Dino se revolta com fuzilamento do Rio, mas nunca deu respostas sobre fuzilamento da PM em Balsas

Dino se revolta com fuzilamento do Rio, mas nunca deu respostas sobre fuzilamento da PM em Balsas

O governador Flávio Dino (PCdoB) amanheceu indignado nesta segunda-feira (8).

Dentre os motivos, o fuzilamento do carro da família de um músico no Rio de Janeiro por homens do Exército.

O crime, é claro, chocou o país e revolta todo cidadão de bem.

Mas Dino não é um cidadão qualquer. É o governador do Maranhão.

E, como tal, além de indignar-se com casos como esse do Rio, deveria também não apenas indignar-se, mas atuar para resolver problemas parecidos no Maranhão.

Algo que não se viu, por exemplo, quando uma estudante foi fuzilada em Balsas por policiais militares (reveja). Ou alguém viu Dino indignado e empenhado em solucionar esse caso?

Aliás, o crime ocorreu em 2016 e, até hoje, ninguém foi condenado.

Do Blog do Gilberto Leda

Sarney e Dino têm propostas de indenização para vítimas de bala perdida

Apesar de adversários no Maranhão, José Sarney e Flávio Dino são autores de projetos que tratam da reparação a vítimas de bala perdida.

Mais abrangente, o projeto do ex-senador Sarney, de 2004, propõe a criação de um fundo de assistência a vítimas de crimes violentos. Estariam aptos a receber a indenização herdeiros e vítimas de lesão corporal, homicídio e crimes sexuais.

O de Flávio Dino, de 2007, tramita hoje em conjunto com outro, do deputado Rômulo Gouveia. Pelo texto, a indenização seria de até R$ 350 mil, mas só seria paga para quem fosse alvejado por balas disparadas durante confronto entre forças policiais e terceiros.

Ambos aguardam ainda apreciação nas comissões temáticas da Câmara. Se aprovado, o de Dino precisa passar também pelo Senado. (Lauro Jardim)

Roseana não comenta aumento da miséria no governo Dino: “não sou professora de Deus”

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) foi espirituosa, ontem (11), ao ser instada a comentar o aumento da miséria no Maranhão nos últimos três anos, período que coincide com a gestão do governador Flávio Dino (PCdoB).

Durante entrevista ao jornalista Jorge Aragão, na Rádio Mirante AM, a emedebista recusou-se a comentar os dados recentes, que põem em xeque a capacidade administrativa do comunista.

“Eu prefiro não comentar e repasso essa pergunta ao povo do Maranhão. Quem tem que analisar não sou eu. Eu não sou juíza e nem professora de Deus para analisar tudo. Eu sou uma pessoa comum, eu não sei tudo. As pessoas é que vão analisar se o Maranhão cresceu, ou não cresceu”, disse.

Segundo ela, no entanto, agora há a possibilidade de comparação.

“A vida inteira as pessoas me acusavam sobre essa coisa de pobreza. Agora as pessoas que estão no governo estão compreendo o que é governar. Estão sabendo o que é governar. Não é fácil governar. Então eu me resguardo a não comentar, pois esse não é o meu estilo”, completou.

Do Blog do Gilberto Leda