Uma oposição desgarrada e o retorno de Márcia Bacelar…

Márcia Bacelar: liderança incontestável

 

 

Desde o último pleito eleitoral quando o atual prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), chegou ao poder, que a fatia que optou lhe fazer opsoição sofreu um duro golpe. Com a saída do cenário político dos dois principais expoentes da eleição (Luis Serra e Jademil Gedeon), que a oposição ficou desgarrada e sem qualquer projeto definido.

Para fazer essa análise, deixa-se de lado as amizades políticas, as paixonites e procura-se fazer uma leitura do cenário real da cidade. A oposição de Coelho Neto hoje está sem líder. Não existe alguém sóbrio disposto a liderar a gigantesca fatia que ficou desamparada.

Falo de alguém com projetos seguros, com meta, com foco, com palavra e principalmente que respeite as lideranças. Estamos diante de um governo extremamente rejeitado pela população, mas que pela falta de alguém de pulso para agregar, tem permitido que o atual prefeito pinte e borde.

Estamos em 2018 e já não se faz política como se fazia há 10 anos. Niguém é obrigado a engolir estrelismo daqueles que se acham dono dos votos e que vão chegar aos 45 minutos do segundo tempo com todo mundo sendo obrigado a abraçar a coisa de qualquer jeito e goela abaixo. Os tempos são outros.

Esse cenário desolador acabou por trazer ao debate o nome da ex-prefeita Márcia Bacelar, que nos últimos dias passou a ser vitrine em redes sociais. A ex-prefeia dispensa quaisquer comentários e seu retorno a vida política da cidade é algo almejado por aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com o resultado promissor de seus oito anos de mandato.

Provocada pela legião de admiradores, Márcia Bacelar chegou a se posicionar recentemente e seu retorno pode ser um alento para os órfãos de um projeto político consistente, em que as pessoas estejam acima do dinheiro.

Mas essa é uma outra história…

Base do governo em Coelho Neto faz beicinho, são chamados pra conversar e silenciam…

Vereadores da base do governo fazendo graça pro prefeito: um dia batem, no outro dia assopram

Quem foi para a sessão da Câmara de Coelho Neto na última quinta (15), ficou sem entender o que estava acontecendo.

A base do governo que estava afiada na sessão de segunda (12), na defesa dos professores e que em represália ao governo não compareceu as inaugurações da terça (13), entrou muda e saiu calada. Ao que se sabe a boca miúda, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) chamou a base para conversar e a paralisia dos vereadores ao que tudo indica tem tudo haver com essa “conversa”.

Para fechar o pacote, na última sexta (16), pelo menos 04 (quatro) dos vereadores que estavam com cangote grosso já estava de dente aceso para o prefeito: Moabe Branco, Wilson, Vaz, Camilla Liz e Reginaldo Janse (Cará), apareceram festejando o material esportivo doado pelo Estado, já que a prefeitura não tem coragem para comprar.

Pois bem, na matéria que o blog tratou do apoio dos governistas aos servidores, não fizemos qualquer referência ao discurso dos vereadores do governo justamente por isso. Sempre engrossam o discurso, o prefeito chama e eles voltam todos cordeirinhos ao primeiro grito do chefe.  Wilson Vaz fez o discurso mais duro e ao invés de pousar pra foto, deveria ter cobrado do prefeito no gabinete o que ele disse no plenário da Câmara. Mas não, preferiu mais uma vez a subserviência.

OPOSIÇÃO FIRME

Com a ausência do vereador Dr Ricardo Chaves (PPS) por está em São Luís em um congresso partidário, coube aos vereadores João Paulo e Rafael Cruz (ambos do MDB), continuarem o discurso em favor dos professores e contrários a desordem que se tranformou o início do ano letivo.

João Paulo cobrou do governo o diálogo com a classe sobre a decisão de aumento da carga horária e defendeu a legitimidade dos servidores de cobrar pelos seus direitos. O parlamentar foi aplaudido por diversas vezes pelos servidores.

O presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT), que já foi presidente do Sindicato dos Servidores do Serviço Público Municipal de Coelho Neto – SINTASP, que em outros governos pulava na tribuna, gritava e batia na mesa não se manifestou em nada sobre a questão provocada pelos professores.

Daqui para frente os servidores saberão com quem realmente devem contar…

A relação de Luciano Leitoa com os 5 vereadores tende ao rompimento definitivo…

 

 

O prefeito Luciano Leitoa chegou a ter 14 dos 21 vereadores de Timon, mas, por falta de um diálogo mais próximo ou de uma articulação melhor cinco desses resolveram se unir entre si

Bloco de oposição e G-5 com uma decisão, vão votar unidos em todas as matérias na Câmara
Não precisa ser muito entendido de política para perceber que a relação entre os vereadores Kaká do Frigosá, professora Cláudia Regina, Raimundo da Ração, Dr. Tuá e Helber Guimarães com o prefeito Luciano Leitoa tende para um rompimento político em definitivo e com possibilidade de efeitos drásticos. Todas as tentativas de uma reaproximação com quinteto de parlamentares por parte dos Leitoas foi feito através de figuras inábeis e com isso aumentando ainda mais o distanciamento entre eles e o governo municipal.

Nesta semana o grupo dos 5 vereadores, o G-5, não se sentindo representados pelo líder do governo Luciano Leitoa, vereador Zé Carlos Assunção resolveram tomar uma decisão consensual e elegeram entre eles o vereador Kaká do Frigosá e Dr. Tuá como líder e vice-líder desse quinteto (reveja), o que só aumento ainda mais o distanciamento deles com o prefeito Luciano Leitoa e seu grupo.

Mas, esses 5 vereadores têm passado por momentos difíceis e um deles foi presenciado por muita gente durante um clima tenso na Câmara Municipal onde foram chamado por populares de traidores além de outros adjetivos mais duros.

Isso tudo que vem acontecendo tende a piorar mais ainda se o prefeito Luciano Leitoa for dar ouvido a turma do chamados “espalha brasas”, estes são defensores do que pode ser resumido num provérbio popular que diz, “Quanto menos somos, melhor passamos”. É desses que tem partido a defesa de uma base de sustentação política menor, pois acreditam que outros governos com uma base bem maior não tinha uma boa aceitação perante população. Pelo menos isso é dito publicamente, mas, não se sabe quais as reais intensões na defesa de uma base política mínima.

O certo mesmo é que o prefeito Luciano Leitoa passa a contar apenas com 9 dos 14 vereadores que tinha antes, claro, isso se não tiver fatos novos que possam causar outras situações peculiar da política. Por outro lado, o G-5 entrou em entendimento com o bloco de oposição em votar juntos as matérias na Câmara de Vereadores.

Essa crise estabelecida na Câmara de Timon teve início desde uma quebra de acordo e aumentou quando resolveram não realizar a eleição da Mesa Diretora na data prevista que era no dia 23 do mês passado. O fim dessa crise que parece interminável pode está próximo do fim pela leitura de muitos observadores da política local, que será no mês de abril onde poderá ser realizada a eleição na Câmara, mas, por outro lado, existe alguns interesses defendendo que seja apenas realizada em dezembro deste ano, com isso empurrando para frente uma situação que pode ser resolvida logo. Mas, até nas crises política tem figuras que ganham com isso tirando proveito de algumas formas, é esperar para ver quem tem razão no final…

Derrotas implacáveis

Segundo o experiente jornalista Ademar Sousa publicou em seu blog, com uma base super enfraquecida o prefeito Luciano Leitoa tende a sofrer derrotas implacáveis na Câmara de Vereadores de Timon. O jornalista disse ainda que, “O povo e a imprensa estão de olhos abertos. Quem se vender ou voltar atrás sofrerá um desgaste fora do comum”, acrescentando ainda que, “Nesse atual cenário de baixa na base governista ficando sem maioria no Poder Legislativo, Luciano Leitoa precisa rezar muito para não acontecer um pedido de seu afastamento da Prefeitura de Timon”. (veja)

 Do Blog do Ludwig

De como Magno Bacelar desestabilizou mais uma vez a oposição…

Secretária de Educação Vânia Cristina recebeu o SINDCHAP no prazo estabelecido pelo prefeito: cumprimento de palavra que frustrou quem pensava em obter lucros políticos com o episódio

Armados até os dentes para tentar criar um fato que lhes resultem em algum dividendo político em pleno ano eleitoral, a oposição de Chapadinha coleciona mais uma frustração. No último dia 05 de março, durante a abertura do ano letivo, os professores liderados pelo Sindicato dos Servidores de Chapadinha – SINDICHAP, fizeram uma paralisação na porta da prefeitura para cobrar uma data para o reajuste salarial da classe.

A reivindicação foi o suficiente para que conhecidas figuras da oposição se aproveitassem do fato para tentar criar um clima de instabilidade que nunca existiu. Diferentemente dos tempos do governo Belezinha onde as coisas funcionavam na pressão e no grito, o prefeito Magno Bacelar (PV) recebeu a comissão do sindicato sem qualquer entrave, incluindo na lista os vereadores da oposição.

Durante a conversa, o prefeito deixou claro que nunca houve qualquer declaração de que o reajuste não seria dado, ao contrário, confirmou que havia solicitado o estudo de impacto financeiro na folha, já que nesse interim havia pedido providências também para o levantamento do 1/3 de férias. Bacelar foi categórico ao afirmar que diferentemente do passado, o sindicato não precisava de ofício para serem recebidos e foi além, ao confirmar que o seu desejo era comparecer ao próprio sindicato tão logo estivesse com os dados em mãos.

Após o intenso debate durante a reunião, o prefeito solicitou um prazo e assumiu o compromisso de receber o sindicato no dia 14, após a análise do impacto da folha fosse concluida. Diferentemente do que pregou o porta-voz da oposição na blogosfera, o prefeito cumpriu a palavra e mesmo não estando no município, designou que a secretária de Educação Vânia Cristina recebesse o SINDCHAP.

Na audiência, a secretária informou que após estudo de impacto, a determinação do prefeito era conceder o reajuste nos salários dos professores ainda esse mês, além do pagamento do 1/3 de férias. A medida também beneficiaria os servidores públicos cujos vencimentos são vinculados ao salário mínimo. Na prática, nada fora da agenda que o governo planejava executar. O prefeito Magno Bacelar não se esquivou de cumprir com seu dever, estabeleceu o diálogo com a classe, ouviu vereadores da oposição (coisa impossível no governo anterior) e tomou sua decisão sem aforismo, mas levando em consideração os números da realidade financeira do município.

Com o anúncio do prefeito, não restou outra coisa aos aproveitadores de plantão senão meter a viola no saco.

E agora se quiserem, terão que ir fazer politicagem em outra freguesia…

Sem perseguição, Arquimedes dá mais uma lição de como se faz política…

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB) diferentemente de alguns prefeitos da região que tem feito de tudo para prejudicar seus opositores, deu nesta segunda (19), mais uma amostra de grandeza e espírito republicano com que governa a cidade.

Pessoas ligadas a oposição no município resolveram fazer uma festa de Lava Pratos, aproveitando o ano eleitoral talvez para massificar o nome dos seus pré-candidatos, já que no ano no passado o evento não fora realizado.

Pois bem, sem levar em consideração os motivos e quem estava por trás da realização da festa, o prefeito entregou nas mãos do blogueiro Wando Galvão a licença para a realização da festa de ressaca do carnaval.

Desde que assumiu o mandato, Arquimedes tem evitado na gestão toda e qualquer ação de perseguição política, mesmo sendo vítima delas quando era oposição e hoje no governo, sendo cobrado para fazer em 01 ano o que aqueles que estavam no poder não deram conta de fazer em 08.

Havia uma expectativa por parte dos opositores de que o prefeito dificultaria a liberação do evento para tentar usar o fato politicamente. Não dificultou como ainda fez questão de entregar a licença em mãos.

Arquimedes mostra como se faz política com grandeza.

E deixa mais uma lição a seus adversários…

Discursos efusivos deram o tom da sessão que impôs derrota ao governo em Coelho Neto

Rafael Cruz, João Paulo e Dr Ricardo: discursos protagonistas na sessão que derrotou projeto do governo contra servidores

A polêmica sessão extraordinária que impôs a primeira derrota histórica ao prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), foi um suspende do início ao fim. Inseguro, o presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT) – defensor ferrenho do governo – pela primeira vez dirigiu uma sessão sem saber como tudo terminaria.

Quando abriu as discussões os vereadores da oposição fizeram o uso da palavra, a começar pelo vereador Rafael Cruz (PMDB). Ele destacou a complexidade da matéria, falou da ausência de estudos da situação financeira do município, disse que a redução era fictícia para alguns casos já que a diminuição é insignificante do aumento dado no início do ano, mostrando a falta de planejamento do governo e declarou voto contrário para não punir os trabalhadores já que o projeto sequer tinha tempo para término da vigência.

O vereador João Paulo (PMDB) começou falando do desenho de reforma administrativo errôneo enviado pelo governo no início do ano que já falava em racionalização de recursos, criticou o motivo do prefeito não fazer corte nos aluguéis de carros, na quantidade de combustível e nos secretários que tem pasta mas não trabalham. Ele destacou ainda que era a favor da valorização e não da desvalorização dos servidores.

Em sua fala o vereador Dr Ricardo Chaves (PPS), iniciou criticando a decisão do presidente de fazer sessões extraordinárias pela manhã, quando poderia fazer no horário das sessões ordinárias. Ele lamentou o discurso do governo de que a prefeitura está sem dinheiro, disse que diminuir salário era ofender a dignidade do cidadão e que a administração está mais perdida do que cego em tiroteio.

Para defender o projeto o vereador Luiz Ramos (PSD), líder do governo, foi o único com coragem para defender uma matéria contrária aos servidores. Ele já iniciou na defensiva ao dizer que o voto era facultativo, falou em crise, alegou que diminuir salários era melhor do que redução

 Após do discursos, os vereadores seguiram para a votação e por 10 x 3, os vereadores derrotaram a matéria. A platéia reagiu a atitude com aplausos efusivos e cumprimentos.

Quando soube que havia sido derrotado, o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa teria ficado uma arara e segundo fontes do blog já teria prometido retaliação aos infiéis.

Mas essa é uma outra história.

O discurso hipócrita do prefeito de Coelho Neto…

Com discurso vitimizado, o prefeito de Coelho Neto contraria a própria história e o modus operandi que adotou ao longo de quase 20 anos

Américo: diz uma coisa e faz outra

Quem ouviu o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) no seu último programa de rádio no sábado (16) até chega a acreditar que ele é esse ser “paz e amor” que tentou passar em tom bem diferente do habitual.

Se auto-intitulando o “homem do diálogo” (coisa que anda longe de ser), o petista  falou que as lideranças teriam que se desarmar politicamente, que teria que se evitar expor os lados negativos da cidade, que a idéia era mostrar as coisas positivas, teve a coragem de dizer que não persegue ninguém e que a cidade não tinha espaço para o ódio. Uma piada pronta!

O prefeito no entanto esqueceu de lembrar da sua história de vida e do discurso que adotou antes de sentar na cadeira principal do Executivo.

Quem hoje pede trégua nunca deu trégua para nenhum prefeito que lhe antecedeu. Quem hoje pede para que as lideranças se desarmem e desmontem o palanque político, dá demonstrações diárias que nunca se desarmou, muito pelo contrário, faz questão de usar a imprensa aliada para ridicularizar adversários quase que diariamente.

Quem hoje rejeita o discurso de ódio esquece as formas pejorativas , debochadas e desrespeitosas que usa para se referir a quem não reza na sua cartilha ou contrapõe seu discurso.

Quem hoje diz que não persegue ninguém manda demitir funcionária em pleno exercício da função para punir o marido vereador e usa o judiciário para tentar intimidar veículos da imprensa.  Quem hoje pede para mostrar os lados positivos da cidade esqueceu de o fazer quando era apenas um apresentador de rádio, tempo em que jamais fazia qualquer elogio ou reconhecimento por alguma obra feita por quem lhe antecedeu.

No passado tudo era errado, nada prestava, se tinha dinheiro para tudo e as coisas não eram feitas por incompetência ou por contas das famosas “lagartas”. No exercício do poder o dinheiro sumiu, se pede calma, se pede tempo, se pede trégua, revelando uma deprimente contradição de quem só aprendeu a jogar pedras no telhado dos outros e hoje não sabe como lidar com elas.

O prefeito de Coelho Neto é a figura personalizada da contradição.

E os fatos falam por si.

Vereador João Paulo denuncia problemas da falta de iluminação pública em Coelho Neto

Vereador João Paulo: críticas a iluminação pública

O vereador João Paulo (PMDB) chamou atenção na sessão da última segunda (11) sobre a problemática da falta de iluminação pública em Coelho Neto.

“A falta de iluminação pública ajuda a agravar a criminalidade, onde ruas permanecem escuras e engana-se quem pensa que a problemática é apenas nos bairros, muito pelo contrário, a deficiência é vista também no centro da cidade”, disse ele.

O parlamentar disse que ao cobrar do secretário responsável a desculpa é a ausência do caminhão munck da empresa responsável pela iluminação pública.

 “Como é que uma prefeitura faz uma licitação para uma prestação de serviço onde a empresa deveria ter todo o material para execução dos trabalhos e por falta destes a cidade fica prejudicada e as escuras. Isso é um aburdo!”, reclamou ele.

O problema denunciado pelo vereador contrapõe a propaganda oficial que tentou vender  a imagem que o serviço de iluminação pública do município era eficiente.

Prefeito de Afonso Cunha desmonta discurso da oposição e lembra o rastro de roubalheira deixado pela gestão anterior

Prefeito Arquimedes Bacelar: reação a hipocrisia da oposição

O prefeito Arquimedes Bacelar (PTB) aproveitou a realização da Conferência de Saúde realizado no último sábado (26), para em seu discurso desmontar o discurso da oposição, que tem se aproveitado de um rádio funcionando na casa do ex-prefeito José Leane (PMDB) para atingir a ele e sua gestão.

Curiosamente o programa é apresentado justamente pelo ex-secretário de saúde José de Pinho, que durante o evento estava na plenária e foi obrigado a ouvir o que quis e o que não quis.

Arquimedes começou falando do desrespeito do governo anterior com a classe dos Agentes de Saúde e sob aplausos disse que a classe estava com salários em dia, que em 16 anos haviam recebido pela primeira vez 1/3 de férias e que o governo estava preparando para mandar para a Câmara um projeto regulamentando o 13º destes profissionais.

O petebista questionou a legitimidade da gestão anterior que teve 4 (quatro anos) para elaborar o Plano de Saneamento Básico com recursos que recebeu da Fundação Nacional de Saúde – Funasa e sequer o fez, agora questiona ações em saneamento básico de uma gestão de 08 (oito) meses.

Qual a legitimidade de um ex-prefeito mandar cobrar limpeza da cidade quando ele desviou quase R$ 1.800.000,00 (hum milhão e oitocentos mil) da construção do Aterro Sanitário que se transformou em mais uma obra abandonada deixada por ele?

O prefeito rebateu o discurso do adversário que chegou a dizer num evento público que ele era perseguidor, mas que mostrava desconhecimento, pois existem diversas pessoas trabalhando na administração que sequer votaram no prefeito. O discurso da perseguição era tão contraditório que a atual gestão sequer ainda havia protocolado os processos judiciais contra a roubalheira cometida pela gestão anterior (ginásio, quadra, creche, escola, aterro sanitário, merenda, carro do lixo, casas), a não ser nos casos de liminar para liberação de convênios.

Arquimedes disse que chegou a sentar com o ex-prefeito para cobrar por exemplo, os R$ 170 mil desviados das casas do Programa Minha Casa, Minha Vida e os R$ 600 mil desviados da escola próxima ao hospital. “No governo passado até médico que não era médico trabalhava e duvido que algum deles me processe pelo que estou dizendo”, disse ele.

Após o discurso do prefeito, o secretário de saúde evitou participar dos debates, meteu a viola no saco e foi embora. Resta saber se “Na hora do Zé”, o ex-secretário de Saúde responderá onde foram parar os recursos questionados pelo prefeito…

Desnorteado, prefeito de Coelho Neto “dá piti” e mostra incômodo com a atuação da oposição…

Américo: discurso rancoroso e odiento com quem lhe faz oposição

O prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), deu mais uma amostra no último sábado (26), do seu incômodo com a atuação firme da oposição contra o seu des-governo.

Desnorteado, o petista mostrou mais uma vez sua faceta de rancoroso e odiento ao mirar seu destempero verbal contra o vereador Rafael Cruz (PMDB), que é líder da oposição na Câmara.

Todo esse “piti” do prefeito tem uma razão de ser: Américo não engole que o peemedebista não se deixou levar pelo canto da sereia que “conquistou” quase a totalidade dos vereadores.

Américo imaginava que Rafael seria mais um a estender o pires para ganhar as migalhas que estão caindo da mesa “do patrão” e demonstrou todo seu incômodo já na posse, quando chegou a fazer apelo público e dizer que não havia motivos para se fazer oposição contra ele (o dito cujo se acha um ser perfeito, quase um professor de Deus).

Ao invés de prestar contas das ações do seu famigerado governo (ou falta delas) , Américo perde mais da metade do programa atacando adversários e mostrando seu incômodo com a atuação da oposição que ele e sua claque de aliados tanto tenta menosprezar. Se são tão ruim por que tantos ataques?

Além de atingir Rafael em seu discurso rancoroso, o prefeito usou de seus ataques também contra o ex-prefeito Antônio Cruz (pai do parlamentar), que nada tem haver com a história, mas que na concepção do petista “vale tudo” quando o que está por trás é atacar quem lhe faz oposição.

Fora isso, o petista perdeu outra parte do tempo tentando inimizar o impacto do polêmico projeto de reformulação do Saae, tratado em primeira mão por esse blog.

Fora isso, o programa é uma mistura do nada com coisa nenhuma.

Bem ao estilo da atuação do governo…