniela Gonçalves de Sousa em flagrante.

As suspeitas da polícia são de que a quadrilha esteja envolvida em outros roubos nas cidades de Coelho Neto, Afonso Cunha e Duque Bacelar. Quem os reconhecer deve procurar a Delegacia de Polícia Civil.

Mistério! Busto de Duque Bacelar some da Praça da Matriz

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Ainda são poucas as pessoas que deram pela falta recente da estátua de Duque Bacelar que integra a Praça da Matriz de Coelho Neto e que leva o nome do homenageado.

Não se sabe ao certo se ladrões roubaram ou se vândalos resolveram dar um sumiço no busto histórico que homenageia um dos principais vultos históricos da cidade.

Por não se saber o destino certo é que cobramos as medidas cabíveis para que o destino da estátua que integra o patrimônio público seja restituído.

Com a palavra as autoridades competentes…