Grupo João Santos deve demitir mais 70 em Coelho Neto…

Fachada principal da Itapagé S/A

Ao que tudo indica a crise no Grupo João Santos só tende a piorar. Segundo informações colhidas pelo blog e complementando postagem feita anteriormente, entre os 80 funcionários demitidos nesta segunda (19), além de funcionários da Agrimex S/A constavam também trabalhadores da Itapagé S/A.

Segundo apuramos, a informação dada pela empresa ao Sindicato Sinpacel é de que outros 70 funcionários das duas empresas também devem ser demitidos.

A situação é crítica, já que em meio ao cenário de crise, teremos 150 trabalhadores que perderão seus postos de trabalho.

Não custa nada lembrar que a demissão em massa ocorre poucos meses depois do prefeito Soliney Silva (PMDB), dizer em rede de TV local que a empresa não fecharia em sua gestão porque ele não deixaria.

Embora seja uma inverdade, todo mundo sabe que o peemedebista enche a boca pra culpar o ex-prefeito Magno Bacelar pelas demissões que culminaram com o fechamento da Itapagé S/A.

E com tantas demissões ocorrendo justamente no final dos seus 08 (oito) anos de governo, de quem seria a culpa? Ou nesse caso não tem culpado?

Pelo visto, pau que dá em Chico, também dá em Francisco…

Foto: Homero Lima

Temer aproveita fim de semana para discutir crise dos estados

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O presidente Michel Temer permaneceu em Brasília neste fim de semana em contato por telefone com governadores e ministros a fim de discutir saídas para a crise financeira dos estados, informa a repórter Luciana Amaral, do G1.

Na noite de quinta-feira (10), Temer se reuniu na residência oficial do Palácio do Jaburu com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Eles conversaram sobre o problema do Rio, mas, embora julgue que o estado está se tornando “ingovernável” e tenha ameaçado pedir intervenção federal, Pezão não fez essa solicitação. Na avaliação de Temer, essa opção está fora de cogitação porque poderia atrapalhar a tramitação da PEC do teto de gastos no Congresso.

Nas conversas por telefone com governadores e ministros, o presidente buscará, segundo interlocutores, uma saída de caráter mais perene para todos os estados, de médio prazo, e não só para o Rio.

Temer também não quer uma solução apenas para o pagamento do 13º salário dos funcionários públicos. Para o caso dos municípios, ele apresentou como alternativa, em vídeo divulgado nesta sexta (11), o uso pelos prefeitos de recursos da repatriação.

O presidente receia que os protestos no Rio de Janeiro, onde houve invasão da Assembleia Legislativa, possam se multiplicar e se espalhar pelo país.

Do Blog do Camarotti

“Somos um exemplo é para o país”, diz Soliney ao destacar pagamento do funcionalismo

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Soliney Silva: destaque ao enfrentamento da crise 

Em grande parte das prefeituras do país a situação é de calamidade. Os cofres vazios devido a crise financeira atinge em cheio e diretamente o bolso dos servidores públicos municipais. Em conversa com o blog na manhã desta quinta (03), o prefeito de Coelho Neto Soliney Silva (PMDB), admitiu a grave situação que atinge os municípios, mas se colocou como uma referência para o país no quesito.

“Não vou dizer que estamos fora da crise, mas posso garantir que que temos tido determinação suficiente para não se esconder dos problemas, mas enfrenta-los de frente. Acabamos de comemorar o Dia do Servidor Público e não hesitei em divulgar mensagem de reconhecimento aos nossos colaboradores, porque ao longo desses anos foram eles que me ajudaram a cuidar e administrar o município. São inúmeros os casos em que o funcionalismo sofre com descaso do Poder Público, mas felizmente essa não é nossa realidade”, disse ele.

O peemedebista admitiu as dificuldades financeiras mas destacou que tem colocado o funcionalismo em primeiro plano.

“Na nossa gestão o funcionalismo vem em primeiro plano. Com todas as dificuldades financeiras que temos passado, estamos fazendo o máximo de esforço para que essa fase ruim não atinja a mesa dos servidores públicos. A intenção ao priorizar ao funcionalismo alcança nossa meta de não permitir que o dinheiro deixe de circular e a rede comercial local seja prejudicada”, explicou ele.

Soliney disse ainda que mesmo no final do seu mandato o respeito ao funcionalismo público deve continuar até o último dia de governo.

“Continuamos pagando a folha como prioridade e o que é melhor, sem demissões em massa. Enquanto prefeitos e governadores parcelam salários, demitem funcionários e não dispõem de recursos para honrar o pagamento do funcionário, aqui fazemos o caminho inverso. Todo esse esforço sem dúvida alguma nos coloca numa posição confortável de referência, não apenas para a região e para o Estado, como também para o país”, finalizou ele.

Crise pode afetar serviços básicos no estados, avalia Flávio Dino

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deu uma preocupante declaração hoje (7), após reunião de governadores dos estados do Nordeste com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em Brasília.

À Agência Brasil o comunista disse que os estados – e não descartou o Maranhão – podem ter problemas para “prover serviços básicos” caso o Governo Federal não concorde em dar-lhes socorro financeiro.

Os governadores pedem uma compensação de, no mínimo, R$ 14,3 bilhões por perdas no Fundo de Participação dos Estados (FPE), provocadas por desonerações fiscais.

“Já nos basta a maior crise econômica do século XXI e já nos basta uma crise política monumental. Temos agora que evitar uma crise federativa, porque, na medida em que os estados não puderem mais prover serviços básicos, é claro que nós vamos ter consequências muito severas”, disse o governador do Maranhão, Flávio Dino, ao sair do Ministério da Fazenda.

O encontro com os governadores ocorreu pouco antes de uma reunião de Meirelles com o presidente interino, Michel Temer, para fechar o tamanho do déficit para a meta fiscal de 2017, a ser anunciada hoje pelo governo. Ao ministro, os governadores rebateram os argumentos fiscais como empecilho para a ajuda aos estados nordestinos.

O valor de R$ 14,3 bilhões é o que os estados do Nordeste calculam perder até o fim do ano no FPE por causa de desonerações de IPI e Imposto de Renda, e é o valor mínimo que pleiteiam. Eles pedem também que seja flexibilizado o limite para que os estados possam contrair empréstimos.

Do Blog do Gilberto Leda

Fábio Braga expressa preocupação com a queda na produção de grãos no Maranhão

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O deputado Fábio Braga (SD) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na semana passada, para expressar preocupação com a delicada situação de milhares de produtores rurais do Estado do Maranhão que, em consequência do fenômeno climático “El Niño”, estão sofrendo sérios prejuízos financeiros na lavoura de grãos.

O parlamentar informou que depois de uma forte estiagem ocorrida no final de 2015 e no mês de fevereiro de 2016, os produtores rurais estão preocupados com a safra, que corre riscos de não acontecer, pois o “El Niño” teve um efeito devastador nas lavouras, atrasando o plantio em mais de 50 dias nas regiões produtoras do Sul e do Norte.

Pelos cálculos de Fábio Braga, a queda real da safra gira em torno de mais de 30%. Ademais, o custo de replantio também pesa na conta dos produtores rurais maranhenses.  “Alguns têm propriedades em regiões com chuvas abundantes, e produzem em média 60 sacas por hectare, o que certamente não será alcançada nessa safra”, previu.

SAFRA PERDIDA

Em sua fala, Fábio Braga lamentou que pelo menos 30% da safra de grãos do Maranhão foi perdida em função da instabilidade climática, visto que as chuvas foram irregulares em outubro e dezembro, período de plantio dos grãos. Pequenos e grandes produtores, que investiram na safra de grãos deste ano, tiveram perdas significativas, com graves prejuízos financeiros. “Cerca de 40% da área estimada não foi cultivada dentro do período ideal”, lamentou.

Para Fábio Braga, os problemas ocasionam perdas de receitas para o Estado do Maranhão. O Porto do Itaqui terá menos grãos para exportar e os produtos da cesta básica ficaram mais caros, haja vista lavouras de arroz e feijão terem sido afetadas. “Os técnicos da Embrapa dizem que o “El Niño” foi intenso e que o solo arenoso tolera períodos mais curtos de estiagem e, por isso, é importante a cobertura e rotação das culturas. ”, alertou.

CADASTRO E RENEGOCIAÇÃO

Fábio Braga informou que o Senado aprovou, na terça-feira (17/05), uma medida provisória que amplia para 31 de dezembro de 2017 a inscrição de imóveis rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR), um registro eletrônico que serve como base de controle do desmatamento florestal e permite o acesso a créditos.

Em sua fala, Fábio Braga adiantou que o Senado também aprovou outra medida provisória que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais. “Essas dívidas, advindas da péssima safra desse ano, têm que ser renegociadas antes, para que no próximo ano tenhamos uma produção de grãos adequada”, apela o deputado.

Finalizando, Fábio Braga lamentou que a situação igualmente atingiu os produtores de arroz do Maranhão, que reclamam do clima, da burocracia dos órgãos ambientais e dos bancos para a concessão de empréstimos e favorecimentos, para que possam produzir cada vez mais e, assim, contribuir para o desenvolvimento do Estado.

Da Assecom/ Gabinete

Pois tu, Senhor, abençoas o justo; o teu favor o protege como um escudo. Salmos 5:12

Comércio de Coelho Neto abrirá no horário integral do sábado, mas…

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Efeito dominó: sem dinheiro no bolso, crise de trabalhadores afeta comércio local

 

O decreto municipal 386/2016 de 02 de maio de 2016, concedeu licença especial para funcionamento do comércio local durante todo o dia deste sábado (07), considerando que nos dias normais a abertura se dá apenas até ao meio dia.

A medida é em decorrência da comemoração do Dia das Mães, já que nessas datas o comércio local registra crescimento nas compras. Pelo menos deveria…

Em Coelho Neto esse registro de crescimento deve ficar apenas na teoria mesmo, porque na prática o comércio local deve passar a data frustrado. Ocorre que uma fatia importante de funcionários do Grupo João Santos seguem com mais quatro meses de salário atrasado, sem motivo algum para fazer gastos nessa data. É o chamado “efeito dominó”…

E a crise que já assola o país, bate com mais força em solo coelhonetense.

E afeta diretamente a dinâmica do comércio local.

Triste fato!

Em busca de soluções…

Vereadores e representantes do Grupo João Santos em conversa com o Secretário de indústria e Comércio do Estado Simplício Araújo
Vereadores e representantes do Grupo João Santos em conversa com o Secretário de indústria e Comércio do Estado Simplício Araújo

Vereadores de Coelho Neto e representantes do Grupo João Santos estiveram reunidos nesta terça (19), com o Secretário de Indústria e Comércio do Estado Simplício Araújo.

Na pauta da conversa estava a deliciada situação do Grupo João Santos, que permanece com trabalhadores em greve por falta de pagamentos.

Os parlamentares Cristiane Bacelar (Solidariedade), Luiz Ramos (PSD), Márcio Almeida (PMDB), Osmar Aguiar (PT), Lú (PSD), Antônio Pires (PCdoB) e o Presidente da Câmara Raimundão participaram da reunião.

Os desdobramentos e encaminhamentos da conversa trataremos posteriormente. Vale aguardar!

Corrigindo: O nome do vereador Antônio Pires não havia sido colocado por erro desse redator. 

Vereadores recorrerão ao Governo do Estado para tratar de crise no Grupo João Santos

Preocupados com a problemática da greve dos trabalhadores do Grupo João Santos que completou exatos 32 dias, parte dos vereadores de Coelho Neto resolveram intervir na questão em busca de um entendimento entre ambas as partes.

Na manhã de ontem (15), os vereadores Cristiane Bacelar (Solidariedade), Osmar Aguiar (PT), Antônio Pires (PCdoB), Lucinete Gonçalves (PSD), Luiz Ramos (PSD) e o Presidente da Câmara Raimundão (PMDB) estiveram reunidos com dirigentes do Grupo João Santos, onde na oportunidade foi exposto o cenário de crise que passa as empresas.

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Na parte da tarde os vereadores Antônio Pires (PCdoB), Cristiane Bacelar (Solidariedade), Osmar Aguiar (PT), Márcio Almeida (PMDB) e o Presidente da Câmara Raimundão (PMDB), estiveram reunidos com sindicatos de classe para discutir a problemática e encontrar sugestões para que o impasse fosse resolvido.

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Uma das saídas apontadas foi a de recorrer ao Governo do Estado através da Secretaria de Industria e Comércio para que intermediasse uma solução para que os trablahdores pudessem receber seus salários atrasados sem que a empresa tenha que recorrer a demissões.

A crise é séria, já que está em jogo 1.200 empregos diretos e uma dispensa dos funcionários a essa altura do campeonato poderia causar um caos social que a cidade não está preparada para suportar.

Vamos seguir acompanhando os desdobramentos dessas discussões.

Decadência: Crise bate à porta da fábrica de cimento do Grupo João Santos no MA

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As perspectivas não são nada animadoras para os funcionários da que um dia já foi considerada a maior indústria de cimento do Norte-Nordeste do país. A crise que atinge vários setores e um deles é o da construção civil que estagnou após o anúncio da disparada do dólar e a crise política do país, pois investidores internacionais olham com desconfiança o mercado brasileiro.

Em Codó, o maior afetado com a crise e a turbulência do mercado é a Fábrica NASSAU que chega ao patamar de uma crise econômica e a prova disso é que a empresa não vem honrando com os encargos trabalhistas, alguns de seus funcionários estão com quase dois meses de salários atrasados e a única esperança dada pela direção é que será pago apenas uma quinzena nos próximos dias, isso é ruim, pois o dinheiro deixa de circular na cidade e os fornecedores dos funcionários já não conseguem suportar o atraso, pois o mercado de vendas e prestação de serviços funciona como uma cadeia que está alicerçada no cumprimento e pagamento das dívidas de todo cidadão.

Nunca foi tão especulado que a fábrica possa fechar suas portas e a cidade de Codó sofrer um impacto considerável com este trágico fim, na verdade já há o interesse de outros grupos do setor de cimento comprar a fábrica NASSAU, mas isso só o tempo vai dizer.

Fonte: Blog do Bezerra

Finanças equilibradas…

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O Prefeito de Coelho Neto Soliney Silva (sem partido) em recente entrevista de TV destacou o reequilíbrio das finanças públicas garantido após medidas tomadas desde o final do ano passado.

A não realização do Carnaval e o enxugamento dos gastos propiciou que a Prefeitura através da Secretaria de Finanças colocasse em dia as despesas que estavam em atraso como o restante da folha de contratados da educação, consignados, planos de saúde e demais compromissos que estavam pendentes.

Soliney destacou que apesar de ter conseguido regularizar a situação financeira do município, o governo deverá se manter vigilante para não permitir que a crise volte a afetar os cofres do município, ao ponto de comprometer os compromissos assumidos.