Secretário de Educação faz avaliação positiva de oficinas pedagógicas realizadas com professores em Afonso Cunha

O secretário de Educação de Afonso Cunha, professor Milton Bastos, avaliou de forma positiva a realização das oficinas pedagógicas promovidas durante o II Fórum Municipal de Educação.

Segundo ele, são momentos como esse que ajudam o professor a implementar suas ações em favor de um trabalho cada vez mais qualificado.

“Além de um bom momento de troca de conhecimentos, as oficinas serviram para que os professores interagissem e pudessem aprender para pôr em práticas novas proposta com vistas a garantir mais êxito na sala de aula”, disse ele.

Os professores trabalharam temas como Práticas Pedagógicas da Educação infantil, Educação Inclusiva e Prática Pedagógica, Dificuldades na Leitura e Produção Textual: Uma realidade em nossa escola, os Descritores Preparativos para a prova Brasil, além programas Avança e Sim, Eu posso que trabalharam Jogos e Brincadeiras no ensino de Português e Matemática.

5 meses sem salários: Prefeito de Coelho Neto deixa profissionais da APAE a pão e água…

Américo: “de ombros” para a situação desesperadora de profissionais da APAE

Desde que assumiu o governo em janeiro, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) tem dispensado um tratamento humilhante a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE.

Tão logo assumiu as rédeas do comando do município no início do ano, o petista tem relegado a Instituição a planos inferiores, talvez por pereguição política já que declaradamente seus dirigentes eram ligados a outro grupo político. A partir de então toda sorte de massacre o governo tem praticado desde a retirada do ônibus no ínicio ano, passando pela falta de merenda e agora conforme denúncia recebida pelo blog, com o atraso do salário dos profissionais.

O orgão sempre foi mantido com a ajuda da Prefeitura desdes a gestão da ex-prefeita Márcia Bacelar. Foi assim com o ex-prefeito Magno Bacelar e permaneceu na gestão do ex-prefeito Soliney Silva. Será que é a gestão petista a ave de mal agouro da cidade? Será que as ações serão descontinuadas? Será que o dinheiro sumiu e mesmo com a “economia das lagartas” a única escola que cuida das crianças com deficiência vai fechar por falta de ajuda?

Para se ter uma idéia da gravidade da situação, cerca dos 11 profissionais estão sem receber seus proventos desde março, ou seja, estão trabalhando voluntariamente simplesmente porque o prefeito bateu o pé e se recusa a pagar. Segundo o blog apurou, os profissionais estiveram essa semana na Secretaria de Educação e em conversa com Afrânio, que responde por uma das subsecretarias, sairam de lá com muito blá-blá-blá e nenhuma posição definida

Que governo é esse que deixa que presta tão relevantes serviços a mercê de um capricho politiqueiro, privando as pessoas de receber o que é seu por direito? Qual a dificuldade de sentar com a direção da Instituição para dialogar e encontrar caminhos para que essa pendência seja resolvida? Que crueldade é essa deixar trabalhadores sem  seus salários e sem a menor justificativa? É muito descompromisso!

Pois é, lamentavelmente os servidores da APAE sofrem de boca fechada, pois conhecendo o perfil perseguidor do prefeito temem novas retaliações. Ao Ministério Público cabe entrar na questão para tentar resolver esse impasse que já comprometeu sobremaneira o orçamento familiar desses profissionais.

É de chicote na mão, é perseguindo servidores e é atrasando salários dos profissionais que exercem papel tão nobre, que o governo desastroso liderado pelo prefeito Américo de Sousa quer “construir a cuidade que ele quer”…

Secretaria de Educação de Coelho Neto dá calote em diárias de professores…

O blog recebeu denúncia nesta sexta (04), de que a Prefeitura de Coelho Neto através da Secretaria de Educação nunca pagou as diárias dos professores que acompanharam os alunos na etapa regional dos Jogos Escolares Maranhenses – JEM´s realizada em Codó no mês passado.

Por conta desse calote, professores já se recusam a ir para a etapa estadual onde terão que passar mais ou menos duas semanas na capital São Luís e pelo visto gastando do próprio bolso.

Conforme nos fora repassado, os professores até tentaram uma audiência com a secretária de Educação Williane Caldas que simplesmente não os recebeu e deu de ombros para a situação.

A situação foi tão vexatória que o secretário de Esportes Professor Dodinha que tentou intermediar a reunião, ficou com a cara mexendo e constrangido com o ocorrido.

Pense num governo que veio de encomenda…

Alô SINTASP! Professores da zona rural reclamam de falta do auxílio transporte…

Mais um capítulo da briga entre professores e o governo Américo de Sousa (PT), ilustram esta postagem. Dessa vez a reclamação gira em torno da falta de pagamento do auxílio transporte aos professores contratados da zona rural.

De acordo com o que apuramos, desde que assumiu o mandato Américo não tem feito o pagamento desse auxílio aos professores contratados da zona rural, o que os obriga a retirar do salário seco que eles recebem para bancar os custos com a locomoção.

São professores que chegam a rodar até 70km diários sem uma ajuda que é garantida aos professores concursados.

A atitude é apenas mais uma que corrobora com o atropelo do petista ao próprio discurso ao tratara contratado e concursado de forma diferenciada, prática condenada por ele quando era apenas candidato.

Segundo com o que apuramos, a Secretaria de Educação informou que contratado não receberia incentivo e que os valores recebidos por contratados tanto da zona urbana, quanto da zona rural seria o mesmo. Os denunciantes pediram sigilo nos nomes pois o governo não aceita críticas e que a conversa é a mesma: se não querem, tem quem queira.

E a crise no setor da educação do petista-professor continua. Com desrespeito, desvalorização da categoria e muita gente descontente.

É uma pouca vergonha!

“O governo não responde os ofícios”, alega presidente do Sindicato aos servidores….

Lima Júnior: pressionado e acuado teve que fazer a assembleia

Um vexame! É assim que se pode descrever a patacoada que foi a recepção dos servidores por parte do presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal – SINTASP, Lima Júnior. Visivelmente acuado e literalmente alterado, o presidente deu demonstrações claras que perdeu as rédeas e o comando da entidade.

“Vocês acham que eu vou obrigar o prefeito fazer alguma coisa?”, questionou Júnior na frente da entidade. Primeiro tentou fazer de conta que não sabia da reunião que havia sido convocada, logo após admitiu que havia ouvido o áudio da convocação. Pressionado teve que entrar para dar explicações e durante a reunião foi obrigado a ouvir poucas e boas dos servidores.

As cobranças eram em torno dos valores referentes ao aumento de carga horária e o pagamento do terço de férias do ano passado. “Não estamos pedindo e nem nos humilhando não, estamos cobrando é nossos direitos”, disse uma professora.

Lima Júnior foi desmentido em público por uma professora que assegurou que ele havia marcado por telefone a assembleia para esta segunda (22) e quando tentou desmarcar foi comunicado da impossibilidade de o fazê-lo. O presidente foi extremamente criticado pela benevolência dada ao atual governo após dizer que o governo teria um mês para responder os ofícios.

“Engraçado, quando o atual prefeito era presidente do sindicato não era desse jeito. Por que ele está sendo muito merecedor de paciência?”, questionou uma professora.

Diante da ineficiência do SINTASP, um dos professores fez uma sugestão que aparentemente teve a aprovação da classe. “Quando foi pra gente receber nosso dinheiro de dezembro que ele não queria pagar nós, fomos pra porta da prefeitura, já que ele não quer responder, nós vamos pra porta da prefeitura de novo”, disse um dos professores sob aplausos.

O pior disso tudo é constatar que o fracasso do governo vai levar o sindicato junto, já que a entidade optou por se ajoelhar e manter-se subordinada as ordens do prefeito, que insiste em governar a cidade como se fosse uma extensão de sua casa.

O episódio de hoje mostra que em pouco mais de cinco meses, o atual prefeito e seu des-governo conseguiu azedar de vez a relação com a classe que o ajudou a se eleger.

Américo está experimentando o preço das voltas que o mundo dá…

Simples assim!

Complementação salarial abre crise entre professores e governo Américo…

Américo: dificuldade em cumprir projeto idealizado por ele próprio

O clima de insatisfação de parte dos professores é grande com o governo do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT).

Crítico contumaz do projeto Ciranda Pedagógica idealizado pelo governo anterior que através de bolsistas garantia o cumprimento de carga horária de professores, o atual prefeito decidiu pôr fim a ação e anunciou novidade.

A proposta apresentada pelo novo governo era a de pagar um complemento salarial sob forma de gratificação para os professores da rede municipal que aceitassem permanecer na sala de aulas nas quintas e sextas feiras. Para isso os professores foram divididos em classe A, B e C com valores distintos e sem desconto.

Acontece que a boa fórmula vendida pelo governo não surtiu o efeito esperado. Desde que fora anunciada a ação até foi comemorada, mas desde que precisou ser colocada em prática o projeto acabou gerando crise com a classe, ao ponto do SINTASP (Sindicato dos Servidores) ser acionado para cobrar esclarecimentos do prefeito.

De acordo com professores, os valores estão muito baixos, pois não tem correspondido a hora/aula, já que existem professores trabalhando dois turnos mais a complementação de dois dias não tem correspondido, ou seja, era como se estivesse gerando uma terceira matrícula e o pagamento sendo muito inferior a isso.

Em Assembleia realizada nesta sexta (05), no sindicato, foi decidido que a partir da próxima semana os professores irão para a escola na quinta e sexta para não pegar falta, mas que a ordem é despachar os alunos até que o prefeito se manifeste com uma proposta que resolva o imbróglio.

O clima de insatisfação representa uma baixa do prefeito Américo com a classe de professores e não era para menos. Nos governo anteriores Américo sempre vociferava que tinha dinheiro para tudo e agora quando poderia colocar isso em prática faz exatamente o contrário.

Cadê o dinheiro que a Prefeitura tinha sobrando prefeito? A hora é agora!

Após 4 anos, professores de Afonso Cunha recebem reajuste salarial…

A Prefeitura de Afonso Cunha através da Secretaria de Educação, realizou na última segunda (06), uma reunião pedagógica com todos os professores da rede municipal de ensino.

Prestigiado por grande parte dos vereadores, o evento comandado pelo secretário de Educação Professor Milton Bastos, serviu para dirimir diversas questões relacionadas ao início do ano letivo e assuntos relacionados a ação pedagógica da nova gestão.

No entanto, a fala mais esperada era mesmo a do prefeito Arquimedes Bacelar (PTB), que observou atentamente a todas as explicações antes de se pronunciar.

Durante um longo discurso o prefeito fez questão de fazer um balanço de como recebeu o município e expôs através de fotos, a situação deteriorada dos prédios escolares tanto na sede, quanto na zona rural.

Antes de encerrar o discurso, o prefeito Arquimedes Bacelar anunciou um reajuste salarial de 7,64% para os professores, que festejaram a conquista.

O aumento tem um significado simbólico, já que mesmo com os reajustes sendo dado anualmente pelo Ministério da Educação, em Afonso Cunha os professores estavam há exatamente quatros anos com os salários congelados.

A maneira como os professores receberam a notícia, mostra a forma acertada do governo municipal em garantir o devido respeito e valorização aos professores.

Mas essa é uma outra história…

Prefeitura de Codó vai contratar 300 professores…

O projeto de lei no qual o prefeito Francisco Nagib (PDT) pedia autorização para contratar professores em Codó apenas analisando currículos terminou recebendo a aprovação de 16 vereadores, apenas 1 se opôs mesmo diante da discussão a respeito da constitucionalidade do pedido.

Agora a prefeitura, com o aval da Câmara,  vai realizar o seletivo curricular  e já corre contra o tempo para fazer isso uma vez que as aulas deverão começar dia 20 de fevereiro.

A secretária de Educação, professora Deuzimar Serra, nos informou agora pela manhã que  pretende contratar, inicialmente, 300 professores e ir aumentando este número conforme a verba da Educação (FUNDEB)  permitir.

ONDE ENTREGAR CURRÍCULO?

O edital  (lançado ainda hoje)  dá apenas dois dias para a entrega dos currículos que serão recebidos no prédio da chamada Praça do Vereda, que fica no bairro São Francisco (no Centro de Artes e Esportes Unificado de Codó) . Os currículos serão recebidos somente nos dias 8 e 9 de fevereiro, sendo que a secretária admitiu que poderá esticar este prazo até sexta-feira (mas é bom seguir os dias do edital).

Dos candidatos à professor de Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental o edital exige Licenciatura em Pedagogia, mas admite formação mínima em nível médio na antiga modalidade NORMAL.

Já os candidatos a professor dos anos finais do Ensino Fundamental terão que apresentar licenciatura na referida área que desejar atuar.

A secretária explicou que a banca examinadora, formada por mestres e doutores em educação, vai pontuar de zero à 10 os documentos apresentados pelo candidato, quanto mais pontos, mais chances de vir a ser contratado.

 “E nessa pontuação vai levar em consideração, além da licenciatura, também a formação continuada, a questão da pós-graduação, se tiver, e a experiência profissional, então vai ser contabilizado isso olhando o currículo (…) além disso nós temos também que observar o plano de curso se está devidamente preenchido conforme o que diz a didática, né’, disse

QUAL O SALÁRIO?

Professores contratados em Codó em anos anteriores, conforme denúncia do sindicato, ganhavam menos que um salário mínimo. Sobre isso a secretária disse que está lutando por novos valores mas ainda precisa do estudo de impacto na folha de pagamento para definir quanto ganhará quem passar pela seleção.

Tá sendo feito um estudo pra ser pago conforme o piso, mas a gente precisa, realmente, qual será o impacto financeiro, seria uma irresponsabilidade divulgar sem antes a gente ter este estudo, então eu também estou trabalhando com isso, hoje de manhã a gente ainda vai retomar junto com uma equipe e eu creio que a resposta vai ser satisfatória com fé em Deus”, disse com esperança

INTERFERÊNCIA DE VEREADORES?

Também a perguntamos sobre a interferência política nesta escolha sobretudo a de vereadores aliados do prefeito  indicando currículos, uma preocupação de todos. Garantiu que isso não ocorrerá.

 “Essa seleção vai seguir um critério  rigoroso por uma banca de pessoas sérias, habilitados, mestre, doutores que foram convidados (…) então eu te garanto que esta interferência não vai existir porque eles já estão sabendo disso, conscientes”, disse.

Do Blog do Acélio

Processo seletivo abre dezenas de vagas para professores em Timon…

A Prefeitura de Timon, por meio da Secretaria Municipal de Educação, torna público o edital Nº 001/2017 do Processo Seletivo Simplificado, visando contratações temporárias para exercer a função de professor e formação de cadastro de reserva, objetivando atuarem na Educação Infantil e Ensino Fundamental (1º ao 5º ano e 6º ao 9º ano), no turno diurno, em instituições da rede pública municipal de ensino.

Serão oferecidas 190 vagas e cadastro de reservas distribuídas conforme o Anexo II do Edital. As inscrições serão realizadas no período de 25 a 27 de janeiro, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h, exclusivamente no Centro de Treinamento Prof. Wall Ferraz, localizado na Rua Maria Carlos da Silva, s/n, bairro Parque Piauí, em Timon – MA.

O Processo Seletivo Simplificado será constituído de Avaliação Curricular e de Títulos e Experiência Profissional, de caráter eliminatório e classificatório. No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar carteira de identidade, CPF, Título de Eleitor, Comprovante de Residência, Currículo Vitae assinado e com as comprovações de qualificação, além da ficha de inscrição.

O processo de seleção será Simplificado, composto por uma (1) etapa: análise curricular e será coordenado pela Comissão Organizadora do Seletivo no período de 30.01 a 13.02 e a divulgação dos resultados ocorrerá no dia 14 de fevereiro.

A participação dos candidatos no Processo Seletivo Simplificado não implica obrigatoriedade de sua contratação, ocorrendo apenas expectativa de convocação e contratação. Fica reservado à SEMED, o direito de proceder as contratações em número que atenda ao interesse e às necessidades do serviço, obedecendo à ordem de classificação final e ao prazo de validade do Edital.

Da Assessoria

Piso salarial de professores tem reajuste para R$ 2.298,80

O ministro da Educação, Mendonça Filho, informou nesta quinta-feira (12) que o novo piso salarial dos professores terá um reajuste de 7,64% a partir de janeiro de 2017. Com o aumento, o salário-base passa dos atuais R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80. Segundo o Ministério da Educação, a portaria com o novo piso salarial será publicada na edição desta sexta-feira do “Diário Oficial da União”.

O valor deve ser pago para docentes com formação de nível médio com atuação em escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. Segundo a pasta, o reajuste ficou 1,35% acima da inflação medida em 2016, que fechou o ano em 6,29%.

Em 2016, o aumento foi de 11,36%, o que significou um ganho salarial de 0,69% acima da inflação.

Em oito anos, o piso salarial dos professores aumentou quase 142%, de R$ 950, em 2009, para R$ 2.298,80, em 2017. Atualmente, o piso equivale a 2,4 salários mínimos. O reajuste deste ano foi o menor desde 2009. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.

Valor mínimo por aluno

Pela regra atual, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin de Leão, 14 estados não cumprem o piso nacional da categoria estabelecido por lei.

Para contribuir com o cumprimento do piso, o governo federal repassa 10% do Fundeb para estados e municípios.

O ministro da Educação informou que, a partir deste ano, o pagamento será feito mensalmente. Antes, o governo tinha até abril do ano seguinte para fazer o repasse.

“Vamos pagar mês a mês aquilo que seria pago só até abril de 2018”, disse.

O ministro disse que há uma demanda de prefeitos e governadores para que seja alterada a lei que define o cálculo do reajuste. Ele ponderou, porém, que não há no momento uma discussão sobre o assunto no ministério.

“O Brasil vive há algum tempo a recessão e a queda de receita de estados e municípios, mas nossa obrigação é cumprir a lei federal”, disse. “Vivemos um dilema. Limitações financeiras de estados e municípios de um lado e, de outro, a necessidade de que os professores sejam valorizados”, complementou.

Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o impacto do reajuste anunciado para este ano será de R$ 5 bilhões aos cofres municipais. A entidade ressalta que, atualmente, os prefeitos comprometem, em média, 78,4% dos recursos do Fundeb apenas com salários dos professores.

Do G1