Base aliada “faz beicinho” e ignora projeto de urgência encaminhado por Américo…

Projeto de urgência de Américo foi ignorado pelos vereadores e retirado de pauta

A base aliada do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT) parece não está muito satisfeita com ele.

É que o prefeito colocou os vereadores numa tremenda saia justa ao anunciar uma ação de redução de gastos diminuindo salário dele mesmo, do vice-prefeito e dos secretários municipais.

Logicamente após essa medida, o próximo alvo da comunidade seria os próprios vereadores que seriam obrigados a reduzir seus salários para dar o exemplo, fato que estrategicamente pensado pelo governo acabaria tornando a base aliada mais submissa ainda ao Executivo.

Como não poderia deixar de ser, o Projeto de Lei nº 021/2017 que “Estabelece medidas de redução e de controle das despesas de custeio e de pessoal no âmbito da administração pública direta e indireta e dá outras providências” foi encaminhado para a Câmara e deveria ser votado hoje, já que foi protocolado em regime de urgência, o que não se confirmou.

Fontes do blog dão conta de que antes da sessão desta quinta (05), os vereadores da base aliada se reuniram no gabinete do presidente da Câmara Osmar Aguiar (PT) para uma “conversa de pé de orelha” que de tão azeda o fez retirar o projeto de pauta.

Mais um chilique da base governista que não vai pra lugar algum…

Simplesmente porque falta coragem em todos eles.

Simples assim!

Vereadores do governo seguem calados diante das demissões em Coelho Neto

Perdido em meio a ataques gratuitos, blogueiro “de fases” a cada dia perde o conceito

A cidade de Coelho Neto assiste apreensiva a onda de demissões promovidas pelo prefeito Américo de Sousa (PT) sob os olhares complacentes e coniventes da base aliada do governo.

Desprestigiados, nenhum vereador da base governista ousou dar um pio contra os cortes promovidos pelo governo municipal.

Na história recente da política local, nunca se viu uma relação de submissão da maioria do Legislativo como se vê agora. Parlamentares eleitos para defender o povo, emudecem diante das atitudes arbitrárias do governo.

A puxação de saco é tamanha, que já tem vereador ensaiando discurso para defender a idéia da crise vendida pelo prefeito, na intenção de “agradar” o chefe.

Minha mãe diz que conselho não é bom porque se fosse bom não se dava, se vendia. Aos vereadores que por acaso decidiram escolher esse caminho de defender “o patrão” é bom que possam antes rever suas posições.

Se o município realmente está em crise seria bom que os vereadores que apoiam o prefeito propusessem por exemplo, um projeto de lei diminuindo os próprios salários e o do prefeito. Se é para cortar na própria carne por que não começar de casa? Os servidores perdem tudo e os cabeças não vão perder nada? Só o pobre mesmo que vai pagar essa conta?

Para fechar o pacote não seria nada ruim que os tais vereadores também pedissem a dispensa das esposas, aliados, apaniguados e outros familiares que infestam os setores do governo em todas as áreas.

Vamos ver se esse corajoso (a) aparece…

Desprestígio, insatisfação ou os dois?

Américo durante anúncio das atrações do Carnaval 2017: ausência maciça da base aliada

A Prefeitura de Coelho Neto realizou na última sexta (17), o evento oficial que anunciou as atrações do Carnaval 2017.

Fora as críticas à programação que governistas insistem em não aceitar, outro fato que não passou despercebido se deu pela falta da maioria absoluta da base aliada do prefeito Américo de Sousa (PT).

Para quem está de fora isso pode nem ter sido notado, mas quem convive com os meandros da política sabe que essa ausência é auto-explicativa: desprestígio, insatisfação ou os dois.

O desprestígio é medido quando mesmo convidados, os vereadores optam por não atender o convite do Chefe do Executivo.

A insatisfação pode e deve ser em decorrência ao “dar de ombros” do governo aos pleitos apresentados pelos vereadores, desde que o novo governo chegou ao poder. E o desprestígio aliado a insatisfação tira dos parlamentares qualquer obrigação de “fazer graça” ao prefeito e sua claque.

Para quem arrota ter 12 vereadores em seu grupo e contar com a presença de apenas 04 deles em um evento dessa importância, mostra quão ineficiente é o governo em sua articulação política.

O comportamento indiferente da base aliada já era notado com uma atuação pífia em plenário.

E agora de forma mais nítida também fora dele, queira ou não o governo.

Simples assim!

Base aliada silencia diante do desgaste do governo…

Américo e os vereadores: base aliada assiste calada ao desgaste do governo

Há uma insatisfação latente e visível na base aliada do prefeito de Coelho Neto Américo de Sousa (PT).

O governo que não dispõe de nenhum quadro designado para a articulação política atualmente, ignora a insatisfação dos aliados que já não escondem de ninguém que o clima é o pior possível.

Em conversa com o blog, já existem aqueles que confessam abertamente o arrependimento na eleição do presidente Osmar Aguiar (PT), que mesmo tendo boa vontade, não consegue mostrar força alguma no atendimento dos pleitos junto ao prefeito.

Com o desgaste inicial causado sobretudo pela paralisia de um governo com traços de centralizador, a base aliada resolveu simplesmente se calar.

Tanto o prefeito como o próprio secretariado tem sofrido uma verdadeira saraivada de críticas em todos os sentidos e a base observa de longe o circo pegar fogo como se não estivesse nem ai.

A situação é tão vexatória, que nesse interim já acabaram alfinetando inclusive, aliados de primeira hora, mostrando o despreparo das figuras do governo na condução do próprio governo.

Todas as conversas do prefeito com os vereadores ficaram apenas nisso: na conversa. Os compromissos firmados não foram cumpridos e isso é motivo suficiente para que o parlamento permaneça de braços cruzados: se não vão atacar também não vão defender.

Enquanto o governo apanha sem esboçar reação, a população se indigna diante da inércia nas respostas dos problemas que foram tão criticados ao longo dos anos.

E os vereadores não dizem nada. Porque não há nada a se dizer.

Já que contra fatos não há argumentos.

Simples assim!