SARNEY DIZ QUE NÃO TEM INIMIGOS: “A MAIOR LUTA POLÍTICA FOI COM VITORINO FREIRE; ELE FOI UM GRANDE ADVERSÁRIO”

SARNEY DIZ QUE NÃO TEM INIMIGOS: “A MAIOR LUTA POLÍTICA FOI COM VITORINO FREIRE; ELE FOI UM GRANDE ADVERSÁRIO”


Do iG

Em entrevista ao iG, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), aceitou apontar os melhores presidentes da história do Brasil. Ele excluiu a si próprio, que comandou o País entre 1985 e 1990, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). “Um presidente comum”, disse.

Sarney afirmou ainda que nunca viu o ex-presidente Fernando Collor (1990-1992), atual colega no Senado, como inimigo político e que Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) foi um líder popular maior que Getúlio Vargas (1930-1945).

Sobre a atual presidenta Dilma Rousseff, Sarney afirmou que mantém conversas particulares com ela da mesma forma que fazia com Lula: sem a presença de terceiros.

Sarney fez um ranking dos presidentes, mas preferiu não se incluir: “Seria cabotinismo da minha parte”.

“Nós temos continuidade sem termos continuísmo. Ela vai marcar o governo dela com um grande controle da administração pública. Melhora qualidade nos gastos públicos e o Lula mantém-se como grande político nacional”, disse.

Confira os principais trechos da entrevista:

iG: Quem o senhor identifica como inimigo político?

José Sarney: Eu não tenho inimigo. Eu tenho adversários políticos. Não tenho capacidade para ter inimigos políticos. Eu não tenho ódio de ninguém. O criador fez tanto por mim que não tenho direto de reclamar e ter inimigos.

iG: Então qual foi seu maior adversário político?

Sarney: Com quem eu tive a maior luta política foi com Vitorino Freire (1908-1977). Foi uma luta estadual, que durou 30 anos. Ele foi um grande adversário político. Era um homem de temperamento muito forte e o meu temperamento sempre foi muito fraco como vocês todos reconhecem.

iG: No campo nacional, qual foi seu maior adversário?

Sarney: No campo nacional, eu não tive nenhum adversário que eu pudesse considerar.

iG: No fim do seu governo (1989), quando o então candidato Fernando Collor criticava o senhor, não o considerou um grande adversário?

Sarney: Eu sabia que não era verdade e pensava que ele se referia a uma terceira pessoa.

iG: E o presidente Lula virou um amigo?

Sarney: Eu hoje sou amigo pessoal do Lula. Foi o presidente que me tratou bem não só do ponto de vista institucional, mas também do ponto de vista pessoal. Ele sempre teve maior delicadeza e respeito comigo. Então, eu posso dizer que eu o considero amigo. Foi nesse sentido que eu acompanhei até São Bernardo do Campo (no dia 1º de janeiro quando Lula deixou Brasília).

iG: Como o senhor define o Lula presidente e a Dilma presidenta?

Sarney: Até agora não tivemos na história do Brasil uma liderança como Lula. A liderança que ele exerce no País não é de penetração popular horizontal. Ela é vertical. Tem várias raízes do povo brasileiro. Ele é quem tem de forma mais profunda essa condição. Agora, ele era um político e a Dilma tem um outro temperamento. Acho que é temperamento mais administrativo. Então, acho que completa muito bem. Nós temos continuidade sem termos continuísmo. Ela vai marcar o governo dela com um grande controle da administração pública. Melhora qualidade nos gastos públicos e o Lula mantém-se como grande político nacional.

iG: O senhor acredita que Lula foi um líder popular maior que Getúlio Vargas?

Sarney: Getúlio nunca foi líder popular. Ele teve uma grande popularidade. Lula é um líder popular. Getúlio era da elite do Rio Grande do Sul, do Cosme de Medeiros, do Julio de Castilho. Foi ministro da Fazenda do Washington Luís. Então ele era da elite nacional. O Lula não. Lula veio das raízes. Foi torneiro mecânico, operário. De maneira que podemos dizer que todas as classes sociais ocuparam o poder.

iG: Getúlio era um líder populista?

Sarney: A meu ver sim.

iG: O Lula não?

Sarney: O Lula não. Ele é um líder de resultados para a classe dele. Isso foi o balanço do governo.

iG: Se o senhor tivesse que fazer um ranking dos presidentes da República como faria?

Sarney: Colocaria Rodrigues Alves (1902-1906), porque ele ordenou as finanças públicas depois de encontrar um país extremamente endividado. Tinha uma visão de Estado profunda. Estou fazendo um exame cronológico. Eu consideraria o Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954). De qualquer maneira, ele foi um ditador durante 15 anos. Ele enfrentou problemas trabalhistas que eram só para aqueles que tinham carteira de trabalho. Para os excluídos, esses que não tinham carteira de trabalho, Getúlio nunca fez nada. O Juscelino Kubitschek (1955-1960) foi um grande presidente. Teve uma grande responsabilidade, assumiu para ser deposto porque ele tinha uma reação militar e política muito grande. E ele (JK) contornou tudo isso e transformou a luta política num debate nacional pelo desenvolvimento econômico. E eu colocaria o governo do Lula, que é uma mudança profunda. O Lula deu uma paz social ao país, fez uma distribuição de renda muito grande. Acho que a partir do Lula o Brasil também conclui um ciclo republicano, coma a chegada de um homem do povo ao poder.

iG: Duas perguntas que sobram: primeiro o senhor não se incluiu…

Sarney: Não me incluí porque caso contrário seria cabotinismo da minha parte. Eu fiz coisas certas e coisas erradas. Eu às vezes fui o melhor presidente do Brasil e fui o pior presidente do Brasil.

iG: Em quê?

Sarney: Quando eu fiz o Plano Cruzado e tive a coragem que nunca ninguém tinha tido neste País de partir para uma fórmula heterodoxa de modificação da economia. Todos os outros (presidentes) tinham se submetido às regras internacionais. Isso foi uma coragem extraordinária. Naquele tempo eu havia ouvido do próprio Leonel Brizola (ex-presidente nacional do PDT) que eu tinha sido o presidente com maior coragem no Brasil, quando decretei o congelamento (de preços) e fiz o Plano Cruzado, quando abri a porta para que o País pudesse ter condições para modificar a economia.

iG: Isso foi o melhor e o que foi o pior?

Sarney: O pior foi quando fiz o Plano Cruzado número 2. Fiz uma correção errada. Evidentemente que eu não sou economista, mas a responsabilidade é minha. Os que fizeram errado não têm responsabilidade nenhuma. Mas eu tenho a responsabilidade de ter aceito aquela fórmula de corrigir o aumento daqueles cinco produtos.

iG: A outra pergunta que sobra daquele ranking foi não ter incluído o presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Sarney: Acho que Fernando Henrique Cardoso foi um presidente que prestou muitos serviços ao País. Ele realmente foi um bom presidente. Um presidente normal, comum. Não há uma marca profunda como os outros presidentes que ocuparam o comando do País.

iG: Em 1985, o senhor saiu do PDS e ajudou a criar a Frente Liberal, que resultou na formação do PFL. Depois, em 2002, foi um dos primeiros políticos do PMDB a apoiar o Lula. Como o senhor vê agora alguns integrantes do DEM (o antigo PFL), como o prefeito Gilberto Kassab, querer aderir a um partido governista?

Sarney: Quando fiz uma dissidência no PDS foi um gesto de coragem. O Ullysses (Guimarães, ex-presidente nacional do PMDB) me disse que se não fosse aquilo não teria havido a transição democrática. Eu é que comandei aquilo. Fui contra a candidatura do (Paulo) Maluf (PDS). Já na fase final da min ha vida, eu fiquei muito feliz em apoiar o Lula como candidato a presidente. Porque o Lula era uma mudança fantástica para o País. Era uma transformação na qual eu não poderia estar fora. Eu não fui atrás de apoiar o Lula. O Lula foi à minha casa pedir o meu apoio. Quando ele me pediu, achei que era meu dever apoiá-lo porque naquele tempo era tido como demônio e o meu apoio era importante porque era um homem de centro.

iG: Antes, em 2001, sua filha Roseana havia surgido como candidata. O senhor acha que José Serra (PSDB) pode ter prejudicado a candidatura dela?

Sarney: Há muitas coisas no ar, mas eu não quero remover o passado.

iG: Mas como o senhor a tentativa de se formar um novo partido como quer o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab?

Sarney: É tal necessidade da reforma política. Nós não conseguimos fazer partidos políticos. É um desajustamento. Há muitas pessoas que não estão ajustadas em seus partidos por motivos ideológicos ou por motivos pessoais. O Brasil não tem partidos políticos. Temos instituições políticas que remontam ao século 19.

iG: A crítica que tem sido feita é que a reforma política deveria começar na Câmara dos Deputados e não no Senado por meio da comissão que o senhor criou.

Sarney: Não quero saber onde ela deve começar. Acho que a reforma deve ser feita. Esse é o problema. É fazer a reforma. Começar na Câmara ou no Senado não importa. Depois nós vamos nos unir. Evidentemente que a reforma será feita pelo Congresso Nacional.

iG: Com o presidente Lula, o senhor era um dos poucos aliados que mantinha conversas sem a presença de terceiros. Ele sempre fazia encontros com a presença de Gilberto Carvalho, chefe do gabinete pessoal, ou Clara Ant, assessora especial. O senhor mantém esse tipo de reuniões com a presidenta Dilma?

Sarney: Eu acho que depende do assunto que for tratar com o presidente . Às vezes há assuntos que você trata apenas com o presidente. Tive poucas audiências com a presidente Dilma, mas já tive encontros a sós com ela.

iG: O senhor acha que Dilma deve disputar a reeleição ou Lula tem de voltar?

Sarney: Se ela fizer um excelente governo, aí ela é quem vai decidir.

iG: E o Lula deveria voltar?

Sarney: Não podemos olhar na bola de cristal e olhar o que vai acontecer. Dizia-se que esta frase era do Magalhães Pinto, mas não. Era do velho Antônio Carlos Magalhães: ‘política é como nuvem. Todo momento ela se transforma’.

iG: Qual sua avaliação da votação do salário mínimo?

Sarney: Acho que pela primeira vez temos uma regra para estabelecer o salário mínimo. Uma regra positiva para os trabalhadores. Uma regra que acrescenta realmente a produtividade incorporada ao salário. Não é mais uma coisa voluntarista. Agora nós temos uma regra.

iG: O senhor ficou surpreso com a postura do ex-presidente Itamar Franco na sessão em que se votou o salário mínimo?

Sarney: Acho que aquilo é o estilo do Itamar. A questão de ordem que ele levantou era sobre um minuto. Se fosse lido na hora do expediente e tinha sido na ordem do dia… Não prejudicava em nada.

iG: Qual são seus projetos futuros?

Sarney: Eu não tenho mais projeto futuro. O que eu tenho é um longo passado. O meu projeto é procurar ajudar o Brasil naquilo que eu puder.

iG: Mas um projeto que ficou para trás foi a reforma administrativa do Senado.

Sarney: Nós fizemos. Hoje o Senado está profundamente organizado. Reforma administrativa, plano de cargos e salários. Todos os problemas apresentados nós solucionamos. Temos um portal da transparência.

iG: Mas aquele parecer da Fundação Getúlio Vargas não foi aproveitado.

Sarney: Foi aproveitado.

iG: Não chegou a ser votado.

Sarney: Nós estamos concluindo. Eu já fiz um projeto da FGV aqui. Com o tempo, nós precisamos adaptar. O núcleo do Senado é bem organizado.

iG: O que achou das mudanças que ocorreram nos últimos tempos, como acabar com o nepotismo no serviço público.

Sarney: Isso está na Constituição.

iG: Mas mesmo assim havia casos, o senhor teve alguns momentos que…

Sarney: Nós vivemos um ano político apaixonado e eu acho que houve uma interpretação muito errada feita pela oposição. Disputei pela primeira vez uma eleição para a presidência do Senado (em fevereiro de 2009, contra Tião Viana) e ganhei. Evidentemente eu deixei um lado ressentido. Um lado que passou a ser oposição e que fez oposição durante todo o período que eu estive à frente da Casa.

iG: Gostaria de perguntar sobre ocupação de espaços no governo. O senhor tem uma tendência, desde o governo Fernando Henrique, de indicar pessoas que já trabalharam com o senhor no setor elétrico.

Sarney: Não tenho nenhum interesse no setor elétrico. No governo Fernando Henrique, quando fui eleito senador pelo Amapá e havia um racionamento total, funcionava a energia apenas seis horas. Então eu pedi a ele… O presidente Fernando Henrique me chamou e me pediu a sugestão do ministro da Cultura. Eu disse: ‘não, presidente. O senhor é um homem de Cultura, o senhor escolhe o ministro. Agora o que eu quero é que o senhor nomeie um nome para Eletronorte e resolva o problema de racionamento que existia no Amapá e no Amazonas’.

iG: Era o José Antonio Muniz (atual presidente da Eletrobras que deve ser deslocado para a Eletronorte).

Sarney: Não. Pelo contrário. Era o Aluízio Guimarães, que morreu. José Antonio não foi nomeado por mim. Ele havia sido presidente da Chesf, começou como office-boy da empresa. Veio da Chesf pelos políticos pernambucanos que o indicaram para a Eletronorte.

iG: O próprio Flávio Decat, presidente de Furnas, também procurou o senhor para ser indicado.

Sarney: Botaram no jornal que eu indiquei o Decat para Furnas. Eu vi o Decat uma vez na vida. Ele veio e me procurou para também me pedir apoio para que eu conseguisse apoio do Garibaldi Alves (atual ministro da Previdência e presidente do Senado entre 2007 e 2008) para que ele fosse presidente da Eletrobras. Então eu telefonei para Garibaldi Alves e pedi que ele recebesse o Decat. Agora disseram que o Decat foi indicado por mim para Furnas. Calcule que isso é tão profundo, essa força de vocês de dizer verdades entre aspas. Então ficou todo mundo pensando que havia indicado Decat para Furnas. Outro dia eu estava com a presidente de República e o presidente da Câmara… Aí eu disse: ‘olha presidente, a senhora sabe que no Brasil as coisas são assim: disseram que eu indiquei o Decat e a senhora sabe mais do que ninguém que eu não indiquei’. Aí o presidente da Câmara disse: ‘Mas não foi você que indicou o Decat?’ Nunca ninguém me colocou no setor elétrico com interesse. Nunca na minha vida ninguém me acusou de improbidade.

iG: Mas não é natural o PMDB querer ocupar esses espaços, cargos no governo? É natural dentro da política?

Sarney: Não sei se é natural ou se não é. Eu não estou metido nisso, não estou participando, não tenho nada a ver com isso. Isso é com o presidente de partido. O que estou pedindo hoje é que o criador me dê saúde.

PREFEITURA REALIZA HOJE PRÉVIA CARNAVALESCA

PREFEITURA REALIZA HOJE PRÉVIA CARNAVALESCA

Está marcado para hoje (26) a realização da prévia do Carnaval 2011 organizado pela Prefeitura que esse ano trás como tema “VIVA CARNAVAL DE TODOS 2011”. Na oportunidade será feita a apresentação oficial da Rainha do Carnaval desse ano.


A festa que antes deveria ocorrer na Praça João Santos foi transferida para o Corredor da Alegria e será animada pelas bandas locais Uz Karaê e Zambalada. Vale a pena conferir.

ANIMAÇÃO

Quem também fez uma prévia ontem (25) pra lá de animada foi o Bloco As Meninas Super Poderosas que já está na sua 5ª. edição. A festa ocorreu na Praça Duque Bacelar e movimentou dezenas de foliões, curiosos e a população em geral. O Bloco As Meninas Super Poderosas chama atenção por onde passa pela irreverência dos homens vestidos de mulher e que esse ano promete uma festa ainda mais animada. (Foto: Arquivo do Orkut das Meninas Super Poderosas)

FOTO-FOFOCA: ANIVERSARIANTES

FOTO-FOFOCA: ANIVERSARIANTES

Parece que foi rápido, mas fevereiro já está terminando. Nesse mês integrantes-mor da Família Bacelar fizeram aniversário.

Estamos falando do aniversário de dois ex-prefeitos da cidade. No dia 19 foi a vez da ex-prefeita Márcia Bacelar (foto acima) mudar de idade e no último dia 25 que também estava de idade nova foi o ex-prefeito Magno Bacelar (foto abaixo). Nosso registro a data natalícia dos dois ex-mandatários fazendo votos de muita saúde e paz. Parabéns!

CONHEÇA A MUSA INSPIRADORA DO SUCESSO DO MOMENTO ‘MINHA MULHER NÃO DEIXA NÃO’

CONHEÇA A MUSA INSPIRADORA DO SUCESSO DO MOMENTO ‘MINHA MULHER NÃO DEIXA NÃO’

“Quando os amigos o convidam para beber, eu sempre falo ‘Não vai não. Só se eu for junto’”. Essa constante proibição feminina levou o cantor Reginaldo Alves da Silva, o Reginho, de 39 anos, a compor o maior sucesso do verão: “Minha mulher não deixa não”. Mas, afinal, quem é a musa geniosa que inspirou o hit da estação? Ela atende por Rosivane Maria do Nascimento, de 31 anos, namorada do músico há mais de três anos e autora da declaração acima. Os dois moram juntos na cidade de Abreu e Lima, região metropolitana de Recife.

Ciumenta e possessiva assumida, a mulher “que não deixa não” é a namorada do músico Reginho há mais de três anos.

Ciumenta assumida, a mulher “que não deixa não” foi a primeira pessoa a escutar a canção-chiclete. Mas, apesar da música ser uma crítica a sua postura controladora, Rosivane diz que achou graça.

— Tomei um susto quando ele cantou para mim. Mas depois achei engraçado, combina comigo. Sou muito possessiva — admite.

O casal se conheceu na escola dos filhos: ambos eram divorciados. Reginho tem três filhas, e ela é mãe de dois meninos.

— Nossos filhos eram da mesma turma, a gente sempre se via no colégio. Até que começamos a namorar. Ele é um excelente pai e marido — derrete-se Rosivane.

Desde que a música estourou pelo Brasil — já foi cantada por nomes como Ivete Sangalo, Alexandre Pires, Aviões do Forró, Molejo e Parangolé e foi escolhida como trilha sonora da campanha do Ministério da Saúde em prol do uso da camisinha — o casal têm aturado muitas brincadeiras dos amigos.

— Eles sempre falam para Reginho “Quando você vai deixar de ser pau-mandado da mulher?” Mas a gente nem liga. O importante é que ele faça sucesso.

O músico, no entanto, admite que a canção não foi baseada somente em Rosivane, mas retrata também o relacionamento de um amigo próximo.

— Tenho um amigo DJ que é totalmente dominado pela mulher. Mas claro que a música tem muito de Rosivane. Ela também é controladora — diverte-se Reginho.

Mas no quesito ciúme o compositor não fica atrás. A dona de casa diz que Reginho implica todas as vezes que ela tenta arranjar emprego:

— Quando eu quis trabalhar, ele não deixou, disse que eu não podia largar a nossa casa. Mas não desisto. Quero fazer um curso de soldador elétrico, que era a profissão do meu pai. Sei que o Reginho não vai gostar, porque é uma carreira predominantemente masculina, mas acho que é uma profissão muito bonita.

Fonte: O Globo/Extra

ANIVERSÁRIO: LOJAS ELETROSILAS REALIZA BINGÃO SOLIDÁRIO PARA FESTEJAR 4 ANOS

ANIVERSÁRIO: LOJAS ELETROSILAS REALIZA BINGÃO SOLIDÁRIO PARA FESTEJAR 4 ANOS

A Lojas EletroSilas de Coelho Neto está fazendo aniversário e comemorará a data em grande estilo. Para festejar os quatro anos de muito sucesso o grupo estará organizando o 1º. EletroSilas Solidariedade. Através da compra de uma cartela que custará apenas R$ 10,00 (dez reais), serão sorteados 04 (quatro) valiosos prêmios a saber:

1º Prêmio – BIS KS

2º. Prêmio – FAN KS;

3º. Prêmio – TITAN ES;

4º. Prêmio BROS ES

Além de premiar os possíveis ganhadores, as Lojas EletroSilas aproveitará parte da renda arrecadada para praticar a filantropia através da Associação Beneficiente CELEBRAI – ABC de São Luís. Essa entidade receberá a doação e a converterá em doações de cestas básicas para as famílias carentes de Coelho Neto.

Em recente conversa com o Diretor Geral das Lojas EletroSilas Silas David Alves (foto) a festa será em agradecimento ao povo de Coelho Neto pela credibilidade no empreendimento. “O sucesso das Lojas EletroSilas deve-se exclusivamente a confiança e o respeito que conseguimos conquistar do povo desta cidade. A cada entrega de um novo prêmio ficamos felizes em realizar sonhos e ajudar as famílias em suas necessidades. Nós, das Lojas EletroSilas de Coelho Neto agradecemos a Deus pela oportunidade de nesses quatro anos termos conseguido chegar até aqui , fazendo votos de que ainda teremos muitas conquistas pela frente”, disse ele.

Após falar com o blog, Silas David autorizou a sua equipe de trabalho a proceder com a divulgação da grande festa. Ainda segundo o empresário, todas as providências para que um evento como esse seja realizado já havia sido providenciado.

PRIMEIRO DISCURSO: EX-BBB DEFENDE CASAMENTO GAY

PRIMEIRO DISCURSO: EX-BBB DEFENDE CASAMENTO GAY

O ex-BBB Jean Wyllys (PSOL-RJ) fez seu primeiro discurso nesta quinta-feira (24) na Câmara dizendo que, como primeiro deputado federal eleito assumidamente homossexual, trabalhará principalmente pela garantia dos direitos dos LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

Como
ações prioritárias, ele prometeu apresentar e lutar pela aprovação de uma PEC (proposta de emenda constitucional) que reconheça o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

“É preciso mostrar que aquela família de comercial de margarina não existe ou existe ao lado de muitas outras famílias diferentes. A ausência de leis não significa que a
realidade [da união de pessoas do mesmo sexo] não exista”, afirmou ele.

O deputado explicou que o
casamento civil é diferente do reconhecimento da união estável entre homossexuais, que está sendo julgado pelo Supremo.

“O casamento garante os direitos sucessórios, por exemplo.”

Junto com a senadora Marta Suplicy (PT-SP), Wyllys disse que trabalha ainda para tirar do papel uma Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT.

As deputadas Manuela D’Ávila (PC do B-RS) e Fátima Bezerra (PT-RN), entre outros, também fazem parte do grupo.

Menos de dez deputados estavam presentes no discurso. Mesmo assim, o ex-BBB aparentou nervosismo. Disse que era “estranho falar para tão pouca gente”.

“Já conhecia rumores de que as quintas-feiras na Câmara eram vazias, mas não imaginava que fosse tão pouca gente”, disse completando que “estava trabalhando muito.

Do Imparcial On Line

DONA MARLY SOFRE NOVO ACIDENTE DOMÉSTICO

DONA MARLY SOFRE NOVO ACIDENTE DOMÉSTICO

Brasília – O presidente do Senado, José Sarney, foi obrigado a abandonar a sessão de votação do salário mínimo, no início da noite desta quarta-feira (23), devido a um acidente envolvendo sua mulher, Marly. Ela levou um tombo na casa do casal, em Brasília, e machucou seriamente o nariz.
Marly Sarney foi encaminhada ao hospital Sarah Kubistchek, especializado em traumatologia, para realizar um raio-x e demais exames. Ela também teria quebrado alguns dentes.
Essa não é a primeira vez que a mulher de Sarney se envolve em um acidente desse tipo. Em julho de 2009, ela tropeçou em um tapete da casa de São Luis, no Maranhão, e fraturou a clavícula. Ela teve de ser internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde passou por uma cirurgia.
O presidente da Casa retornou algumas horas depois, por volta das 21h. Enquanto Sarney ficou fora do plenário, a sessão foi conduzida pela 1ª vice-presidente da Casa, a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

De acordo com a assessoria do senador, Marly passa bem e deve voltar para casa ainda nesta quarta.

(Com informações do R7).

PERSEGUIÇÃO: PC DO B EXPULSA PREFEITO DE AFONSO CUNHA PELO APOIO DADO A GOVERNADORA ROSEANA

PERSEGUIÇÃO: PC DO B EXPULSA PREFEITO DE AFONSO CUNHA PELO APOIO DADO A GOVERNADORA ROSEANA

Não satisfeitos com a derrota para o governo do Estado e as querelas judiciárias sem sucesso promovidas contra o Prefeito de São Luís João Castelo-PSDB ainda sobre as eleições de 2008, o Diretório Estadual do PC do B do Maranhão resolveu mostrar sua verdadeira face. Inconformados com o resultado das urnas e apelando em todos os meios para mostar uma perseguição sem medida, o partido resolveu instalar um processo de caça as bruxas que visa unicamente expulsar o único prefeito do partido eleito nas eleições de 2008.

O processo interno instaurado pela Comissão de Controle ligado ao Comitê Estadual do PC do B no Maranhão visa atingir o Prefeito de Afonso Cunha José Leane de Pinho Borges (Na foto com o Presidente da FAMEM Júnior Marreca, com o Prefeito de Ribamar Gil Cutrim e Raimundo Cutrim). O único prefeito da sigla do PC do B no Estado está sendo acusado de infidelidade partidária por ter declarado apoio a então candidata a governadora Roseana Sarney-PMDB que na época disputava a eleição com o então candidato do partido Flávio Dino.

O documento encaminhado via Correios ao Prefeito José Leane datado de 10 de fevereiro de 2011 e assinado pelos Srs (as) Eurico Fernandes da Silva, Haroldo Silva de Oliveira e Laurinda Maria de Carvalho Pinto ao qual o blog teve acesso, é claro sobre os motivos da expulsão conforme teor do documento transcrito abaixo:

“ O Comitê Estadual do Partido Comunista do Brasil – Maranhão PC do B, tendo em vista a participação de V.Sa. no apoio e campanha da candidata da Coligação Maranhão Não Pode Parar, cujo resultado foi de 2.562 votos para a citada candidata, enquanto o candidato do seu Partido, Flávio Dino obteve apenas 525 votos. Os votos que a Candidata conseguiu no seu município foi o suficiente para que não houvesse segundo turno, prejudicando frontalmente a candidatura do Partido ao qual V.Sa. é filiado, dirigente e Prefeito Municipal eleito pela sigla do referido Partido. Deste modo, infringindo a disciplina partidária e a decisão da Conferência Eleitoral, razão pela qual vem perante V.Sa. através da Comissão de Controle expor e comunicar-lhe as seguintes questões:

DOS FATOS:

Desta forma o Comitê Estadual considera que V.Sa. infringiu o que determina o Art. 4º. Do Estatuto Partidário no que se refere aos deveres dos filiados e filiadas “Deveres: apoiar as causas e campanhas do partido, votar em seus candidatos” no Capítulo XI – Art. 59 Atuação dos Comunistas em cargos públicos e representação do partido.

a) Defender e difundir as orientações políticas e as deliberações do Partido, aplicar as decisões emanadas do órgão de direção a que estão subordinados (as).

DA DECISÃO:

Considerando que as infrações cometidas por V.Sa. são de caráter extremamente Grave a Comissão de Controle com fundamento no Capítulo IX, Artigo 48 do Estatuto Partidário decide instaurar processo de EXPULSÃO de Vossa Senhoria com base no Capítulo VIII – Da disciplina partidária, artigo 39 “com razoabilidade e proporcionalidade a gravidade dos fatos e ao grau de responsabilidade do membro do partido” neste de responsabilidade V.Sa. se enquadra perfeitamente por se tratar se ser Presidente do Comitê Municipal do PC do B de Afonso Cunha-MA, Prefeito no exercício do mandato eleito pela sigla do PC do B do mesmo Município e Membro do Comitê Estadual do referido Partido, assim sendo a penalidade determinada por esta Comissão é de EXPULSÃO estabelecida na letra f do artigo acima citado – Letra f – expulsão do partido.

O documento encaminhado pela Comissão de Controle do PC do B trás em anexo cópia dos seguintes documentos: Cópia do on-line Jornal Imparcial com a matéria PREFEITO DO PARTIDO DE FLÁVIO DINO APÓIA ROSENA; Cópia do Jornal Tribuna do Maranhão com a matéria PREFEITO DO PARTIDO DE FLÁVIO DINO APÓIA ROSEANA, cópia do Blog Notícia de Timon coma matéria APOIO DO PREFEITO DO PC DO B, JOSÉ LEANE, A ROSEANA FEZ A DIFERENÇA NO MARANHÃO e cópia da Ata da Convenção Estadual para escolha dos candidatos do Partido Comunista do Brasil-PC do B realizada no dia 30 de junho de 2010.

Como se vê essa é a verdadeira face do partido de Flávio Dino no Maranhão. Sem qualquer poder esse povo tem atitudes dessantureza, imagine se tivessem chegado ao comando do Estado? Uma lástima em tempos de democracia nos depararmos com perseguições dessa natureza…

RAPIDINHAS

RAPIDINHAS

PINÓQUIO I

Esse blogueiro Pinóquio não se emenda mesmo. No afã de puxar o saco e sem se dá conta dos seus exageros, o dito cujo andou dizendo que a Vereadora Lú – PT DO B foi ovacionada na Sessão de reabertura dos trabalhos legislativos realizados no último dia 15 (terça-feira). Coisa nenhuma. Lú foi aplaudida como a maioria, apenas no final do discurso… só e somente só. Das duas uma: ou o blogueiro não sabe o que é ser ovacionada ou tá vendo coisa demais…

PINÓQUIO II

Pinóquio ainda disse que Lú se sentiu muito a vontade quando assumiu a presidência dos trabalhos enquanto o Vereador Mariano Crateús discursava. E quem não se sentiria a vontade numa cadeira daquelas? Mas como alegria de pobre dura pouco, quando começava a sentir o gostinho da cadeira Mariano tratou de terminar sua fala e retornar ao posto. A vereadora aproveitou muito pouco seus três minutos de fama.

DECEPCIONOU I


Quando a mestre de cerimônia da Sessão Solene da Câmara anunciou a fala do vereador esclerosado Américo de Sousa-PT ouviu-se um grande burburinho no plenário. Todo mundo imaginou que o homem aproveitaria a presença do Prefeito Soliney Silva-PSDB para disparar sua metralhadora giratória como sempre faz. Para a decepção de quem foi na expectativa de ver o circo pegar fogo, o “homi” tava calminho, calminho…

DECEPCIONOU II

Quem ouviu o discurso de Américo até imaginava que ele havia se tornado novamente aliado do governo. Fez de tudo para chamar atenção de Soliney. Não falou da saúde, sequer falou da educação, não criticou o problema da água, nada daquilo que grita no seu famigerado programa de rádio. Se colocou como verdadeiro parceiro e ainda teve a coragem de dizer que nunca foi sua intenção atrapalhar o governo. Quem te viu, quem tem vê hein Américo!!

CADÊ

E o blogueiro balaio alinhado ao $INTASP não falou nadica de nada a respeito do discurso de Américo. Perguntar não ofende: Por que será hein?

FALTOU

Os vereadores Antonio Andrade-DEM e Fernando Couto-PRTB estiveram ausentes da Sessão de reabertura dos trabalhos. O primeiro justificou a ausência por motivo de doença e para o segundo não foi apresentado qualquer justificativa. Esticou as férias meu caro?

TERRENO

Falando em blogueiro balaio será que o dito cujo não vai comentar nadica de nada a respeito daquele famoso terreno comprado para abrigar um projeto de casa para os servidores?

ORGULHOSO

Enquanto via o atual Prefeito Sérgio Guanabara discursando o pai dele Raimundo Guanabara era uma alegria só. O nervosismo que se misturava com tensão não impediu que o ex-prefeito observasse atentamente a fala do filho. Era um orgulho só!

CONTENTE


Quem também tava pra lá de satisfeito era o Presidente da Câmara Mariano Crateús. Toda vez que olhava para a galeria lotada o Vereador não escondia o contentamento por perceber o sentimento de interesse da população pelas discussões do parlamento. Sem dúvida, um ganho para a democracia.

DEU CERTO

E não é que o Vereador-Promoter Luiz Ramos conseguiu que a festa promovida por ele fosse um sucesso? Se não conseguir se reeleger o parlamentar já sabe que ramo seguir. Arrazou!!

FOTO-FOFOCA: VEREADOR TIM

FOTO-FOFOCA: VEREADOR TIM

Enquanto aguardava a hora de “brilhar”, o vereador esclerosado Américo de Sousa-PT não largava o celular. Em conversa com a colega Lú-PT DO B o parlamentar disse que as pessoas é que deixavam ele esclerosado, fazendo uma referência ao apelido dado a ele por esse blog. Mas também pudera, na hora do discurso Américo trocou o Fantástico pelo Jornal Nacional umas “trocentas” vezes. E não tá voltando de férias Vereador? Das duas uma: ou estava nervoso com a presença de Soliney ou ainda estava preocupado com o não repasse pela Prefeitura dos descontos dos servidores… Será? Um mais esperto disse que o vereador-balaio tava mesmo era aproveitando a promoção da TIM e vendo as últimas notícias do Língua Solta… é que parece que as coisas lá pelo Sindicato não tá lá essas maravilhas e o vereador resolveu economizar. Valeu ai vereador, só não pode é deixar de se informar…