É o governo quem precisa se explicar, Márcio Jerry…

Ao atacar os próprios colegas jornalistas – por informação falsa publicada no próprio site governista – deputado federal levanta mais suspeitas de que tudo não passou de mais uma armação palaciana

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) vocifera desde ontem contra a imprensa e contra os próprios colegas jornalistas, após notícia falsa – publicada no site do seu próprio governo – dando conta de sua morte, na última quarta-feira, 5.

O caso: o site ma.gov.br publicou “Nota de Pesar” pelo falecimento do deputado federal comunista em acidente de avião.

O site chegou a dar prefixo da aeronave e dados da viagem.

Horas depois, o portal governista retirou a informação, mas até agora não emitiu nenhum comunicado sobre o infeliz equívoco.

Ao usar sua verborragia ácida contra os colegas de profissão – alguns tratados até de “canalhas” – Jerry tenta esconder o fato de que foi o próprio governo Flávio Dino (PCdoB), em suas páginas oficiais, quem anunciou sua morte.

Pior: até agora, o Palácio dos Leões não emitiu qualquer nota desculpando-se com o deputado e com o público leitor, submetidos à fake news oficial.

Detalhe: a fake news palaciana foi plantada exatamente no período em que Jerry era bombardeado em todo país por posicionamentos atabalhoados nas redes sociais – o que amplia a suspeita de “cortina de fumaça”.

Mas Jerry prefere agredir jornalistas que chegaram a comentar o fato após publicação no site do governo.

Comportamento típico dos “mortos-vivos” que perambulam na política…

Do Blog do Marco d´Eça

Cidadã reclama da dificuldade em registrar Boletim de Ocorrência em Coelho Neto

Cidadã reclama da dificuldade em registrar Boletim de Ocorrência em Coelho Neto

O blog recebeu a denúncia de uma cidadã de Coelho Neto reclamando sobre as dificuldades de se registrar um Boletim de Ocorrência.

Sem saber dos motivos do impedimento, ela relata que há duas semanas o documento não pode ser expedido na cidade.

O Boletim de Ocorrência é um instrumento capaz de comunicar à autoridade policial determinado fato, seja ele crime ou não.

Sem a expedição do documento, ela relata que quando busca respostas não consegue obter qualquer previsão de quando o problema será resolvido.

Rafael Cruz denuncia abuso de autoridade do secretário de Meio Ambiente e recebe apoio dos vereadores

Rafael Cruz denuncia abuso de autoridade do secretário de Meio Ambiente e recebe apoio dos vereadores

O vereador Rafael Cruz (MDB), utilizou o Grande Expediente da última segunda (29), para denunciar uma situação de abuso de poder e perseguição política cometido pelo secretário de Meio Ambiente Gabriel Delano.

Segundo o parlamentar “houve uma invasão ao prédio da Rádio Meio Norte, na qual o meu pai é diretor e eu estava lá no momento, passar pelo constrangimento de receber voz de prisão por um homem descontrolado, um homem que não sabe o cargo que ocupa, não sabe as suas limitações, que é o seu secretário de Meio Ambiente, Gabriel Delano. Ele faz papel de secretário de infraestrutura, faz papel de secretário de administração, faz papel de capanga e capacho do prefeito e ai ele vai se perdendo na frente de suas atividades”, disse o parlamentar.

Conforme informou o vereador, o secretário quis lacrar o prédio da rádio por conta de um alvará através de uma ordem administrativa e passando por cima de uma ação judicial. Segundo ele a tentativa do governo de fechar a rádio já fora feito duas vezes e que o secretário cometeu excessos como invasão de propriedade privada, abuso de poder, ameaça e sabotagem (mandando cortar a energia). Ele parabenizou atuação da Polícia Militar que agiu com isionomia e negou a voz de prisão.

“Coelho Neto ainda vive o tempo do capitão do mato, quando querem mandar fazer o enfrentamento direto manda o Gabriel Delano, os caras tapando um buraco na rua a prerrogativa é da secretaria de Infraestrutura mas que foi era o meio ambiente, que ele chega jogando o carro por cima dos cones, chega dando voz de prisão” explicou ele.

APARTES

Em sua fala, o vereador REGINALDO JANSE (MDB), disse que achava ridícula a atitude e não era porque era líder do governo que ele iria aceitar e ser conivente com alguma coisa que eu acho o oposto do entendimento dele. Disse que era feio, mas que existia maneiras de se abordar caso fosse identificado irregularidades e assim após todo um processo responder na forma da lei, se mostrando solidário a situação e repudiando a atitude do secretário. O vereador JOÃO PAULO (MDB), disse que não compactuava com essa atitude, mas que não havia ordem judicial para o ocorrido que mais parecia uma barbeiragem, arbitrariedade e que sua atuação muitas vezes prejudicava o governo. Que parabenizava a atuação de alguns secretários, mas que repudiava sempre as atitudes de Delano. SILAS DO LOURO (MDB), disse que em se tratando de Gabriel Delano não insistiria no assunto porque na opinião dele 70% da Casa não concordava com as atitudes dele e aproveitou para reclamar a burocracia para tirar um alvará, que nos governos anteriores era facilitado mas que agora passa por várias análises dificultando a liberação do documento. RICARDO CHAVES parabenizou o vereador pela coragem, disse que era público e notório que a Câmara não concorda com a atuação do secretário, fator comprovado por diversas vezes e que a Câmara deveria assinar uma manifestação de repúdio a atitudes como essa, que vem passando do limite. MARCOS TOURINHO disse que assustou com a situação de excesso, com a forma da abordagem e que temeu pelos desdobramentos da ação. Falou que a opinião dele não era sobre a legalidade, mas sobre o excesso, que não era a primeira vez e que acaba arranhando o governo e trazendo uma imagem negativa perante a opinião pública. O presidente aproveitou para parabenizar o equilíbrio da Polícia Militar para conduzir o processo.

Ascom/ CMCN

João de Deus disse à polícia não saber quantas casas e carros possui

Médium declarou em depoimento à Polícia Civil que não sabia precisar quantos imóveis e veículos tem. Ele está preso suspeito de abusar de mulheres que o procuravam para tratamento espiritual e nega as acusações.

O médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, declarou à Polícia Civil que sua renda vem de sete fazendas em Goiás, que ele administra, e rendem R$ 60 mil. Ainda no depoimento, ele disse ter “várias” casas e não sabe quantos carros possui. O médium está preso suspeito de abusar de mulheres que o procuravam para tratamentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia. João de Deus nega as acusações.

Durante as investigações, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em vários endereços ligados a João de Deus. A corporação informou que, no total, foram encontrados R$ 1,6 milhão em espécie, além de pedras que aparentam ser esmeraldas, medicamentos e seis armas de fogo. Boa parte do material apreendido foi encontrada em um porão acessível por um fundo-falso de um armário.

Em entrevista exclusiva ao Fantástico, o delegado Valdemir Branco, que faz parte da força-tarefa que investiga o médium, comentou sobre a grande quantia em dinheiro achada.

“Se ele escondeu é porque veio de algo ilícito. Ele terá que dar explicações”, afirmou o delegado.

A defesa de João de Deus, que sempre negou as acusações, disse à TV Anhanguera que “muito do dinheiro encontrado tem a ver com antigas doações”.

Bens e propriedades

Durante depoimento à corporação, João de Deus disse à Polícia Civil que sua profissão é de “empresário”. Ele também declarou também não saber quanto ganha com “lojas” e a farmácia da Casa Dom Inácio de Loyola, que foi interditada na última sexta-feira (21) por produzir medicamentos em escala industrial sem autorização.

O médium contou que suas sete fazendas ficam em Goiás, mas não disse qual a produção de cada uma. Todas são em diferentes cidades do estado e também não há dados das dimensões das propriedades.

  • 1 fazenda em Crixás
  • 1 fazenda em Itapaci
  • 1 fazenda em Jaraguá
  • 1 fazenda em Anápolis
  • 1 fazenda em São Miguel
  • 1 fazenda em Pirenópolis
  • 1 fazenda em Abadiânia

O Fantástico mostrou no domingo (23), com exclusividade, o interior de uma das casas de João de Deus. As imagens foram feitas na residência dele em Anápolis, a 55 km de Goiânia, e revelam um imóvel tem dois andares, quatro quartos, uma suíte com hidromassagem e um elevador.

Investigações

João de Deus está preso desde o dia 16 de dezembro, quando se entregou à polícia. Ele tem dois mandados de prisão: um por suspeita de abusos sexuais contra mulheres e outro por posse ilegal de arma de fogo.

Segundo a Polícia Civil, os armamentos não têm registro e um deles está com a numeração raspada. Além disso, João de Deus não tem permissão para ter armas.

Ao conceder o mandado de prisão por posse ilegal de arma de fogo, o juiz Liciomar Fernandes da Silva, disse que o médium “chefia uma organização criminosa”.

Advogado do médium afirmou, em nota, que o “juiz fez uma afirmação grave e sem qualquer base empírica. Essa é a verdade”.

Situação atual

Do G1

Saúde de Coelho Neto: Licitação prevê gastos de quase R$ 100 mil reais com sacos de lixo acima do preço

 

A licitação 023/2018, modalidade pregão presencial, tipo menor preço ofertado, que diz respeito a contratação de empresa especializada para Aquisição de Material de Limpeza Hospitalar, para atender as necessidades da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Coelho Neto, com valor global na casa dos R$ 322,121,58 (Trezentos e vinte e dois mil cento e vinte um reais e cinquenta e oito centavos), contemplou na sua lista de itens, a aquisição de quase 100 mil sacos de lixos a um custo de R$ 85,860,00 ( oitenta e cinco mil oitocentos e sessenta reais). Dois pontos divergentes criam estranheza na licitação homologada no dia 18 de junho de 2018.

O primeiro ponto, é que não serão aceitos objetos licitados diferentes das especificações estabelecidas no Termo de Referência e na Proposta da Contratada. Isso fica evidenciado na cláusula sexta, paragrafo quarto do termo de contrato como se vê na imagem abaixo, ou seja, os sacos entregues devem se de marca, cor, volume, material e preço idênticos aos do termo.

O que se observa é que sacos brancos de lixo do tipo plástico leitoso deveriam estar nas lixeiras dos prédios públicos da saúde. Mas, não há um registro de sacos brancos desse tipo ou marca em nenhum desses. 100 mil sacos de lixos dariam para ser usados 131 sacos diariamente por dois anos seguidos, impossível não vê-los.

O segundo ponto, é que esses mesmos sacos foram adquiridos por preços muito acima do preço médio de mercado. Um breve pesquisa na internet pelo mesmo saco de 100 litros da marca HIGSTORE por exemplo, evidenciou que estes custaram para os cofres do município o valor unitário de R$ 1,20. O seu valor médio de mercado é de apenas R$ 0,74, ou seja, 62% mais caro. O saco de 50 litros da mesma marca e que fora comprado por R$ 0,68 enquanto seu preço médio de mercado custa apenas R$ 0,32. Foi comprado  pela exorbitante diferença de 112% mais cara do que ele realmente vale.

Vivemos num país de economia globalizada e de concorrência acirrada. Não existem diferenças de preços tão elásticas, a não ser que seja num período promocional, os preços variarão muito pouco nos mercados concorrentes. Façam suas contas com as imagens das pesquisa de preços abaixo:

Para finalizar, ficam duas  perguntas, onde estão os 96 mil sacos de lixo brancos que a saúde adquiriu e que licitação aceitar pagar por produtos com preço até 112% acima do valor de mercado?

COMENTÁRIO DO BLOG – A Secretaria de Saúde está me saindo bem pior do que a encomenda não? É um escândalo atrás do outro. E o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT), segue em silêncio, aliás como faz sempre quando as denúncias do seu governo vem a tona…

Com contribuição do Portal R 10

“Ele já havia feito uma denúncia e depois desmentiu a si próprio”, diz Arquimedes sobre ex-prefeito

O prefeito de Afonso Cunha Arquimedes Bacelar (PTB), voltou a usar a rede social da prefeitura para falar sobre as graves acusações impostas a ele pelo ex-prefeito José Leane (MDB).

“É a história mais sem pé nem cabeça que já existiu e os próprios fatos colaboram para revelar quem está falando a verdade. A questão dele com o policial é antiga e eu não tenho nada a ver com essa história”, disse o prefeito.

Em sua defesa, Arquimedes apresentou a cópia de um documento assinado pelo próprio ex-prefeito confirmando o que ele diz.

“Nesse documento datado 26 de agosto de 2016 o ex-prefeito compareceu ao Comando da 3ª Companhia para desmentir ele próprio, após as acusações que havia feito contra o mesmo policial. Ou seja ele denunciou o policial, abriu-se uma sindicância para apurar os fatos e ele foi na sequência e disse não haver interesse em dar continuidade no processo. No documento o próprio Leane retira a denúncia que fez e ainda disse que tudo não havia passado de mal entendido”, disse o prefeito.

Arquimedes lamentou o fato de ter seu nome envolvido nesse episódio e reafirmou que está tomando as medidas cabíveis para esclarecer os fatos.

Aberta investigação contra Flávio Dino por suspeita de lavagem de dinheiro

O Ministério Público Federal instaurou uma investigação a partir de representação formulada por Otávio Batista Arantes de Mello, na qual afirma a existência de crime de lavagem de dinheiro relacionada à investigação denominada “Lava Jato”, envolvendo o Governador do Estado do Maranhão Flávio Dino.

De acordo com o documento: “Confrontando-se aqueles fatos com os descritos nos presentes autos, constata-se a inexistência de conexão intersubjetiva ou probatória entre ambos. Por outro lado, tal qual se evidenciou naquela sede, os supostos delitos narrados na representação (falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro) correspondem a fatos que teriam ocorrido antes da diplomação de FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA como Governador do Estado do Maranhão, quando ainda disputava o pleito e exercia a presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), não guardando qualquer relação com o exercício do mandato eletivo.Nesse contexto, e na linha de recentes julgados do Superior Tribunal 1, falece atribuição à Procuradoria-Geral de República para apuração dos fatos. O retorno dos autos à Procurado- ria-Regional Eleitoral no Maranhão para adoção de medidas que entender cabíveis”.

Confira na íntegra a denúncia:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Procuradoria-Geral da República
N.o PGR-00641830/2018/VPGR-LMM
NOTÍCIA DE FATO No 1.00.000.020861/2018-96 REPRESENTANTE: OTÁVIO BATISTA ARANTES DE MELLO REPRESENTADO : FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA

Trata-se de Notícia de Fato instaurada a partir de representação formulada por Otávio Batista Arantes de Mello, na qual afirma a existência de crime de lavagem de dinheiro relacionada à investigação denominada “Lava Jato”, envolvendo o Governador do Estado do Maranhão FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA.

2. Aduz o representante que o partido político PC do B do Maranhão, através de seu Comitê Financeiro Distrital/Estadual para Governador, pagou inicialmente à empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME a quantia de R$ 500.000,00, declarando a referida despesa ilicitamente à Justiça Eleitoral no pleito de 2014. Ocorre que o respectivo serviço não teria sido prestado, consoante revelou o empresário Aldo Oberdan Pinheiro Monteiro ao jornal “O Estado do Maranhão”. O empresário afirmou ter confiado a administração de sua empresa individual a Carlos Alberto Miranda, que também atuava no ramo de filmagens de eventos, como aniversários e formaturas, sem imaginar que ela seria utilizada para emissão de notas fiscais em campanha política.
Assinado com certificado digital por LUCIANO MARIZ MAIA, em 23/11/2018 15:14. Para verificar a autenticidade acesse http://www.transparencia.mpf.mp.br/validacaodocumento. Chave 51C9E14A.1BE5DB55.41DD94A5.BA93000F

Ministério Público Federal

3. Segundo a representação, na prestação de contas apresentada pelo partido político à Justiça Eleitoral, consta despesa com Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME no valor de R$ 1.380.000,00, quantia essa lançada como crédito estimado na planilha de receitas do candidato a Governador FLÁVIO DINO. O montante se mostraria incompatível com o volume recebido a título de doações de empresas envolvidas na investigação Lava Jato, a saber, UTC, OAS e ODEBRECHT.

4. Esclarece o representante, também, que a lavagem de dinheiro teve início em 29/3/20012, quando Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro teria sido cooptado e convencido a outorgar procuração pública, com amplos poderes, a Carlos Alberto Miranda Silva, de forma que este passasse a administrar a empresa individual de titularidade do primeiro e receber depósito bancário oriundo do Comitê Financeiro do PC do B, posteriormente pulverizado por meio de depósitos a terceiros, saques e transferências. Aliado a isso, assevera que a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME, com capital social de R$ 30.000,00, teria sido a destinatária da quantia de R$ 1.380.000,00 por prestação de serviços de produção de programa de rádio e TV e vídeos, embora não possuísse estrutura e capacidade para realizar o serviço.

5. Os autos estão instruídos com cópias de reportagens divulgadas na “Revista Isto É” e “O Estado do Maranhão”, intituladas “A Val de Flávio Dino” e “Ação pede reabertura de sindicância da Lava Jato contra Flávio Dino”, respectivamente. Constam, também, notas fiscais de prestação de serviços emitidas em 13/8 e 2/10/2014 pela empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME ao Comitê Financeiro MA Distrital/Estadual para Governador do PC do B, nos valores de R$ 500.000,00 e 880.000,00, bem como cópia de escritura pública de revogação de mandato, datada de 4 de abril de 2016, tendo como outorgante Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro e como outorgado, Carlos Alberto Miranda Silva, a quem haviam sido outorgados amplos e ilimitados poderes para gerir e administrar a firma individual Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro – ME.

6. A Procuradoria-Regional Eleitoral no Maranhão promoveu o declínio de atribuição à Procuradoria-Geral da República, sob o argumento de que, aparentemente, os fatos noticiados já foram objeto da Sindicância no 658/DF, no Superior Tribunal de Justiça, bem como que o ora representante também protocolou idêntica petição perante o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão – TRE-MA (Pje no 0600121-64.2018.6.10.0000), arquivada pelo Tribunal, com remessa de cópia à PGR em vista do trâmite da Sindicância 658/DF.

7. É o que cabe relatar.

8. Inicialmente, importa estabelecer a ausência de conexão com os fatos investigados no bojo da Sindicância no 658/DF, arquivada no âmbito do Superior Tribunal de Justiça.

9. A referida Sindicância foi instaurada a partir da Notícia de Fato no 1.00.000.007251/2017-16, com cópia da Petição 6.704, que tramitou perante o Supremo Tribunal Federal, versando sobre colaboração premiada celebrada por José de Carvalho Filho, executivo da Odebrecht. De acordo com o colaborador, o Governador do Estado do Maranhão FLÁVIO DINO solicitou à empreiteira Odebrecht doação para as campanhas ao governo do Estado do Maranhão nos anos de 2010 e 2014, tendo como ponto de convergência o Projeto de Lei no 2279/07, que tinha como objeto trazer maior segurança jurídica a empresas estrangeiras que mantinham investimentos em Cuba.

10. Após o detido exame dos autos, a conclusão do então Vice- Procurador-Geral da República, pelo arquivamento da Sindicância, foi no sentido de que “não é possível dessumir das declarações do colaborador hipótese de corrupção ativa/passiva, em que as doações eleitorais, contabilizadas ou não, decorreriam de acerto para algum benefício futuro ao corruptor” e, “quanto à doação relativa à campanha de 2014, Flávio Dino ocupava o cargo de Presidente da Embratur e não houve qualquer tipo de vínculo a interesses da empresa. Neste aspecto, após os investigadores indagarem expressamente( aos 13:47 minutos da gravação) se ficou acertado nas tratativas com Flávio Dino que as contribuições de campanha, tanto em 2010 quanto em 2014, envolviam algum tipo de facilitação para a empresa no
Maranhão, o colaborador foi enfático ao afirmar “ De forma alguma!”(aos 14:07 minutos da gravação)”.

11. Confrontando-se aqueles fatos com os descritos nos presentes autos, constata-se a inexistência de conexão intersubjetiva ou probatória entre ambos. Por outro lado, tal qual se evidenciou naquela sede, os supostos delitos narrados na representação (falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro) correspondem a fatos que teriam ocorrido antes da diplomação de FLÁVIO DINO DE CASTRO E COSTA como Governador do Estado do Maranhão, quando ainda disputava o pleito e exercia a presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), não guardando qualquer relação com o exercício do mandato eletivo. Nesse contexto, e na linha de recentes julgados do Superior Tribunal 1, falece atribuição à Procuradoria-Geral de República para apuração dos fatos. No retorno dos autos à Procuradoria-Regional Eleitoral no Maranhão para adoção de medidas que entender cabíveis.

Do Blog do Diego Emir

Denúncia: Saúde de Coelho Neto: sem teste, sem vacina e sem profissional…

Um pai bastante revoltado denunciou mais um descalabro vivido pela saúde de Coelho Neto, que encontra-se relegada e sem corresponder a mudança vendida pelo prefeito Américo de Sousa (PT), durante a campanha eleitoral.

O blog recebeu uma denúncia de um pai revoltado ao procurar a Unidade Básica de Saúde – UBS Santo Antônio para buscar atendimento para a filha recém nascida.

Ele procurou a UBS para realizar os testes (do pezinho da orelha e da língua), bem como a aplicação da vacina BCG. Segundo ele, nem os testes foram feitos e nem a vacina foi dada porque não tinha.

Ele procurou o hospital Casa de Saúde e Maternidade e lá tinha a vacina, mas a pessoa que aplicava ninguém sabia onde ela estava. Foi essa a explicação dada. É ou não é o cúmulo do absurdo?

É essa a saúde “da mudança” vendida governo em Coelho Neto.

A mudança de gogó apenas, como tudo do atual governo…

Em áudio, mulher denuncia “cabeça de librina” por não indenizar morador do Bairro Santana

Circula nas redes sociais desde ontem (27), um áudio de uma mulher denunciando o “cabeça de librina”, que ela explica ser o prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT).

Segundo ela, havia uma rua sem saída ligada a rua Genes Soares e que ele decidido abrir a rua. Foi na casa de um senhor chamado Chico que teria algo impedindo (não explica se casa ou terreno) e prometeu dar uma casa pra ele como inenização. Acerto feito, mandou asfaltar a via.

Resultado: Após a abertura da rua, seu Chico teria se deslocado para o interior do Piauí e agora nem o terreno e muito menos a casa. Ela diz que aconselhou o morador a buscar os direitos na justiça. Desde que os áudios foram divulgados, o governo permanece em silêncio sepulcral sobre o caso.

Ouça os áudios:

TJMA vai apurar caso de servidor que assinou pesquisa da Exata

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) informou hoje (14), por meio de nota, que vai apurar a denúncia de que um analista judiciário assina pesquisa eleitoral do Instituto Exata.

O caso foi revelado em primeira mão pelo Blog do Gilberto Léda nesta semana (reveja).

Vitor Emmanuel Bouças é estatístico lotado na CGJ e, de acordo com o advogado Thales de Andrade, autor da reclamação, não poderia estar atuando para iniciativa privada.

Segundo o TJ, já foi solicitado à Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) o encaminhamento da Reclamação Disciplinar protocolada por Andrade.

O objetivo é instaurar processo disciplinar, “com vistas à apuração da denúncia de que o servidor Vitor Emmanuel Bouças da Silva – lotado na Divisão de Acompanhamento de Dados Estatísticos da Justiça de 2° Grau – estaria assinando pesquisas eleitorais, em descumprimento a Lei Estadual nº 6.107/1994 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Maranhão) – artigo 2º, inciso II – e em desacordo com a Resolução n° 50/2010, que aprova o Regulamento Disciplinar dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Maranhão”.

Do Blog do Gilberto Leda