Com parte do muro no chão, Hospital de Coelho Neto é o espelho do caos na saúde

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Que a saúde de Coelho Neto vai de mal a pior isso não é segredo para ninguém. As denúncias quase que diárias mostram que estamos diante de uma gestão capenga, inoperante e frágil em todos os aspectos.

Quando atuava em seu programa de rádio, o Hospital Municipal era a vitrine preferida do apresentador de rádio Américo de Sousa (PT), hoje sentado na cadeira de prefeito.

Uma simples passagem pela unidade hospitalar e uma olhada rápida nas transferências do Fundo Nacional de Saúde – FNS, para se perceber uma disparidade do prédio do hospital e os milhões que caem mensalmente nas contas da saúde. E o hospital que ele havia prometido? Bom esse é sonho, afinal o petista talvez seja o único prefeito da Federação que não conhece o caminho do Ministério da Saúde.

Pois bem, acostumado a encher a boca para questionar dos ex-prefeito Soliney Silva (MDB), onde estava sendo aplicado os milhões da saúde, Américo hoje não consegue mostrar isso na prática. O tal Orçamento Participativo prometido por ele na campanha é mais uma mentira vendida e o caos do hospital é a prova de que o setor respira nos aparelhos em estado terminal.

Não vou falar da parte interna porque o vexame seria bem maior. Uma rápida olhada na parte de fora para perceber que nada mudou, ao contrário, tudo piorou. A frente do hospital está tomada pelo mato e no terceiro ano de governo, a tinta é a mesma deixada pelo governo de quem ele tanto falava.

Há meses parte do muro do hospital desabou e nem a Secretaria de Saúde e nem a Secretaria de Obras tomaram qualquer providência para que uma intervenção de recuperação fosse feita, deixando o hospital vulnerável inclusive para a ação de vândalos na calada da noite.

Todo esse desgoverno acontece sob o olhar complacente e inerte do Conselho Municipal de Saúde.

Que ignora e assina embaixo os desmandos de uma gestão descompromissada sem esboçar qualquer reação…