Professores fazem planejamento em Duque Bacelar

 

A Prefeitura de Duque Bacelar através da Secretaria de Educação – Semed, reuniu os professores da rede municipal para realização de mais um planejamento bimestral.

Como parte das ações de retorno do segundo semestre, o evento reuniu os professores tanto da zona urbana, quanto da zona rural na escola Euzamar Vilar.

“O planejamento dos professores fazem parte da rotina escolar, além de ser um momento de compartilhamento de idéias para prática na sala de aula”, disse a secretária de educação Dra Lúcia Oliveira.

Foto: Max Studio

Prefeito de Afonso Cunha garante dois reajuste para professores em pouco mais de um ano…

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar e o secretário de Educação professor Milton Bastos durante assinatura do projeto de lei que reajustou pela segunda vez o salário dos professores

 

 

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), já garantiu pelo menos dois reajuste para professores desde que assumiu o mandato.

A atitude do prefeito corrige uma dívida herdada da gestão anterior que durante os últimos 04 (quatro) anos havia congelado o salário dos professores. Por incrível que pareça, mesmo com o reajuste concedido pelo Governo Federal foram quatro anos sem nenhum aumento.

No ano passado, Arquimedes concedeu um reajuste de 7,64%. Esse ano, durante o aniversário da cidade, o prefeito assinou o novo projeto de lei concedendo um aumento de 6,83%.

“No passado não se sabe porque passaram quatro anos sem aumento para professores porque não se viu investimento algum nesse período, além das inúmeras obras inacabadas que herdamos. Em nossa gestão além dos investimentos que temos feito para melhorar a situação das escolas que herdamos, ainda estamos dando continuidade a algumas das obras inacabadas e ainda há recurso para reajustar o salário do professor. Isso só acontece quando se tem respeito com o recurso público”, pontuou o secretário de educação, professor Milton Bastos.

Desde que assumiu o mandato, Arquimedes tem colocado a educação como prioridade e garantindo importantes investimentos no setor, todos com recursos próprios.

Após afronta de assessores do prefeito, campanha que pede respeito aos professores ganha as redes sociais…

O simples fato de discordar da proposta de aumento da carga horária dos professores imposta pelo governo municipal, fez com que pelo menos dois dos assessores do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), perdesse a compostura e apelassem para a baixaria.

O ataque começou ao professor Gilson Rocha de Morais, a quem um dos assessores mandou que ele trabalhasse e dois deles se referissem a ele como preguiçoso. Só alguém muitos desrespeitoso para se referir ao trabalho do professor Gilson dessa forma, que diga-se de passagem de tão eficiente, chegou a ser tema de matéria do Fantástico.

Em se tratando de uma entidade corporativista, a mexida com um fez com que outros professores tomassem as dores e repudiassem a atitude. Morais foi um fundadores do Sindicato dos Servidores e militante histórico do PT. Após cortar os vínculos com o hoje prefeito, passou a ser visto como figura non grata e talvez por isso, alvo mais fácil dos ataques. O próprio prefeito por exemplo, enche a boca para dizer para se enaltecer como representante da classe, mas já tem um certo tempo que deixou de frequentar a sala de aula.

Tudo indica que o mau comportamento dos assessores tem o aval do governo, tanto que depois do episódio não houve qualquer manifestação nem do prefeito e nem da secretária de educação Williane Caldas repreendendo o ato. Desde ontem (30), passou a circular nas redes sociais uma campanha que pede respeito aos professores.

Independente do lado que militam, professor é professor e deve ser respeitado como tal. Achando pouco o desgaste que já tem, o prefeito perdido pela própria falta de articulação política segue colhendo o fruto da inabilidade dos aliados e se tornando cada vez mais antipatizado em meio a classe que o ajudou a eleger por duas vezes.

Seria cômico se não fosse trágico…

De como Magno Bacelar desestabilizou mais uma vez a oposição…

Secretária de Educação Vânia Cristina recebeu o SINDCHAP no prazo estabelecido pelo prefeito: cumprimento de palavra que frustrou quem pensava em obter lucros políticos com o episódio

Armados até os dentes para tentar criar um fato que lhes resultem em algum dividendo político em pleno ano eleitoral, a oposição de Chapadinha coleciona mais uma frustração. No último dia 05 de março, durante a abertura do ano letivo, os professores liderados pelo Sindicato dos Servidores de Chapadinha – SINDICHAP, fizeram uma paralisação na porta da prefeitura para cobrar uma data para o reajuste salarial da classe.

A reivindicação foi o suficiente para que conhecidas figuras da oposição se aproveitassem do fato para tentar criar um clima de instabilidade que nunca existiu. Diferentemente dos tempos do governo Belezinha onde as coisas funcionavam na pressão e no grito, o prefeito Magno Bacelar (PV) recebeu a comissão do sindicato sem qualquer entrave, incluindo na lista os vereadores da oposição.

Durante a conversa, o prefeito deixou claro que nunca houve qualquer declaração de que o reajuste não seria dado, ao contrário, confirmou que havia solicitado o estudo de impacto financeiro na folha, já que nesse interim havia pedido providências também para o levantamento do 1/3 de férias. Bacelar foi categórico ao afirmar que diferentemente do passado, o sindicato não precisava de ofício para serem recebidos e foi além, ao confirmar que o seu desejo era comparecer ao próprio sindicato tão logo estivesse com os dados em mãos.

Após o intenso debate durante a reunião, o prefeito solicitou um prazo e assumiu o compromisso de receber o sindicato no dia 14, após a análise do impacto da folha fosse concluida. Diferentemente do que pregou o porta-voz da oposição na blogosfera, o prefeito cumpriu a palavra e mesmo não estando no município, designou que a secretária de Educação Vânia Cristina recebesse o SINDCHAP.

Na audiência, a secretária informou que após estudo de impacto, a determinação do prefeito era conceder o reajuste nos salários dos professores ainda esse mês, além do pagamento do 1/3 de férias. A medida também beneficiaria os servidores públicos cujos vencimentos são vinculados ao salário mínimo. Na prática, nada fora da agenda que o governo planejava executar. O prefeito Magno Bacelar não se esquivou de cumprir com seu dever, estabeleceu o diálogo com a classe, ouviu vereadores da oposição (coisa impossível no governo anterior) e tomou sua decisão sem aforismo, mas levando em consideração os números da realidade financeira do município.

Com o anúncio do prefeito, não restou outra coisa aos aproveitadores de plantão senão meter a viola no saco.

E agora se quiserem, terão que ir fazer politicagem em outra freguesia…

Vereadores do governo e da oposição se unem em apoio a professores em Coelho Neto…

A sessão da Câmara Municipal da última segunda (12), foi mais uma vez palco da união de governistas e oposicionistas a favor da demanda de servidores contra o aumento da jornada escolar proposta pelo governo municipal.

A sessão foi presidida pelo vereador Reginaldo Janse (Cará), já que o presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT) como sempre, manteve sua posição de serviçal do governo e não teve coragem de encarar a classe que um dia representou. Curiosamente estava viajando para está presente para defender os professores, mas amanheceu tinindo para bater palma para “o patrão” e prefeito Américo de Sousa (PT).

A Câmara abriu uma exceção e votou pela permissão de conceder a fala a um representante dos servidores, que foram representados pelo professor Francisco José, onde explanou as divergências sobre a nova determinação do governo na alteração da carga horária.

Pois bem, os vereadores da oposição foram os primeiros a discursarem e a hipotecarem apoio aos professores. O vereador João Paulo (MDB) parabenizou a classe dos professores pela mobilização, convidou os colegas para estarem ao lado dos servidores e se mostrou indignado com a medida. Rafael Cruz (MDB) falou da insatisfação dos professores e cobrou do governo uma resposta para a solicitação que havia sido feita sobre a proposta de descartar os contratados. O vereador Dr Ricardo Chaves (PPS), lamentou a omissão do sindicato e o tratamento do prefeito para com os professores, bem como da insatisfação de toda a comunidade com o governo.

Os vereadores da base do governo Dr. Marcos Tourinho (PDT), Moabe Branco (PSD), Sillas do Louro (MDB), Liza Pires (PCdoB), Júnior Santos (MDB), Wilson Vaz (Avante) Camilla Liz (PROS), Reginaldo Janse (Cará) fizeram discursos de apoios a categoria. Uns com críticas mais contundentes do que outros.

O único vereador a ter a ousadia de ficar a favor do governo foi o vereador Luiz Ramos (PSD), que foi por diversas vezes vaiado durante seu pronunciamento.

Além do posicionamento na sessão, a base governista continuou a reagir nesta terça (13).

Mas essa é uma outra história…

Secretário de Educação faz avaliação positiva de oficinas pedagógicas realizadas com professores em Afonso Cunha

O secretário de Educação de Afonso Cunha, professor Milton Bastos, avaliou de forma positiva a realização das oficinas pedagógicas promovidas durante o II Fórum Municipal de Educação.

Segundo ele, são momentos como esse que ajudam o professor a implementar suas ações em favor de um trabalho cada vez mais qualificado.

“Além de um bom momento de troca de conhecimentos, as oficinas serviram para que os professores interagissem e pudessem aprender para pôr em práticas novas proposta com vistas a garantir mais êxito na sala de aula”, disse ele.

Os professores trabalharam temas como Práticas Pedagógicas da Educação infantil, Educação Inclusiva e Prática Pedagógica, Dificuldades na Leitura e Produção Textual: Uma realidade em nossa escola, os Descritores Preparativos para a prova Brasil, além programas Avança e Sim, Eu posso que trabalharam Jogos e Brincadeiras no ensino de Português e Matemática.

5 meses sem salários: Prefeito de Coelho Neto deixa profissionais da APAE a pão e água…

Américo: “de ombros” para a situação desesperadora de profissionais da APAE

Desde que assumiu o governo em janeiro, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) tem dispensado um tratamento humilhante a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE.

Tão logo assumiu as rédeas do comando do município no início do ano, o petista tem relegado a Instituição a planos inferiores, talvez por pereguição política já que declaradamente seus dirigentes eram ligados a outro grupo político. A partir de então toda sorte de massacre o governo tem praticado desde a retirada do ônibus no ínicio ano, passando pela falta de merenda e agora conforme denúncia recebida pelo blog, com o atraso do salário dos profissionais.

O orgão sempre foi mantido com a ajuda da Prefeitura desdes a gestão da ex-prefeita Márcia Bacelar. Foi assim com o ex-prefeito Magno Bacelar e permaneceu na gestão do ex-prefeito Soliney Silva. Será que é a gestão petista a ave de mal agouro da cidade? Será que as ações serão descontinuadas? Será que o dinheiro sumiu e mesmo com a “economia das lagartas” a única escola que cuida das crianças com deficiência vai fechar por falta de ajuda?

Para se ter uma idéia da gravidade da situação, cerca dos 11 profissionais estão sem receber seus proventos desde março, ou seja, estão trabalhando voluntariamente simplesmente porque o prefeito bateu o pé e se recusa a pagar. Segundo o blog apurou, os profissionais estiveram essa semana na Secretaria de Educação e em conversa com Afrânio, que responde por uma das subsecretarias, sairam de lá com muito blá-blá-blá e nenhuma posição definida

Que governo é esse que deixa que presta tão relevantes serviços a mercê de um capricho politiqueiro, privando as pessoas de receber o que é seu por direito? Qual a dificuldade de sentar com a direção da Instituição para dialogar e encontrar caminhos para que essa pendência seja resolvida? Que crueldade é essa deixar trabalhadores sem  seus salários e sem a menor justificativa? É muito descompromisso!

Pois é, lamentavelmente os servidores da APAE sofrem de boca fechada, pois conhecendo o perfil perseguidor do prefeito temem novas retaliações. Ao Ministério Público cabe entrar na questão para tentar resolver esse impasse que já comprometeu sobremaneira o orçamento familiar desses profissionais.

É de chicote na mão, é perseguindo servidores e é atrasando salários dos profissionais que exercem papel tão nobre, que o governo desastroso liderado pelo prefeito Américo de Sousa quer “construir a cuidade que ele quer”…

Secretaria de Educação de Coelho Neto dá calote em diárias de professores…

O blog recebeu denúncia nesta sexta (04), de que a Prefeitura de Coelho Neto através da Secretaria de Educação nunca pagou as diárias dos professores que acompanharam os alunos na etapa regional dos Jogos Escolares Maranhenses – JEM´s realizada em Codó no mês passado.

Por conta desse calote, professores já se recusam a ir para a etapa estadual onde terão que passar mais ou menos duas semanas na capital São Luís e pelo visto gastando do próprio bolso.

Conforme nos fora repassado, os professores até tentaram uma audiência com a secretária de Educação Williane Caldas que simplesmente não os recebeu e deu de ombros para a situação.

A situação foi tão vexatória que o secretário de Esportes Professor Dodinha que tentou intermediar a reunião, ficou com a cara mexendo e constrangido com o ocorrido.

Pense num governo que veio de encomenda…

Alô SINTASP! Professores da zona rural reclamam de falta do auxílio transporte…

Mais um capítulo da briga entre professores e o governo Américo de Sousa (PT), ilustram esta postagem. Dessa vez a reclamação gira em torno da falta de pagamento do auxílio transporte aos professores contratados da zona rural.

De acordo com o que apuramos, desde que assumiu o mandato Américo não tem feito o pagamento desse auxílio aos professores contratados da zona rural, o que os obriga a retirar do salário seco que eles recebem para bancar os custos com a locomoção.

São professores que chegam a rodar até 70km diários sem uma ajuda que é garantida aos professores concursados.

A atitude é apenas mais uma que corrobora com o atropelo do petista ao próprio discurso ao tratara contratado e concursado de forma diferenciada, prática condenada por ele quando era apenas candidato.

Segundo com o que apuramos, a Secretaria de Educação informou que contratado não receberia incentivo e que os valores recebidos por contratados tanto da zona urbana, quanto da zona rural seria o mesmo. Os denunciantes pediram sigilo nos nomes pois o governo não aceita críticas e que a conversa é a mesma: se não querem, tem quem queira.

E a crise no setor da educação do petista-professor continua. Com desrespeito, desvalorização da categoria e muita gente descontente.

É uma pouca vergonha!

“O governo não responde os ofícios”, alega presidente do Sindicato aos servidores….

Lima Júnior: pressionado e acuado teve que fazer a assembleia

Um vexame! É assim que se pode descrever a patacoada que foi a recepção dos servidores por parte do presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal – SINTASP, Lima Júnior. Visivelmente acuado e literalmente alterado, o presidente deu demonstrações claras que perdeu as rédeas e o comando da entidade.

“Vocês acham que eu vou obrigar o prefeito fazer alguma coisa?”, questionou Júnior na frente da entidade. Primeiro tentou fazer de conta que não sabia da reunião que havia sido convocada, logo após admitiu que havia ouvido o áudio da convocação. Pressionado teve que entrar para dar explicações e durante a reunião foi obrigado a ouvir poucas e boas dos servidores.

As cobranças eram em torno dos valores referentes ao aumento de carga horária e o pagamento do terço de férias do ano passado. “Não estamos pedindo e nem nos humilhando não, estamos cobrando é nossos direitos”, disse uma professora.

Lima Júnior foi desmentido em público por uma professora que assegurou que ele havia marcado por telefone a assembleia para esta segunda (22) e quando tentou desmarcar foi comunicado da impossibilidade de o fazê-lo. O presidente foi extremamente criticado pela benevolência dada ao atual governo após dizer que o governo teria um mês para responder os ofícios.

“Engraçado, quando o atual prefeito era presidente do sindicato não era desse jeito. Por que ele está sendo muito merecedor de paciência?”, questionou uma professora.

Diante da ineficiência do SINTASP, um dos professores fez uma sugestão que aparentemente teve a aprovação da classe. “Quando foi pra gente receber nosso dinheiro de dezembro que ele não queria pagar nós, fomos pra porta da prefeitura, já que ele não quer responder, nós vamos pra porta da prefeitura de novo”, disse um dos professores sob aplausos.

O pior disso tudo é constatar que o fracasso do governo vai levar o sindicato junto, já que a entidade optou por se ajoelhar e manter-se subordinada as ordens do prefeito, que insiste em governar a cidade como se fosse uma extensão de sua casa.

O episódio de hoje mostra que em pouco mais de cinco meses, o atual prefeito e seu des-governo conseguiu azedar de vez a relação com a classe que o ajudou a se eleger.

Américo está experimentando o preço das voltas que o mundo dá…

Simples assim!