João Alberto mostra força, elege aliado prefeito de Bacabal e impõe derrota em Flávio Dino

Edvan Brandão (PSC) foi eleito prefeito de Bacabal com 23.355 votos na eleição suplementar realizada neste domingo (28) junto com o segundo turno para o cargo de presidente da República. Ele é aliado do senador João Alberto (PMDB) e dos deputados Roberto Costa e João Marcelo, ambos do PMDB.

O prefeito eleito vai governar a cidade até 31 de dezembro de 2020.

Em segundo lugar ficou César Brito, aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), com 20.817 votos, seguido de Luís Padeiro (PSB), Professor Maninho (PRB) e Giselle Veloso (PR).

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, 50.214 eleitores votaram, e a abstenção foi de 14,10%%.

A eleição suplementar foi convocada depois que o então prefeito Zé Vieira (PR) foi afastado do cargo por consequência da Lei da Ficha Limpa.

Presidente da Câmara de Vereadores do município, Brandão assumiu interinamente o cargo.

O TRE ainda não divulgou a data da posse do novo prefeito.

Com contribuição do Blog do Marrapá

Datafolha: Bolsonaro 56%; Haddad, 44%

A distância entre os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) caiu de 18 para 12 pontos em uma semana, aponta pesquisa do Datafolha.

A três dias do segundo turno, o deputado tem 56% dos votos válidos, contra 44% do ex-prefeito de São Paulo. No levantamento passado, apurado em 17 e 18 de outubro, a diferença era de 59% a 41%.

Tanto a queda de Bolsonaro quanto a subida de Haddad se deram acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25).

O resultado é a mais expressiva mudança na curva das intenções de voto no segundo turno até aqui, e reflete um período de exposição negativa para o deputado do PSL.

No período, emergiu o caso do WhatsApp, revelado em reportagem da Folha que mostrou como empresários compraram pacotes de impulsionamento de mensagens contra o PT pelo aplicativo. A Justiça Eleitoral e a Polícia Federal abriram investigações.

No domingo (21), viralizou o vídeo da palestra de um de seus filhos, o deputado reeleito Eduardo (PSL-SP), em que ele sugere que basta “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo Tribunal Federal em caso de contestação de uma vitória de seu pai.

A fala foi amplamente condenada, inclusive por integrantes do Supremo, obrigando Bolsonaro a se desculpar com a corte. No mesmo domingo, o candidato fez um discurso via internet para apoiadores em São Paulo cheio de elementos polêmicos: sugeriu, por exemplo, que os “vermelhos” poderiam ser presos ou exilados, e disse que Haddad deveria ir para a cadeia.

Em votos totais, Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos. Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo. Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

O deputado perdeu apoio em todas as regiões do país, embora mantenha sua liderança uniforme, exceto no Nordeste, onde Haddad tem 56% dos votos totais e Bolsonaro, 30%.

A maior subida de Haddad ocorreu na região Norte, onde ganhou sete pontos, seguido da Sul, onde ganhou quatro. Já Bolsonaro mantém uma sólida vantagem na área mais populosa do país, o Sudeste: 53% a 31%. O Centro-Oeste e o Sul seguem como sua maior fortaleza eleitoral, com quase 60% dos votos totais nas regiões.

Entre os mais jovens (16 a 24 anos), Haddad viu sua intenção de voto subir de 39% para 45%, empatando tecnicamente com Bolsonaro, que caiu de 48% para 42%. Em todas as faixas etárias superiores, contudo, o deputado mantém sua vantagem sobre o ex-prefeito.

O segmento em que o petista mais subiu foi entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Ali, cresceu oito pontos, mas segue perdendo de forma elástica para Bolsonaro: 61% a 32% dos votos totais. Haddad lidera na outra ponta do estrato, entre os mais pobres (até 2 salários mínimos), com 47% contra 37% do deputado.

Entre o eleitorado masculino, Bolsonaro mantém ampla vantagem, embora tenha caído três pontos —mesma medida da subida do petista. Tem 55% a 35%, distância que é reduzida a um empate técnico por 42% a 41% entre as mulheres.

A rejeição a ambos os candidatos, uma marca desta eleição, permanece alta. Haddad viu a sua oscilar negativamente de 54% para 52%, enquanto Bolsonaro teve a sua subindo três pontos, para 44%. A certeza do voto dos eleitores declarados de ambos é alta: 94% dos bolsonaristas e 91% dos pró-Haddad se dizem convictos.

Da Folha de São Paulo

A juventude e sua participação nas Eleições

Secretário Nacional de Juventude Assis Filho

 

 

Por Assis Filho

O descrédito com os políticos e a sensação de que “são todos iguais” fez com que crescesse o desânimo da juventude brasileira com o processo eleitoral e a participação política. Isto se reflete no número proporcional de jovens de 16 e 17 anos que tiraram o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. O voto é facultativo para os menores de 18 anos e maiores de 16 desde 1988 e, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o percentual de jovens nessa faixa etária que tirou título para votar nas eleições presidenciais deste ano é de 21,58%, o que representa uma queda de 7,5% em relação às eleições de 2014, quando a proporção de títulos emitidos para essa faixa de idade foi de 23,33%.

O desencanto e o desalento dos jovens com a política se torna mais evidente se levarmos em consideração a queda no número de filiados às legendas partidárias. Nos últimos 8 anos, os 10 partidos que apresentaram candidatos à Presidência da República no primeiro turno sofreram uma redução de 44% em seus quadros jovens, perdendo 168 mil filiados na faixa de 16 a 24 anos, segundo dados do TSE. Não foram computados dados do PPL, da Rede e do Novo, partidos que não tinham registro em 2010.

O desânimo acontece não apenas entre os jovens brasileiros. Dados do cômputo geral após o primeiro turno, revelam que a abstenção foi de mais de 29,9 milhões e alcançou 20,33% do total de eleitores, o maior índice desde as eleições de 1998. Do total de brasileiros que fizeram questão de exercer sua cidadania e comparecerem às urnas, quase 10% votaram branco (2,65%) ou nulo (6,14%) para Presidente da República. Deixar de comparecer às urnas e votar branco ou nulo podem até ser formas de manifestação política, mas se você não escolhe, alguém decidirá por você.

Geração de emprego e formas de combater e reduzir a criminalidade são os assuntos que estão dominando o centro do debate político atual e a preocupação dos brasileiros. A juventude é a parcela da população mais atingida pelo desemprego e pela violência, de acordo com estudos do IPEA e do Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ), respectivamente, e não deve se abster dessa discussão.

Para tentar combater essa realidade, a Secretaria Nacional de Juventude criou o Inova Jovem e lança o Novo Plano Juventude Viva. O primeiro oferece cursos para quem pretende empreender, dando orientação para que a juventude possa gerir e administrar seu próprio negócio e sustento. E o segundo pretende reduzir os números de homicídios com ações de enfrentamento ao racismo institucional e à cultura de violência. Os números são ainda mais assustadores se levarmos em consideração o público LGBT: relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que levanta dados sobre assassinatos da população LGBT no Brasil há 38 anos, registrou 445 homicídios desse tipo em 2017, número 30% maior em relação ao ano anterior, que teve 343 casos.

Diante de todo esse quadro, é importante que os jovens participem na formulação e se engajem na fiscalização das políticas públicas. O Estatuto da Juventude, promulgado em 5 de agosto de 2013, garante aos jovens de 15 a 29 anos o direito à participação social e na formulação, execução e avaliação das políticas públicas para juventude. Desde janeiro de 2017 à frente da Secretaria Nacional de Juventude, tenho buscado ouvir os jovens por meio de rodas de conversa, da caravana da juventude com o lançamento do ID Jovem em todos os estados e da construção colaborativa dos Diagnósticos da Juventude Rural e da Juventude LGBT e tentado estimular os jovens a debater assuntos de seu interesse promovendo encontros e reuniões do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) descentralizados nos estados e incentivando a criação de conselhos estaduais e municipais de juventude, com o objetivo de criar uma cultura de participação.

Mudar a realidade do país só é possível por meio do exercício pleno da cidadania. O voto é um importante instrumento de mudança coletiva e a participação no processo eleitoral oferece os instrumentos para que quem se envolve no pleito tenha mais legitimidade para cobrar de seus governantes. A distância dos processos que envolvem a coisa pública e a falta de engajamento no exercício da cidadania, na prática, não ajudam em nada para que as transformações aconteçam. É necessário que haja uma mudança de cultura, tanto na ocupação dos espaços de participação da juventude, como dos próprios jovens em reconhecer seu papel e transformar essa realidade. Não ofereçam carta branca ao futuro presidente do País. Votem, exerçam sua cidadania e cobrem políticas públicas para a juventude do Brasil. Quanto maior participação popular, maior a legitimidade na hora da cobrança.

– Assis Filho é Advogado, especialista em Direito Administrativo, professor universitário e Secretário Nacional de Juventude da Presidência da República.

Ao lado de Arquimedes e Inácio Melo, Weverton agradece votação de Afonso Cunha

O senador Weverton Rocha (PDT), gravou mensagem agradecendo a população de Afonso Cunha pela vitória nas urnas na eleição do último dia (07).

Ao lado do prefeito Arquimedes Bacelar (PTB) e de Inácio Melo (marido da senadora eleita Eliziane Gama), o senador agradeceu a votação expressiva e afirmou que agora o município contará com uma bancada de dois senadores.

Assista o vídeo na íntegra:

As surpresas na eleição de Coelho Neto

 

O abrir das urnas revelaram muitas surpresas boas em Coelho Neto e os potenciais de muita gente nesse processo eleitoral.

A maior surpresa de todas ficou a cargo do vereador Dr Ricardo Chaves (PPS). Calado, acompanhado apenas do seu grupo político e discretamente, Chaves conseguiu para a deputada estadual eleita Cleide Coutinho (PSB), a quarta maior votação da eleição. Foram 1.203 votos. Chaves também ajudou na votação do deputado federal eleito Márcio Jerry (PCdoB) e mostrou maturidade política sem cobrar para si as vaidades de “pai da criança”, como aconteceu em outros casos.

Outra surpresa ficou a cargo de Ilson do Baiano. Candidato a deputado estadual, ele se consagrou com a quarta votação, contabilizando 1.153 votos, fazendo dobradinha com Gastão Vieira (PROS) e ajuando na sua votação de 2.249 votos.

O G-6 também não fez feio. Numa articulação com pouca estrutura, conseguiram transferir 781 votos para  de Marcos Caldas (PTB) e também ajudado na votação de Gastão Vieira.

O Presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT), também fez direitinho a lição de casa. Coube a ele a tarefa de arregimentar os votos para o candidato a deputado estadual Luiz Henrique (PT), amigo de primeira hora deo prefeito Américo de Sousa (PT). Mesmo comprando briga com Rafael Leitoa (PDT), conseguiu garantir 754 votos para o correligionário que por um fio não ficou no mandato.

O vereador João Paulo (MDB), também mostrou sua força, que ainda tem grupo político coeso e que não tem dono dos seus votos. Conseguiu com poucos dias de trabalho 458 votos para César Pires (PV) e 682 votos para Marreca Filho (Patriota).

Vítima da perseguição odienta do prefeito Américo, o ex-vereador Lustosa mostrou que não esta morto e conseguiu sozinho 437 votos para a candidata a estadual Belezinha (PR) e 310 votos para Josimar de Maranhaozinho.

Estreante nas movimentações políticas, o digital influencer Elesbão Magalhães conseguiu sozinho dar ao deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB), a terceira maior votação dele no interior do Estado. Mesmo tendo que brigar com gente que se acha dono dos votos da cidade para manter o apoio ao ex-diretor do Procon, foram 164 votos conseguidos apenas nas redes sociais e com estratégias de massificação de conteúdo, coisa que ele entende muito bem.

Todos estes revelaram grande força política eleitoral.

Cujo recall conquistados será importante para somar força em qualquer projeto para 2020.

É aguardar e conferir.

Weverton Rocha supera votação de Flávio Dino e consolida liderança no Maranhão…

Com quase 2 milhões de votos, jovem parlamentar elegeu-se senador com a maior votação da história maranhense e passa a figurar como uma das mais importantes figuras políticas do estado

Weverton nos braços do povo. Quase 2 milhões de votos maranhenses

O deputado federal Weverton Rocha foi o maior vencedor das eleições maranhenses. E alcançou a maior votação da história em todos os tempos.

À exceção de Fernando Haddad (PT), que obteve 61% dos votos para presidente, Weverton teve mais votos que todos os demais candidatos, qualquer que tenha sido o cargo em disputa.

Com seus 1.997.443 votos, Weverton supera em mais de 100 mil votos a votação do governador reeleito, Flávio Dino (PCdoB), e passa a figurar como uma das principais lideranças políticas do Maranhão.

A votação de Weverton Rocha foi gigantesca também em São Luís, onde ele obteve nada menos que 282.097 votos.

O novo senador do Maranhão é, a partir de agora, uma das três principais forças políticas do estado, ao lado do próprio Flávio Dino e do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT).

E essa força será evidenciada ao longo dos próximos oito anos.

É aguardar e conferir…

Do Blog do Marco d´Eça

Jorge Oliveira mostra força política e garante maioria para seus candidatos em Duque Bacelar

A abertura da urnas reforçaram a força e o prestígio político do grupo liderado pelo prefeito de Duque Bacelar Jorge Oliveira (PCdoB).

Lá ele apoiou a chapa completa de aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) e a vitória foi completa em todos os cargos da disputa.

Adelmo Soares que era seu candidato a deputado estadual teve 2.221 votos, Márcio Jerry como federal teve 3.263 votos, os senadores Weverton e Eliziane tiveram 4.072 e 3.942 respectivamente. O governador obteve 3.565 votos.

Com o resultado das urnas, Jorge Oliveira sai fortalecido na cidade.

E passa a ser mais bem visto ainda pelo Palácio dos Leões…

Zé Gentil obteve a maior votação já vista em Caxias…

Com uma votação nunca vista em Caxias, Zé Gentil foi eleito para uma cadeira na Assembléia Legislativa. Ele obteve 31.484 votos dos caxienses, chegando ao posto de um candidato com a maior votação no município. A votação de 62.351 vem mostrar que Fábio Gentil se tornou uma liderança muito forte na região.

O reflexo dessa grande votação está pautado na gestão de Fábio Gentil, cujas ações governamentais superam todas as expectativas dos caxienses, que vêem um governo comprometido com a coisa pública, cumpridora de suas promessas, honrando as aplicabilidades dos recursos públicos, que respeita os munícipes, valoriza os servidores públicos municipais, assim como os aposentados, fomenta o turismo e a cultura, fomenta obras essenciais para o bem-estar coletivo, seja na sede, ou seja, nos povoados, valoriza a educação, isso através de construções de escolas, valoriza o comércio local… Uma gestão exemplar para todo e qualquer gestor público.

Aí está os motivos dos caxienses optarem por Zé Gentil para representá-los na Assembléia Legislativa. Esse reflexo levou, ainda, o Paulinho a obter a melhor votação dos caxienses para a Câmara Federal.

As votações dos candidatos caxienses ficaram assim: Zé Gentil 31.487 votos, representou 42,89% dos votos válidos, Cleide alcançou 18.345 votos no município (24,99% dos votos válidos) e Adelmo Soares alcançou apenas 3.485 (4,75%). O resultado jogou por terra as pesquisas dos opositores ao governo Fábio Gentil, que queriam fazer crer que Adelmo Soares tinha uma grande vantagem sobre Zé Gentil e Cleide Coutinho com o dobro votos que seria dado a Zé Gentil… O tiro saiu pela culatra!!!

Para piorar, o grupo Coutinho, usou a vereadora Thais Coutinho, o ex-vice prefeito Junior Martins, vereador Wilson Martins e o vereador Tevi, para espalhar pelo município que a candidata Cleide Coutinho teria mais de 10 mil votos acima de Zé Gentil, tentando persuadir os caxienses, porém o povo soube mensurar bem a diferença da gestão dos Coutinhos para a gestão de Fábio Gentil…

O resultado, com isso, refletiu a verdade e transformou Zé Gentil como candidato mais bem votado em toda a história de Caxias.

Do Blog do Caio Hostílio

Flávio Dino é reeleito e garante a eleição de Weverton e Eliziane para o Senado

Com 96,48 das urnas apuradas, fixa garantida a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), já para o 1º Turno neste domingo (07).

O comunista já tem 1,8 milhão de votos, contra 911 mil de Roseana Sarney (MDB), 243 mil de Maura Jorge e 62 mil de Roberto Rocha.

Além de reeleger-se governador do Maranhão no 1º turno, Flávio Dino (PCdoB) também já pode comemorar uma vitória completa na eleição deste ano.

Às 22h45, com 96,92% das urnas apuradas, Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS) já são senadores eleitos.

O pedetista tem 35% dos votos válidos (1,9 milhão), e a popular-socialista, 27,02% (1,4 milhão).

Sarney Filho (PV) ficou com 726 mil e precisaria de praticamente 100% dos votos restantes para alcançar a segunda colocada.

Edison Lobão (MDB) terminou apenas em quarto lugar.

Com contribuição do Blog do Gilberto Leda

Decisão da Justiça libera Rosângela Curado para disputar eleição

Após entrar com os embargos de declaração,  candidata a deputada estadual Rosângela Curado (Patriota), conseguiu garantir na justiça nesta quinta (04), a liminar para disputar a eleição.

O Tribunal Regional Eleitoral – TER, havia indeferido o pedido de registro de candidatura em função de possuir condenação referente ao julgamento irregular de suas contas quando geriu a Secretaria Municipal de Saúde de Imperatriz, em 2008.

Com a liminar assinada pelo juiz Gladiston Luis Nascimento Cutrim, fica “determinado a suspensão dos efeitos do acordão nº 2522017, referente ao processo nº30292009 de responsabilidade de Rosângela Aparecida da Silva Barros realizado pelo Tribunal de Contas do estado – TCE.

Com a decisão, Curado ganha fôlego e está de volta ao páreo e apta a ser votada.