Presidente da Câmara participa de mobilização dos trabalhadores do Grupo João Santos em Caxias

Presidente da Câmara participa de mobilização dos trabalhadores do Grupo João Santos em Caxias

O presidente da Câmara de Coelho Neto Marcos Tourinho (PDT), esteve presente nesta terça (12), durante audiência de conciliação entre as entidades sindicais e os trabalhadores do Grupo João Santos.

Cerca de 80 trabalhadores foram para Caxias e fizeram uma manifestação pacífica na frente da sede da Justiça do Trabalho.

Apoiador da causa dos trabalhadores, Tourinho disse ao final da audiência que acredita na justiça e de uma resposta positiva em favor dos trabalhadores.

“Não houve acordo e a questão agora está nas mãos da justiça. Há um pleito que pede o bloqueio de bens do Grupo para garantir esses pagamentos e é esse pedido que a justiça julgará agora”, explicou ele.

Estiveram presentes os representantes sindicais Mariano Cratéus, Eduardo Penha e o advogado Dr Marcondes Magalhães.

Da Ascom/Câmara

Rafael Leitoa garante empenho na questão de trabalhadores do Grupo João Santos

Rafael Leitoa garante empenho na questão de trabalhadores do Grupo João Santos

Da Assessoria da Câmara

Durante estada em São Luís, o presidente da Câmara Marcos Tourinho (PDT) e demais vereadores que compareceram à solenidade de posse dos deputados estaduais estiveram em audiência no gabinete do deputado estadual Rafael Leitoa (PDT).

Na oportunidade eles mostraram preocupação com a situação dos trabalhadores que foram demitidos do Grupo João Santos no final do ano passado e receberam manifestação de apoio da parte do parlamentar.

Participaram da reunião ainda os vereadores Moabe Branco (PSD), Rafael Cruz (MDB), Wilson Vaz (Avante), Júnior Santos (MDB) e João Paulo (MDB).

Ao final do encontro, o deputado gravou um vídeo para a população da cidade reafirmando apoio a causa e prometendo empenho na busca por meios que minimize o impacto das demissões na cidade.

Confira o vídeo:

Cobranças sobre a omissão de Rafael Leitoa incomoda subalternos aliados do prefeito de Coelho Neto…

Rafael Leitoa: antes dos votos apoio de perto, depois do voto conversa de longe

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados e Assalariadas Rurais de Coelho Neto Eduardo Penha – aliado do prefeito Américo de Sousa (PT), resolveu tomar as dores do deputado Rafael Leitoa (PDT), após crítica feita por esse blog em postagem da última quinta (13).

Na defesa “meia boca” feita pelo sindicalista e publicizada pelo capacho do deputado na internet (ju$$tificadamente), só confirma que o blog estava certo. Penha não trouxe absolutamente nada de novo que pudesse contrariar o que afirmamos, alias reforçou que o apoio que antes era de corpo presente ao que parece agora deve ser por telefone. O que houve?

Será que após a eleição o deputado Rafael Leitoa esqueceu o caminho de Coelho Neto? Por que será que o deputado não mostra a cara como mostrava quando queria votos? Por que o presidente não aproveitou seu “rosário de bobagens” para anunciar o que de fato o deputado já fez para ajudar os trabalhadores? Por que será que o deputado não esteve presente na reunião do Grupo João Santos provocada pela Câmara e evita se manifestar sobre o assunto publicamente?

Sem ligar um pingo para o estrebuchar do presidente, vamos continuar cumprindo com nosso dever e cobrando o posicionamento da classe política sim, inclusive do prefeito de quem ele é defensor, mas que até agora não fez absolutamente nada para ajudar quem quer que seja. Não é tarde lembrar que o deputado Rubens Júnior  só se manifestou após cobrança pública do blog e até agora também não trouxe nada de concreto que pudesse servir de elogios para sua atuação.

O blog não se pauta pela opinião do presidente e nem de seus apoiadores políticos, até porque ele já mostrou que não tem influencia alguma com estes. O blog vai continuar cobrando e denunciando os políticos aproveitadores e oportunistas que antes da eleição vão para a greve, pousam para fotos e abraçam o trabalhador…

Mas que após ganhar os votos se esconde e fica sendo solidário apenas de boca para tentar enganar quem tem vocação pra ser besta…

Deputado eleito Duarte Júnior se manifesta sobre situação de trabalhadores de Coelho Neto

O deputado estadual eleito Duarte Júnior (PCdoB) também se manifestou em rede social sobre a situação dos trabalhadores em Coelho Neto.

Ele é o segundo a Se manifestar desde que o blog cobrou da classe política um posicionamento sobre a situação. Antes dele o deputado federal Rubens Júnior (PCdoB), também já havia se manifestado. Antes deles apenas o vereador Luiz Ramos (PSD) e o ex-ministro Gastão Vieira já haviam se posicionado sobre o ocorrido.

Duarte que foi presidente do Procon do Maranhão focou sua fala no respeito aos direitos dos trabalhadores, visivelmente desrespeitado pelo Grupo João Santos.

“Sobre o caso das demissões em Coelho Neto, informo que buscarei auxílio pra que os trabalhadores tenham seus direitos assegurados. Não podemos permitir qualquer afronta aos direitos fundamentais do trabalhador e à Constituição. Mesmo diante à crise, vamos unir esforços para que, casos como o de Coelho Neto não se tornem realidade em nosso Estado”, disse ele.

O prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) e o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT), seguem em silêncio…

Após cobranças, Rubens Júnior se manifesta em favor dos trabalhadores do Grupo João Santos…

Após cobrança pública feita por esse blog, o deputado federal Rubens Júnior – o mais votado da última eleição em Coelho Neto, usou sua rede social para se manifestar em defesa dos trabalhadores do Grupo João Santos.

A fala do deputado vem após as críticas quanto ao silêncio do prefeito Américo de Sousa (PT) e seus aliados que ainda não haviam se posicionado para a situação caótica dos trabalhadores. O suplente de deputado federal Gastão Vieira também já havia demonstrado preocupação com a situação e antes deles, apenas o vereador Luiz Ramos (PSD), havia se manifestado com uma proposta palpável.

Segundo a fala de Rubens Júnior, o secretário de Indústria e Comércio está sendo contactado para que a problemática seja discutida. Por mais que a questão se refira a um grupo privado, é dever do poder público municipal mobilizar a classe política do Estado em favor da situação dos trabalhadores.

O quadro não é fácil. Para qualquer cidade a demissão de quase 400 funcionários representam uma situação caótica e se a classe política não se mexer, quem vai fazer algo? A situação dos trabalhadores do Grupo João Santos é atípica, pois se não bastasse a demissão elas ocorreram sem que nenhum recurso fosse pago, ou seja, todos sairam literalmente com uma mão na frente e a outra atrás.

As coisas só não acontecem se ficarmos vendo sem fazer nada. Esperamos que algo possa ser feito por esses trabalhadores para minimizar a forma com que foram demitidos e o impacto que a medida causa na situação econômica do município.

O deputado estadual Rafael Leitoa (PDT), segue em silêncio…

Crise: Grupo João Santos confirma demissão de quase 400 trabalhadores em Coelho Neto

Grupo João Santos: alvo de disputa familiar, grupo empresarial caminha a passos largos para a ruína

O risco de demissões em massa em Coelho Neto por parte do Grupo João Santos se confirmou nesta sexta (07). Ao todo foram 363 trabalhadores demitidos da Usina Itajubara, sendo 181 da área rural e 182 da área da indústria.

As demissões em massa confirma um colapso de grande impacto econômico na situação do município e a situação de ruína que passa o conglomerado pernambucano.

Mesmo com todos os servidores demitidos, o Grupo alega não ter dinheiro para fazer o pagamento das rescisões e do passivo. Para minimizar o estrago, a empresa entregou aos sindicalistas uma lista de imóveis (terras) que podem ser leiloados pela justiça e o dinheiro convertido no pagamento dos trabalhadores.

De acordo com o que apurou o blog, ficaram 70 trabalhadores no campo e a mesma média na indústria e é com esse pequeno efetivo que o Grupo pretende garantir a manutenção do campo e tentar fazer a safra do próximo ano.

O Sindicato dos Trabalhadores (as) Assalariados Rurais – STTA tem uma assembleia marcada para hoje com vistas a tratar do tema.

Estranhamente, desde que o blog trouxe o tema a público na semana passada, nenhuma autoridade política tratou do assunto publicamente.

Pense numa preocupação com o povo…

Coelho Neto e o risco de um colapso: Grupo João Santos “ameaça” demitir funcionários e fechar usina.

Confirmação do fechamento da usina levaria a cidade a um colapso

 

 

A cidade de Coelho Neto pode entrar em colapso caso se confirme a “ameaça” do grupo João Santos de demitir seus últimos funcionários e fechar a Usina Itajubara. A possibilidade é real e chegou a ser ventilada por representantes do próprio grupo.

No último dia 30, durante uma audiência com o Ministério Público do Trabalho em Caxias com a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores (as) Assalariados Rurais – STTA, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentos e seus derivados de Coelho Neto – SINTRIAD e os representantes da empresa estava na pauta a proposta que o grupo apresentaria para pagamento de 04 (quatro) meses de salários atrasados, férias e 13º.

Durante a reunião os representantes do grupo negaram a possibilidade de proposta devido ao fato de não conseguirem confirmar a venda antecipada do álcool da safra do próximo ano. As empresas que estavam negociando recuaram diante da visível crise que passa o conglomerado em todo o país, fato que impediu a compra antecipada com recursos na ordem de quase R$ 13 milhões de reais, correspondente a 7 milhões de litros de álcool.

Por conta disso o empresário José Santos – presidente da parte do grupo sediada em Coelho Neto teria mandado noticiar através de seus advogados que não havia mais condição de manter o empreendimento, a menos que os trabalhadores esperassem até 15 maio de 2019, tempo em que ele teria condições de manter o funcionamento. Uma proposta no mínimo indecorosa e desrespeitosa com os trabalhadores não? Se os trabalhadores não aceitassem ele faria uma demissão em massa, tanto dos rurais quanto dos que ainda trabalham na indústria e consequentemente decretaria de vez o fechamento da usina.

Os advogados dos trabalhadores foram orientados a pedir a penhora da Usina e do canavial para que após a concessão da penhora, os trabalhadores tenham segurança de garantias judiciais de receber seus proventos. De acordo com informações obtidas pelo blog junto ao presidente do STTA Eduardo Penha, a dívida toda chegaria a cerca de R$ 40 milhões levando em consideração horas trabalhadas e rescisões.

Essa decisão se confirmada, provocaria um colapso na cidade, tão grave quanto o que aconteceu após a paralisação da empresa Itapagé em 2005. A população naquela época foi vítima de mais um engodo do grupo João Santos, que na ânsia por conquistar mais décadas de isenção fiscal nunca colocou um parafuso na modernização vendida por eles, mas que nunca aconteceu.

Está na hora da classe política se mexer e buscar os meios legais para minimizar um estrago dessa magnitude.

É um sinal vermelho que se acende sobre a situação econômica do município…

Guerra familiar agrava descaso do Grupo Santos com trabalhadores em Coelho Neto

A briga interminável dos herdeiros do Grupo Santos vai se agravando em meio a denúncias de dilapidação do patrimônio e com os trabalhadores tendo que pagar a conta

Trabalhadores de Coelho Neto: vítimas do descaso e da falta de responsabilidade do Grupo João Santos Foto: Diário de Notícias

A semana em Coelho Neto teve mais um episódio lamentável de paralisação dos trabalhadores do Grupo Santos para receberem seus direitos trabalhistas. Eles precisaram acampar e impedir o acesso a Escola Maria Regueira dos Santos (de propriedade do grupo), para que pudessem ser vistos pelos poderes constituidos.

É só mais um capítulo triste dessa história que se arrasta há anos. O Grupo João Santos nunca foi essa referência de respeito aos seus colaboradores, muito pelo contrário, em Coelho Neto a situação sempre foi bem caótica e na maioria das vezes com necessária intervenção da justiça para que obrigações legais fossem cumpridas.

Quando receberam praticamente de mão beijada as empresas que pertenciam ao Grupo Bacelar, o Grupo João Santos nunca se preocupou com o bem estar dos coelhonetenses. Diferentemente de grandes outros conglomerados no país afora, não há qualquer ação de responsabilidade social ao longo de mais de 40 anos.

Sugaram de nossas riquezas até cansarem, destruiram criminosamente patrimônios de nossa história e fizeram pouco caso de suas obrigações diante da alforria lhes dada pela Câmara renovadas vezes com o benefício de décadas de isenção fiscal e com a promessa de um retorno que nunca foi cumprido na integra. O sonho do fechamento da Itapagé para modernização foi mais um engodo para que tivessem a isenção fiscal renovada e hoje pagamos um alto preço por isso.

Itapagé fechada em Coelho Neto desde 2005: modernização foi mais uma mentira pregada por seus dirigentes para garantir novos anos de isenção fiscal. Foto: João Osório

As casas da vila de funcionários estão se acabando, mas é melhor isso do que criar um aluguel social com valor simbólico e oportunizar para aqueles que não tem casa a oportunidade de não deixar o patrimônio se acabar. O Grupo João Santos sempre pensou apenas em si e nos seus lucros. Que se lixe a população! É exatamente por isso que hoje os trabalhadores precisam recorrer sempre a justiça se quiserem receber seus dividendos.

Estamos falando de um Grupo que parou no tempo. Não envelheceram apenas as máquinas, mas os métodos e as práticas. Reclamam de falta de dinheiro, mas não prestam contas dos resultados financeiros de cada safra. No recente episódio de paralisação, tanto o Executivo como o Legislativo se calaram e acoube ao Ministério Público agir na intervenção. Por incrivel que pareça entre os políticos ninguém fala, ninguém grita e nem esbraveja porque parecem temer aquilo que já foi um “poderoso império”, mas que hoje se destrói com as próprias mãos.

Enquanto os trabalhadores sofrem o descaso, os herdeiros se matam pelo patrimônio. Recentemente os dois presidentes do Grupo – Fernando Santos e José Santos – foram cusados pelos familiares de estarem dilapidando o patrimônio da família. Segundo o Estatuto, para serem retirados do comando da empresa, é necessário 75% dos votos, mas os dois detém juntos 38% contra 68% da ala insatisfeita. Em meio as denúncias – que ambos negam – as acusações contra a diretoria do Grupo são de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, fraudes as execuções trabalhistas e formação de quadrilha. O caso composto por um um dossiê de 91 páginas já foi enviado para  a Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho em Pernambuco, onde fica a sede do Grupo. Para se ter uma noção do caos, o Grupo João Santos teria hoje uma dívida fiscal superior a R$ 8 bilhões, sendo que deste valor R$ 5 bilhões já estariam inscritos na dívida ativa da União.

Não investem nas empresas paralisadas e nem se livram delas. Se já tivessem vendido, Coelho Neto hoje teria como viver novos ares e poderiamos sonhar com o retorno dos áureos tempos de fortalecimento da economia local e de toda a região. Enquanto brigam lá por cima, os herdeiros do Grupo João Santos massacram o trabalhador, detonam o próprio patrimônio e submetem a cidade a continuar debaixo do seu pesado jugo.

Com contribuição do Valor Econômico

Fábrica do Grupo João Santos leiloa prédio em Teresina para pagar dívidas trabalhistas

Mesmo um ano depois do fechamento da fábrica da Itapissuma S/A  na cidade de Fronteiras, a empresa ainda se vê envolta em dívidas trabalhistas contraídas com a demissão em massa de 200 funcionários. É para pagar estes débitos que a Justiça do Trabalho determinou leilão, na modalidade venda direta, de um imóvel localizado na Avenida Frei Serafim e que pertence à empresa.

Ao todo, o leilão envolve três terrenos, indo da Rua Monsenhor Gil até a Avenida Frei Serafim, no Ilhotas, incluindo todas as construções existentes, de acordo com os limites e dimensões explicitados no edital. O imóvel da Frei Serafim, onde funciona a Engecopi, foi avaliado em R$ 8 milhões.

Com o montante arrecadado, a Justiça do Trabalho espera que a Itapissuma quite as dívidas contraídas com os mais de 500 processos ajuizados após a dispensa dos funcionários sem a prévia negociação com o sindicato da categoria, com salários atrasados e sem o pagamento de férias e verbas rescisórias. Até o momento, já foram realizados 113 acordos judiciais somente na Vara do Trabalho de Picos, resultantes das demissões.

Além de quitar as dívidas trabalhistas, a Itapissuma S/A deverá, segundo determinou a Justiça do Trabalho, utilizar o restante do valor conseguido nos leilões para adquirir insumos necessários para a retomada das atividades no Estado. A reabertura da indústria deverá priorizar a contratação dos ex-trabalhadores dispensados, comprovando essa situação nos autos.

Fonte: Ministério do Trabalho

Queda de braço entre funcionários e Grupo João Santos se agrava sob os olhares inertes do Executivo e Legislativo…

Nem prefeito e nem presidente da Câmara de Vereadores são capazes de se posicionar diante do flagrante desrespeito do Grupo João Santos com seus trabalhadores que a qualquer momento pode chegar ao extremo.

Trabalhadores atearam fogo em pneus na entrada das empresas

Com o descaramento das empresas em propor pagar os trabalhadores demitidos dessa safra apenas na safra do ano que vem, os manifestantes engrossaram e a empresa resolveu autorizar a liberação dos pagamentos na última sexta (13). Nesta segunda (16), os trabalhadores retomaram o protesto e queimaram pneus na portaria da empresa após a decisão extemporânea sabe-se lá por quais motivos de suspender o pagamento que já havia iniciado.

Lamentavelmente desde que a crise e agravou, nem o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), nem o presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT) se manifestaram sobre ocorrido, como se isso não fizesse parte de suas atribuições.

Para fazer politicagem no início do mandato, Américo e o suplente de deputado Rafael Leitoa (PDT) chegaram a programar uma intermediação sobre a situação do Grupo João Santos, mas após a saída dos fotógrafos e da imprensa tudo não passou de conversa fiada. Leitoa chegou a ensaiar uma ida ao Escritório Central do Grupo João Santos em Recife-PE, mas só atravessou mesmo o Itapirema para retornar para sua Timon.

Politicagem de Américo e Rafael Leitoa no início do ano ficou só no gogó

Os trabalhadores terão que contar com a própria sorte, porque se depender dos representantes dos poderes, eles estarão muito ocupados para tomar qualquer providência, afinal não estamos em ano eleitoral mesmo.

Uma lástima!

Post atualizado às 15:53h – Após uma reunião da empresa com o sidicato da categoria, o grupo João Santos se comprometeu novamente a retomar os pagamentos nesta terça (17).